Notícias

Sancionada lei que protege trabalhadores de arquivos e bibliotecas

Por André Luis

O presidente Lula sancionou nesta quarta-feira (24) o projeto de lei que atribui medida especial de proteção aos trabalhadores em arquivos, bibliotecas, museus e centros de documentação e memória. No Senado, o projeto teve relatório favorável da senadora Teresa Leitão (PT-PE) na Comissão de Assuntos Sociais. O texto original veio da Câmara, com autoria do deputado Uldurico Júnior (PTC-BA).

“Essa lei sancionada hoje é importante porque protege pessoas que estão em constante exposição a agentes que causam doenças, sobretudo as doenças respiratórias. Então, essas trabalhadoras e esses trabalhadores precisam ter essa proteção a mais da lei. Muitas vezes, as atividades são exercidas em ambientes fechados, quase sem nenhuma ventilação”, lembrou a senadora.

A lei estabelece a criação de regras de saúde e segurança para os profissionais que desempenham suas funções nesses locais.

Apesar de o texto alterar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), isso não significa uma inclusão automática no quadro de atividades consideradas insalubres pelo Ministério do Trabalho — de acordo com a lei, essa análise caberá ao ministério.

Outras Notícias

Celpe e DNOCS prometem solução para ilhados e sem luz na Barragem da Ingazeira

Entretanto,  não há saída a curto prazo. Celpe deu prazo de um mês para religar energia.  E DNOCS depende da Superintendência de Fortaleza para dar sequência a projeto de estrada.  Apesar disso, representantes da região viram encontro como positivo.  Fotos: Júnior Finfa  Uma representação de políticos da área da Barragem da Ingazeira se reuniu hoje […]

Entretanto,  não há saída a curto prazo. Celpe deu prazo de um mês para religar energia.  E DNOCS depende da Superintendência de Fortaleza para dar sequência a projeto de estrada.  Apesar disso, representantes da região viram encontro como positivo. 

Fotos: Júnior Finfa 

Uma representação de políticos da área da Barragem da Ingazeira se reuniu hoje com o coordenador do DNOCS em Pernambuco, Coronel Edilson Monteiro.

Participaram o Presidente do CIMPAJEÚ e prefeito da Ingazeira, Luciano Torres, Paulo Jucá (São José do Egito), Joel Gomes e Winicius Torres (Tuparetama) Juarez Ferreira e Gustavo Veras (Ingazeira), o advogado Roberto Morais e o engenheiro do DNOCS Marcos César. A Celpe participou com a Direção do Grupo Neoenergia de Brasília virtualmente.

A Celpe queria di DNOCS aumentar a vazão da barragem, baixando seu nível e possibilitando realizar o reordenamento das linhas de transmissão.

A proposta foi avaliada com inviável tecnicamente.

Em seguida, a Celpe informou que descarregou dezenas de postes para reativar o sistema. A promessa da empresa foi de que concluirá a religação em até 30 dias.

As famílias ribeirinhas estão há nove dias sem energia em suas casas.

Dado o drama e a situação de famílias ilhadas, o coordenador do DNOCS prometeu ir à sede do órgão em Fortaleza para agilizar o projeto de acesso às comunidades.

O prefeito Luciano Torres destacou o fato de o Grupo Neoenergia de Brasília, responsável pela Celpe, se comprometeu em resolver o problema em até 30 dias.

“A proposta da Celpe era baixar o nível da barragem em até dois metros. Todos foram contrários essa proposta e a empresa estendeu esse prazo em no máximo 30 dias para concluir esse projeto”.

Ele destacou que o projeto do contorno da Barragem da Ingazeira já havia sido feito pelo DNOCS e que houve compromisso de resolver.

“Também falamos do problema dos agrotóxicos e da pesca no local. Ficou pra gente formar uma Comissão e criar uma Associação de Usuários da Barragem”.

Serra Talhada chega ao 100° óbito por Covid-19

Município conta ainda com 24 pacientes internados, 22 em UTI. A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa no boletim epidemiológico desta sexta-feira (05.03) que o município atingiu a marca dos 6.883 pacientes recuperados da Covid-19. Foram confirmados 17 novos casos positivos da doença nas últimas 24 horas, diagnosticados através de 10 testes rápidos, 5 […]

Município conta ainda com 24 pacientes internados, 22 em UTI.

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa no boletim epidemiológico desta sexta-feira (05.03) que o município atingiu a marca dos 6.883 pacientes recuperados da Covid-19.

Foram confirmados 17 novos casos positivos da doença nas últimas 24 horas, diagnosticados através de 10 testes rápidos, 5 Swabs e 02 exames particulares, sendo 5 pacientes do sexo masculino e 12 do sexo feminino, com idades entre 26 e 66 anos.

O município tem 265 casos em investigação, 32.687 casos descartados, 7.079 casos confirmados, 72 pacientes em isolamento domiciliar, 24 pacientes em internamento hospitalar (22 em leitos de UTI e 2 em enfermaria), 96 casos ativos e 100 óbitos.

O 100° óbito se trata de paciente do sexo feminino, 63 anos, moradora do Bom Jesus. A paciente tinha câncer de mama e faleceu no dia 4de março, no Hospam.

INTERNAMENTOS

O município tem nesta sexta-feira (05/03) 24 pacientes internados com Covid-19.

Leitos de Retaguarda: 2; Hospital Eduardo Campos: 16; Hospam: 6; Entre os 24 serra-talhadens internos, 22 se encontram em leitos de UTI, sendo 6 intubados.

Moro nega pedido do MPF e da defesa de Lula para ouvir mais testemunhas na ação do triplex

G1 O juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, negou o pedido do Ministério Público Federal (MPF) e da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ouvir mais testemunhas na ação penal do triplex do Guarujá, no âmbito da Operação Lava Jato, antes da fase de alegações finais. […]

G1

O juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, negou o pedido do Ministério Público Federal (MPF) e da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ouvir mais testemunhas na ação penal do triplex do Guarujá, no âmbito da Operação Lava Jato, antes da fase de alegações finais. A decisão foi publicada no sistema eletrônico da Justiça Federal por volta das 5h30 desta segunda-feira (15).

O G1 tenta contato com a defesa de Lula para comentar a decisão de Moro. Ao G1, o MPF informou que, se houver manifestação, será nos autos do processo.

Sobre o pedido da defesa, Moro argumentou que faltou identificação completa como nome e endereço das testemunhas. “Indefiro, portanto, o requerido por deficiência no requerimento e desnecessidade da prova”.

Moro afirmou sobre a solicitação do MPF que: “Enfim, este Juízo já ouviu muitos depoimentos sobre o apartamento triplex e sobre a reforma dele, não sendo necessários novos a esse respeito”.

O processo investiga se Lula, acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, recebeu R$ 3,7 milhões em propina, de forma dissimulada, da empreiteira OAS. Em troca, a empresa seria beneficiada em contratos com a Petrobras. Veja detalhes da ação penal. Lula foi interrogado por Moro na quarta-feira (10).

Na mesma decisão, Sérgio Moro marcou os prazos para as alegações finais. A acusação terá até o dia 2 de junho, e a Petrobras tem até o dia 6 de junho para se manifestar. A defesa do ex-presidente poderá apresentar as conclusões até o dia 20 de junho.

Os advogados de Lula também haviam pedido para o MPF esclarecer “o status das negociações de acordos de colaboração com José Adelmário Pinheiro Filho [Léo Pinheiro] e Agenor Franklin Magalhães Medeiros e os benefícios oferecidos”, conforme consta no despacho do juiz federal.

Moro consentiu a este pedido da defesa do ex-presidente: “Defiro apenas o requerido para que o MPF, nas alegações finais, informe, caso eventual acordo tenha sido celebrado e não esteja sob sigilo decretado por jurisdição de hierarquia superior, o seu teor”.

Léo Pinheiro e Agenor Franklin Magalhães Medeiros eram ligados à OAS – ex-presidente e ex-executivo, respectivamente. Os dois já foram condenados pela Operação Lava Jato.

Júlio Cavalcanti diz que denúncia motivou revisão das taxas de vistoria de veículos

A denúncia feita pelo deputado estadual Júlio Cavalcanti (PTB) na Assembleia Legislativa do aumento abusivo no valor das taxas das vistorias de veículos em Pernambuco levou o governador Paulo Câmara (PSB) a voltar atrás e baixar uma portaria unificando os valores cobrados tanto pelo Detran como pelas entidades privadas credenciadas junto ao órgão. A Portaria […]

A denúncia feita pelo deputado estadual Júlio Cavalcanti (PTB) na Assembleia Legislativa do aumento abusivo no valor das taxas das vistorias de veículos em Pernambuco levou o governador Paulo Câmara (PSB) a voltar atrás e baixar uma portaria unificando os valores cobrados tanto pelo Detran como pelas entidades privadas credenciadas junto ao órgão.

A Portaria nº 3301/2018, assinada pelo diretor presidente do Detran, Charles Ribeiro, com os novos valores na execução dos Serviços Público de Vistoria de Identificação Veicular – SPVIV será publicada nesta terça-feira (08) no Diário Oficial do Estado.

Todas as entidades privadas credenciadas ao Órgão, que realizam o serviço de vistoria de identificação veicular, vão cobrar o valor exatamente igual ao fixado pela Lei Estadual Nº 15.602 de 30 de setembro de 2015. A vistoria custará R$ 47,77 para veículos com até 9 lugares ou 3500kg, para carros maiores e mais pesados o valor é de R$ 58,76.

Antes da denúncia feita pelo Deputado Júlio Cavalcanti no plenário da Assembleia Legislativa, entidades privadas credenciadas ao Detran estavam cobrando até R$ 150 pela vistoria.

“Graças a nossa cobrança e da sociedade que se levantou contra o abuso que o Governo do Estado estava praticando com pernambucanos proprietários de veículos, o governador voltou atrás e decidiu unificar as taxas, tanto pública como privada. Vamos continuar atentos para que novas medidas não venham para prejudicar ainda mais nossa população”, disse Júlio Cavalcanti.

Lixo em Afogados da Ingazeira: de quem é a culpa? Do poder público ou da população?

Por Júnior Cavalcanti / Blog do Júnior Cavalcanti O problema do lixo nas ruas de Afogados da Ingazeira volta e meia entra na pauta das reclamações da população, especialmente nas redes sociais e emissoras de rádio. Sacos acumulados, restos de entulho em terrenos baldios e resíduos espalhados em vias públicas geram indignação e levantam uma […]

Por Júnior Cavalcanti / Blog do Júnior Cavalcanti

O problema do lixo nas ruas de Afogados da Ingazeira volta e meia entra na pauta das reclamações da população, especialmente nas redes sociais e emissoras de rádio. Sacos acumulados, restos de entulho em terrenos baldios e resíduos espalhados em vias públicas geram indignação e levantam uma pergunta inevitável: afinal, de quem é a culpa?

É importante começar reconhecendo um ponto fundamental: a coleta de lixo em Afogados é regular. O serviço funciona em dias definidos, cobre os bairros da cidade e, na maior parte do tempo, cumpre o cronograma estabelecido pelo poder público. Não se pode, portanto, atribuir o problema exclusivamente à ausência do serviço de coleta.

Por outro lado, uma parte significativa da sujeira vista nas ruas está ligada ao descarte irregular por parte da própria população. Lixo colocado fora do horário correto, entulho jogado em áreas inadequadas, restos de poda e materiais domésticos descartados em terrenos baldios mostram que falta, em muitos casos, consciência coletiva e responsabilidade ambiental.

Isso não isenta o poder público de sua parcela de responsabilidade. Cabe à gestão municipal investir continuamente em educação ambiental, fiscalização mais rigorosa, campanhas de conscientização e aplicação das penalidades previstas em lei para quem insiste em descumprir as normas. Além disso, é essencial ampliar o diálogo com a população, esclarecendo dias e horários da coleta e orientando sobre o descarte correto de resíduos específicos, como entulho e materiais volumosos.

O desafio do lixo urbano não é exclusivo de Afogados da Ingazeira, mas sua solução passa, necessariamente, por uma parceria entre poder público e população. Coleta regular é fundamental, mas não resolve sozinha. Sem a colaboração dos moradores, qualquer sistema se torna insuficiente.

Cuidar da cidade é um dever coletivo. Uma Afogados mais limpa, organizada e saudável depende tanto de políticas públicas eficientes quanto da mudança de comportamento de cada cidadão. A pergunta, portanto, talvez devesse ser outra: o que cada um de nós está fazendo para melhorar essa realidade?