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Carnaíba: prefeitura conclui reforma da Escola de Música e Conservatório

Por Nill Júnior

A Prefeitura de Carnaíba, por meio da Secretaria Municipal de Obras, está concluindo a reforma da Escola de Música Maestro Israel Gomes e do Conservatório Pernambucano de Música Maestro Petrolino Malaquias, segundo nota.

Entre as melhorias executadas, estão: retelhamento, reparos nas paredes e pinturas em geral.

As matrículas para quem deseja aprender música continuam abertas para os instrumentos de sopro, violão, teclado, sanfona e percussão, além da grande novidade deste ano; Violino, Viola e Violoncelo.

Até o momento, já foram feitas 223 matrículas.  Para fazer a matrícula, os maiores de 17 anos devem se dirigir até o prédio da referida escola, portando os documentos pessoais, bem como os responsáveis de menores de idade.

O atendimento está acontecendo durante os dias úteis da semana, sendo das 7h às 12h e das 14h às 17h até a sexta-feira, e no sábado das 7h30 às 12h. As aulas terão início nos próximos dias.

Outras Notícias

Violência política soma 354 casos antes das eleições e atinge maior nível da década

O Brasil registrou 354 casos de violência política no período que antecedeu as eleições de 2026. O número representa o maior nível observado na última década para uma fase pré-eleitoral. O levantamento, produzido pela Terra de Direitos e pela Justiça Global, analisou ocorrências registradas entre 28 de outubro de 2024 e 15 de agosto deste […]

O Brasil registrou 354 casos de violência política no período que antecedeu as eleições de 2026. O número representa o maior nível observado na última década para uma fase pré-eleitoral.

O levantamento, produzido pela Terra de Direitos e pela Justiça Global, analisou ocorrências registradas entre 28 de outubro de 2024 e 15 de agosto deste ano. A média foi de um episódio a cada 44 horas.

As mulheres aparecem como vítimas em 50,6% dos casos, apesar de ocuparem cerca de 18% das cadeiras legislativas no país.

Os dados também mostram diferenças quanto ao tipo de violência. Homens concentraram 77,2% dos casos de agressões físicas, atentados e assassinatos. Já entre ameaças e ofensas, classificadas como violência simbólica, as mulheres representaram 58,3% das vítimas.

Todos os 31 casos de ameaças de violência sexual e os 67 episódios envolvendo conteúdo de conotação sexual ou comentários sobre corpo e aparência tiveram mulheres como alvo.

Segundo o estudo, 96,3% dos episódios atingiram pessoas que ocupavam cargos eletivos. Vereadores e vereadoras representam 49,6% das vítimas, com 176 registros.

Entre as 179 mulheres vítimas de violência política identificadas no período, 64 eram pretas. O levantamento aponta ainda que 32 pessoas sofreram ataques mais de uma vez, sendo 23 mulheres.

Outro dado apresentado pelas organizações diz respeito à resposta das autoridades. Pelo menos 300 episódios, equivalentes a 84,5% do total, tiveram denúncia formal ou pública.

Apesar disso, apenas 46 casos, ou 13% do total, contavam com investigação judicial ou policial em andamento no período analisado. Nove episódios, correspondentes a 2,5%, haviam resultado em punição efetiva dos autores.

Em 64 ocorrências, o agressor também ocupava mandato eletivo ou cargo público. Policiais e outros agentes estatais aparecem como responsáveis em 29,9% dos registros.

O levantamento identificou ainda 52 casos de violência ocorridos dentro do próprio ambiente de trabalho parlamentar.

As entidades responsáveis pelo estudo defendem maior aplicação da Lei nº 14.192, de 2021, que estabelece normas para prevenir, reprimir e combater a violência política contra a mulher.

Os números referentes especificamente ao período oficial da campanha do primeiro turno deverão ser divulgados posteriormente.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Vereador Djalma Alves responsabiliza a crise nacional pelas dificuldades do governo Cida em Solidão

O discurso dos políticos de Solidão é um só. Não é cedo para definir as chapas para a eleição que só vai acontecer em outubro de 2016. Assim como a Prefeita Cida Oliveira e o candidato de oposição Genivaldo Soares, agora foi a vez do vereador por sete mandatos e pré-candidato governista Djalma Alves dizer […]

Djalma-AlvesO discurso dos políticos de Solidão é um só. Não é cedo para definir as chapas para a eleição que só vai acontecer em outubro de 2016. Assim como a Prefeita Cida Oliveira e o candidato de oposição Genivaldo Soares, agora foi a vez do vereador por sete mandatos e pré-candidato governista Djalma Alves dizer falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM que nas ruas da cidade não se fala de outra coisa.

Assim, não acha que tenha se precipitado em definir sua candidatura. Dando uma nota 8 ao governo da Prefeita Cida, Djalma negou que sua candidatura tenha sido imposta e desafiou o vereador e pré-candidato a vice pela oposição Rogério Barros a provar que ele tenha ameaçado romper se não fosse o candidato. Ele alfinetou o palanque do adversário Genivaldo Soares, dizendo que lá estão os políticos como os ex-prefeitos Diomésio, Neta Melo, Dalva e no seu está o povo.

O vereador não concordou com as críticas à atual administração. Reconheceu que tem muitas obras paradas e alguns atrasos com pessoal, alguns casos com 03 meses, mas colocou tudo na conta da crise, da Caixa Econômica e dos governos Federal e Estadual.

Djalma concluiu dizendo que o que for bom da atual administração vai continuar. O vereador e pré-candidato a vice José Nogueira disse que até hoje não entendeu a posição co colega Rogério Barros que dizia que só cederia a vaga de vice pra ele, e depois recuou e pulou de palanque.

Acompanhado do ex-vereador Viturino Vieira, o Presidente da Câmara Antônio Marinheiro, o “Bujão”, reforçou o discurso de Zé Nogueira, dizendo que Rogério foi quem cedeu o lugar a Zé Nogueira. Ao mesmo tempo disse não acreditar que outros vereadores deixem o palanque governista para apoiar a oposição.

“Jornalismo não se responde com intimidação”, diz responsável pelo Bastidor.PE após pedido de investigação

Rodrigo Ambrósio negou ter gráfica ou relação com Amisadai Andrade e afirmou que vai registrar boletim de ocorrência após divulgação de informações sobre sua residência. Rodrigo Ambrósio, responsável pelo perfil Bastidor.PE, se manifestou nesta terça-feira (1º), após a Frente Popular de Pernambuco pedir que autoridades investiguem a origem da fotografia de um panfleto apócrifo que […]

Rodrigo Ambrósio negou ter gráfica ou relação com Amisadai Andrade e afirmou que vai registrar boletim de ocorrência após divulgação de informações sobre sua residência.

Rodrigo Ambrósio, responsável pelo perfil Bastidor.PE, se manifestou nesta terça-feira (1º), após a Frente Popular de Pernambuco pedir que autoridades investiguem a origem da fotografia de um panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD).

Em vídeo publicado nas redes sociais, Ambrósio negou informações que, segundo ele, vêm sendo divulgadas a seu respeito e afirmou que pretende adotar medidas judiciais.

“Eu não tenho gráfica e nunca tive. O endereço que estão mostrando como se fosse uma grande descoberta é simplesmente minha casa”, declarou.

Segundo Ambrósio, imagens da residência utilizadas em publicações teriam sido retiradas do Google Street View e seriam de 2020. Ele afirmou ainda que uma parede do imóvel estaria sendo associada a uma imagem relacionada aos ataques contra Raquel.

“O muro que está sendo exibido em vídeos por aí é o muro da minha residência, só que de 2020”, disse.

O responsável pelo Bastidor.PE também negou qualquer ligação com Amisadai Andrade, ex-servidor estadual citado nas denúncias envolvendo um suposto esquema de ataques digitais contra adversários políticos.

“Eu não conheço Amisadai e nunca tive qualquer relação com ele”, afirmou.

Ambrósio classificou as associações como uma tentativa de intimidar o trabalho realizado pelo perfil. Segundo ele, o Bastidor.PE funciona de forma independente, com participação voluntária de colaboradores.

“Essas são tentativas de usar informações falsas e associações inexistentes para intimidar um trabalho jornalístico e manipular a opinião pública”, declarou.

A manifestação ocorre depois de a Frente Popular pedir investigação complementar sobre o perfil e seus responsáveis. A coligação de João Campos (PSB) sustenta que a página publicou a principal fotografia encontrada do panfleto apócrifo que cita o marido de Raquel Lyra e pediu que as autoridades apurem a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo perfil com o Governo do Estado.

O pedido de investigação não significa que o Bastidor.PE ou Rodrigo Ambrósio tenham sido responsabilizados pela produção ou distribuição dos materiais.

No vídeo, Ambrósio afirmou ainda que pretende registrar boletim de ocorrência e recorrer à Justiça contra quem, segundo ele, divulgou informações falsas ou expôs sua residência.

“Eu não vou responder ataque com ataque. Vamos para a Justiça”, disse.

Ao final, reforçou que o perfil continuará publicando conteúdos. “A intimidação não vai definir o que o Bastidor pode ou não pode publicar. Nosso compromisso continua sendo com o jornalismo e com o direito de informar”, afirmou.

Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a manifestação de Rodrigo Ambrósio.

 

Vídeo: Reprodução/Instagram

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Odacy instala Frente Parlamentar de Revitalização do rio São Francisco e demais rios de PE

O deputado estadual Odacy Amorim, líder do PT na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), instala oficialmente nesta quarta-feira, dia 3, a Frente Parlamentar em de Revitalização do Rio São Francisco e demais rios de Pernambuco. O ato acontece a partir da 9h numa data simbólica para o Velho Chico por ser o 3 de junho […]

odacy alepe

O deputado estadual Odacy Amorim, líder do PT na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), instala oficialmente nesta quarta-feira, dia 3, a Frente Parlamentar em de Revitalização do Rio São Francisco e demais rios de Pernambuco.

O ato acontece a partir da 9h numa data simbólica para o Velho Chico por ser o 3 de junho o Dia Nacional em Defesa do Rio São Francisco, instituída pelo Comitê de Bacias Hidrográficas do São Francisco no final de 2013.

Odacy será o coordenador geral da Frente que terá ainda como membros efetivos os deputados Miguel Coelho (PSB), Lucas Ramos (PSB), Socorro Pimentel (PSD), Rodrigo Novaes PSD), Tony Gel (PMDB) e Júlio Cavalcanti (PTB). O objetivo do grupo é a promoção de política públicas de sustentabilidade hídrica em consonância com a biodiversidade do Velho Chico e dos outros mananciais do estado.

O requerimento apresentado por Odacy foi aprovado por unanimidade logo no começo da atual legislatura. A Frente terá validade de dois anos. O colegiado vai atuar no âmbito da Assembleia Legislativa na formulação e defesa de propostas e ações que contribuam para o estímulo à revitalização dos rios e muito especialmente do rio São Francisco.

“Vamos procurar meios para incentivar, promover debates, audiências pública e eventos para colaborar com os trabalhos da Frente para ajudar na busca de políticas de proteção para a sobrevivência ambiental de todos esses rios e especialmente do nosso Velho Chico”, comentou o deputado.

Odacy Amorim estará também em Petrolina para integrar a campanha ‘Eu viro carranca para defender o Velho Chico’, atos que ocorrerão em toda as cidades banhadas pelo rio São Francisco. Em Petrolina a concentração será na Praça do Babuzinho, Centro da Cidade, a partir das 15h, depois os participantes seguem em caminhada para a Orla 1 onde haverá diversas apresentações e pronunciamentos.

Um abaixo-assinado estará sendo feito com o recolhimento de assinaturas em apoio a manutenção do programa de revitalização do São Francisco, iniciativa do governo federal, por mais 20 anos.

“Estaremos também engajado nessa programação, levando a Frente Parlamentar para a programação e nos unindo a todos os ribeirinhos na luta pela revitalização e pela vida do nosso Velho Chico”, concluiu o deputado Odacy Amorim.

Moraes diz que vai ignorar sanções de Trump e que STF não se dobra a ameaças

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (1º) que a Corte não irá se “envergar a ameaças covardes e infrutíferas”, e que pretende ignorar as sanções aplicadas contra ele pelo governo dos Estados Unidos. “As ações prosseguirão. O rito processual do STF não se adiantará, não se atrasará. O rito processual […]

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (1º) que a Corte não irá se “envergar a ameaças covardes e infrutíferas”, e que pretende ignorar as sanções aplicadas contra ele pelo governo dos Estados Unidos.

“As ações prosseguirão. O rito processual do STF não se adiantará, não se atrasará. O rito processual do STF irá ignorar as sanções praticadas. Esse relator vai ignorar as sanções que lhe foram aplicadas e continuar trabalhando, como vem fazendo, no plenário, na Primeira Turma, sempre de forma colegiada”, disse Moraes.

Ele prosseguiu: “Esta Corte vem, e continuará realizando sua missão Constitucional. Em especial, neste segundo semestre, realizará os julgamentos e as conclusões dos quatro núcleos das importantes ações penais relacionadas à tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro”.

Moraes fez o pronunciamento durante a cerimônia de abertura do semestre Judiciário, após o recesso.

Esta é a primeira fala pública do ministro após ser incluído na lista de sancionados pela Lei Magnitsky, norma do governo dos EUA para punir estrangeiros (entenda mais abaixo).

“Acham que estão lidando com pessoas da laia deles. Acham que estão falando também com milicianos. Mas não estão, estão falando com ministros da Suprema Corte brasileira”, disse Moraes. Antes disso, o ministro agradeceu as palavras do presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, e do decano Gilmar Mendes em defesa a ele — diante das sanções impostas pelos Estados Unidos.

STF não vai ceder a ‘pressões’

No pronunciamento, o relator dos processos contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros 7 réus acusados de liderar uma trama golpista para promover um golpe de Estado no país, afirmou que o STF não irá tolerar “ameaças”.

“Não é possível pressões, coações, no sentido de querer obter, repito, entre aspas, um espúrio arquivamento imediato dessas ações penais sob pena de se prejudicar a economia brasileira, o sustento das pessoas, o trabalho dos brasileiros e das brasileiras”, destacou.