Secretário estadual de Agricultura garante recursos para Afogados da Ingazeira
Por André Luis
Nesta terça-feira (11), o ex-vereador de Afogados da Ingazeira, Zé Negão, esteve na Secretaria Estadual de Agricultura cumprindo uma agenda de reuniões, articulada pelo deputado estadual Romero Sales Filho.
Durante o encontro, Zé Negão reuniu-se com o secretário Cícero Moraes, que assegurou a liberação de emendas para horas máquinas e outros benefícios para a cidade.
Segundo Zé Negão, a reunião também resultou na promessa de liberação de perfuração de poços, além de outras aquisições importantes para o município. “Eu vim em nome de Danilo Simões, líder do nosso grupo político, buscar ações para Afogados da Ingazeira”, declarou Zé Negão.
O deputado estadual Romero Sales Filho, que facilitou o encontro, destacou a importância de buscar recursos e apoio para os municípios do interior. “É fundamental que continuemos a trabalhar para trazer benefícios concretos para nossa população. A parceria com lideranças locais como Danilo Simões e Zé Negão é crucial para o desenvolvimento de Afogados da Ingazeira”, afirmou o deputado.
Em Tuparetama, as ações que eram desenvolvidas pelas equipes dos PSFs agora contam com o reforço dos profissionais do NASF. Durante os nove meses, gestantes serão acompanhadas por fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais e fonoaldiologos além do acompanhamento de médicos e enfermeiras. Palestras, oficinas, orientação e atendimento individual e sistemático são algumas das ações propostas […]
Em Tuparetama, as ações que eram desenvolvidas pelas equipes dos PSFs agora contam com o reforço dos profissionais do NASF. Durante os nove meses, gestantes serão acompanhadas por fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais e fonoaldiologos além do acompanhamento de médicos e enfermeiras.
Palestras, oficinas, orientação e atendimento individual e sistemático são algumas das ações propostas neste projeto. Oficinas com gestantes com as fisioterapeutas Roseane Gomes Dos Anjos e Gabrielle Menezes sob a coordenação de Ariana Micaelly estão acontecendo periodicamente, segundo a prefeitura em nota.
O cardiologista Hugo Rabelo formalizou o pedido de licença por tempo indeterminado da Secretaria de Saúde de São José do Egito. A informação é de que vai acompanhar o tratamento do pai, o engenheiro Pedro Rabelo, na capital pernambucana. Outra informação é de que a titularidade da pasta ficará a cargo da primeira dama do […]
O cardiologista Hugo Rabelo formalizou o pedido de licença por tempo indeterminado da Secretaria de Saúde de São José do Egito. A informação é de que vai acompanhar o tratamento do pai, o engenheiro Pedro Rabelo, na capital pernambucana.
Outra informação é de que a titularidade da pasta ficará a cargo da primeira dama do município, a médica Lúcia Lima.
No pedido de licença por tempo indeterminado, Hugo diz escrever a carta “com o coração apertado, mas também com a serenidade de quem entende que existem momentos na vida em que precisamos priorizar aquilo que mais necessita da nossa presença”. Leia na íntegra:
São José do Egito, 15 de maio de 2026.
Ao Excelentíssimo Senhor Fredson Brito Prefeito Constitucional de São José do Egito – PE
Assunto: Pedido de licença por tempo indeterminado do cargo de Secretário Municipal de Saúde.
Senhor Prefeito,
Escrevo esta carta com o coração apertado, mas também com a serenidade de quem entende que existem momentos na vida em que precisamos priorizar aquilo que mais necessita da nossa presença.
Tenho a honra de servir ao povo da Terra da Poesia como Secretário Municipal de Saúde de São José do Egito, cidade que amo profundamente e pela qual sempre trabalhei com dedicação, responsabilidade e paixão. Estar à frente da Saúde do nosso município sempre foi mais do que uma função pública para mim. Foi missão, compromisso e propósito de vida.
Sou médico cardiologista e aprendi, ao longo da minha caminhada, que cuidar do coração das pessoas vai muito além da medicina. É cuidar da dignidade, do acesso, da esperança e da qualidade de vida do nosso povo. E é exatamente por isso que cada conquista da nossa gestão ficará eternamente guardada no meu coração.
Tenho orgulho de ter participado da melhoria do TFD, da ampliação e melhoria da Casa de Apoio, dos mutirões oftalmológicos e dos exames e atendimentos especializados que nunca haviam chegado antes ao nosso município. Tenho orgulho de ver a modernização da regulação, permitindo que as pessoas façam suas marcações online sem precisar enfrentar filas de madrugada.
Fico feliz por ter ajudado a trazer duas novas ambulâncias UTI, pelas reformas no hospital, pelos novos equipamentos adquiridos, pelas alas revitalizadas e por acompanhar a transformação dos postos de saúde da cidade e da zona rural. Da implementação do nosso centro de parto com obstetra, anestesista e pediatra todos os dias no hospital, motivo de alegria ver nossas crianças nascendo no hospital municipal, a conclusão do Posto de Saúde do Ipiranga e também do novo Posto de Saúde do Bairro São João e da nova sede do CEO que em breve serão inaugurados. E mais ainda saber que daremos início à tão sonhada obra da UPA Especialidades no Bairro Planalto, com recurso do ministério da saúde garantido, um marco importante para a saúde pública de São José do Egito.
Tudo isso só foi possível graças a uma gestão comprometida com as pessoas. Por isso, deixo aqui minha gratidão ao prefeito Fredson Brito, ao vice-prefeito Zé Marcos e a todos que fazem parte da administração municipal e sempre contribuíram para que a Secretaria de Saúde pudesse prestar um serviço digno à população.
Faço um agradecimento, ainda, à doutora Lúcia, primeira-dama do município, que me ajudou na construção dessa maravilhosa equipe que hoje faz a secretaia de saúde de São José do Egito:
Faço um agradecimento especial a cada funcionário da secretaria de saúde, que se doa todo dia para que a população de São José do Egito tenha um serviço de saúde de qualidade e humanizado. Quero deixar claro que este não é um adeus definitivo. É apenas um até breve.
Meu amor por São José do Egito, minha paixão pelo serviço público e minha vontade de trabalhar pelo nosso povo jamais serão superados. Continuarei acompanhando, torcendo e contribuindo no que for possível, sempre atento aos trabalhos da Secretaria de Saúde e da Prefeitura Municipal, que sob a liderança do prefeito Fredson Brito vem realizando uma gestão extraordinária em nossa cidade.
Saio com a consciência tranquila, sabendo que demos passos importantes e deixamos marcas positivas na vida das pessoas.
Com gratidão, respeito e esperança,
Dr. Hugo Rabelo Secretário Municipal de Saúde São José do Egito – PE
Época O homem que derrubou Dilma Rousseff, encerrando abruptamente 13 anos do PT no poder, pária para boa parte dos brasileiros, herói para alguns poucos, o homem que se consagrou como o mais vistoso preso da Lava Jato, esse homem que segue gerando memes e açulando paixões – eis um homem que se recusa a aceitar o […]
O homem que derrubou Dilma Rousseff, encerrando abruptamente 13 anos do PT no poder, pária para boa parte dos brasileiros, herói para alguns poucos, o homem que se consagrou como o mais vistoso preso da Lava Jato, esse homem que segue gerando memes e açulando paixões – eis um homem que se recusa a aceitar o destino que se lhe impôs, da política como passado e das grades como futuro.
Cunha não aceita ser o que esperam dele: um presidiário obsequioso, a cumprir sem muxoxos sua sentença. “Sou um preso político”, disse, num encontro recente em Brasília, aquele cuja delação o presidente Michel Temer mais teme.
Na primeira entrevista desde que foi preso, Cunha, cujo corpo, fala e espírito não traem um dia submetido ao xilindró, foi, bem, puro Cunha: articulado, incisivo, bélico. Falou da vida na prisão, da negociação frustrada de delação com o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e do que considera uma clara perseguição judicial contra ele. Acusou a existência de um mercado de delações premiadas, revelando detalhes substantivos.
Pôs-se à disposição da sucessora de Janot para voltar a negociar sua delação, talvez sua única saída viável para escapar da cadeia – ele foi condenado em primeira instância e responde a processos por corrupção em Curitiba, Brasília e no Rio de Janeiro. A seguir, trechos da entrevista.
ÉPOCA – O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot não aceitou sua proposta de delação premiada. O senhor ainda está disposto a colaborar, caso a nova procuradora-geral, Raquel Dodge, aceite negociar?
Eduardo Cunha – Estou pronto para revelar tudo o que sei, com provas, datas, fatos, testemunhas, indicações de meios para corroborar o que posso dizer. Assinei um acordo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República, de negociação de colaboração, que ainda está válido. Estou disposto a conversar com a nova procuradora-geral. Tenho histórias quilométricas para contar, desde que haja boa-fé na negociação.
ÉPOCA – Não houve boa-fé na negociação com Janot?
Cunha – Claro que não. Nunca acreditei que minha delação daria certo com o Janot. Tanto que não deu.
ÉPOCA – Então, por que negociou com a equipe dele?
Cunha – Topei conversar para mostrar a todos que estou disposto a colaborar e a contar a verdade. Mas só uma criança acreditaria que Janot toparia uma delação comigo. E eu não sou uma criança. O Janot não queria a verdade; só queria me usar para derrubar o Michel Temer.
ÉPOCA – Como assim?
Cunha – Tenho muito a contar, mas não vou admitir o que não fiz. Não recebi qualquer pagamento do Joesley [Batista, dono da JBS] para manter silêncio sobre qualquer coisa. Em junho, quando fui depor à Polícia Federal sobre esse episódio, disse que tanto não mantinha silêncio algum que ninguém havia me chamado a colaborar, a quebrá-lo. Naquele momento, o Ministério Público e a Polícia Federal me procuraram para fazer colaboração. Autorizei meus advogados a negociar com o MP.
ÉPOCA – O que deu errado?
Cunha – Janot queria que eu colocasse mentiras na delação para derrubar o Michel Temer. Se vão derrubar ou não o Michel Temer, se ele fez algo de errado ou não, é uma outra história. Mas não vão me usar para confirmar algo que não fiz, para atender aos interesses políticos do Janot. Ele operou politicamente esse processo de delações.
ÉPOCA – O que há de político nas delações?
Cunha – O Janot, na verdade, queria um terceiro mandato. Mas seria difícil, tempo demais para um só. O candidato dele era o Nicolao Dino [vice de Janot], mas a resistência ao Dino no PMDB era forte. Se o Dino estivesse fora, a Raquel Dodge, desafeto do grupo dele, seria escolhida. É nesse contexto que aparece aquela delação absurda da JBS. O Janot viu a oportunidade de tirar o Michel Temer e conseguir fazer o sucessor dele na PGR.
ÉPOCA – O que há de absurdo na delação da JBS? Ou o senhor se refere aos benefícios concedidos aos delatores?
Cunha – O Joesley fez uma delação seletiva, para atender aos interesses dele e do Janot. Há omissões graves na delação dele. O Joesley poupou muito o PT. Escondeu que nos reunimos, eu e Joesley, quatro horas com o Lula, na véspera do impeachment. O Lula estava tentando me convencer a parar o impeachment. Isso é só um pequeno exemplo. Eu traria muitos fatos que tornariam inviável a delação da JBS. Tenho conhecimento de omissões graves. Essa é uma das razões pelas quais minha delação não poderia sair com o Janot. Ele, com esses objetivos políticos, acabou criando uma trapalhada institucional, que culminou no episódio do áudio da JBS. Jogou uma nuvem de suspeição no Supremo sem base alguma.
ÉPOCA – Mas o que houve de político na negociação da delação do senhor?
Cunha – A maior prova de que Janot operou politicamente é que ele queria que eu admitisse que vendi o silêncio ao Joesley para poder usar na denúncia contra o Michel Temer. Não posso admitir aquilo que não fiz. Como não posso admitir culpa do que eu não fiz, inclusive nas ações que correm no Paraná. Estava disposto a trazer fatos na colaboração que não têm nada a ver com o que está exposto nas ações penais. Eles não queriam.
ÉPOCA – Havia algum outro fato que os procuradores queriam que você admitisse? Que não foi uma admissão espontânea, como determina a lei?
Cunha – Janot queria que eu colocasse na proposta de delação que houve pagamentos para deputados votarem a favor do impeachment. Isso nunca aconteceu. Um absurdo. Se o próprio Joesley confessou o contrário na delação dele, dizendo que se comprometeu a pagar deputados para votar contra o impeachment, de onde sai esse tipo de coisa? Qual o sentido? Mas aí essa história maluca, olha que surpresa, aparece na delação do Lúcio [Funaro, doleiro próximo a Cunha]. É uma operação política, não jurídica. Eles tiram as conclusões deles e obrigam a gente a confirmar. Os caras não aceitam quando você diz a verdade. Queriam que eu corroborasse um relatório da PF que me acusa de coisas que não existem. Não é verdade. Então não vou. Não vou.
ÉPOCA – Janot estabeleceu uma disputa entre o senhor e Funaro. Só um fecharia delação, por terem conhecimento de fatos semelhantes envolvendo o PMDB da Câmara.
Cunha – O Janot tem ódio de mim. Mas o ódio dele pelo Michel Temer passou a ser maior do que a mim. Então, se eu conseguisse derrubar o Michel Temer, ele aceitava. Mas eu não aceitei mentir. E ele preferiu usar o Lúcio Funaro de cavalo.
ÉPOCA – Alguma outra razão para a delação não ter saído?
Cunha – O que eu tenho para falar ia arrebentar a delação da JBS e ia debilitar a da Odebrecht. E agora posso acabar com a do Lúcio Funaro.
ÉPOCA – O que o senhor tem a contar de tão grave?
Cunha – Infelizmente, não posso adiantar, entrar no mérito desses casos. Quebraria meu acordo com a PGR. Eu honro meus acordos.
ÉPOCA – Nem no caso de Funaro? O senhor já mencionou um fato que diz ser falso.
Cunha – Ainda não tive acesso à íntegra da delação do Lúcio Funaro. Mas, pelo que li na imprensa e pelo que já tive conhecimento, há muito contrabando e mentiras ali. A delação do Lúcio Funaro foi feita única e exclusivamente pelo que ele ouviu dizer de mim. O problema é que ele disse que ouviu de mim coisas que não aconteceram. Como um encontro dele com Michel Temer e comigo na Base Aérea em São Paulo. Ou esse episódio da véspera do impeachment, de compra de deputados, que o Janot colocou na boca do Lúcio Funaro. Tudo que ele falou do Michel Temer que disse ter ouvido falar de mim é mentira. Ele não tinha acesso ao Michel Temer ou aos deputados. Eu tinha.
ÉPOCA – O senhor está preso preventivamente há quase um ano. Já foi condenado em primeira instância e ainda enfrenta inquéritos e ações penais em Curitiba e em Brasília. Tem esperança de sair da cadeia um dia?
Cunha – Minha prisão foi absurda. Não me prenderam de acordo com a lei, para investigar ou porque estivesse embaraçando os processos. Prenderam para ter um troféu político. O outro troféu é o Lula. Um troféu para cada lado. O MP e o Moro queriam ter um troféu político dos dois lados. Como Janot já era meu inimigo, todos da Lava Jato estavam atrás de mim. Mas acredito que o Supremo vá julgar meu habeas corpus, parado desde junho, e, ao seguir o entendimento já firmado na Corte, concedê-lo.
ÉPOCA – As decisões de Moro sobre a necessidade das preventivas na Lava Jato têm sido mantidas nas instâncias superiores. Não é um sinal de que ele está certo?
Cunha – Nós temos um juiz que se acha salvador da pátria. Ele quis montar uma operação Mãos Limpas no Brasil – uma operação com objetivo político. Queria destruir o establishment, a elite política. E conseguiu.
Norma instituída por Obama após massacre em Sandy Hook impedia 75 mil pessoas com transtornos mentais de adquirir armas de fogo. Mudança depende agora de assinatura de Donald Trump. Do G1 O senado dos Estados Unidos aprovou nesta quarta (15) a suspensão de uma norma da era Obama que impedia que 75 mil pessoas com […]
Norma instituída por Obama após massacre em Sandy Hook impedia 75 mil pessoas com transtornos mentais de adquirir armas de fogo. Mudança depende agora de assinatura de Donald Trump.
Do G1
O senado dos Estados Unidos aprovou nesta quarta (15) a suspensão de uma norma da era Obama que impedia que 75 mil pessoas com problemas mentais comprassem armas de fogo. A medida será agora encaminhada ao presidente Donald Trump, que deve assinar sua aprovação.
A norma foi criada por Obama em 2012, após o tiroteio na escola Sandy Hook, em Newtown, Connecticut. Na ocasião, Adam Lanza, um jovem de 20 anos com diversos distúrbios, incluindo síndrome de Asperger e transtorno obsessivo compulsivo, matou sua mãe em casa, antes de se dirigir à escola e assassinar 20 alunos e seis funcionários e cometer suicídio.
A norma ampliava a checagem de antecedentes e dificultava a compra de armas por pessoas que tem distúrbios mentais e cujos bens e benefícios são administrados por outra pessoa.
Segundo os senadores que defenderam a suspensão da norma, ela ampliava o estigma sobre pessoas com problemas mentais. O senador republicano Charles Grassley, de Iowa, disse ainda que a medida infringia o direito constitucional dessas pessoas de portar armas.
Os senadores da bancada republicana contaram com o apoio da National Rifle Association, segundo a agência Associated Press, e colocaram a medida em votação como parte de um projeto que visa derrubar uma série de medidas instituídas durante a administração Obama.
A suspensão foi aprovada por 57 votos a favor e 43 contra e foi criticada por senadores democratas, como Chris Murphy, de Connecticut. Ele disse que não sabia como explicaria a seus eleitores que o Congresso estava tornando mais fácil em vez de mais difícil que pessoas com doenças mentais tenham acesso a armas. “Se você não consegue gerenciar suas próprias finanças, como podemos esperar que você seja o portador responsável de uma arma de fogo perigosa e letal?”, questionou.
Alguns dias atrás o colaborador do blog Anchieta Santos anunciou que o prefeito serra-talhadense estava a um passo do PSB. Ontem o jornal “O Estado de São Paulo” informou que o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, reeleito em 2 de outubro último, decidiu trocar o PT pelo PSB, seu antigo partido. Segundo o jornal, o […]
Alguns dias atrás o colaborador do blog Anchieta Santos anunciou que o prefeito serra-talhadense estava a um passo do PSB.
Ontem o jornal “O Estado de São Paulo” informou que o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, reeleito em 2 de outubro último, decidiu trocar o PT pelo PSB, seu antigo partido.
Segundo o jornal, o próprio Duque circulou por Brasília na semana passada e deu a notícia a alguns correligionários. Ele filiou-se ao PT em 2011, após desligar-se do PR, porém nunca teve “alma petista”.
Muito pelo contrário, sempre se relacionou melhor com o PSB que com o seu próprio partido. Com sua saída, o PT – que elegeu apenas 7 prefeitos em Pernambuco nas últimas eleições – ficará com apenas seis, nenhum deles de cidade importante.
Serra Talhada tem o maior segundo colégio eleitoral do serão pernambucano, perdendo apenas para Petrolina, onde o prefeito eleito, Miguel Coelho, também pertence ao PSB. Nas últimas eleições, Luciano Duque, derrotou o candidato Victor Oliveira (PR), neto do ex-deputado Inocêncio Oliveira.
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