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Secretário de Márcia Conrado responde às críticas da oposição 

Por André Luis

Em entrevista à Rádio Cultura nesta terça-feira (11), o secretário executivo de Comunicação, César Kaique, respondeu às críticas direcionadas à prefeita Márcia Conrado, provenientes da oposição e do grupo do deputado Luciano Duque.

Para Kaique, quem deve dar explicações são aqueles que, segundo ele, “nunca sabem em que lugar estão.” O secretário destacou que o grupo liderado por Márcia Conrado continua firme na defesa dos interesses do povo, “ao lado de Raquel e Lula, criando pontes, não muros.”

Como prova, César Kaique mencionou o evento de filiação da governadora Raquel Lyra ao PSD, questionando onde estavam os vereadores e lideranças do grupo de Luciano Duque. “Eu estava lá, os vereadores da base estavam lá, o grupo de Márcia estava lá. Agora me digam: onde estavam os vereadores do deputado? Onde estavam as lideranças e os cabos eleitorais?”, disse o secretário, alfinetando a ausência do grupo adversário no evento.

Além disso, Kaique aproveitou para ressaltar que Márcia Conrado nunca se esquivou de sua posição política. O secretário recordou que, após o segundo turno das eleições passadas, Márcia se firmou como um “termômetro” político, sendo uma das primeiras a se posicionar quando se questionava o alinhamento de Raquel Lyra com o bolsonarismo. “Márcia foi uma prefeita de Lula e do PT, sempre ao lado de Raquel”, afirmou.

Ao longo da entrevista, o secretário reafirmou seu papel como defensor do estreitamento das relações entre a governadora Raquel Lyra e a prefeita Márcia Conrado.

Outras Notícias

Justiça derruba “fake do impeachment” contra Raquel Lyra

Do Causos & Causas O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) proferiu, nesta sexta-feira (30), uma decisão crucial sobre o uso de tecnologias digitais na guerra política. O desembargador Paulo Augusto de Freitas Oliveira determinou que a rede social Meta (Instagram/Facebook) remova imediatamente um vídeo manipulado que sugeria o impeachment da governadora Raquel Lyra. No […]

Do Causos & Causas

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) proferiu, nesta sexta-feira (30), uma decisão crucial sobre o uso de tecnologias digitais na guerra política. O desembargador Paulo Augusto de Freitas Oliveira determinou que a rede social Meta (Instagram/Facebook) remova imediatamente um vídeo manipulado que sugeria o impeachment da governadora Raquel Lyra. No entanto, o magistrado impôs limites ao partido autor da ação, negando o monitoramento contínuo de novas postagens em um mesmo processo.

O foco do conflito: O vídeo do “Zero IPVA”

A disputa jurídica, movida pelo Partido Social Democrático (PSD), mira perfis anônimos que utilizam o nome e a estética do prefeito do Recife, João Campos (como o @joaocampos_platinado), para atacar a governadora.

O ponto central desta nova decisão foi o chamado “Vídeo 17”. As imagens mostram um ônibus com uma placa digital onde se lê “IMPEACHMENT – ZERO IPVA”. A legenda da postagem questionava se a queda da governadora chegaria “antes da quarta-feira de cinzas”.

O Tribunal entendeu que:

  • O conteúdo utiliza Inteligência Artificial e manipulação de contexto;
  • Configura propaganda eleitoral antecipada negativa;
  • A URL específica (link) do vídeo foi agora formalmente incluída na ordem de remoção, com multa de R$ 10 mil por dia em caso de descumprimento.

Por que a Justiça negou o “combo” de remoções?

Apesar da vitória parcial, o PSD tentou incluir outras 11 novas URLs (links) de postagens feitas entre 20 e 26 de janeiro no mesmo processo. O juiz, porém, rejeitou o pedido por razões técnicas fundamentais para o Direito:

  1. Fatos Autônomos: Cada postagem nova, com um link diferente, é considerada um “fato novo”. Para a Justiça, não se pode “esticar” um processo para sempre conforme novas críticas surgem.
  2. Juiz Natural: O desembargador alertou que permitir a inclusão infinita de novos links em um só processo permitiria que as partes “escolhessem” o juiz (relator) de sua preferência, ferindo a regra de distribuição automática e sorteada dos casos.
  3. Fiscalização não é Censura Prévia: A Justiça Eleitoral não pode atuar como um “vigilante contínuo”. Se novos ataques ocorrerem, o partido deve entrar com novas ações individuais para cada conteúdo.

Resumo da decisão contra perfis anônimos

Item Decisão da Justiça
Vídeo do Impeachment Remoção Imediata (em 24 horas).
Novos Links (URLs) Negado. Devem ser objeto de novos processos.
Multa para a Meta R$ 10.000,00 por dia se o vídeo continuar no ar.
Perfis Envolvidos @joaocampos_platinado, @timejoaocampos, @pernambuco40_joaocampos e @pecomjoaocampos.

“A ampliação artificial da prevenção compromete a imparcialidade do órgão julgador. Fatos novos devem ser submetidos à livre distribuição”, destacou o relator em seu despacho.

O que acontece agora?

A Meta Platforms Inc. foi intimada com urgência para retirar o conteúdo específico do ar. Já o PSD poderá processar os perfis novamente por cada uma das outras 11 postagens que foram excluídas desta decisão, garantindo que cada caso passe pelo sorteio eletrônico do Tribunal.

‘Devemos nos preparar para o pior’, diz Celso Amorim sobre conflito no Oriente Médio

Assessor especial do presidente Lula comentou impactos do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. Ele mencionou que ainda terá uma conversa sobre o assunto com o presidente. Por Túlio Amâncio, Delis Ortiz, g1, GloboNews e TV Globo — Brasília O embaixador Celso Amorim, assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou […]

Assessor especial do presidente Lula comentou impactos do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. Ele mencionou que ainda terá uma conversa sobre o assunto com o presidente.

Por Túlio Amâncio, Delis Ortiz, g1, GloboNews e TV Globo — Brasília

O embaixador Celso Amorim, assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou nesta segunda-feira (2) à GloboNews que o Brasil deve se preparar para o pior diante do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, no Oriente Médio.

“Ninguém é juiz do mundo. Matar um líder de um país, que está em exercício, é condenável e inaceitável. Devemos nos preparar para o pior”, afirmou o embaixador.

Ao ser questionado sobre o que seria “o pior”, Amorim mencionou um possível alastramento do conflito na região.

“O aumento vertiginoso das tensões no Oriente Médio, com grande potencial de alastramento. O Irã historicamente fornece armamento para grupos xiitas que estão em outros países, além de grupos radicais”, argumentou.

O embaixador acrescentou que vai falar, por telefone, com o presidente Lula ainda nesta segunda. Segundo ele, os dois ainda não conversaram direito sobre o assunto.

Segundo interlocutores do Planalto, a diplomacia brasileira ainda vai avaliar como o conflito pode interferir na agenda de Lula com o presidente norte-americano, Donald Trump, neste mês.

Há uma previsão de que a ida de Lula a Washington ocorra de 15 a 17 de março, mas martelo não foi batido ainda. Nesta sexta (27), Trump, inclusive, disse que “adoraria” receber o brasileiro em Washington.

“Estamos a poucos dias do encontro do presidente com Trump, em Washington. É sempre difícil encontrar o equilíbrio entre a verdade e a conveniência. Não perder a capacidade de diálogo sem comprometer a credibilidade exige destreza”, afirmou Amorim.

O governo brasileiro já prestou solidariedade a países impactados por ataques retaliatórios do Irã e pediu a interrupção de ações militares na região do Golfo.

Em nota divulgada na noite deste sábado (28), o Ministério das Relações Exteriores afirmou que a escalada representa uma grave ameaça à paz.

Diferentemente do comunicado divulgado na manhã de sábado, quando condenou ataques feitos por Israel e Estados Unidos contra alvos iranianos, nessa última nota o Itamaraty não citou diretamente os dois países.

Políticos querem copiar Convenção Drive In de Serra Talhada, mas advogados alertam para vedações e decisão do Judiciário

A decisão do bloco governista de realizar a convenção da chapa Márcia Conrado e Márcio Oliveira no sistema drive in, reunindo dezenas de veículos em espaço aberto (foto ao lado) gerou confusão em outros municípios do Estado e pode ter consequências jurídicas. Confusão porque em outras cidades, muitas tem sido as consultas sobre a possibilidade […]

A decisão do bloco governista de realizar a convenção da chapa Márcia Conrado e Márcio Oliveira no sistema drive in, reunindo dezenas de veículos em espaço aberto (foto ao lado) gerou confusão em outros municípios do Estado e pode ter consequências jurídicas.

Confusão porque em outras cidades, muitas tem sido as consultas sobre a possibilidade ou não de copiar o modelo. Juristas consultados tem dito que o formato não é recomendado por infringir decisão e recomendação tomadas por TRE e MPPE. Pela determinação estão proibidas as aglomerações com número maior que dez pessoas.

Sexta-feira, o TRE decidiu que todos os atos públicos do processo eleitoral deverão cumprir as normas sanitárias estaduais e federais que têm objetivo de combater a pandemia da covid-19.

Assim, eventos de pré-campanha, como convenções partidárias, ou da própria campanha, como passeatas, carreatas e reuniões, não poderão provocar aglomerações.  Dias antes, o Procurador Geral de Justiça, Francisco Dirceu Rodolfo, disse no Webinário “Radiodifusão e Lei Eleitoral” promovido pela Asserpe, que a Lei eleitoral vai ficar em segundo plano diante do Decreto estadual de combate à Covid-19.

“Os políticos de Pernambuco vão ter que respeitar as decisões sanitárias. Entre a democracia (que permite aglomerações) e o direito à vida temos que optar pela vida”. Sobre as convenções ele disse que o MP vai fiscalizar rigorosamente a realização on line ou com no máximo dez pessoas, prometendo punição em caso de descumprimento. “Já me consultaram sobre um tal sistema drivge in. Isso não é permitido”, alertou.

O advogado especialista em Direito Eleitoral Roberto Morais participou de um seminário on line com a advogada Diana Câmara e outros juristas sobre propaganda eleitoral ontem e disse que o tema veio a tona. “Isso foi debatido. Eu já tinha dito que o TRE atendeu consulta do Dr Wellington Saraiva e disse que vale o que está na Lei Estadual, que não permite aglomerações”.

Vicentinho anuncia mais de R$ 1 milhão em emendas para construção da nova sede da Câmara de Afogados

O presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Vicentinho Zuza, anunciou nesta segunda-feira (10) a conquista de R$ 750 mil em emenda parlamentar do deputado federal Pedro Campos (PSB) para a construção da nova sede do Legislativo Municipal. O anúncio foi feito após reunião no Recife com o parlamentar.  Mais cedo, durante participação […]

O presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Vicentinho Zuza, anunciou nesta segunda-feira (10) a conquista de R$ 750 mil em emenda parlamentar do deputado federal Pedro Campos (PSB) para a construção da nova sede do Legislativo Municipal. O anúncio foi feito após reunião no Recife com o parlamentar. 

Mais cedo, durante participação no Debate das Dez da Rádio Pajeú, Vicentinho já havia antecipado uma emenda de R$ 300 mil destinada pelo deputado João Paulo Costa para a mesma obra. Com isso, o total de recursos confirmados para o novo prédio da Câmara chega a R$ 1,05 milhão.

“Estamos trabalhando para deixar um legado que fortaleça o Poder Legislativo e melhore as condições de trabalho de todos que fazem a Câmara. Esses recursos são fruto do diálogo e do reconhecimento do nosso esforço por Afogados”, afirmou Vicentinho.

A nova sede da Câmara é uma demanda antiga e deve substituir o atual prédio, que há anos enfrenta limitações estruturais. O investimento permitirá um espaço mais adequado para as atividades parlamentares e para o atendimento à população.

Marquinhos Godoy critica antecipação da campanha em Serra Talhada

O empresário Marcos Godoy, mais conhecido por ‘Marquinhos da Farmácia do Povo’, disse que o prefeito que irá assumir a cidade nas eleições 2020 deve ter um novo olhar para desenvolver o município, distante de interesses familiares, politicagens e assistencialismo. Em entrevista ao Programa Farol de Notícias, na rádio Vilabela FM, neste sábado (23), Marquinhos assegurou que seu […]

Max Rodrigues/Farol de Notícias

O empresário Marcos Godoy, mais conhecido por ‘Marquinhos da Farmácia do Povo’, disse que o prefeito que irá assumir a cidade nas eleições 2020 deve ter um novo olhar para desenvolver o município, distante de interesses familiares, politicagens e assistencialismo.

Em entrevista ao Programa Farol de Notícias, na rádio Vilabela FM, neste sábado (23), Marquinhos assegurou que seu nome está à disposição do grupo governista para entrar na disputa de prefeito, mas esse debate – segundo ele – vem sendo travado no momento errado.

Segundo Godoy, o debate eleitoral está sendo antecipado e, diante disso, quem pode sair perdendo é a população.

“Quando você antecipa uma eleição dessa muita vezes quem acaba sendo prejudicado é a população mais carente. Essa questão de politicagem eu não participo. Estou à frente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) e preocupado em atrair desenvolvimento para Serra Talhada. Sobre o processo político, eu acho cedo ter antecipado a questão de prefeito para 2020. Eu acredito que foi cedo, foi antecipado, mas respeito esse direcionamento e estou bastante tranquilo, porque eu estou preocupado com o desenvolvimento de Serra”, opinou o empresário, completando:

Indagado sobre a possibilidade de trazer uma visão diferente ao campo político, devido sua larga experiência no ramo empresarial na cidade, Marquinhos Godoy afirmou que o próximo gestor da cidade tem que estar focado em gerar empregos e estar mais próximo do povo.

“Depois desses últimos mandatos, Serra Talhada não pode voltar pra trás, não pode parar. O próximo prefeito que assuma tem que estar focado não naquela coisa da politicagem, só do assistencialismo, tem que ser alguém que estar focado no desenvolvimento de Serra, e isso só com parcerias, capacitando, vendo na saúde quem realmente estar preparado, na educação, você forma um grupo de estudo para cada setor, independente do lado político. E principalmente, o seguinte, independente de trazer desenvolvimento a pessoa que for escolhida tem que estar predestinada a escutar a população”, frisou Marquinhos, detalhando:

“Porque muitas vezes você pensa muito em investimento, mas se afasta da população. O povo é o principal, tem que estar mais junto à população. Eu vivo em Serra Talhada, gosto daqui, estou nas ruas de Serra Talhada, tenho acesso livre para todo o mundo que me procura, e é isso que tem que ser feito. Mas com uma visão voltada para o desenvolvimento”.