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Salgueiro: II Bienal do Livro terá nomes como Carol Barcellos, Maciel Melo e Bráulio Tavares

Por Nill Júnior
Carol Barcellos

A cidade de Salgueiro, no Sertão pernambucano, realiza a segunda edição da Bienal do Livro do Sertão. O evento é uma iniciativa da Associação do Nordeste das Distribuidoras e Editoras de Livros (Andelivros) em parceria com a prefeitura da cidade.

A programação vai de 22 a 26 de novembro na Escola Dom Malan e a entrada é gratuita. Serão vários estandes ocupados por editoras e distribuidoras.

Entre as atrações da bienal estão Carol Barcellos, Toinha do Assaré, Padre João Carlos, Maciel Melo e Bráulio Tavares. Durante o dia vai haver exposição e venda de livros e  a partir das 19 horas palestra e shows.  São esperadas mais de 25 cidades com uma expectativa de 5.000 pessoas por dia.

No primeiro dia de bienal, Carol Barcellos, global das produções “Fôlego Máximo” e “Planeta Extremo”,  lança “Quebrando os Limites”,  onde expõe a realidade de quem não mede esforços para alcançar seus objetivos.

No sábado, 25, a pedida é o lançamento de “A Poeira e a Estrada”, de Maciel Melo. O livro remete a uma canção composta por Maciel Melo em homenagem a Walmar Belarmino (1961/1997). Maciel mescla histórias pessoais, poesias e causos, de forma solta e coloquial, romanceando a história de um caboclo sonhador, como ele mesmo se descreve. Jessier Quirino assina a orelha. O poeta ainda faz show.

Maciel Melo

Dia 26, Braulio Tavares fala de suas obras. Ele é autor de livros como  A Pedra do Meio-Dia (1998), O flautista misterioso e os ratos de Hamelin (2006, Prêmio APCA) e A invenção do mundo pelo Deus-curumim (2008, Prêmio Jabuti 2009).

Ganhou a premiação portuguesa Caminho da Ficção Científica pelo livro de contos A espinha dorsal da memória (1989), e o Prêmio Shell de Teatro em 1992 (com a peça Brincante, em parceria com Antonio Nóbrega.

Outras Notícias

Projeto que obriga uso de 10% do FEM para segurança nos municípios divide opiniões

Com uma participação bem expressiva dos gestores públicos, a Assembleia Extraordinária realizada pela AMUPE debateu a Segurança Pública no Estado, o papel dos municípios e o Projeto de Lei Ordinária de autoria do deputado Aluísio Lessa em que destina 10% do FEM para a segurança pública. De acordo com o parlamentar, a medida visa fazer com que […]

Com uma participação bem expressiva dos gestores públicos, a Assembleia Extraordinária realizada pela AMUPE debateu a Segurança Pública no Estado, o papel dos municípios e o Projeto de Lei Ordinária de autoria do deputado Aluísio Lessa em que destina 10% do FEM para a segurança pública.

De acordo com o parlamentar, a medida visa fazer com que os municípios deem a sua parcela de contribuição no combate à violência em Pernambuco.

Os prefeitos mostraram que estão dispostos para até aceitar este novo carimbo no FEM. Porém, querem que o Governo libere com rapidez os recursos, porque o FEM que deveria ser anual está na sua 4ª edição e os municípios só receberam a 3ª edição.

Participaram da mesa o secretário de Defesa Social Antônio de Pádua, os deputados estaduais Aluisio Lessa, José Maurício Cavalcanti, Eduardo Gonçalves, diretor da CNM, o prefeito Vavá Rufino, o Coronel Júlio Cezar Costa, Debora Almeida, diretora executiva da Amupe e secretária da mulher e José Patriota presidente da instituição.

Não faltaram reclamações e também sugestões dos gestores para que o Governo possa minimizar os problemas das cidades e conter a criminalidade e o tráfico de drogas. O secretário da SDS Antonio de Pádua, destacou as ações, demandas e dados do programa do Pacto Pela Vida do Governo Estadual, mostrou toda estratégia que a secretaria vem realizando no combate ao crime e como os prefeitos podem fazer para dar mais segurança aos cidadãos, inclusive com ferramentas  e aplicativos para coibir ações  criminosas.

Por parte dos prefeitos foram apresentadas algumas ações que já estão dando sinais de mais tranquilidade para a população como é o caso de Moreno, onde o prefeito Vavá Rufino implantou o “Moreno em Ordem” coordenado pelo Cel. Júlio Cézar Costa, consultor de Ordem Pública e Segurança.

Já o prefeito de Tabira, Sebastião Dias, disse que vem investindo em câmeras de segurança tanto na cidade como nas escolas e em um centro de monitoramento. A prefeitura também equipou a guarda municipal para fazer o patrulhamento e contratou patrulha sobre rodas (carros e motos).

O prefeito de Itapetim Adelmo Moura é a favor do projeto do deputado Aluisio Lessa e disse que por causa da violência na sua cidade, poderia até ultrapassar os 10% sugeridos no projeto, desde que o dinheiro chegasse com urgência para combater a falta de segurança que vive a população. O município teve cinco assaltos a bancos em um ano.

A prefeita de São Bento do Una e Secretária da Mulher na Amupe, Débora Almeida e  o prefeito Luciano Duque (Serra Talhada) discordam do Projeto, enfatizando que os municípios já são engessados pelas rubricas federais que não são liberadas ou o são com atraso, forçando o caixa dos municípios e prejudicando os serviços. O medo deles é de que se pactue a proposta e o  dinheiro não seja liberado, gerando dificuldades para os municípios.

Luciano Duque apresenta Indicação solicitando IML em Serra Talhada

Por André Luis O deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade), recentemente utilizou suas redes sociais para informar sobre a apresentação da Indicação Nº 2283/2023, que trata da instalação de uma unidade do Instituto de Medicina Legal (IML) em Serra Talhada. Segundo Duque, a luta pela implantação do IML na cidade não se restringe apenas ao atendimento […]

Por André Luis

O deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade), recentemente utilizou suas redes sociais para informar sobre a apresentação da Indicação Nº 2283/2023, que trata da instalação de uma unidade do Instituto de Medicina Legal (IML) em Serra Talhada.

Segundo Duque, a luta pela implantação do IML na cidade não se restringe apenas ao atendimento local, mas visa beneficiar toda a região circunvizinha. Essa iniciativa busca suprir a demanda existente e proporcionar um melhor atendimento na área de medicina legal, garantindo agilidade e eficiência nos serviços prestados.

A instalação de uma unidade do IML em Serra Talhada é de grande importância, uma vez que a cidade e seus arredores abrangem uma extensa região populacional. Isso significa que a implementação do instituto beneficiaria não apenas Serra Talhada, mas também os municípios vizinhos, oferecendo serviços essenciais para a população, que muitas vezes convive com a demora à espera do corpo do ente querido para ser sepultado.

A expectativa é de que essa indicação seja analisada e receba o apoio necessário para que o projeto se torne realidade. Com a implantação do IML em Serra Talhada, será possível atender de forma mais eficaz as demandas da população e oferecer um serviço de qualidade, trazendo benefícios significativos para toda a região circunvizinha.

Carlos Veras quer auxílio emergencial até que país tenha cobertura vacinal contra a Covid-19

Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados A renovação do auxílio emergencial é assunto prioritário da oposição neste início dos trabalhos do Congresso Nacional. O deputado federal Carlos Veras (PT/PE) é autor do Projeto de Lei 26/2021 que prevê o pagamento do benefício no valor de R$ 600 até que o país obtenha cobertura vacinal contra a […]

Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

A renovação do auxílio emergencial é assunto prioritário da oposição neste início dos trabalhos do Congresso Nacional. O deputado federal Carlos Veras (PT/PE) é autor do Projeto de Lei 26/2021 que prevê o pagamento do benefício no valor de R$ 600 até que o país obtenha cobertura vacinal contra a Covid-19 em percentual igual ou superior a 70%, conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS) preconiza como nível seguro para evitar contaminação. 

A proposta também estabelece cota compensatória a agricultores familiares que não acessaram o auxílio ano passado com medo de perder a previdência rural, descontados valores eventualmente recebidos.

“A medida é para impedir que o auxílio seja mais uma vez abruptamente interrompido, deixando milhões de famílias sem renda para suprir necessidades básicas para a sobrevivência”, explica. 

Segundo o deputado, neste início de 2021, com a disparada do número de casos de coronavírus, do colapso dos sistemas de saúde no Amazonas e no Pará, e que pode, ocorrer em outros estados, o aumento do desemprego (mais de 14 milhões de pessoas) e do ineficaz programa nacional de imunização do governo Bolsonaro, “a retomada do auxílio emergencial não é questão de escolha, mas uma imposição.”

Atualmente, quase 40 milhões de pessoas vivem na miséria no país, com renda per capita de até R$ 89 por mês. E outros 27 milhões de brasileiros passaram a viver, desde janeiro, com menos de R$ 8,20 por dia – R$ 246 por mês. Com o fim do auxílio emergencial, mais 17 milhões de brasileiros podem ser jogados para abaixo da linha da pobreza. 

Economia 

O auxílio emergencial foi uma das medidas mais importantes de apoio à população diante da crise social, econômica e sanitária provocada pela pandemia de Covid-19. Além de garantir renda a quase 68 milhões de famílias, o benefício impactou positivamente a economia. No primeiro trimestre de 2020, a taxa de desemprego, que ficou em 14,6% no período, teria sido de 15,3%, sem o auxílio, de acordo com estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). 

O PT defendeu o auxílio emergencial no valor de R$ 1.045; o governo federal quis R$ 200; e o Congresso Nacional aprovou o valor de R$ 600, em abril de 2020, sendo a última parcela paga em dezembro do ano passado.

Carlos Veras afirma que a vacinação favorece a retomada da economia. “Poderemos retomar as atividades e afrouxar as regras de distanciamento. Não há mais como usar argumentos fiscais para ir contra o auxilio emergencial, quando até mesmo economistas renomados no mercado já se posicionaram em defesa da renovação da medida e mostraram que há espaço para o pagamento”, finaliza. 

Serra Talhada sedia IV Encontro de Ativação Regional das Praças CEUs

O município de Serra Talhada sedia, nesta quinta-feira (26), o IV Encontro de Ativação Regional das Praças CEUs 2017 – os Centros de Artes e Esportes Unificados. O evento, promovido pela Secretaria de Infraestrutura Cultural (Seinfra) do Ministério da Cultura, com organização da Prefeitura Municipal, será realizado das 9h às 18h, na Praça do CEU […]

O município de Serra Talhada sedia, nesta quinta-feira (26), o IV Encontro de Ativação Regional das Praças CEUs 2017 – os Centros de Artes e Esportes Unificados.

O evento, promovido pela Secretaria de Infraestrutura Cultural (Seinfra) do Ministério da Cultura, com organização da Prefeitura Municipal, será realizado das 9h às 18h, na Praça do CEU das Artes, na Caxixola. Foram convidados para o evento representantes das 85 praças CEUs dos estados nordestinos.

O encontro de ativação tem como objetivo apoiar as equipes técnicas de prefeituras, gestores e comunidades na condução da mobilização social, ocupação, gestão e da infraestrutura  das Praças CEUs.

Além disso, há troca de experiências entre representantes de CEUs já ativos, disseminação de informações sobre o funcionamento e a manutenção do espaço, interação com a comunidade e apresentações culturais e esportivas, entre outras atividades.

Entre os motivos para a escolha de Serra Talhada para sediar o evento, destaca-se a escolha do município como melhor Praça CEU do Nordeste, por ser referência a partir da implantação de atividades rotineiras no espaço, envolvendo a sociedade através de ações culturais, de saúde, educação, esporte, dentre outros.

Assessoria de Zeca diz que ele ganhou debate

Já a assessoria de Zeca diz que o candidato foi apontado como o de melhor performance no debate. “No debate, Zeca ressaltou a experiência de governar a prefeitura do município por oito anos e que Arcoverde precisa promover uma mudança em toda a administração municipal de forma a fazer funcionar a saúde, educação, as ações […]

Já a assessoria de Zeca diz que o candidato foi apontado como o de melhor performance no debate.

“No debate, Zeca ressaltou a experiência de governar a prefeitura do município por oito anos e que Arcoverde precisa promover uma mudança em toda a administração municipal de forma a fazer funcionar a saúde, educação, as ações sociais e a infraestrutura em benefício da população”.

No embate direto com o candidato do MDB, Zeca questionou a posição do candidato como apadrinhado da prefeita Madalena Britto (PSB), que tentou se desvencilhar a todo custo.

Durante seis blocos de debate, os candidatos abordaram os mais variados temas entre perguntas feitas por convidados da rádio e entre os próprios candidatos. “Em um direito de resposta, Zeca lembrou ao candidato Wellington da LW que ele não tem nenhuma condenação como ele afirmara, mas que a prefeita que o apoia já foi condenada por improbidade administrativa em segunda instância”.

Zeca questionou sobre a sonegação de impostos, do qual lembrou os processos fiscais do candidato do MDB, mas ressaltou que não vai desperdiçar recursos de impostos e nem aceitar sonegação, pois esses recursos serão aplicados em projetos importantes, como a casa de apoio no Recife, fardamento e café da manhã para as crianças, apoio a volta da Fundação Altino Ventura, a implantação da Guarda Municipal, a abertura de creches e a regularização de terrenos de moradias populares, entre outras obras e ações.

Ao final do debate, Zeca ressaltou a experiência de quem já governou e saiu com aprovação de quase 90%. Defendeu uma campanha limpa, sem agressões, voltada para a melhorar a vida das pessoas e que, mesmo enfrentando a máquina do governo municipal e estadual, o povo de Arcoverde saberá virar essa página da história de Arcoverde.