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Secretário de Saúde não confirma inauguração do Hospital de Tabira para o dia 15 de agosto

Por Nill Júnior

hospital-tabira-reforma

por Anchieta Santos 

Ao contrário do que foi anunciado por outros integrantes do Governo Sebastião Dias, a Secretaria de Saúde não oficializa a entrega do Hospital para a primeira quinzena de agosto. Pela complexidade dos equipamentos que serão instalados no Hospital de Tabira que passou por ampla reforma, o Secretário de Saúde Alan Dias não quis arriscar o anuncio da inauguração para o dia 15 de agosto.

Falando a Radio Cidade FM, Dr. Alan disse que a empresa contratada para fazer a instalação dos equipamentos, inclusive do novo bloco cirúrgico e a relocação do bloco existente está sendo esperada esta semana para adiantar os trabalhos na unidade hospitalar.

Outras Notícias

Ouro Velho-PB ganha monumento de Nossa Senhora das Graças

Aconteceu na noite da última terça-feira (11), a inauguração do Monumento Nossa Senhora das Graças na Praça Coronel Sérgio Dantas, no município de Ouro Velho, na Paraíba.   A imagem da Santa foi adquirida com recursos próprios do prefeito Dr. Augusto Valadares e sua esposa, Andrezza Guimarães e do médico e líder político Dr. Júnior e sua esposa, Natália Lira.  O monumento será […]

Aconteceu na noite da última terça-feira (11), a inauguração do Monumento Nossa Senhora das Graças na Praça Coronel Sérgio Dantas, no município de Ouro Velho, na Paraíba.  

A imagem da Santa foi adquirida com recursos próprios do prefeito Dr. Augusto Valadares e sua esposa, Andrezza Guimarães e do médico e líder político Dr. Júnior e sua esposa, Natália Lira. 

O monumento será mais um espaço voltado para os fiéis da padroeira do município.   

Estiveram presentes a inauguração, além do prefeito Augusto Valadares, a ex-prefeita Natália Lira,  o médico Dr. Júnior, o vice-prefeito Paulo Júnior, vereadores, secretários, o Padre Eudes  Araújo e populares.

Ato marca estreia de fato de Márcia como protagonista

A ida de Lula a Serra Talhada com toda a Frente Popular,  incluindo João Campos, Teresa Leitão,  Paulo Câmara e Danilo Cabral teve também um marco temporal ligado à prefeita Márcia Conrado. Foi o primeiro grande ato com a gestora como protagonista governista de fato, depois de toda a movimentação de nomes da oposição e […]

A ida de Lula a Serra Talhada com toda a Frente Popular,  incluindo João Campos, Teresa Leitão,  Paulo Câmara e Danilo Cabral teve também um marco temporal ligado à prefeita Márcia Conrado.

Foi o primeiro grande ato com a gestora como protagonista governista de fato, depois de toda a movimentação de nomes da oposição e do aliado e ex-padrinho Luciano Duque para o palanque de Marília Arraes.

Sem nenhum outro grande nome de peso ao seu lado, com uma base que conta com a maioria dos vereadores,  Márcia praticamente estreou como líder individual do grupo. E não foi a Márcia paz e amor de quase toda a campanha de 2020. Ao se referir a Teresa Leitão,  cutucou Marília.  “A política precisa de mais mulheres, mas não é qualquer tipo de mulher”, disse, para depois afirmar que Teresa tinha uma condução reta, coerente, sem interesses pessoais.

Fez referência a ações que antes eram invocadas por Sebastião Oliveira,  como a estrada de Bernardo Vieira e o Aeroporto Santa Magalhães.

E ouviu Lula prometer que, se eleito, vai destravar o imbróglio das 900 casas não entregues do Conjunto Vanete Almeida.

Duque estava longe: o ex-prefeito Luciano Duque não estava em Serra Talhada e disse respeitar o ato que era do PSB. Cumpriu agendaem Belém do São Francisco.  “Vou ter outros momentos para encontrar o presidente Lula “, disse mais cedo para o nosso comentário no Sertão Notícias.

Kaike de novo: o assessor Cesar Kaike voltou a dar manchetes. No blog de Jamildo, foi notícia por ter áudio vazado pedindo que a equipe arrancasse adesivos de Marília Arraes.

“Estamos tendo problemas no evento. Quem ver pessoas com adesivo de Marília, arranquem. Alguém colocou a militância de Marília Arraes para ‘adesivar’ as pessoas, enganosamente. Então tirem e botem adesivos de Danilo nessas pessoas. Nos ajudem, é a hora de todo mundo dar as mãos”, diz Cesar Kaique.

Menos vaias, mais aplausos em Serra: vaias ainda foram ouvidas direcionadas para alguns solicialistas como Paulo Câmara e João Campos,  mas em volume muito menor que os registrados em Garanhuns.  Em Serra o alinhamento do palanque gerou mais aplausos.

Recado a Duque? A frase de Teresa Leitão “em terra de Maria Bonita, Coronel não se cria”, foi interpretada por parte da imprensa como um recado a Luciano Duque.  Mesmo separados,  os dois não tinham má relação.  Duque também nunca teve o estigma de Coronel. Mas a pimenta já foi jogada.

Serra Talhada registra melhor saldo de empregos em junho no Pajeú

No total foram 1.258 vagas de saldo no Sertão e 123 no Pajeú. Moxotó registrou apenas 20 vagas no período.  Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados no Brasil (Caged), o Sertão de Pernambuco obteve saldo de 1.258 vagas formais de trabalho no último mês de junho. Foram 847 vagas no Sertão do […]

No total foram 1.258 vagas de saldo no Sertão e 123 no Pajeú. Moxotó registrou apenas 20 vagas no período. 

Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados no Brasil (Caged), o Sertão de Pernambuco obteve saldo de 1.258 vagas formais de trabalho no último mês de junho.

Foram 847 vagas no Sertão do São Francisco, 179 no Sertão Central, 123 no Sertão do Pajeú, 62 no Sertão do Araripe, 27 no Sertão de Itaparica e 20 no Sertão do Moxotó.

O melhor saldo é de Petrolina (545), seguido por Afrânio (148), Salgueiro (142), Lagoa Grande (86) e Serra Talhada (61). Os piores resultados em junho são de Sertânia (-12), Afogados da Ingazeira (-16), Ouricuri (-41), Brejinho (-51)  e Inajá (-126).

No Pajeú os melhores resultados foram de Serra Talhada (61), Tabira (23), São José do Egito (14) e Santa Terezinha (11). Os resultados mais negativos ficaram com Afogados da Ingazeira (-16) e Brejinho (-51).

Sertão do Moxotó

  1. Manari (12)
  2. Arcoverde (6)
  3. Custódia (2)
  4. Betânia (-5)
  5. Ibimirim (-10)
  6. Sertânia (-12)
  7. Inajá (-126)

Sertão do Pajeú

  1. Serra Talhada (61)
  2. Tabira (23)
  3. São José do Egito (14)
  4. Santa Terezinha (11)
  5. Flores (4)
  6. Carnaíba (3)
  7. Iguaracy (2)
  8. Triunfo (2)
  9. Tuparetama (2)
  10. Ingazeira (1)
  11. Calumbi (0)
  12. Santa Cruz da Baixa Verde (-1)
  13. Solidão (-2)
  14. Itapetim (-3)
  15. Quixaba (-3)
  16. Afogados da Ingazeira (-16)
  17. Brejinho (-51)

Sertão Central

  1. Salgueiro (142)
  2. São José do Belmonte (17)
  3. Mirandiba (9)
  4. Parnamirim (6)
  5. Cedro (3)
  6. Serrita (1)
  7. Verdejante (1)

Sertão de Itaparica

  1. Floresta (22)
  2. Jatobá (5)
  3. Tacaratu (1)
  4. Carnaubeira da Penha (0)
  5. Itacuruba (0)
  6. Belém do São Francisco (-1)
  7. Petrolândia (-10)

Sertão do Araripe

  1. Araripina (42)
  2. Ipubi (18)
  3. Bodocó (1)
  4. Trindade (1)
  5. Granito (0)
  6. Moreilândia (-1)
  7. Exu (-2)
  8. Santa Cruz (-3)
  9. Santa Filomena (-7)
  10. Ouricuri (-41)

Sertão do São Francisco

  1. Petrolina (545)
  2. Afrânio (148)
  3. Lagoa Grande (86)
  4. Dormentes (32)
  5. Cabrobó (29)
  6. Terra Nova (4)
  7. Santa Maria da Boa Vista (3)
  8. Orocó (-3)

Ranking Geral Junho 2022 (Caged):

  1. Petrolina (545)
  2. Afrânio (148)
  3. Salgueiro (142)
  4. Lagoa Grande (86)
  5. Serra Talhada (61)
  6. Araripina (42)
  7. Dormentes (32)
  8. Cabrobó (29)
  9. Tabira (23)
  10. Floresta (22)
  11. Ipubi (18)
  12. São José do Belmonte (17)
  13. São José do Egito (14)
  14. Manari (12)
  15. Santa Terezinha (11)
  16. Mirandiba (9)
  17. Arcoverde (6)
  18. Parnamirim (6)
  19. Jatobá (5)
  20. Flores (4)
  21. Terra Nova (4)
  22. Carnaíba (3)
  23. Cedro (3)
  24. Santa Maria da Boa Vista (3)
  25. Custódia (2)
  26. Iguaracy (2)
  27. Triunfo (2)
  28. Tuparetama (2)
  29. Bodocó (1)
  30. Ingazeira (1)
  31. Serrita (1)
  32. Tacaratu (1)
  33. Trindade (1)
  34. Verdejante (1)
  35. Calumbi (0)
  36. Carnaubeira da Penha (0)
  37. Granito (0)
  38. Itacuruba (0)
  39. Belém do São Francisco (-1)
  40. Moreilândia (-1)
  41. Santa Cruz da Baixa Verde (-1)
  42. Exu (-2)
  43. Solidão (-2)
  44. Itapetim (-3)
  45. Orocó (-3)
  46. Quixaba (-3)
  47. Santa Cruz (-3)
  48. Betânia (-5)
  49. Santa Filomena (-7)
  50. Ibimirim (-10)
  51. Petrolândia (-10)
  52. Sertânia (-12)
  53. Afogados da Ingazeira (-16)
  54. Ouricuri (-41)
  55. Brejinho (-51)
  56. Inajá (-126)
Na largada, Fabinho abre 9 pontos de vantagem sobre Marcones em Salgueiro

Candidato a deputado estadual nas eleições passadas, o empresário Fabinho Lisandro (PRD) sai na frente, com 40% das intenções de votos, na primeira pesquisa para prefeito de Salgueiro encomendada pelo Blog do Magno ao Instituto Opinião. Em segundo lugar aparece o prefeito Marcones Sá (PSB), candidato à reeleição, com 30,8%. Como alternativa de terceira via, […]

Candidato a deputado estadual nas eleições passadas, o empresário Fabinho Lisandro (PRD) sai na frente, com 40% das intenções de votos, na primeira pesquisa para prefeito de Salgueiro encomendada pelo Blog do Magno ao Instituto Opinião. Em segundo lugar aparece o prefeito Marcones Sá (PSB), candidato à reeleição, com 30,8%. Como alternativa de terceira via, Antônio Rocha (Mobiliza 33) pontua apenas 3%.

Brancos e nulos somam 11,3% e indecisos chegam a 14,9%. Na espontânea, modelo pelo qual o eleitor é instigado a lembrar o nome do seu candidato preferido sem o auxílio do disco, um ponto separa o prefeito Marcones de Fabinho – 19,5% a 18,5%. Neste cenário foram citados ainda Doutor Edilton Carvalho, por 0,8% dos entrevistados, Clebel, com o mesmo percentual e Antônio Rocha (0,3%). Brancos e nulos somam 8,8% e indecisos sobem para 51,3%.

No quesito rejeição, Marcones lidera. Entre os entrevistados, 32% disseram que não votariam nele de jeito nenhum, seguido por Antônio Rocha, com 18%, e Fabinho, com 12,5%. Ainda entre os entrevistados, 4,5% disseram que rejeitam todos e 33% disseram que não rejeitam nenhum dos candidatos que foram colocados no disco da pesquisa.

No confronto direto com os seus dois adversários, o prefeito perde para Fabinho e ganha para Rocha. Se o seu concorrente fosse Fabinho, ele teria 33,3% dos votos e o oponente 47%.  Já se o adversário do prefeito fosse Antônio Rocha, ele teria 45% dos votos e o adversário apenas 23%.

Estratificando o levantamento, as maiores taxas de intenção de voto de Fabinho despontam entre os eleitores com grau de instrução no ensino médio (44,9%), entre os eleitores na faixa etária de 35 a 34 anos (44%) e entre os eleitores com renda familiar até dois salários (42,1%). Por sexo, 43,9% dos seus eleitores são homens e 36,5% são mulheres.

Já o prefeito Marcones Sá tem suas melhores indicações de voto entre os eleitores entre os eleitores com renda familiar acima de cinco salários (38,2%), entre os eleitores na faixa etária entre 45 e 59 anos (35,1%) e entre os eleitores com grau de instrução superior (41,3%). Por sexo, 33,6% dos seus eleitores são mulheres e 27,5% dos seus eleitores são homens.

A pesquisa do Instituto Opinião, de Campina Grande (PB), que tem parceria com este blog há 16 anos, foi a campo entre os dias 13 e 14 deste mês, sendo aplicados 400 questionários. O intervalo de confiança estimado é de 95,0% e a margem de erro máxima estimada é de 4,9 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. A pesquisa está registrada sob o protocolo PE-06538/2024.

GESTÃO

O Opinião também avaliou o nível de satisfação do eleitorado de Salgueiro com os três níveis de poder – Federal, Estadual e Municipal. A gestão do presidente Lula tem aprovação de 73,5% e desaprovação de 21%. Já o Governo Raquel tem 53,5% de aprovação e 33.56% de reprovação. Dos três, o governo do prefeito é o mais rejeitado. Entre os entrevistados, 51,8% disseram que desaprovam a sua gestão e 41% disseram que aprovam.

Silvio Costa Filho defende queda do veto presidencial na lei Aldir Blanc e Paulo Gustavo

O deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos) defendeu, nesta terça-feira (5), a manutenção dos projetos de lei Aldir Blanc e Paulo Gustavo. As iniciativas, aprovadas no Congresso Nacional em março, foram vetadas pelo presidente Jair Bolsonaro em maio, mas Silvio Costa Filho trabalha para derrubar os vetos, que serão analisados hoje. “Infelizmente o governo Bolsonaro […]

O deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos) defendeu, nesta terça-feira (5), a manutenção dos projetos de lei Aldir Blanc e Paulo Gustavo.

As iniciativas, aprovadas no Congresso Nacional em março, foram vetadas pelo presidente Jair Bolsonaro em maio, mas Silvio Costa Filho trabalha para derrubar os vetos, que serão analisados hoje.

“Infelizmente o governo Bolsonaro tem desprezo pela cultura e pela grande maioria dos artistas do Brasil. Infelizmente, com a pandemia, esse foi um dos setores mais atingidos nesses últimos dois anos. Por isso, é fundamental que possamos avançar em ações para proteger a cultura e ajudar a grande maioria dos artistas brasileiros nesse momento de crise econômica que passa o setor tão importante para economia brasileira. Sem dúvida alguma, o setor do turismo e da cultura são um dos setores que mais geram empregos, investimentos e movimentam a economia do país”, avaliou Silvio Costa Filho.

O projeto de lei Aldir Blanc, vetado em sua integralidade, institui uma política nacional para fomento ao setor cultural. A política tem por base a parceria da União, Estados, Distrito Federal e Municípios com a sociedade civil no campo da cultura (projetos culturais, inclusive audiovisuais).

Pelo projeto, a União entregará aos demais entes federados (anualmente e em parcela única) R$ 3 bilhões no primeiro ano de vigência da lei e, a partir do segundo ano de vigência nos 4 (quatro) anos seguintes.

No parecer contrário ao projeto,  o Ministério do Turismo e o Ministério da Economia afirmou que a proposição contraria o interesse público ao retirar a autonomia do Poder Executivo federal em relação à aplicação dos recursos, enfraquecer as regras de priorização, monitoramento, controle, eficiência, gestão e transparência elaboradas para auditar os recursos federais e a sua execução, e ao criar a obrigatoriedade do repasse pelo Governo federal de recursos provenientes do Fundo Nacional de Cultura e de outros fundos aos Estados, aos Municípios e ao Distrito Federal.