Serra: Por não concordar com espaço de Carlos Evandro, Geni Pereira deixa o PSB
Por Nill Júnior
Foto: Caderno 1
Foto: Caderno 1
O ex-prefeito de Serra Talhada, Geni Pereira, confirmou em entrevista ao programa Tribuna Popular, do radialista Francys Maya (Líder FM) que está certo de que deixa o PSB por conta de sua animosidade conhecida com o ex-prefeito Carlos Evandro. Apesar de dizer que ainda vai ouvir as lideranças Sebastião Oliveira, Rogério Leão e Inocêncio, Geni já está conversando com outras legendas.
“Não aceitamos imposições onde se é empurrado na boca de um buraco. Continuo sendo Sebastião mas não posso admitir tomar as decisões e a gente balançar a cabeça. A partir da semana que vem estaremos entrando em outro partido da nossa base, a partir da indicação de Sebastião Oliveira”.
Geni não escondeu a insatisfação com o espaço de Carlos Evandro na legenda. “Não temos como abraçar quem nos apunhalou pelas costas e agora quer nos abraçar com unhas de tamanduá”.
Perguntado se entraria no PR e teria recuado com a presença do filho de Carlos, Cacá Menezes, no partido, Geni disse que há “mais ou menos um sentido”. Ele parabenizou o Dr Allan, novo Presidente da legenda. “Ele chegou a me convidar para entrar no PR, mas com essas coisas estranhas acontecendo na política de Serra Talhada, não podemos desviar dos nossos pensamentos. Não podemos nos deixar levar na política por algumas emoções ou por algum toco que a gente possa receber”. Também não confirmou ou descartou ingresso no PSD.
O quadro Memória, do programa Palco Pajeú, apresentado por Alexandre Moraes e Ney Gomes na Rádio Pajeú, o primeiro com transmissão em libras no rádio de Pernambuco, fez mais uma bela viagem no túnel do tempo no quadro Memória. O programa recebeu o professor, radialista e comentarista político Saulo Gomes. Na homenagem ao entrevistado, foi […]
O quadro Memória, do programa Palco Pajeú, apresentado por Alexandre Moraes e Ney Gomes na Rádio Pajeú, o primeiro com transmissão em libras no rádio de Pernambuco, fez mais uma bela viagem no túnel do tempo no quadro Memória. O programa recebeu o professor, radialista e comentarista político Saulo Gomes.
Na homenagem ao entrevistado, foi a 1 de dezembro de 1990 para um documento histórico. Há 29 anos, o professor Saulo Gomes e o documentarista Fernando Pires fizeram um dos últimos registros em vida de um gênio da poesia.
Dois anos e quatro dias depois, em 4 de dezembro de 1992, Louro do Pajeú se despedira do plano terreno para a eternidade.
Louro do Pajeú, Saulo Gomes, Zeto e Antonio Marinho aos três anosSaulo, Alexandre e Ney no Palco Pajeú
Nascido em 6 de janeiro de 1915 e considerado o Rei do Trocadilho, era da trinca de irmãos com Dimas e Otacílio Batista, tendo sido um dos grandes parceiros do paraibano Pinto do Monteiro.
O documento é antológico, e foi digitalizado por Fernando em sua conta no YouTube. De lambuja, Saulo entrevista na plenitude da vida dona Helena Marinho, esposa, Job Patriota, o poeta Zeto e mais: no mesmo papo, conversa com o bisneto, um tal Antonio Marinho, ainda pequenininho, hoje um dos gênios da poesia contemporânea, já declamando versos.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, através da Secretaria de Administração, Desenvolvimento Econômico e Turismo (SADETUR) firmou parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Afogados da Ingazeira (CDL) para realização da l Feira da Construção Civil de Afogados da Ingazeira (FECONAF), que também conta com o apoio do SEBRAE Unidade Serra Talhada. O anunciou […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, através da Secretaria de Administração, Desenvolvimento Econômico e Turismo (SADETUR) firmou parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Afogados da Ingazeira (CDL) para realização da l Feira da Construção Civil de Afogados da Ingazeira (FECONAF), que também conta com o apoio do SEBRAE Unidade Serra Talhada.
O anunciou foi feito pela presidente da CDL, Ilma Valério e o secretário da Sadetur, Ney Quidute em vídeo divulgado nas redes sociais da Secretaria.
No vídeo, Ilma destaca a parceria e divulga que por sugestão de Ney, o orçamento apresentado pelos lojistas que era de R$ 20 mil, foi alterado para R$ 60 mil, trocando as barracas que seriam usadas pelos expositores para estandes. “Sem nenhum acréscimo para os comerciantes”, destacou Ilma completando que desta forma a feira ganha mais qualidade.
O secretário Ney Quidute informou que após receber a proposta de orçamento da CDL, fez a sugestão é apresentou ao prefeito Alessandro Palmeira que acatou de imediato.
“Sabemos da importância de apoiar eventos dessa natureza. O segmento da construção civil vem crescendo cada dia mais. Afogados é um polo e o prefeito Sandrinho deu carta branca para o apoio a este evento”, afirmou Ney.
O prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, usou o canal oficial da prefeitura de Arcoverde para rebater o delegado Israel Rubis, que entregou sua carta renúncia na quinta (19). Em outras palavras, Israel argumentou que a falta de espaço e o ciúme político de LW e seus próximos, tolheu o papel da pasta, quando ele já […]
O prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, usou o canal oficial da prefeitura de Arcoverde para rebater o delegado Israel Rubis, que entregou sua carta renúncia na quinta (19).
Em outras palavras, Israel argumentou que a falta de espaço e o ciúme político de LW e seus próximos, tolheu o papel da pasta, quando ele já ganhava protagonismo.
Wellington Maciel não se manifestou, mas usou a conta oficial da prefeitura, falando na terceira pessoa. Como o debate era mais político, mais adequado seria uma nota na conta do gestor, e não do governo.
O prefeito diz que Rubis cita “fatos jamais ocorridos”, e nega que sua atuação tenha sido cerceada. “Jamais foi cerceada ao prefeito qualquer possibilidade de exercer sua função. Jamais foi obstruída a presença nas discussões, ou a possibilidade de contribuir com o programa ou ações da prefeitura. Muito pelo contrário”.
Acrescenta que Rubis teve totais condições de exercer sua atividade. O argumento vai de encontro à carta em que Rubis deixou a secretaria, em novembro de 2021, revelada por exclusividade por esse blog.
Israel diz que sequer foi ouvido para montagem da equipe. “Imagine, um Vice-Prefeito eleito, a quem foi prometido que iria participar do plano de governo, e do plano de gestão, ficar sabendo dos nomes do Secretários no dia da apresentação destes, sem que houvesse uma conversa anterior”.
Disse que LW afirmou que para ele restaria apenas a Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente ou Autarquia de Trânsito de Arcoverde (Arcotrans).
“Lamentavelmente, o Delegado Israel que antes te ajudou a vencer o pleito, agora é considerado por ti uma ameaça. Para minha tristeza, V. Exª enviou para mim uma portaria engessando o funcionamento da Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente, quando sabias que esta era a forma que eu tinha de cumprir o meu papel frente àqueles mais carentes, e os que precisam do meu trabalho e minha dedicação”, afirmou.
Já a rede pessoal de LW se preocupou em parabenizar o aliado que voltou a seu palanque, presidente da Câmara, Weverton Siqueira, o Siqueirinha, no último dia 20. “Receba o meu abraço, de minha família e do povo arcoverdense”.
Dois Pernambucanos e uma paraibana hoje na Festa de Zé Dantas em Carnaíba. Os três separadamente já estiveram na programação dedicada ao grande compositor do rei do Baião Luiz Gonzaga. Alceu Valença de São Bento do Una, Geraldo Azevedo de Petrolina e Elba Ramalho da Cidade de Conceição na Paraíba, subirão ao palco hoje á […]
Dois Pernambucanos e uma paraibana hoje na Festa de Zé Dantas em Carnaíba. Os três separadamente já estiveram na programação dedicada ao grande compositor do rei do Baião Luiz Gonzaga.
Alceu Valença de São Bento do Una, Geraldo Azevedo de Petrolina e Elba Ramalho da Cidade de Conceição na Paraíba, subirão ao palco hoje á noite para um show histórico. “Cultura pura na festa de Zé Dantas”, declara feliz o Prefeito Anchieta Patriota.
A Festa que começa às 22hs com Santana o Cantador e será coroada a meia noite com o Grande Encontro. A atração será a cereja no bolo da Festa de Zé Dantas 2018 em Carnaíba.
A presidente afastada, Dilma Rousseff, pediu, hoje, que o Senado encerre o processo de impeachment, que ela classifica como “golpe”, e disse que apoiará um plebiscito para a realização de novas eleições caso volte ao poder. Leia a íntegra da mensagem: “AO SENADO FEDERAL E AO POVO BRASILEIRO Brasília, 16 de agosto de 2016 Dirijo-me […]
A presidente afastada, Dilma Rousseff, pediu, hoje, que o Senado encerre o processo de impeachment, que ela classifica como “golpe”, e disse que apoiará um plebiscito para a realização de novas eleições caso volte ao poder.
Leia a íntegra da mensagem:
“AO SENADO FEDERAL E AO POVO BRASILEIRO
Brasília, 16 de agosto de 2016
Dirijo-me à população brasileira e às Senhoras Senadoras e aos Senhores Senadores para manifestar mais uma vez meu compromisso com a democracia e com as medidas necessárias à superação do impasse político que tantos prejuízos já causou ao País.
Meu retorno à Presidência, por decisão do Senado Federal, significará a afirmação do Estado Democrático de Direito e poderá contribuir decisivamente para o surgimento de uma nova e promissora realidade política.
Minha responsabilidade é grande. Na jornada para me defender do impeachment me aproximei mais do povo, tive oportunidade de ouvir seu reconhecimento, de receber seu carinho. Ouvi também críticas duras ao meu governo, a erros que foram cometidos e a medidas e políticas que não foram adotadas. Acolho essas críticas com humildade e determinação para que possamos construir um novo caminho.
Precisamos fortalecer a democracia em nosso País e, para isto, será necessário que o Senado encerre o processo de impeachment em curso, reconhecendo, diante das provas irrefutáveis, que não houve crime de responsabilidade. Que eu sou inocente.
No presidencialismo previsto em nossa Constituição, não basta a desconfiança política para afastar um Presidente. Há que se configurar crime de responsabilidade. E está claro que não houve tal crime.
Não é legítimo, como querem os meus acusadores, afastar o chefe de Estado e de governo pelo “conjunto da obra”. Quem afasta o Presidente pelo “conjunto da obra” é o povo e, só o povo, nas eleições.
Por isso, afirmamos que, se consumado o impeachment sem crime de responsabilidade, teríamos um golpe de estado. O colégio eleitoral de 110 milhões de eleitores seria substituído, sem a devida sustentação constitucional, por um colégio eleitoral de 81 senadores. Seria um inequívoco golpe seguido de eleição indireta.
Ao invés disso, entendo que a solução para as crises política e econômica que enfrentamos passa pelo voto popular em eleições diretas. A democracia é o único caminho para a construção de um Pacto pela Unidade Nacional, o Desenvolvimento e a Justiça Social. É o único caminho para sairmos da crise.
Por isso, a importância de assumirmos um claro compromisso com o Plebiscito e pela Reforma Política.
Todos sabemos que há um impasse gerado pelo esgotamento do sistema político, seja pelo número excessivo de partidos, seja pelas práticas políticas questionáveis, a exigir uma profunda transformação nas regras vigentes.
Estou convencida da necessidade e darei meu apoio irrestrito à convocação de um Plebiscito, com o objetivo de consultar a população sobre a realização antecipada de eleições, bem como sobre a reforma política e eleitoral.
Devemos concentrar esforços para que seja realizada uma ampla e profunda reforma política, estabelecendo um novo quadro institucional que supere a fragmentação dos partidos, moralize o financiamento das campanhas eleitorais, fortaleça a fidelidade partidária e dê mais poder aos eleitores.
A restauração plena da democracia requer que a população decida qual é o melhor caminho para ampliar a governabilidade e aperfeiçoar o sistema político eleitoral brasileiro.
Devemos construir, para tanto, um amplo Pacto Nacional, baseado em eleições livres e diretas, que envolva todos os cidadãos e cidadãs brasileiros. Um Pacto que fortaleça os valores do Estado Democrático de Direito, a soberania nacional, o desenvolvimento econômico e as conquistas sociais.
Esse Pacto pela Unidade Nacional, o Desenvolvimento e a Justiça Social permitirá a pacificação do País. O desarmamento dos espíritos e o arrefecimento das paixões devem sobrepor-se a todo e qualquer sentimento de desunião.
A transição para esse novo momento democrático exige que seja aberto um amplo diálogo entre todas as forças vivas da Nação Brasileira com a clara consciência de que o que nos une é o Brasil.
Diálogo com o Congresso Nacional, para que, conjunta e responsavelmente, busquemos as melhores soluções para os problemas enfrentados pelo País.
Diálogo com a sociedade e os movimentos sociais, para que as demandas de nossa população sejam plenamente respondidas por políticas consistentes e eficazes. As forças produtivas, empresários e trabalhadores, devem participar de forma ativa na construção de propostas para a retomada do crescimento e para a elevação da competitividade de nossa economia.
Reafirmo meu compromisso com o respeito integral à Constituição Cidadã de 1988, com destaque aos direitos e garantias individuais e coletivos que nela estão estabelecidos. Nosso lema persistirá sendo “nenhum direito a menos”.
As políticas sociais que transformaram a vida de nossa população, assegurando oportunidades para todas as pessoas e valorizando a igualdade e a diversidade deverão ser mantidas e renovadas. A riqueza e a força de nossa cultura devem ser valorizadas como elemento fundador de nossa nacionalidade.
Gerar mais e melhores empregos, fortalecer a saúde pública, ampliar o acesso e elevar a qualidade da educação, assegurar o direito à moradia e expandir a mobilidade urbana são investimentos prioritários para o Brasil.
Todas as variáveis da economia e os instrumentos da política precisam ser canalizados para o País voltar a crescer e gerar empregos.
Isso é necessário porque, desde o início do meu segundo mandato, medidas, ações e reformas necessárias para o país enfrentar a grave crise econômica foram bloqueadas e as chamadas pautas-bomba foram impostas, sob a lógica irresponsável do “quanto pior, melhor”.
Houve um esforço obsessivo para desgastar o governo, pouco importando os resultados danosos impostos à população. Podemos superar esse momento e, juntos, buscar o crescimento econômico e a estabilidade, o fortalecimento da soberania nacional e a defesa do pré-sal e de nossas riquezas naturais e minerárias.
É fundamental a continuidade da luta contra a corrupção. Este é um compromisso inegociável. Não aceitaremos qualquer pacto em favor da impunidade daqueles que, comprovadamente, e após o exercício pleno do contraditório e da ampla defesa, tenham praticado ilícitos ou atos de improbidade.
Povo brasileiro, Senadoras e Senadores,
O Brasil vive um dos mais dramáticos momentos de sua história. Um momento que requer coragem e clareza de propósitos de todos nós. Um momento que não tolera omissões, enganos, ou falta de compromisso com o país.
Não devemos permitir que uma eventual ruptura da ordem democrática baseada no impeachment sem crime de responsabilidade fragilize nossa democracia, com o sacrifício dos direitos assegurados na Constituição de 1988. Unamos nossas forças e propósitos na defesa da democracia, o lado certo da História.
Tenho orgulho de ser a primeira mulher eleita presidenta do Brasil. Tenho orgulho de dizer que, nestes anos, exerci meu mandato de forma digna e honesta. Honrei os votos que recebi. Em nome desses votos e em nome de todo o povo do meu País, vou lutar com todos os instrumentos legais de que disponho para assegurar a democracia no Brasil.
A essa altura todos sabem que não cometi crime de responsabilidade, que não há razão legal para esse processo de impeachment, pois não há crime. Os atos que pratiquei foram atos legais, atos necessários, atos de governo. Atos idênticos foram executados pelos presidentes que me antecederam. Não era crime na época deles, e também não é crime agora.
Jamais se encontrará na minha vida registro de desonestidade, covardia ou traição. Ao contrário dos que deram início a este processo injusto e ilegal, não tenho contas secretas no exterior, nunca desviei um único centavo do patrimônio público para meu enriquecimento pessoal ou de terceiros e não recebi propina de ninguém.
Esse processo de impeachment é frágil, juridicamente inconsistente, um processo injusto, desencadeado contra uma pessoa honesta e inocente. O que peço às senadoras e aos senadores é que não se faça a injustiça de me condenar por um crime que não cometi. Não existe injustiça mais devastadora do que condenar um inocente.
A vida me ensinou o sentido mais profundo da esperança. Resisti ao cárcere e à tortura. Gostaria de não ter que resistir à fraude e à mais infame injustiça.
Minha esperança existe porque é também a esperança democrática do povo brasileiro, que me elegeu duas vezes Presidenta. Quem deve decidir o futuro do País é o nosso povo.
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