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Codevasf conquista o Nível 1 no Indicador de Governança das empresas estatais

Por Nill Júnior

A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) recebeu nesta sexta-feira (9) o certificado de Nível 1 do Indicador de Governança (IG-Sest) da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, vinculada à Secretaria Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados, do Ministério da Economia.

No resultado do 4º Ciclo de Certificação do IG-Sest, a nota da Companhia subiu de 5,26 (Nível 2) para 7,91 (Nível 1) – uma melhora de 50% na performance de governança.

“O cumprimento das metas estabelecidas é a melhor resposta à sociedade do papel da Codevasf no desenvolvimento regional”, disse o diretor da Área de Gestão dos Empreendimentos de Irrigação, Napoleão Casado, na solenidade de certificação.

Das 61 empresas públicas avaliadas no 4º ciclo do IG-Sest, 44 foram certificadas com o Nível 1, entre elas a Codevasf; 14, com o Nível 2; e 3, com o Nível 3. Nenhuma estatal recebeu o nível 4. A média geral das notas foi de 8,48, o que representou melhoria de 16% em relação ao índice anterior, quando a média foi de 7,30.

“A Codevasf apresentou significativo avanço em critérios relacionados a gestão, controle e auditoria; e transparência das informações. Isso mostra o empenho da Companhia para ajustar e modernizar a governança da empresa a fim de acompanhar as melhores práticas dos setores público e privado. Vamos trabalhar para evoluir mais nas próximas avaliações”, salientou o diretor de Desenvolvimento Integrado e Infraestrutura, Sérgio Costa, que responde pela Presidência da Codevasf.

A gerente-executiva da Área de Gestão Estratégica da Codevasf, Maria Clara Oliveira, e a representante dos empregados no Conselho de Administração da empresa, Maria da Conceição da Silva, também participaram da solenidade de certificação do IG-Sest.

IG Sest

O Indicador de Governança da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (IG-Sest) é um instrumento de acompanhamento contínuo de governança das empresas estatais federais de controle direto da União. O objetivo é avaliar e promover o cumprimento dos requisitos exigidos pela Lei nº 13.303/2016, pelo seu decreto de regulamentação (Decreto nº 8.945/2016) e pelas diretrizes estabelecidas nas resoluções da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR).

No 4º ciclo, a prioridade foi avaliar a efetividade do funcionamento das estruturas de governança implementadas e a adoção das melhores práticas corporativas usadas no mercado. A intenção da Sest é que as estatais desenvolvam ações além daquelas necessárias ao mero cumprimento de requisitos legais.

A partir do 5º ciclo de certificação, a avaliação passará a ser anual. Até agora, os ciclos eram semestrais – o primeiro teve seus resultados divulgados em novembro de 2017.

*Com informações do Ministério da Economia

Outras Notícias

Cada um pra um lado: Zeca e Madalena se lançam pré-candidatos neste sábado

Nomes falam no mesmo horário às principais emissoras da cidade Em Arcoverde, esta manhã de sábado será animada. Na Rádio Itapuama FM, Zeca Cavalcanti (PODEMOS) estará com os vereadores Siqueirinha, Heriberto do Sacolão, Rodrigo Roa, Célia Galindo e a médica Cybele Roa anunciando sua pré-candidatura à prefeitura de Arcoverde. Já na Independente FM, a ex-prefeita […]

Nomes falam no mesmo horário às principais emissoras da cidade

Em Arcoverde, esta manhã de sábado será animada.

Na Rádio Itapuama FM, Zeca Cavalcanti (PODEMOS) estará com os vereadores Siqueirinha, Heriberto do Sacolão, Rodrigo Roa, Célia Galindo e a médica Cybele Roa anunciando sua pré-candidatura à prefeitura de Arcoverde.

Já na Independente FM, a ex-prefeita Madalena Britto (PSB) é a convidada para também lançar seu projeto. Madalena também arregimenta um bloco de apoio.

Em Arcoverde, dizem que Zeca tem a preferência, com alguma vantagem em relação à ex-prefeita, mas ela teria mais condições para estruturar uma campanha contra o bloco governista. A possibilidade de aliança de ambos é tida como cada vez mais difícil. As entrevistas só irão reforçar isso.

Ambos tentam pegar um vão na crise de popularidade vivida pela gestão Wellington Maciel, que tem duas opções: ser candidato a reeleição, tentando recuperar o tempo perdido nesse último ano, ou abrir mão da disputa e apoiar outro nome, como o cotado Luciano Pacheco.

Morre a economista Maria da Conceição Tavares, aos 94 anos

A economista Maria da Conceição Tavares morreu, neste sábado (8/6), aos 94 anos em Nova Friburgo (RJ). A causa da morte não foi divulgada até o momento. Nascida na cidade portuguesa de Anadia, se mudou para o Brasil em 1954 para fugir da ditadura de António de Oliveira Salazar e se naturalizou brasileira em 1957. […]

A economista Maria da Conceição Tavares morreu, neste sábado (8/6), aos 94 anos em Nova Friburgo (RJ). A causa da morte não foi divulgada até o momento.

Nascida na cidade portuguesa de Anadia, se mudou para o Brasil em 1954 para fugir da ditadura de António de Oliveira Salazar e se naturalizou brasileira em 1957. Estudou economia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Tavares foi deputada federal filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT) por um mandato, entre 1995 e 1999, e escreveu diversos livros sobre desenvolvimento econômico. Trabalhou no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e na Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

A economista influenciou uma série de nomes da área, e voltou a se popularizar após trechos de aulas e uma entrevista ao Programa Roda Viva viralizar nas redes sociais, onde ela defendia: “Se você não se preocupa com justiça social, com quem paga a conta, você não é um economista sério. Você é um tecnocrata”.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lamentou a morte de Conceição Tavares. “Nascida em Portugal, adotou o Brasil e nosso povo com o seu coração e paixão pelo debate público e pelas causas populares. Foi uma economista que nunca esqueceu a política e a defesa de um desenvolvimento econômico com justiça social”, escreveu Lula.

PT rejeita fim da aliança com PMDB e alteração da política econômica

O Partido dos Trabalhadores (PT) decidiu neste sábado (13) excluir da resolução final de seu 5º Congresso Nacional trechos que defendiam o fim da aliança nacional com o PMDB no governo e a alteração na atual política econômica, marcada pelo ajuste fiscal. No encontro, militantes e dirigentes da sigla fizeram críticas ao presidente da Câmara, […]

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O Partido dos Trabalhadores (PT) decidiu neste sábado (13) excluir da resolução final de seu 5º Congresso Nacional trechos que defendiam o fim da aliança nacional com o PMDB no governo e a alteração na atual política econômica, marcada pelo ajuste fiscal.

No encontro, militantes e dirigentes da sigla fizeram críticas ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

Durante a votação da resolução do evento, que consolida as posições do partido sobre a atual situação da política e da economia, os delegados decidiram tirar da versão final uma parte que dizia que “o presidencialismo de coalizão está esgotado, dando espaço e poder ao principal dos ‘aliados’, muitas vezes, o sabotador do governo, o PMDB, que opera pela contrarreforma política e pela revisão do regime da partilha do pré-sal”.

No debate que antecedeu a votação, militantes gritavam “Fora Cunha! Fora Cunha!”, em protesto contra o presidente da Câmara. No palco onde lideranças discursavam, parlamentares petistas que atuam na linha de frente governista no Congresso buscaram defender a aliança com o PMDB em nome da “governabilidade”.

“Nós não podemos ter ilusão no Congresso. Nós também não podemos achar que, a partir de hoje, a presidente Dilma vai ter maioria no Congresso para votar os projetos que advêm da mobilização social. A governabilidade congressual é também necessária… Ou o PT não está fazendo isso todo dia no Congresso Nacional? Nós não podemos levar o governo Dilma para o isolamento no Congresso”, afirmou o deputado José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara.

Na discussão sobre a atual política econômica, o PT aprovou texto que defende ser “preciso conduzir a orientação geral da política econômica para a implementação de estratégias para retomada do crescimento, para a defesa do emprego, do salário e demais direitos dos trabalhadores, que permitam a ampliação das políticas sociais”.

A proposta original usava a expressão “alteração da política econômica”, em vez de “conduzir a orientação geral da política econômica”. Durante o anúncio da mudança, o líder do governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), foi vaiado por militantes ao defender a necessidade do ajuste fiscal para alcançar os objetivos defendidos pela legenda.

O texto original também continha menções críticas ao ministro Joaquim Levy, que acabaram sendo retiradas do documento.

Romero Sales diz que entregas mostram presença e apoio a Afogados e Itapetim

No Debate das Dez, dentro da Manhã Total da última quinta-feira (12), o deputado estadual Romero Sales Filho (UB) defendeu sua atuação junto à oposição em Afogados da Ingazeira. Durante a entrevista, ele falou sobre entregas e também comentou a agenda que a governadora Raquel Lyra cumpriu no Sertão do Pajeú. Questionado sobre a cobrança […]

No Debate das Dez, dentro da Manhã Total da última quinta-feira (12), o deputado estadual Romero Sales Filho (UB) defendeu sua atuação junto à oposição em Afogados da Ingazeira.

Durante a entrevista, ele falou sobre entregas e também comentou a agenda que a governadora Raquel Lyra cumpriu no Sertão do Pajeú.

Questionado sobre a cobrança de parte da população de que não tem aparecido no município, Romero afirmou que considera legítima a cobrança, mas destacou que tem percorrido todo o estado. Segundo ele, sempre que é convidado por lideranças locais, como Danilo e Zé Negão, participa de eventos na cidade.

O deputado também explicou que durante o Carnaval costuma se resguardar com a família em um retiro espiritual, por ser evangélico. Romero Sales Filho destacou ainda que, mesmo antes de ter sido votado no município, já destinou recursos para Afogados da Ingazeira. De acordo com ele, já foram enviados quase R$ 1 milhão em emendas parlamentares, além de ações voltadas ao fortalecimento do homem do campo, como a chegada prevista de 40 tratoritos e 70 forrageiras para apoiar a agricultura familiar.

Segundo o parlamentar, essas ações são apenas o início do trabalho e o objetivo é ampliar as entregas para a população nos próximos anos.

Em Afogados,  é apoiado pelo grupo que conta com Danilo Simões,  Edson Henrique e Zé Negão. Em Itapetim,  é apoiado pelo líder da oposição,  Anderson Lopes.

Paulo Maluf é internado em hospital particular de Brasília

G1 O Deputado federal afastado Paulo Maluf (PP-SP) foi internado em um hospital particular da Asa Sul, em Brasília, por volta da 0h desta quarta-feira (28). Segundo o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, o parlamentar de 86 anos “teve uma complicação séria no seu quadro de saúde nesta madrugada e foi internado […]

G1

O Deputado federal afastado Paulo Maluf (PP-SP) foi internado em um hospital particular da Asa Sul, em Brasília, por volta da 0h desta quarta-feira (28). Segundo o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, o parlamentar de 86 anos “teve uma complicação séria no seu quadro de saúde nesta madrugada e foi internado às pressas”.

O Hospital Ortopédico e Medicina Especializada (Home) confirmou a internação do deputado, mas não informou o motivo nem o estado de saúde dele até as 10h30 desta quarta.

A Secretaria da Segurança Pública do DF informou ao G1 que o parlamentar “inicialmente, ficará internado por 24 horas para exames”. Maluf está sob escolta de agentes da Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe). Ele foi encaminhado ao hospital pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após se queixar de dores nas costas.

Como o parlamentar pode receber visitas apenas na sexta-feira, só receberá parentes e amigos no hospital se ainda estiver internado até lá. Os visitantes precisam ter cadastro e autorização emitida pela Sesipe.

Maluf terá de ficar sob observação por ao menos três dias, disse Kakay. Segundo ele, o quadro de saúde do parlamentar é “grave, com constante e diário comprometimento, inclusive com permanente risco de óbito”.

De acordo com a defesa, Maluf tem problemas cardíacos e ortopédicos, além de câncer de próstata e diabetes. Ao STF, a defesa pediu a prisão domiciliar do cliente alegando “questões humanitárias e riscos à saúde”.

Maluf está preso na Complexo Penitenciário da Papuda desde 22 de dezembro, depois de decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o cumprimento imediato da pena de 7 anos e 9 meses de prisão a que ele foi condenado por lavagem de dinheiro no período em que foi prefeito de São Paulo (SP) – entre 1993 e 1996.