Santa Terezinha: depois de polêmica do som da Câmara, Presidente acusa vice de se apoderar de cisterna que seria destinada a família carente
Por Nill Júnior
Dr Júnior, Adarivan e a cisterna na casa do vice. Presidente da Câmara diz que ele desviou de programa Federal
Dr Júnior, Adarivan e a cisterna na casa do vice. Presidente da Câmara diz que ele desviou de programa Federal
Dr Júnior ainda registrou imagem de muro com cisterna na casa do vice
Na noite desta quarta (20) o presidente da Câmara de Vereadores de Santa Terezinha, Adalberto Gonçalves de Brito Júnior, o Doutor Júnior, durante sessão ordinária usou do grande expediente e promoveu nova denúncia contra o vice-prefeito José Adarivan. Dessa vez o parlamentar afirma que o político tem em seu quintal uma cisterna de plástico fruto de programa do Governo Federal voltado para atender famílias de baixa renda que residem na zona rural.
De acordo com Dr. Júnior, o atual vice-prefeito, naquela época, não reunia nenhum dos requisitos para ter direito ao recebimento da mencionada cisterna. “Nos leva a crer que, provavelmente, a mesma foi desviada de alguma família de agricultores que realmente estavam necessitando”. É das cisternas de polietileno que foram distribuídas pelo Governo Federal na fase inicial do Programa Água para Todos.
Durante a sua fala Dr. Júnior informa que tem em mãos provas da existência dessa cisterna na residência do vice e alega que ele mesmo já viu a peça instalada no quintal. O vereador solicita que o José Adarivan devolva o reservatório à Secretaria de Agricultura para que a mesma possa fazer a doação à uma família que realmente esteja precisando.
“Igual você fez com as caixas de som, mande tirar a cisterna do seu quintal e devolva para o povo de quem tirou”, fazendo alusão ainda à denúncia anterior. O presidente da Câmara disse também que irá formular denúncia junto ao Ministério Público Federal e ao Ministério da Cidadania.
Por Julia Duailibi/g1 O presidente Lula deve assinar nesta terça-feira (29) a indicação da advogada Daniela Teixeira para o Superior Tribunal de Justiça (STJ). A informação foi revelada por Vera Magalhães, do jornal “O Globo”, e confirmada pelo blog. O presidente ainda não definiu os nomes que indicará para as outras duas vagas na corte, […]
O presidente Lula deve assinar nesta terça-feira (29) a indicação da advogada Daniela Teixeira para o Superior Tribunal de Justiça (STJ). A informação foi revelada por Vera Magalhães, do jornal “O Globo”, e confirmada pelo blog.
O presidente ainda não definiu os nomes que indicará para as outras duas vagas na corte, que deverão ser de pessoas provenientes dos Tribunais de Justiça (TJ).
Como publicado pelo blog, Daniela Teixeira é considerada uma advogada progressista, mas o fato de ser mulher também pesou a seu favor, principalmente porque Lula ainda não definiu se escolherá uma mulher para a vaga de Rosa Weber, que sai em setembro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Duas ministras no STJ que se aposentam neste ano. Hoje, a Corte conta com seis mulheres entre as 33 cadeiras. Com a escolha de Teixeira, serão sete, número que inevitavelmente cairá com as duas aposentadorias – por enquanto, mais uma vez são os homens os favoritos para essas listas tríplices.
Foi publicada hoje, no Diário Oficial do Estado, a Lei nº 15.526 que institui no calendário de eventos do Estado de Pernambuco, o Dia Estadual do Defensor Público. O Projeto de Lei foi apresentado pelo deputado Rogério Leão, que tem colocado a defesa da categoria na sua pauta. “De acordo com o artigo 134 da […]
Foi publicada hoje, no Diário Oficial do Estado, a Lei nº 15.526 que institui no calendário de eventos do Estado de Pernambuco, o Dia Estadual do Defensor Público.
O Projeto de Lei foi apresentado pelo deputado Rogério Leão, que tem colocado a defesa da categoria na sua pauta.
“De acordo com o artigo 134 da Constituição Federal, a Defensoria Pública é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado. Portanto, nada mais justo, do que reconhecer a importância da instituição”, ressalta Leão.
De acordo com a Lei o dia do Defensor Público será celebrado no dia 19 de maio, como já acontece no âmbito nacional.
A chuva voltou ao sertão do Pajeú na noite da segunda-feira (18). Em Tabira foi registrada a melhor chuva de 2020. O Rio que corta a cidade está cheio. No Povoado da Varzinha foram registrados 145mm. Já na cidade de Afogados da Ingazeira foram 5mm, choveu também em Santa Terezinha e Itapetim. Na zona Rural […]
A chuva voltou ao sertão do Pajeú na noite da segunda-feira (18). Em Tabira foi registrada a melhor chuva de 2020. O Rio que corta a cidade está cheio.
No Povoado da Varzinha foram registrados 145mm. Já na cidade de Afogados da Ingazeira foram 5mm, choveu também em Santa Terezinha e Itapetim.
Na zona Rural ouvintes do Rádio Vivo da Super Pajeú informaram 65mm de chuva no Pau Ferro, Poço da Volta 16mm, Cajá de Baixo 40mm, Carnaúba dos Santos 66mm, Caldeirão Dantas 98mm, Brejo 25mm, Monte Alegre também 25mm, Salgado 31mm, Cajazeira dos Marques 51mm.
Para hoje a previsão é de 90% para a chuva voltar. A informação é de Anchieta para o blog.
O Povo Após a perda irreparável dos parentes, outras se somaram nos últimos 12 meses, inclusive as que poderiam ser reparadas pelo Estado. Familiares das vítimas de Serra Talhada (ainda aguardam a devolução de equipamentos eletrônicos, especialmente celulares, que estavam com as vítimas no momento em que eram reféns e foram mortas pela Polícia Militar […]
Após a perda irreparável dos parentes, outras se somaram nos últimos 12 meses, inclusive as que poderiam ser reparadas pelo Estado.
Familiares das vítimas de Serra Talhada (ainda aguardam a devolução de equipamentos eletrônicos, especialmente celulares, que estavam com as vítimas no momento em que eram reféns e foram mortas pela Polícia Militar na madrugada de 7 de dezembro de 2018, quando se tentava frustrar roubos a bancos.
Seriam pelo menos cinco celulares, com dados pessoais e “desimportante” para a investigação policial.
Mesmo concluído o inquérito há sete meses, a família percorre um calvário da reparação. Isso porque em outra frente luta pela indenização por danos morais e materiais da perda dos provedores familiares. O tempo da ausência é também da loja fechada em Serra Talhada, da falta de manutenção pelos provedores familiares que eram João Batista (morto com o filho Vinícius) e Cícero Tenório (morto com a esposa Claudineide e o filho Gustavo, deixando órfã a filha Stefany em São Paulo).
“Ficaram aqui a viúva e o filho mais novo. João era quem mantinha a família, resolvia tudo. Era nosso irmão, mas também um grande pai para todos. Como vão ficar a minha cunhada e o meu sobrinho, com uma vida toda pela frente?” O desabafo de Vera Magalhães, irmã de João Batista, foi feito há alguns dias e é o mesmo de um ano atrás, porque quase nada avançou. Em 12 meses, o que se tem de mais concreto é a resposta sobre o “quem matou”, mas nada muito além disso. A indignação da família é maior porque em maio deste ano, passados cinco meses desde a tragédia, uma comissão de representantes do Governo do Estado com o Ministério Público esteve em Serra Talhada e Brejo Santo para conversar com as famílias sobre “o que estão precisando”. Participaram o Núcleo de Atendimento às Vìtimas de Violência (Nuavv), do Ministério Público; equipe técnica do Centro de Referência de Apoio às Vítimas de Violência (Cravv) da Secretaria da Proteção Social e Casa Militar.
Na reunião, além do pedido oficial de “desculpas”, ofereceram atendimento psicológico por videoconferência e que tentariam agilizar a devolução dos equipamentos eletrônicos. É ainda houve o questionamento se a família iria processar o Estado.
“Eu pensei que apesar da demora eles fossem fazer alguma coisa, mas ficaram só prometendo. Isso dói muito pra gente”, desabafa Regina Magalhães. Perdeu o sobrinho, o irmão e a paciência por não ver decisões concretas nos últimos sete meses dos 12 desde a tragédia.
A viúva Cláudia Magalhães e o filho João Victor, de 11 anos, estão passando por atendimento psicológico oferecido pelo próprio município de Serra Talhada, fato que foi de conhecimento da comitiva.
Em junho deste ano, já quase 30 dias após a visita do Ministério Público com o Governo do Estado, Claudia Magalhães envia mensagem para a promotora de Justiça Josiane França agradecendo o apoio, mas dizendo que continuará o atendimento com “Amanda”, a psicóloga que já a acompanha, assim como seu filho, por todos os meses em que o Estado do Ceará não oferecia qualquer apoio.
Após a visita, Cláudia, a sua dor e a de João Victor não poderiam ser tratadas por videoconferência.
Questionada pela reportagem sobre a demora na devolução de equipamentos, o Ministério Público afirmou que “a família de Serra Talhada solicitou apoio do MPCE para recuperação de quatro aparelhos celulares das vítimas, que haviam sido apreendidos para perícia. Porém, só apresentaram uma documentação comprobatória de um único telefone. Após articulação com os órgãos envolvidos na investigação, este único aparelho foi entregue ao Nuavv nesta semana e será enviado para a família. As duas famílias de vítimas do caso dispensaram a assistência psicossocial proposta pelo Nuavv/Cravv.
A família de Serra Talhada detalhou que ficaria sendo atendida por instituições profissionais da própria localidade”. Após a provocação da nossa equipe sobre se seria essa a resposta a dar aos familiares quanto aos celulares, o Ministério Público enviou, na mesma manhã de ontem, outra nota informando que “todos os quatro telefones das vítimas estão em posse do MPCE, tendo sido recebidos nesta sexta-feira”. Ainda conforme a nota, um dos celulares foi identificado, e os outros serão encaminhados para a Polícia fazer a identificação dos mesmos. A liberação será feita mediante apresentação de comprovante de posse apresentado pela família.
Psicológico
De acordo com Stefferson Nogueira, advogado da família, a escolha de Cláudia por manter o atendimento que já fazia deve-se à própria demora em uma resolução por parte do poder público cearense, que só fez a primeira (e única) visita cinco meses após a tragédia, quando as famílias buscaram atendimento psicossocial no serviço público municipal.
Mais de 100 milímetros de chuva form registrados em poucas horas, neste sábado (28), em diversos pontos do Grande Recife. De acordo com o Corpo de Bombeiros, ocorreram diversos deslizamentos e desabamentos nas localidades de Sítio dos Pintos, Córrego do Jenipapo, Sucupira, em Jaboatão; Passarinho, Zona Norte do Recife, São Lourenço da Mata, Santo […]
Mais de 100 milímetros de chuva form registrados em poucas horas, neste sábado (28), em diversos pontos do Grande Recife.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, ocorreram diversos deslizamentos e desabamentos nas localidades de Sítio dos Pintos, Córrego do Jenipapo, Sucupira, em Jaboatão; Passarinho, Zona Norte do Recife, São Lourenço da Mata, Santo Aleixo, Jaboatão.
Não há informações de feridos ou mortos ainda. De acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), os locais em que mais choveu foram Itapissuma, com 318 milímetros; Jaboatão, com 237 milímetros; e o bairro do Ibura, na Zona Sul do Recife, com 218 milímetros.
Há diversos alagamentos nas ruas da cidade e em rodovias que cortam o Grande Recife.
Em virtude das fortes chuvas que acometem nosso Estado de Pernambuco, pensando na sua segurança, o Corpo de Bombeiros traz algumas dicas:
Não tente atravessar áreas alagadas, pois poucos centímetros de água são suficientes para derrubar ou arrastar uma pessoa;
Tampas de bueiro podem ter sido
Arrancadas pela força da água, se tornando armadilhas ocultas;
Se estiver em uma enchente, procure um local seguro e aguarde o nível das águas baixar;
Não deixe crianças brincando na enxurrada, pois podem ser levadas pela correnteza;
Em caso de fortes ventanias, fique em alerta se existe galho ou árvore que pode vir a cair na sua residência;
Não se aproxime de cabos elétricos molhados ou arrebentados;
Se residir em áreas de risco, proteja e priorize sua família. Ao notar qualquer anormalidade, como trincas no terreno, degraus de abatimento ou rachaduras no solo; inclinação de árvores, postes, cercas ou muros; saia de casa imediatamente. Em caso de emergência, ligue 193.
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