Secretário faz diagnóstico e planeja ações da Saúde em Arcoverde
Por Nill Júnior
O Secretário Municipal de Saúde de Arcoverde, Álvaro Neves, deu início esta semana a uma série de reuniões para tomar passo de como está a cobertura da Rede Municipal de Saúde.
Na sede da repartição municipal, localizada no Centro Administrativo Antônio Olímpio dos Santos, esteve reunido com a coordenadora de Saúde da Mulher, Valdirene Carvalho, a coordenadora de Atenção Básica, Socorro Vidal, a coordenadora de Saúde Mental, Cynthia Brito, a primeira-dama do município, Célia Rejane Vidal Maciel, os representantes da Diretoria de Recursos Humanos, Administração e Departamento de Patrimônio do município, Paulo Sérgio Diniz, Pedro Rinaldo e Yuri Mucarbel.
Ainda a coordenadora de Regulação, Bruna Remígio, a coordenadora municipal de PNI (Programa Nacional de Imunização), Cláudia Cunha, entre outros participantes que constituem a gestão, como coordenadores internos, diretores, colaboradores e prestadores de serviço da Saúde de Arcoverde.
“Já estamos identificando pontos que necessitam de reestruturação e a nossa meta é fortalecer a qualidade do trabalho que vem sendo desempenhado”, ressaltou Dr. Álvaro Neves.
O secretário municipal também realizou nesta primeira semana a frente da pasta, visitas aos serviços da rede, iniciando pela Unidade Básica de Saúde da Família – UBSF Jardim Petrópolis, com a coordenadora de Saúde Básica, Renata Remígio e a coordenadora do Centro da Mulher, Valdirene Carvalho.
Eles acompanharam os processos de assistência do Sistema Único de Saúde (SUS).
Na Policlínica Dr. Paulo Rabello, localizada entre os bairros Boa Esperança e JK, avaliou o atendimento especializado na promoção e recuperação da saúde, promovido pela referida unidade de nível intermediário do SUS em Arcoverde.
*Por Eduardo Cubas, no Estadão O sentimento da sociedade brasileira por uma reforma política após a última década de sucessivos escândalos de corrupção, iniciado pelo caso “mensalão” e que tem na operação “lava jato” uma espécie de “cereja do bolo” em termos de combate ao crime organizado, está tendo o efeito (in)desejável de discussões que levam à adoção […]
O sentimento da sociedade brasileira por uma reforma política após a última década de sucessivos escândalos de corrupção, iniciado pelo caso “mensalão” e que tem na operação “lava jato” uma espécie de “cereja do bolo” em termos de combate ao crime organizado, está tendo o efeito (in)desejável de discussões que levam à adoção do sistema fechado de listas eleitorais (na contração do que se pede em termos de transparência) bem como na “iconização” de um personagem ocupante de alto escalão do Poder Judiciário: o Ministro Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Juiz Gilmar Mendes.
Trato, nestas linhas, desse fenômeno ao estilo “Trumpista Judicial” em produzir sobre si factoides em que um Magistrado atrai a atenção da imprensa nacional e tornam manchetes uma espécie de atuação aparentemente do tipo politiqueira. A crítica doutrinária que aqui se materializa decorre da última manifestação trazida pela imprensa onde S.Exa., o Min. Gilmar Mendes, diz que “política não pode ser feita por juízes ou promotores”, quando se acusa a esses vazamentos seletivos de investigações judiciais.
Indaga-se se “política” pode ser realizada por Juízes da Suprema Corte?
Fico a imaginar o que V.Exa. diria se um Juiz de 1º Grau fosse visto jantando com um réu. Melhor, viajasse com esse réu. Comentasse sobre processos em curso desse réu. Aliás, dadas às condições históricas e da emblemática conjecturização, supomos do Juiz Sérgio Moro flagrado almoçando com o ex-Presidente Lula, que é réu em ação penal conduzida pelo mesmo. O que aconteceria? Como hipótese, V.Exa., no mínimo, concederia uma (e)liminar e tiraria o Juiz da condução do processo, sem prejuízo de se oficiar ao Conselho Nacional de Justiça para as providências cabíveis, aliás, como já o fez no conhecido caso do Juiz Fausto de Santis, de São Paulo.
Assim, como a história sabe que me garante a autoridade moral de escrever essa missiva, por ser o único Juiz Federal que lhe impugnou a indicação ao cargo de Ministro do STF mediante ação popular; ela também o absolve por ter tido a “coragem” de conceder liminar pela farsa na indicação ao cargo de Ministro da Casa Civil do Sr. Lula, viabilizando o prosseguimento da ação penal, ainda que tal tenha sido originada de um suposto(!) vazamento seletivo. Teria feito política com essa decisão?
Portanto, questionar vazamentos seletivos soa, no mínimo, hipocrisia judicial. Ou vale, ou não vale. Decidir de dois jeitos é que é inaceitável.
Lealdade com suas próprias decisões é o mínimo que se espera de um julgador. Por isso que aqui se
divisa a fronteira entre politicagem e política, cujos conceitos são do domínio público.
Nesse ponto, colega Gilmar Mendes, afinal, somos ambos Juízes, e na qualidade de Presidente de Associação de Juízes Federais é que estamos buscando o direito de exercer política transparente, honesta, impessoal e voltada para o interesse da nação e do povo, donos da soberania do Estado, como facultada em países desenvolvidos tais a Espanha, França, Estados Unidos e tantos outros, para que o Brasil possa deixar de ser “um país de trambiques”, especialmente, judiciários.
*Eduardo Cubas é presidente da União Nacional dos Juízes Federais (Unajuf). E na minha terra isso se chama “pau da molesta dos cachorros”.
Presos pela Lava Jato, o ex-tesoureiro João Vaccari Neto e o ex-ministro José Dirceu sugeriram a correligionários que a sigla faça um acordo de “leniência partidária”. Proposta segue o modelo de leniência feito por empresas, em que assumem crimes e são condenadas a pagar multas; em troca, mantêm a possibilidade de fazer contratos com o governo e […]
Presos pela Lava Jato, o ex-tesoureiro João Vaccari Neto e o ex-ministro José Dirceu sugeriram a correligionários que a sigla faça um acordo de “leniência partidária”.
Proposta segue o modelo de leniência feito por empresas, em que assumem crimes e são condenadas a pagar multas; em troca, mantêm a possibilidade de fazer contratos com o governo e seus executivos podem pedir diminuição de pena ou até perdão judicial.
“A ideia é passar uma régua na história do PT, assumir a culpa e fazer com que isso se reflita nas pessoas físicas”, disse Roberto Podval, advogado do ex-ministro na Lava Jato, à ‘Folha de S. Paulo’.
O acordo não é consenso nem entre petistas, como o deputado Carlos Zarattini (PT-SP). “Não vejo sentido, já que não temos notícia de que políticos do PT agiram para beneficiar empresas em troca de dinheiro e vemos as atividades do Vaccari como legais”.
De acordo com o levantamento do blog, analisando a aplicação do FEM nestas cidades, apenas dois municípios tem projetos em análise, que indicam pendências. Um, o de Solidão, do ano de 2014, orçado em R$ 146.802,92 para reforma da Escola Municipal José Gonçalves do Nascimento. Os outros, do exercício de 2013, de Serra Talhada: […]
De acordo com o levantamento do blog, analisando a aplicação do FEM nestas cidades, apenas dois municípios tem projetos em análise, que indicam pendências.
Um, o de Solidão, do ano de 2014, orçado em R$ 146.802,92 para reforma da Escola Municipal José Gonçalves do Nascimento.
Os outros, do exercício de 2013, de Serra Talhada: um de pavimentação de 24 ruas no bairro Ipsep, orçado em R$ 1.733.034, 27 . O segundo, de revitalização de praças, orçado em R$ 117.443,28.
Os dados estão no Portal específico do FEM, da Secretaria de Planejamento do Estado. Você pode ver em que o recurso está sendo investido no seu município, o valor aplicado e o status da solicitação. Basta clicar no link abaixo:
A bancada de oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco apresenta nesta segunda-feira (2) um requerimento propondo a criação de uma comissão especial, composta por deputados do governo e da oposição, para discutir a situação das Parcerias Público-Privadas (PPPs) implantadas pelo governo do Estado, sobretudo a da Arena da Copa e do presídio de Itaquitinga, que […]
A bancada de oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco apresenta nesta segunda-feira (2) um requerimento propondo a criação de uma comissão especial, composta por deputados do governo e da oposição, para discutir a situação das Parcerias Público-Privadas (PPPs) implantadas pelo governo do Estado, sobretudo a da Arena da Copa e do presídio de Itaquitinga, que vêm preocupando a sociedade por causa dos problemas de concepção e dificuldades de execução.
O modelo utilizado para a construção da Arena Pernambuco tem preocupado os deputados de oposição, sobretudo por causa dos gastos crescentes do governo com a manutenção do equipamento.
O governo já destinou R$ 93,8 milhões para custear o funcionamento da Arena apenas neste ano. Em 2014 foram R$ 87 milhões. Pela concepção da PPP, neste caso, o governo é obrigado a bancar a operação do estádio sempre que suas receitas com atividades privadas foram menores do que as despesas de custeio previstas no contrato.
Para o líder da oposição na Assembleia, deputado Silvio Costa Filho, é preciso haver mais transparência na discussão dessas parcerias e que o governo de fato apresente as possíveis soluções para o que Pernambuco está assistindo.
“Precisamos ampliar a discussão dessas parcerias que envolvem, além de grandes volumes de recursos públicos, a possibilidade de geração de emprego e renda. Nós já iniciamos o debate sobre a PPP do presídio de Itaquitinga, que é uma obra inacabada. Agora, precisamos aprofundar a discussão sobre a Arena Pernambuco, cujo custo total de construção, inclusive, ainda não é do conhecimento público e saber o que deve ser feito nos próximos 28 anos, que é o prazo de operação da PPP”, avaliou Silvio.
Raíssa Marques, serra-talhadense de 14 anos, moradora do bairro da COHAB, conheceu o judô no Projeto Mais Educação, da Escola Methódio de Godoy Lima. Com o incentivo e apoio do município, a judoca acumula os títulos de Bicampeã dos Jogos Escolares e Campeã Regional, Brasileira e Sul-Americana, este último disputado na Argentina. Agora, Raíssa vai representar […]
Raíssa Marques, serra-talhadense de 14 anos, moradora do bairro da COHAB, conheceu o judô no Projeto Mais Educação, da Escola Methódio de Godoy Lima.
Com o incentivo e apoio do município, a judoca acumula os títulos de Bicampeã dos Jogos Escolares e Campeã Regional, Brasileira e Sul-Americana, este último disputado na Argentina. Agora, Raíssa vai representar as regiões Norte e Nordeste, no Meeting Nacional da base, com a Seleção Brasileira de Judô Sub-18.
“Raíssa é nossa promessa para, pelo menos, duas olimpíadas. Parte desse sucesso é graças aos projetos educacionais do município, que acreditou no esporte, bem como da gestão, que sempre nos apoiou em todos os torneiros que participamos”, conta o sensei Jonatas Brandão.
Ainda de acordo com o sensei, no dia 30 de janeiro, a dupla viaja para São Paulo, para a participação de Raíssa no Meeting Nacional, que acontece nos dias 01 e 02 de fevereiro.
“Este é mais um investimento alto, porque além das passagens, alimentação e hospedagem, precisamos de kimonos oficiais do Comitê Olímpico, com selo digital internacional, e, mais uma vez, o prefeito Luciano Duque, compartilhando do nosso sonho, vai nos ajudar”, afirma Jonatas Brandão.
Para o prefeito Luciano Duque, histórias como a dela precisam de apoio da gestão. “E em breve teremos o Centro de Iniciação ao Esporte, o CIE, equipamento de ponta que será um divisor de águas no incentivo à prática esportiva e o surgimento de muitos atletas profissionais”.
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