Serra: Gabinete de Crise se reúne após super chuva
Por Nill Júnior
Uma reunião do Gabinete de Crise detalha ações emergenciais em virtude das fortes chuvas que caíram em Serra Talhada.
Estão reunidos o vice-prefeito Márcio Oliveira, o Secretário de Obras e Infraestrutura Cristiano Menezes e o Coordenador da Defesa Civil, João Lira. Em Brasília, a prefeita Márcia Conrado participa virtualmente.
Nesta madrugada, foram ao todo 110 milímetros na Capital do Xaxado esta madrugada.
As chuvas começaram por volta de duas da manhã, deixando moradores com casas alagadas em vários bairros. Nos bairros com maior carência de infraestrutura ou obras com qualidade questionável, o drama é pior.
AABB, Alto da Conceição, Bom Jesus, Caxixola, Cohab e IPSEP estão entre os mais afetados. Algumas áreas ficaram sem energia. Moradores tiveram as casas inundadas e precisaram buscar apoio em casas de parentes. Nas rádios, muitos moradores desesperados com os prejuízos.
Depois de três dias de chuva, o tempo deu uma trégua na passagem do candidato ao Governo pela Frente Popular, Paulo Câmara (PSB), e o ex-governador Eduardo Campos (PSB), que disputa a Presidência da República. Com a colaboração do clima, os socialistas lideraram uma carreata com mais de 2,5 mil veículos, segundo números da coordenação […]
Depois de três dias de chuva, o tempo deu uma trégua na passagem do candidato ao Governo pela Frente Popular, Paulo Câmara (PSB), e o ex-governador Eduardo Campos (PSB), que disputa a Presidência da República.
Com a colaboração do clima, os socialistas lideraram uma carreata com mais de 2,5 mil veículos, segundo números da coordenação de campanha ao blog. Durante duas horas e meia, eles percorreram grande parte dos bairros da cidade. Nem o frio de 15 graus impediu os moradores de receber a comitiva, que incluía também o governador João Lyra Neto e o candidato ao Senado, Fernando Bezerra Coelho (ambos do PSB).
“Foi uma grande carreata, com muita gente animada participando, com muitas lideranças políticas da região. Como, aliás, têm sido todas as carreatas de que participamos até agora. À medida que nosso nome vai ficando conhecido, os eventos vão ganhando dimensão”, explicou Paulo, que ontem completou 42 anos.
Eduardo também ressaltou a grande receptividade encontrada pelos dois. “As pessoas estão começando a conhecer Paulo. Nos próximos dias, vocês vão ver como a candidatura terá crescido. Aqui em Garanhuns ficamos realmente emocionados com a acolhida que tivemos. Em cada janela, em cada rosto, vimos a esperança de um Brasil melhor e de um Pernambuco que continue avançando”, contou o presidenciável. Durante o extenso percurso, os candidatos pararam algumas vezes para falar com os eleitores mais animados. No bairro de Heliópolis a carreata foi interrompida para que os socialistas visitassem a versão garanhuense da Casa de Eduardo e Marina, espécie de comitê voluntário que vem sendo repetido por todo o País.
BOM CONSELHO – De Garanhuns, Paulo seguiu para um outro evento de grande porte no Agreste Meridional. Em Bom Conselho, uma multidão esperava a comitiva do socialista para uma caminhada que lotou as ruas do bairro do Centro, promovida pelo prefeito Danilo Godoy (PSDB).
A passagem da Carreta da Mulher por Afogados da Ingazeira, um serviço estadual de saúde, virou combustível para uma disputa política que já estava em ebulição. Deputados estaduais Romero Sales Filho e Luciano Duque, ligados a grupos rivais no município, correram para reivindicar a paternidade da ação. A “mãe”, no caso, é evidente: o serviço […]
A passagem da Carreta da Mulher por Afogados da Ingazeira, um serviço estadual de saúde, virou combustível para uma disputa política que já estava em ebulição. Deputados estaduais Romero Sales Filho e Luciano Duque, ligados a grupos rivais no município, correram para reivindicar a paternidade da ação. A “mãe”, no caso, é evidente: o serviço é do governo Raquel Lyra. Mas a disputa mostrou que, no Pajeú, o governo estadual convive com duas bases que se dizem aliadas, mas atuam como adversárias.
O racha não surgiu agora. Ele ganhou corpo nas eleições de 2024, quando Mário Viana Filho se recusou a apoiar Danilo Simões, candidato a prefeito que contava com apoio velado do Palácio. A partir dali, a relação degringolou. Danilo, Edson Henrique e Zé Negão passaram a acusar Mário de trabalhar contra o grupo. O caldo entornou, e o que antes poderia ter sido uma aliança ampla virou duas trincheiras distintas, embora ambas sustentem a bandeira da reeleição de Raquel.
O resultado é um cenário paradoxal: dois grupos governistas que não se conversam e disputam méritos por políticas públicas da própria governadora. Na prática, esse ambiente azedo cria um risco político real. Disputa por protagonismo, clima de revanchismo e troca de provocações tendem a desviar o foco da campanha estadual de 2026 — e quem perde com isso é a própria Raquel.
O governo tentou administrar a crise com movimentos táticos. Para agradar o grupo de Danilo, Raquel tirou Mário da Gerência de Articulação e colocou Edson Henrique no posto. Para não romper de vez, remanejou Mário para a comunicação, setor crítico no interior e historicamente mal conduzido no Pajeú. A manobra tenta manter ambos dentro da base, mas escancara que a governadora precisou fazer malabarismo para equilibrar forças que já não convivem.
Em cidades como Afogados da Ingazeira e Carnaíba, ainda sob influência forte do PSB, o governo Raquel enfrenta resistência política e dificuldades de narrativa. Uma base rachada só agrava o problema. A metáfora de que o grupo pode virar “canibal de si mesmo”, traduz bem o risco: em vez de enfrentar a oposição, os aliados gastam energia se devorando.
Esse conflito interno também abre brecha para o projeto do prefeito do Recife, que tenta recolocar o PSB no comando do Estado. Se os aliados de Raquel no Pajeú continuarem em guerra doméstica, o campo politico ligado ao PSB ganha terreno justamente na região onde sempre teve forte presença institucional.
No fim das contas, Raquel se vê obrigada a agir como mãe de filhos que brigam na sala e ameaçam derrubar a casa. Se não conseguir fazê-los selar a paz, corre o risco de entrar na disputa de 2026 com uma base dividida e com menor capacidade de mobilização no interior, especialmente no Pajeú, onde eleição se vence com costura política, unidade e presença territorial.
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira (PSB), foi o convidado do Debate das Dez desta quinta-feira no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Sandrinho falou sobre vários temas e respondeu críticas que tem recebido da oposição. Sobre ações, voltou a afirmar que em julho o trânsito de Afogados da Ingazeira iniciará seu processo […]
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira (PSB), foi o convidado do Debate das Dez desta quinta-feira no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.
Sandrinho falou sobre vários temas e respondeu críticas que tem recebido da oposição.
Sobre ações, voltou a afirmar que em julho o trânsito de Afogados da Ingazeira iniciará seu processo municipalizado, alertando que sociedade civil, empresários, comerciantes e outros setores devem fazer sua parte. Uma novidade é a de que, ao contrário do que vinha sendo sinalizado até agora, a cidade terá áreas de zona azul.
Sobre as queixas em relação a animais soltos, anunciou que o município vai utilizar o espaço da Clínica Pai e Filho, do veterinário Caio César, na Diomedes Gomes, para o processo de castração e disponibilização de animais para castração. Entretanto, afirmou que pela lei, depois de algum período, os animais têm que ser devolvidos às ruas se não forem adotados.
Sobre habitação popular, revelou que o município tem espaço destinado para novas moradias, sem revelar qual, e que está com projeto junto ao Governo Federal para implementar a política pública.
Sandrinho foi questionado sobre as críticas da oposição e de setores da imprensa. Afirmou respeitar pelo princípio democrático todas elas, mas disse que há má vontade quando se apontam problemas e não se reconhecem avanços. Deu como exemplo a crítica de que a gestão teria desviado recursos do Fundeb. “O dinheiro foi para os professores”, alegou, dizendo que interrompeu os repasses cuja alegação era de desvio de finalidade e aguarda parecer do TCE. “Não fui notificado de nada”. Sandrinho disse que notícias como a entrega de uma ação por semana, a ponte Antonio Mariano e o chamamento de mais aprovados que o previsto do concurso, segundo ele “o maior da história”, não ganham destaque em setores da imprensa. “Quem só ataca é porque em algum momento teve o interesse contrariado”, chegou a dizer.
Sandrinho voltou a defender a proposta de afastamento ou calçamento de ruas a partir de dez imóveis no ano base 2024, disse que o curso de Medicina vai sair e que tem aprovação da maioria da população que reconhece seu trabalho. “Tínhamos 66% de aprovação na eleição. Chegamos a 68%”, disse.
Sandrinho respondeu a uma pergunta de seu opositor na Câmara, Edson do Cosmético. Ele questionou a posição de Afogados no Índice Firjan nas áreas de Saúde e Educação, na posição 93 no segundo parâmetro, enquanto Carnaíba ficou, no primeiro lugar, e cidades como São José do Egito, Tabira, Triunfo e outras, com menos recursos, tem posição melhor.
O prefeito disse respeitar a posição do vereador, mas que esses índices tem oscilação, que Afogados já ocupou a primeira posição e que poderia voltar de novo. Acusou Edson de não se assumir bolsonarista a depender da circunstância, que ele estava sendo acionado pela gestão e por empresários por acusações feitas e também o chamou de contraditório, por reconhecer o trabalho do PSB em Carnaíba, seu alvo ideológico no estado. Ainda disse ouvir permanentemente o povo, “que o aprovou nas urnas e na gestão”.
Ao final, Sandrinho foi confrontado com a posição de opositores de que será caçado, na ação por abuso de poder econômico. “A oposição disse que iria ganhar a eleição. Perdeu. A oposição disse que a gente não ia fazer concurso, que era pra ganhar votos. Nós fizemos. Depois disse que o concurso tava chamando pouca gente, chamamos muitos e a oposição não reconheceu ainda. Disse que Daniel Valadares não iria ficar com o MDB, outra conversa”. Ao final disse que era o papel dela, mas apelou para que apresentem emendas para recursos. “Podem dizer onde querem colocar e vamos fazer”.
Pesquisa Datafolha publicada neste sábado (1º) mostra que 77% dos moradores da capital e da região metropolitana do Rio de Janeiro consideram que é mais importante uma investigação para combater o crime organizado do que simplesmente matar criminosos. Outros 20% concordam com a afirmação. O levantamento foi feito por telefone com 626 pessoas acima de […]
Pesquisa Datafolha publicada neste sábado (1º) mostra que 77% dos moradores da capital e da região metropolitana do Rio de Janeiro consideram que é mais importante uma investigação para combater o crime organizado do que simplesmente matar criminosos. Outros 20% concordam com a afirmação. O levantamento foi feito por telefone com 626 pessoas acima de 16 anos nos dias 30 e 31 de outubro, apenas nessa região.
Para 73% dos entrevistados, a ideia de que “quem morre em operação policial é sempre bandido” está errada, enquanto 23% concordam com essa afirmação. Além disso, 45% discordam da afirmação, popular entre políticos de direita e extrema direita, de que “bandido bom é bandido morto”, enquanto 51% concordam.
A pesquisa foi feita logo em seguida ao massacre que deixou, pelo menos, 121 mortos nas favelas da Penha e do Alemão. Apesar disso, 57% dos moradores da capital e da região metropolitana do Rio de Janeiro concordam com a afirmação do governador Cláudio Castro, de que a operação foi bem sucedida. Outros 39% discordam.
O número dos que concordam com Castro variam quando observados alguns extratos sociais da pesquisa. Entre os homens, 68% concordam com a afirmação, ante 47% das mulheres. Já aqueles com ganhos entre 5 a 10 salários mínimos e os mais jovens, de 16 a 24 anos, foram mais críticos ao massacre. Discordam da afirmação de Castro, 49% e 59% dos ouvidos, respectivamente.
Os 77% que apontam para investigações sobre crimes como mais importante do que matar criminosos endossam a linha do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de apostar em operações que sufocam economicamente as organizações criminosas, com investigações sobre lavagem de dinheiro, como operação Carbono Oculto, que desmantelou negócios do Primeiro Comando da Capital (PCC) no centro financeiro de São Paulo, a Avenida Faria Lima.
A principal aposta do governo Lula é a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, encaminhada ao Congresso Nacional em abril deste ano, que promete uma reestruturação profunda no modelo brasileiro de combate ao crime. O texto propõe incluir o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição, conferindo-lhe estabilidade institucional e garantindo a integração permanente entre União, estados e municípios.
A proposta busca articular informações, operações e estratégias entre polícias e órgãos de defesa social. “Queremos fazer um entrosamento das forças federais, estaduais e até municipais no enfrentamento deste flagelo que é a criminalidade”, disse o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski em coletiva de imprensa no Rio de Janeiro nesta semana.
Lula também assinou, ontem (31), o projeto de lei Antifacção, para ser encaminhado ao Congresso Nacional. A proposta inclui agravar a pena para lideranças e integrantes de organizações criminosas. As informações são do Brasil de Fato.
O Diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, analisou falando ao Debate das Dez da Rádio Pajeú os fatores que podem ter influenciado o crescimento de Raquel Lyra nas pesquisas em relação aos últimos meses. A governadora Raquel Lyra (PSD) lidera pela primeira vez matematicamente as intenções de voto para o governo de Pernambuco de acordo […]
O Diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, analisou falando ao Debate das Dez da Rádio Pajeú os fatores que podem ter influenciado o crescimento de Raquel Lyra nas pesquisas em relação aos últimos meses.
A governadora Raquel Lyra (PSD) lidera pela primeira vez matematicamente as intenções de voto para o governo de Pernambuco de acordo com pesquisa Múltipla contratada com exclusividade pelo blog.
Na pesquisa estimulada, em que são oferecidas as opções para o entrevistado, ela tem 43%, contra 39% do ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao governo, João Campos, do PSB.
Ivan Moraes, do PSOL, aparece com 2%. Não opinaram 1% dos entrevistados. Indecisos são 8%. Votam branco e nulo 7%.
Um dos fatores que explicam a mudança de percepção do eleitor, segundo Ronald Falabella, Diretor do Instituto Múltipla, é a avaliação da governadora Raquel Lyra, que apresentou melhora, além do seu crescimento na Região Metropolitana do Recife. João lidera, mas com uma vantagem menor, de 50% a 36%. Raquel vence no Sertão (47% a 41%), Agreste (52% a 33%) e Zona da Mata (49% a 30%). Assista a toda a análise, publicada no comentário de hoje nas rádios Itapuama FM, Pajeú e Cultura FM:
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