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Serra: Marquinhos Dantas questiona qualidade das obras da gestão Duque

Por Nill Júnior
Morador brinca com alagamento: prefeito afirmou que imprensa
Morador brinca com alagamento: prefeito afirmou que imprensa “espetacularizou” episódio…

O radialista e pré candidato a Prefeito Marquinhos Dantas questionou em contato com o blog a qualidade das obras executadas pela gestão do prefeito Luciano Duque em Serra Talhada. Dantas questiona se o problema é de repasse de recursos do Estado, que segundo Duque estaria o perseguindo, conforme revelação do blog a partir de um desabafo do prefeito via Whatsapp, ou se o problema seria outro. “Fica a pergunta: falou dinheiro do FEM para fazer o asfalto de qualidade ou o dinheiro está sendo usado nos canteiros ?”

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Continua Marquinhos: R$ 310 mil numa parte de um canteiro… e ainda tem uma guarita na entrada da malhada cuja placa indica que custou R$ 28 mil. Guarita cara danada…”

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Marcos enviou ao blog imagens que recebeu esta manha e mostram o drama de moradores que tiveram suas casas invadidas pelas águas. Em  uma delas um morador ironiza a situação e aparece sobre uma boia inflável para piscinas, em cena comum apenas em centros como Recife, São Paulo e Rio na época das chuvas.

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Hoje, falando a uma emissora de Serra Talhada, a Cultura FM, Duque se defendeu dos questionamentos e acusou a imprensa de causar alarde sobre a situação. Disse que o trecho onde o asfalto cedeu era de uma passagem de água e que o morador que aparece com o pedaço de asfalto “quis aparecer na imprensa”.  Disse ainda que todas as cidades que tem chuvas acima de 30 ou 40 mm tem problemas como os verificados.

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O dia não tem sido fácil para Duque: Contratado pelo Farol de Notícias, o Instituto Múltipla atestou que  64% da população entrevistada desaprova a gestão do prefeito; 33% aprova e 5% não soube responder ou não opinou. A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 20 de fevereiro com 300 entrevistas.

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Outras Notícias

PMDB quer mudar de nome e retomar o ‘MDB’ da ditadura militar

Da Folha de São Paulo O PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) pretende mudar o nome da sigla e retomar o nome “MDB”, usado de 1966 a 1979, durante o bipartidarismo da ditadura militar, quando a sigla fazia oposição à Arena (Aliança Renovadora Nacional). O anúncio foi feito no Rio Grande do Sul pelo senador […]

Membros do PMDB durante convenção nacional da legenda em Brasília, em março. Foto: Renato Costa / Folhapress
Membros do PMDB durante convenção nacional da legenda em Brasília, em março. Foto: Renato Costa / Folhapress

Da Folha de São Paulo

O PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) pretende mudar o nome da sigla e retomar o nome “MDB”, usado de 1966 a 1979, durante o bipartidarismo da ditadura militar, quando a sigla fazia oposição à Arena (Aliança Renovadora Nacional).

O anúncio foi feito no Rio Grande do Sul pelo senador e presidente da legenda, Romero Jucá (PMDB-RR), mas deve ser discutido em plenárias em todos os Estados. Se aprovada, a mudança deve ser oficializada em dezembro para entrar em vigor em fevereiro de 2017.

“Queremos deixar de ser partido e ser um movimento. Ou seja, algo mais forte, algo mais permanente, com uma ação constante. Voltar ser MDB resgata uma tradição, uma história, uma origem, que é muito importante para o povo brasileiro”, disse Jucá em entrevista coletiva neste sábado (26).

O senador está nem Porto Alegre para participar do 1º Ciclo de Debates com Prefeitos, promovido pelo núcleo gaúcho da Fundação Ulysses Guimarães. O Rio Grande do Sul elegeu 129 prefeitos do PMDB.

“Se o MDB antigo fez a redemocratização do país, o MDB novo pode fazer a reconstrução social e econômica do país”, disse Jucá.

O presidente da legenda ainda disse que considera o nome “MDB” “mais atual”.

“Já lancei aqui a consulta. Nós queremos retomar o que representa toda nossa força política, não apenas um partido político.”

Aos prefeitos presentes na sua palestra, Jucá disse que quer “transformar o MDB em uma força política permanente” e que o “resultado” possa ser “colhido nas eleições”.

Além de Jucá, o evento teve a participação de Osmar Terra, ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, e de Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil —ambos peemedebistas do Estado.

SAÍDA DE GEDDEL – Padilha foi citado pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero em depoimento à Polícia Federal como um dos membros do governo que o pressionaram para que colaborasse com o pedido de Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) na liberação de um empreendimento imobiliário em Salvador, onde Geddel tem um apartamento. Geddel pediu demissão na última sexta-feira (25).

Calero disse ainda que o presidente Michel Temer o “enquadrou” para que atuasse em favor de Geddel.

Jucá minimizou a participação de Temer no caso durante a entrevista coletiva.

“O que o presidente Michel fez, nas relações com os ministros, foi arbitrar e procurar soluções jurídicas para o caso. Por quê? Porque diferentemente do que parte da imprensa está dizendo, havia, sim uma diferença entre pareceres dentro do próprio Iphan. O Iphan da Bahia liberou a obra. O Iphan nacional suspendeu a obra”, disse Jucá.

Segundo a Folha apurou, o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) da Bahia autorizou prédio com base em estudo sem valor legal.

As divisões estaduais do Iphan são subordinadas ao Iphan nacional, que responde ao Ministério da Cultura. Iphan nacional pode, pela lei, alterar decisões estaduais, como fez neste caso, o que contradiz a narrativa de “apaziguar conflito” adotada pelo Palácio do Planalto.

Cinco cidades do Pajeú estão entre os 83 municípios de Pernambuco com risco de surto de dengue

A Secretaria de Saúde de Pernambuco anunciou nesta segunda-feira (13) que a análise do segundo Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRA), que indica o risco de transmissão da dengue em uma população, demonstra situação de risco de surto em 83 municípios do Estado. Desses, 24 estão em situação de epidemia por causa da […]

mapa_idhA Secretaria de Saúde de Pernambuco anunciou nesta segunda-feira (13) que a análise do segundo Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRA), que indica o risco de transmissão da dengue em uma população, demonstra situação de risco de surto em 83 municípios do Estado.

Desses, 24 estão em situação de epidemia por causa da alta incidência da doença (número de casos por 100 mil habitantes). Além de Recife, que se declarou como epidêmico por causa do alto número de notificações, e Fernando de Noronha, que não entregou o resultado do último levantamento – totalizando 26 municípios epidêmicos.

Outras 74 localidades estão em situação de alerta, 25 municípios obtiveram dados satisfatórios. Até o dia 04 de abril foram registrados 18.431 casos de dengue (2.987 confirmados) distribuídos em 165 municípios.

Entre os municípios da região com maior grau de incidência (número de casos por 100 mil habitantes), entre o período de 08/02 a 04/04, são eles: São José do Egito (1.148,01), Itapetim (952,72), Iguaraci (693,24), Calumbi (469,65), e Ingazeira (328,73).

Volta por cima dos “amadores”

Do Blog da Folha Seja batizada de “desaleceração”, de “perda de urgência” ou de frustração de “expectativas sobre a reforma política, que não se confirmaram”, a marcha lenta, ou ponto morto, que dominou os planos de fusão do PSB com o PPS conta ponto a favor do PSB-PE. Ainda que o movimento tenha perdido força, […]

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Do Blog da Folha

Seja batizada de “desaleceração”, de “perda de urgência” ou de frustração de “expectativas sobre a reforma política, que não se confirmaram”, a marcha lenta, ou ponto morto, que dominou os planos de fusão do PSB com o PPS conta ponto a favor do PSB-PE.

Ainda que o movimento tenha perdido força, sobretudo, porque a reforma política, inicialmente proposta, não se concretizou, o recuo vem a calhar com a posição que Paulo Câmara e Geraldo Julio passaram a defender. Resultado: o que se desenhava como iminente derrota dos herdeiros de Eduardo Campos – até pouco tempo, em condição de minoria no combate à fusão – transforma-se, agora, em volta por cima. Os dois podem sair maiores do processo, que chegou a ameaçar o protagonismo da ala pernambucana.

Paulo e Geraldo demoraram a marcar posição contrária. Foram chamados de “amadores” devido ao “delay” e, agora, assistem ao próprio articulador da fusão, Márcio França, sepultá-la, mesmo que aos poucos, jogando para 2017.

Paulo e Geraldo alertavam para o risco de abertura de uma janela de saída de parlamentares. E passaram a temer que o partido virasse “satélite do PSDB”

Rose Cléa Máximo é mais uma vez multada pelo TCE

A Gestão Fiscal da Prefeitura de Mirandiba relativa ao exercício financeiro de 2018, sob responsabilidade da ex-prefeita Rose Cléa Máximo foi julgada pelo TCE. O Relatório de Auditoria apontou a não adoção de medidas para eliminação do excedente da despesa com pessoal no prazo estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF, alcançando o ente […]

A Gestão Fiscal da Prefeitura de Mirandiba relativa ao exercício financeiro de 2018, sob responsabilidade da ex-prefeita Rose Cléa Máximo foi julgada pelo TCE.

O Relatório de Auditoria apontou a não adoção de medidas para eliminação do excedente da despesa com pessoal no prazo estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF, alcançando o ente municipal 65,37%, 68,63% e 75,10% da Receita Corrente Líquida (RCL) no 1º, 2º e 3º quadrimestres de 2018, respectivamente.

Considerando que o Poder Executivo do Município deixou de ordenar e promover, na forma e nos prazos estabelecidos pela LRF, medidas suficientes à recondução ao limite máximo da sua despesa total com pessoal, os Conselheiros da Primeira Câmara, à unanimidade, seguiram o voto do relator e decidiram julgar irregular o presente processo de Gestão Fiscal, responsabilizando a ex-prefeita Rose Clea a aplicar multa no valor de R$ 54 mil. A informação foi do Afogados On Line.

A gestão de Rose Cléa foi trágica. Em 2021, o próprio TCE julgou ilegais contratações temporárias realizadas na sua gestão. Foi aplicada multa no valor de R$ 9.099,00 e recomendado o afastamento dos servidores no prazo de sessenta dias.  Em 2020, deu calote no pagamento dos servidores ativos e inativos do município. Um rombo de mais de R$ 4 milhões.

A versão de Israel Silveira

Após as denúncias de perseguição política e assédio moral contra servidores da educação na GRE Alto Sertão do Pajeú, o blog entrou em contato com o Gerente Regional de Educação, Israel Silveira, para ouvir sua versão dos fatos. Em resposta, Silveira classificou as acusações como “sem fundamento” e afirmou que as mudanças realizadas na equipe […]

Após as denúncias de perseguição política e assédio moral contra servidores da educação na GRE Alto Sertão do Pajeú, o blog entrou em contato com o Gerente Regional de Educação, Israel Silveira, para ouvir sua versão dos fatos.

Em resposta, Silveira classificou as acusações como “sem fundamento” e afirmou que as mudanças realizadas na equipe fazem parte das atribuições da gestão.

“Denúncia sem fundamento. Organizar as equipes de trabalho ao curso dos resultados prospectados, sobretudo as funções gratificadas, é prerrogativa da gestão. Isso estamos fazendo. Nada mais a declarar”, disse Israel.

A denúncia inicial, feita pelo perfil @pernambuco.ligado.oficial e confirmada ao nosso blog, por servidores e fontes do meio jurídico, aponta que professores com décadas de serviço estão sendo removidos de seus postos sem justificativa, com um suposto critério de alinhamento político com a governadora Raquel Lyra.

Entre os afetados estariam profissionais ligados a gestões anteriores, como as de Cecília Patriota, Socorro Amaral e Miriam Nogueira. O caso tem gerado questionamentos e mobilização entre os servidores, com o assunto já levado ao Ministério Público.