Segundo SDS: Interior de Pernambuco tem o julho menos violento desde 2013
Por André Luis
Pernambuco alcançou, em julho de 2019, o 20º mês consecutivo de redução nos homicídios, quando se compara com o mesmo período do ano anterior. Foram 246 casos, o que significou uma retração de 27,9% em relação a julho de 2018 (341).
Foi a menor incidência em 71 meses, ou seja, desde agosto de 2013 (214). Esse recuo tem ocorrido em todas as regiões do Estado, especialmente no Interior. O mês passado, na série histórica, foi o julho com menos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) em seis anos, ficando acima apenas das estatísticas referentes ao mês correlato de 2013.
No mês passado, o Interior de Pernambuco registrou 135 homicídios, contra 195 em julho de 2018, 260 em julho de 2017, 200 em julho de 2016, 170 em julho de 2015 e 145 em julho de 2014. Só ficou acima, na linha do tempo, do mesmo mês de 2013, com 129 CVLIs. Considerando todos os meses da série histórica, julho passado foi o de estatísticas mais baixas de assassinatos para o interior desde fevereiro de 2014 (132), ou seja, há 52 meses.
Na soma dos sete primeiros meses de 2019, a redução dos crimes contra a vida nos 170 municípios do Interior está acima da média estadual. Na Zona da Mata, Agreste e Sertão, foram 1.112 CVLIs entre janeiro e julho deste ano, contra 1.481 no mesmo período de 2018. A diminuição foi, portanto, de 24,9% ou 369 menos homicídios.
Quando se leva em consideração todo o Estado, no mesmo comparativo, a queda nos índices de homicídios chega a 23,7%: De 2.625 CVLIs notificados nos primeiros sete7 meses de 2018, Pernambuco ficou em 2.002 mortes no mesmo recorte deste ano. A diferença foi de 623 menos mortes em 2019.
Aliados do pré-candidato Ciro Gomes, do PDT, enxergam uma janela de oportunidade na desistência do ex-ministro Sergio Moro da corrida presidencial e do momento de indefinição da terceira via. Eles entendem que é o momento de Ciro se fortalecer como alternativa ao movimento de polarização entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, […]
Aliados do pré-candidato Ciro Gomes, do PDT, enxergam uma janela de oportunidade na desistência do ex-ministro Sergio Moro da corrida presidencial e do momento de indefinição da terceira via. Eles entendem que é o momento de Ciro se fortalecer como alternativa ao movimento de polarização entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e o presidente Jair Bolsonaro, do PL. As informações são do Blog do Camarotti/g1.
A estratégia em curso é de aproveitar a crise atual no PSDB para ser o herdeiro da terceira via. “Enquanto o PSDB está envolvido numa disputa pública entre João Doria e Eduardo Leite, Ciro tem que aproveitar o momento para se consolidar como a principal força de centro com capacidade de resiliência”, disse ao blog um dirigente PDT.
Na avaliação de pedetistas, o PSDB vai sangrar nos meses de abril e maio com o enfrentamento de Doria e Leite. Na quinta-feira, depois de ameaçar sair da disputa, o próprio Doria fez duras críticas ao gaúcho e cobrou de Leite respeito ao resultado das prévias.
Em relação a pré-candidatura da senadora Simone Tebet, do MDB, a avaliação do grupo de Ciro é que a legenda está dividida. Parte do MDB, especialmente no Nordeste, quer desembarcar na candidatura de Lula ainda no primeiro turno. “No PDT, apesar de ser um partido menor, Ciro tem unidade”, ressaltou outra liderança da legenda.
Há reconhecimento, porém, que Ciro terá que ser mais cuidadoso para herdar os votos da terceira via. Nos últimos meses, ele fez duras críticas ao ex-ministro Sérgio Moro. Agora, com a desistência de Moro, a percepção é que ficará mais difícil para Ciro construir um discurso que posso atrair esse eleitorado.
Nas pesquisas mais recentes, Ciro e Moro apareciam empatados tecnicamente na terceira posição. Segundo um interlocutor de Ciro, toda a estratégia será de recuperar até junho o patamar histórico de 12% do pedetista das três eleições que disputou: 1998, 2002 e 2018. Com isso, a expectativa é que Ciro possa consolidar o voto daqueles que rejeitam Lula e Bolsonaro e atrair apoios regionais para sua candidatura.
Deputado estadual diplomado também comentou sobre o decreto de Raquel Lyra Em entrevista concedida ao radialista Mário Neto, no CBN Debate, Rádio CBN Recife, o deputado estadual diplomado José Patriota falou sobre como pretende realizar sua atuação na Assembleia Legislativa de Pernambuco. O programa aconteceu nesta quarta-feira (4), teve também a participação da deputada estadual […]
Deputado estadual diplomado também comentou sobre o decreto de Raquel Lyra
Em entrevista concedida ao radialista Mário Neto, no CBN Debate, Rádio CBN Recife, o deputado estadual diplomado José Patriota falou sobre como pretende realizar sua atuação na Assembleia Legislativa de Pernambuco.
O programa aconteceu nesta quarta-feira (4), teve também a participação da deputada estadual diplomada Dani Portela e do deputado estadual diplomado Mário Ricardo e focou nas expectativas e atuações dos legisladores na nova composição da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
Eleito com 43.576 votos, Patriota afirmou que não irá adotar posturas radicais em seu mandato. “Tenho vontade de contribuir por Pernambuco. Então tenho predisposição ao diálogo com pessoas tão diferentes, com histórias e caminhadas de vidas bonitas, que compõem o parlamento. Hoje tem inúmeras experiências em educação, saúde, saneamento, indução de renda, organização dos grupos chamados vulneráveis; são muitos assuntos que podemos contribuir para o bem do estado”, disse.
Presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota falou da intenção de criar uma Frente Municipalista do Estado. “Nós temos 12 ex-prefeitos eleitos na Alepe. Estamos pretendendo criar uma frente, pois no final de tudo, é nos municípios que chegam às políticas públicas. E essa experiência de gestão vai enriquecer a Assembleia Legislativa”, concluiu.
Exonerações do Governo do Estado
Durante o debate, Patriota também falou sobre exonerações realizadas pela governadora Raquel Lyra em sua primeira semana de mandato. Para ele era importante ter sido feita uma transição mais moderada para não paralisar a máquina do Governo Estadual.
“Na minha modesta visão, buscando a racionalidade, no pouco que entendo de gestão pública, a transição deveria começar mais cedo e quem venceu a eleição deveria começar mais cedo para montar suas equipes. Você imagina a Secretaria de Saúde, com tantos hospitais ficarem sem diretores; isto prejudica a população. O mais grave está aí. Nenhum órgão pode ficar sem gerência”, afirmou.
Ainda de acordo com o deputado, é natural que existam mudanças em trocas de governo, mas ela precisa ser feita para não impactar de forma negativa a população.
“É comum tomar decisões diferentes das que vinham sendo tomadas, para se diferenciar em face do que as urnas revelaram; entretanto precisamos aperfeiçoar nossos modos de governança para que não atrapalhem o povo que mais precisa”, pontuou Patriota.
Na noite deste sábado (18.01), no Teatro José Fernandes de Andrade, o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, participou do lançamento do livro “Os mais belos sonhos sonhei”, da escritora Dilsa Tenório Doddrell, natural de Carnaíba-PE, casada com o ex-cônsul do Reino Unido John Doddrel. A obra traz histórias de parte de sua infância em Carnaíba, […]
Na noite deste sábado (18.01), no Teatro José Fernandes de Andrade, o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, participou do lançamento do livro “Os mais belos sonhos sonhei”, da escritora Dilsa Tenório Doddrell, natural de Carnaíba-PE, casada com o ex-cônsul do Reino Unido John Doddrel.
A obra traz histórias de parte de sua infância em Carnaíba, cidade natal. De sua ida para Águas Belas, depois Recife e posteriormente para a Inglaterra, onde cursou doutorado em Odontologia na Universidade de Londres.
Dilsa conta ainda sua experiência como Consulesa Britânica em São Paulo, dividindo com seu marido funções diplomáticas em representação ao governo da Rainha Elizabeth II.
Participaram do lançamento, o prefeito de Carnaíba Anchieta Patriota e a primeira dama Cecília Patriota, o seu esposo John Richard Doddrel, ex-Cônsul Britânico aposentado, familiares e amigos da autora, Vancide Queiroz e vários carnaibanos que prestigiaram o evento.
As apresentações vão ocorrer sempre às 20h, de quarta-feira (24/07) até domingo (28/07), na Estação do Forró A saga de Lampião e Maria Bonita será contada mais uma vez na Estação do Forró, em Serra Talhada. É que o espetáculo O Massacre de Angico – A Morte de Lampião, que retrata a história de vida […]
As apresentações vão ocorrer sempre às 20h, de quarta-feira (24/07) até domingo (28/07), na Estação do Forró
A saga de Lampião e Maria Bonita será contada mais uma vez na Estação do Forró, em Serra Talhada. É que o espetáculo O Massacre de Angico – A Morte de Lampião, que retrata a história de vida do cangaceiro, seus amores e conflitos desde 2012, será encenado da próxima quarta-feira (24) até domingo (28), diariamente, sempre às 20h, no local. A entrada será gratuita em qualquer um dos cinco dias de apresentações.
A atriz Bruna Florie é quem estará no papel de Maria Bonita pela primeira vez, apresentando a sua perspectiva da personagem, nova e intensa. “A experiência de interpretar uma personagem tão forte como Maria Bonita tem sido um presente muito especial. Me permite pensar o território, o sertão pajeuzeiro, pela perspectiva do povo forte, que por aqui passou, e lutou pelo coletivo e pela justiça social. Considero-me uma espécie de ‘neocangaceira’ porque também, luto por igualdade social. Porém, nossas armas são: a educação, a arte e a cultura”, comentou Bruna.
Já o ator Karl Marx incorpora Lampião desde a primeira temporada. A sua experiência artística e o seu talento transbordam, encantando o público. A narrativa também será enriquecida com a participação de novos talentos tais como Otávio Alexandre e João Diniz interpretando os cangaceiros Zé Sereno e Luiz Pedro, respectivamente.
O elenco ainda conta com Jean Magalhães interpretando Padre Cícero, Romualdo Freitas como Antônio Conselheiro, e a presença de atrizes e atores veteranos como Dany Feitosa, Anny Garnets, Sandino Lamarca, Feliciano Felix, Jadenilson Gomes e Carlos Sett, que têm sido pilares importantes do espetáculo desde a primeira edição.
De acordo com a presidente da Fundação Cultural Cabras de Lampião, Cleonice Maria, O Massacre de Angico – A Morte de Lampião apresenta uma visão humana do Rei do Cangaço e de Maria Bonita. “Trata-se de um Lampião diferente: mais gente, um Lampião com alma, que fala de morte sim, mas também de amor; que desafia o inimigo com um punhal, mas, ao clarão da lua sertaneja, declara-se poeticamente à mulher amada. Essa é a proposta do espetáculo”, explicou ela.
A peça, que traz um elenco de 30 atores, 70 figurantes e equipe técnica, é dirigida por Izaltino Caetano e escrita por Anildomá Willans de Souza, renomado pesquisador do Cangaço. O Massacre de Angico – A Morte de Lampião tem produção e realização da Fundação Cultural Cabras de Lampião e incentivo cultural do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Governo de Pernambuco.
O projeto tem como patrocínio oficial: Lei de Incentivo à Cultura, Banco do Nordeste, Empetur e Secretaria de Turismo e Lazer, Funarte, Ministério da Cultura e Governo Federal. Para mais informações, basta acessar: https://museudocangaco.com.br/massacre-de-angico/ ou o Instagram: @massacredeangico.
História – O espetáculo reconta a vida do Rei do Cangaço, Lampião, desde o desentendimento inicial de sua família com o vizinho fazendeiro, Zé Saturnino, ainda em Serra Talhada, até a sua morte. Na história, para evitar uma tragédia, o pai, Zé Ferreira, foge com os filhos para Alagoas, mas acaba sendo assassinado por vingança.
Revoltados e querendo fazer justiça com as próprias mãos, Virgolino Ferreira da Silva e seus irmãos se entregam ao Cangaço, movimento que deixou políticos, coronéis e fazendeiros apavorados nas décadas de 1920 e 1930, no Nordeste. Temidos por uns e idolatrados por outros, os cangaceiros serviram como denunciantes das péssimas condições sociais da época.
Como noticiamos, o Desembargador Itabira de Brito Filho, do Tribunal de Justiça de Pernambuco suspendeu decisões da Câmara de Vereadores do Município de Tabira que julgou irregulares as prestações de contas do ex-prefeito José Edson Cristóvão Carvalho, relativas aos anos de 2009, 2010 e 2011. Por ocasião de sua decisão, o desembargador Itabira de Brito […]
Como noticiamos, o Desembargador Itabira de Brito Filho, do Tribunal de Justiça de Pernambuco suspendeu decisões da Câmara de Vereadores do Município de Tabira que julgou irregulares as prestações de contas do ex-prefeito José Edson Cristóvão Carvalho, relativas aos anos de 2009, 2010 e 2011.
Por ocasião de sua decisão, o desembargador Itabira de Brito Filho assentou, numa análise preliminar, “existir indícios de que a Câmara Legislativa não oportunizou ao ex-gestor apresentar defesa escrita e produzir provas”.
Assim, entendeu que as deliberações da casa legislativa parecem transgredir o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal.
Segundo o advogado de defesa, Doutor Edson Vera Cruz Filho, a decisão do Tribunal veio corrigir uma injustiça, fazendo prevalecer o direito à ampla defesa, de status constitucional.
“Quando do julgamento das contas de Dinca (José Edson), a casa legislativa adotou procedimento contrário ao previsto no regimento interno da casa, de maneira que subverteu a ordem do processo de julgamento das contas do ex-Prefeito”, diz.
“O procedimento estabeleceu que a defesa fosse apresentada apenas oralmente, no dia do julgamento, impossibilitando, até mesmo, a produção de provas. Logo, a decisão do magistrado é acertada e está em harmonia com o princípio de que ninguém será julgado sem que lhe seja garantida a plenitude da defesa”, concluiu.
A Assessoria de Dinca alega que diante da decisão judicial, ele segue na disputa ao cargo de prefeito do município de Tabira.
Você precisa fazer login para comentar.