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Neydinha Olimpio é a nova Miss Serra Talhada

Por Nill Júnior

Com 21 anos,1.70m de altura, Neydinha Olimpio foi coroada nesta quinta-feira (27) a Miss Serra Talhada 2017. A modelo representou o bairro da AABB no concurso e arrancou suspiros e aplausos da plateia. Ela representará o município em nível estadual, no dia 26 de maio, na cidade de Gravatá.

Junto com Iara Driely , a representante do bairro IPSEP E Myrelle Moura representante do Centro da cidade, fizeram parte do Top 3, destacando-se dentre as 9 que estavam nesta etapa do concurso.

De acordo com Romildo Duarte, coordenador do evento, a vencedora deveria ser, além de bonita, dinâmica, ter opinião forte e culturalmente preparada.

Neydinha teve também a aprovação da Miss Pernambuco Tallita Martins, que lhe passou a coroa nesta quinta-feira. Segundo a modelo, este título é uma grande responsabilidade. “Mas estamos muito bem representados. Ela (Neydinha) é uma menina responsável que vai nos honrar, dando o melhor dela, assim como eu dei o melhor de mim”.

Tallita figurou no Top 15 do Miss Brasil, mas não encarou sua performance como um fardo, e sim como um privilégio. “Dizem que as pernambucanas são as mais belas do Brasil, olha só a responsabilidade que estava em minhas mãos”, disse, aos risos. “Tudo que tenho a dizer é que fiquei honrada pela experiência”, sublinhou.

Outras Notícias

Serra chega ao 37º caso confirmado de Covid-19

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informou em nota mais um caso confirmado de Covid-19 no município nesta quinta-feira (14/05), subindo o número para 37. O paciente é do sexo masculino, tem 42 anos e se encontra em isolamento domiciliar. Aumentou, ainda o número de casos investigados para 18 e o número de casos […]

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informou em nota mais um caso confirmado de Covid-19 no município nesta quinta-feira (14/05), subindo o número para 37.

O paciente é do sexo masculino, tem 42 anos e se encontra em isolamento domiciliar.

Aumentou, ainda o número de casos investigados para 18 e o número de casos descartados para 144.

Portanto, Serra Talhada tem consolidados 37 casos confirmados, 18 em investigação, 144 descartados, 31 recuperados e 02 óbitos.

Augusto Valadares tem melhor avaliação em levantamento na PB

Dos 223 prefeitos a Paraíba, nesses cem dias de gestão alguns prefeitos já se destacam no quesito aprovação popular. O Cariri em Ação, com exclusividade, fez um levantamento de recentes pesquisas divulgadas durante os 100 dias de gestão. O blog cruzou dados de pesquisas DataVox, Data Qualyt e Opinião.  Em 1º lugar, o prefeito de […]

Dos 223 prefeitos a Paraíba, nesses cem dias de gestão alguns prefeitos já se destacam no quesito aprovação popular. O Cariri em Ação, com exclusividade, fez um levantamento de recentes pesquisas divulgadas durante os 100 dias de gestão.

O blog cruzou dados de pesquisas DataVox, Data Qualyt e Opinião.  Em 1º lugar, o prefeito de Ouro Velho, Dr. Augusto Valadares (DEM), com 95,2% de aprovação, segundo dados do Instituto Opinião.

Ele é seguido da prefeita de Juazeirinho, Ana Virgínia (Avante), com aprovação de 89%, conforme Instituto DataVox.

O 3º é o prefeito de Sousa, Fábio Tyrone (Cidadania), segundo pesquisa Data Qualyt/Fonte83, é aprovado por 87,9% da população. O ranking ainda tem o prefeito Márcio Leite (Republicanos), de São João do Tigre, com aprovação de 86,5%, o prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo (DEM), com 86% na 5ª colocação, e na 6ª posição a prefeita Eliane Galdino (Avante) de Pocinhos, tem aprovação de 85,3%, segundo o Instituto Data Vox.

Dr Augusto Valadares, 39 anos, do DEM, foi eleito prefeito de Ouro Velho (PB) com  84,41% dos votos, após derrotar Irmã Paula, que ficou com 15,59%. Teve o apoio da prefeita Natália Lira, do seu esposo Doutor Júnior e dos nove vereadores.

“Eu brincava com a doença. Hoje sei que é sério”, diz ex-negacionista serra-talhadense

Autônomo de 46 anos ficou 10 dias internado na UTI após contrair a Covid-19 Por André Luis Marconi Edson Torres, 46 anos, autônomo, morador de Serra Talhada, não acreditava na Covid-19. “Eu brincava com a doença. Não usava máscara e nem dava ouvidos ao meu filho de 11 anos que pedia pra que eu usasse […]

Autônomo de 46 anos ficou 10 dias internado na UTI após contrair a Covid-19

Por André Luis

Marconi Edson Torres, 46 anos, autônomo, morador de Serra Talhada, não acreditava na Covid-19.

“Eu brincava com a doença. Não usava máscara e nem dava ouvidos ao meu filho de 11 anos que pedia pra que eu usasse o equipamento protetor”, relatou nesta terça-feira (31), ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú.

Mas o seu entendimento com relação a doença, mudou no dia 24 de abril de 2021, quando deu entrada, de cadeira de rodas, no Hospital São José, em Serra Talhada com 72% de saturação do oxigênio. Ele havia contraído a doença. Sua alta aconteceu no dia 5 de maio.

Marconi relatou que teve os sintomas clássicos da doença: tosse, dor de cabeça e cansaço. Fez o teste, que deu “não reagente” e foi para o sítio. Alguns dias depois, teve que ser levado à unidade hospitalar em estado grave. Ao fazer a tomografia estava com 60% do pulmão comprometido.

Ele conta que por diversas vezes teve medo de morrer. “Principalmente quando ouvi o médico dizer a minha irmã que eu não poderia ser transferido pela gravidade do estado que me encontrava e que eu poderia ter uma parada cardíaca”, relatou.

“A gente fica pensando na família, meu pai. Tenho um filho de 11 anos. Conversava com eles por telefone, mas tinha dias que eu não conseguia nem falar. E não pense que a doença faz distinção. Quem tem dinheiro morre do mesmo jeito. Ela não quer saber disso”, completou.

Marconi não chegou a ser intubado, mas precisou de auxilio de oxigênio. Segundo ele, só está aqui hoje pra contar a história, graças a Deus e à equipe médica que lhe dedicou os melhores cuidados. O autônomo, culpa somente a si mesmo pelo pesadelo que passou. E relatou que ele e vários amigos não acreditavam na doença. “Alguns, assim como eu mudaram de opinião, mas ainda hoje tenho amigos que não acreditam”, relatou.

Questionado se as falas do presidente Jair Bolsonaro minimizando a doença, fizeram com que ele também não levasse a doença a sério. Marconi disse que não, mas destacou: “Ouvir o que ele [Bolsonaro] fala, com relação a Covid-19, é suicídio”, destacou Marconi.

Marconi disse que aprendeu muito com a situação vivenciada e aconselhou: “aprendam a se cuidar, não sejam irresponsáveis. Passar pelo que eu passei, não quero isso pra ninguém. A pandemia ainda não acabou, levem essa doença a sério”, pontuou.

Ingazeira: vereadores governistas anunciam apoio a Câmara

Sete dos nove vereadores de Ingazeira declararam apoio à Candidatura de Paulo Câmara (PSB). O candidato esteve em Caruaru no Congresso de Vereadores e conversou poucos minutos com os vereadores de Ingazeira que estavam presentes. Os vereadores são ligados ao prefeito Luciano Torres (PSB). O candidato do PSB estava acompanhado do seu vice Raul Henry […]

camaraingazeiraSete dos nove vereadores de Ingazeira declararam apoio à Candidatura de Paulo Câmara (PSB). O candidato esteve em Caruaru no Congresso de Vereadores e conversou poucos minutos com os vereadores de Ingazeira que estavam presentes. Os vereadores são ligados ao prefeito Luciano Torres (PSB).

O candidato do PSB estava acompanhado do seu vice Raul Henry e do candidato ao Senado Fernando Bezerra. Ele buscou informações do andamento da obra da Barragem da Ingazeira, já que deu a ordem de serviço quando era o Ministro da Integração Nacional.

Eles ainda  apoiam Ângelo Ferreira para Assembleia Legislativa e Fernando Filho para a Câmara Federal.

Os vereadores que vão com Paulo Câmara são: Antônio de Pádua, Maria Salete, Djalma Véras, José Juarez, Admilson Véras, Lino Morais e Djalma do Minadouro.

CECOR implementa cisternas e sistemas de irrigação em São José do Belmonte

Fortalecendo de ações de convivência com o Semiárido, o Centro de Educação Comunitária Rural (CECOR) iniciou a implementação de 56 cisternas de placas no município de São José do Belmonte, no Sertão Central. A ação faz parte do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2) e tem financiamento da Fundação Banco do Brasil/BNDES. Ao todo, […]

Fortalecendo de ações de convivência com o Semiárido, o Centro de Educação Comunitária Rural (CECOR) iniciou a implementação de 56 cisternas de placas no município de São José do Belmonte, no Sertão Central.

A ação faz parte do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2) e tem financiamento da Fundação Banco do Brasil/BNDES.

Ao todo, são 19 cisternas calçadão e 37 cisternas de enxurrada nas comunidades Campos e Campinas, além de comunidades localizadas na região da Serra do Catolé. Nesse primeiro momento a instituição está promovendo oficinas de capacitação envolvendo todas as famílias alcançadas pelo projeto e que tem a oportunidade de aprender como cuidar da cisterna e otimizar o uso da água no Semiárido.

“A melhor estratégia para às famílias que vivem no Semiárido enfrentarem os períodos de estiagem é armazenar água, assim conseguem produzir alimentos e ainda gerar renda. Um processo que envolve diversos atores e vem dando respostas às necessidades da região através de programas sociais, que além de estrutura hídrica descontroem a ideia de que a falta de chuvas é o grande problema do Semiárido brasileiro”, explica o Coordenador do Cecor, Expedito Brito.

Além das cisternas, o projeto ainda oferece às famílias formação em Gestão de Água para Produção de Alimentos (GAPA), Manejo de Sistema Simplificado de Água para Produção (SISMA), implantação de caráter produtivo nas áreas de avicultura, horticultura e caprinovinocultura, e implantação de sistemas de irrigação com gotejamento ou microaspersão.

“Além da cisterna com capacidade para 52 mil litros de água destinada à produção de alimentos e o caráter produtivo que incentiva a produção de hortas e criação de pequenos animais, cada família terá um sistema de irrigação para usar racionalmente a água da cisterna, sem nenhum desperdício”, destaca Luciano Cândido, assessor técnico do CECOR.

Tecnologias: a Cisterna Calçadão capta a água de chuva por meio de um calçadão de cimento de 200 m², construído sobre o solo. Com essa área do calçadão, 300 mm de chuva são suficientes para encher a cisterna, que tem capacidade para 52 mil litros.

A Cisterna Enxurrada tem capacidade para acumular 52 mil litros e é construída dentro da terra, ficando somente a cobertura de forma cônica acima da superfície. O terreno é utilizado como área de captação. Quando chove, a água escorre pela terra e antes de cair para a cisterna passa por decantadores que filtram a areia e outros detritos que possam seguir junto com a água, impedindo o acúmulo no fundo do reservatório.