Rubinho do São João: “Nunca tive ganância pela presidência. Tive legitimidade”
Por Nill Júnior
O vereador Rubinho do São João avaliou de forma positiva a sua participação na disputa pela Presidência da Câmara. Foi em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Rubinho, que perdeu para Igor Mariano por um voto, disse que não viu anormalidade no fato de duas pessoas da base governista disputarem o cargo.
“Resta agradecer aos companheiros Sargento Argemiro, Wellington JK, Cancão, Augusto Martins e Raimundo Lima”. A chapa ainda contava com Augusto Martins (Primeiro Secretário), Wellington JK (Segundo Secretário) e Cancão (suplente).
Rubinho reagiu às críticas de quem tentava desqualificá-lo pelo fato de estar em primeiro mandato e já querer ser presidente. “Como não havia argumentos pessoais ou que manchassem a minha história, o único argumento era de que eu era iniciante”.
Ele garantiu que apesar do processo complicado, a base mantém-se unida. “Somos maduros o suficiente para entender que houve uma divergência de uma eleição de Câmara. A base está unida para defender povo e a gestão Patriota. Estive em conversa com Igor e ficou definido que após a eleição tudo estaria na santa paz. Estou pronto para ajudar Igor”.
O vereador voltou a dizer que o prefeito José Patriota não tinha preferência e estava falando a verdade quando reafirmava isso. “Em momento algum ele tentou direcionar votos. Parabenizo por esse gesto de não direcionar nem a um nem a outro”.
Ele disse entender que o PSB deveria ter fechado posição como fizeram PEN e PSD. Os socialistas racharam entre um e outro. “O Presidente Raimundo deveria ter sido ouvido. Aguardamos uma reunião das bancadas para cada partido apresentar um nome. Como não houve, o PEN manteve sua sugestão. O PSB deveria ter feito isso”.
O vereador disse estar torcendo por Igor e para que a Câmara acabe essa impressão de que só apresenta requerimento para quebra-molas. “A Câmara precisa ser vista como a Casa do Povo, onde há livre espaço para opinar. Criticar”.
Rubinho ainda disse não saber se será candidato daqui a dois anos. “Eu obtive votos de mais cinco companheiros. Nenhuma decisão será tomada sem antes conversar com eles”. Ao final, afirmou: “nunca tive ganância pela presidência. Tive legitimidade. O povo me legitimou, o partido legitimou”.
Foi muito bom o papo com o Diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, no LW Cast, da TV LW, de Arcoverde para todo o estado. Ronald falou da história do Instituto, criado em 2008. Também sobre a ciência envolvendo a realização de pesquisas de opinião. Por uma hora e meia, Falabella falou da história do […]
Foi muito bom o papo com o Diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, no LW Cast, da TV LW, de Arcoverde para todo o estado.
Ronald falou da história do Instituto, criado em 2008. Também sobre a ciência envolvendo a realização de pesquisas de opinião.
Por uma hora e meia, Falabella falou da história do Instituto e do altíssimo percentual de acertos em pesquisas realizadas na rea final da campanha, construindo a credibilidade do instituto, inclusive com a exitosa parceria de anos com o blog.
Ronald destacou o fato de que nunca teve uma condenação na justiça eleitoral, dada a lisura do trabalho. Em raros casos, já teve pesquisas com divulgação suspensa por força de liminar, uma decisão judicial provisória, concedida em situações de urgência, antes do julgamento final do mérito. “Mas sempre fomos até o fim pára garantir o direito à divulgação”.
Central das Pesquisas
Sábado, cinco da tarde, tem a Central das Pesquisas, com os últimos levantamentos em Arcoverde, Afogados e Serra Talhada. A pesquisa de Arcoverde foi registrada sob o número PE-06013/2024 e vai ouvir 520 eleitores no próprio sábado. A pesquisa de Afogados da Ingazeira foi registrada sob o número PE-07785/2024 e vai ouvir 400 eleitores. A pesquisa de Serra Talhada foi registrada sob o número PE-00546/2024 e vai ouvir 450 eleitores no próprio sábado.
Sobre a eleição, serão feitas apenas três perguntas: em quem o eleitor vai votar (espontânea e estimulada) e em quem ele não votaria de jeito nenhum.
O Instituto Multipla realiza as suas pesquisas através da metodologia quantitativa, que consiste na realização de entrevistas pessoais, com aplicação de questionário estruturado junto a uma amostra representativa do eleitorado dos municípios.
A divulgação dos números será feita por um pool de veículos de comunicação, no sábado (05), a partir das 17h. São eles: Rádio Itapuama FM, Blog de Nill Júnior, Portal PanoramaPE, Rádio Cultura de Serra Talhada e Rádio Pajeú de Afogados da Ingazeira.
Segundo informações de funcionários da Prefeitura de São José do Egito, em reserva, a este blog, os salários referentes ao mês de novembro, que deveriam ter sido pagos até o dia 30 de novembro, continuam pendentes em diversas categorias, agravando o clima de insatisfação. Na Secretaria de Saúde, os atrasos têm afetado comissionados, contratados, médicos […]
Segundo informações de funcionários da Prefeitura de São José do Egito, em reserva, a este blog, os salários referentes ao mês de novembro, que deveriam ter sido pagos até o dia 30 de novembro, continuam pendentes em diversas categorias, agravando o clima de insatisfação.
Na Secretaria de Saúde, os atrasos têm afetado comissionados, contratados, médicos e prestadores de serviços, que ainda não receberam os valores de novembro. Além disso, a segunda parcela do 13º salário também não foi paga, o que eleva o descontentamento.
Outro grupo que enfrenta dificuldades são os aposentados. Os beneficiários não receberam nem os salários de novembro nem a segunda parcela do 13º salário. Muitos deles dependem exclusivamente desses pagamentos para manter suas despesas básicas, como alimentação e medicamentos.
Ainda segundo informações, a situação também se reflete em outras secretarias municipais. Os prestadores de serviços estão sem os pagamentos de novembro, e a segunda parcela do 13º salário não foi quitada para grande parte dos servidores.
As fontes relataram preocupação com a possibilidade de os pagamentos não serem efetuados antes do fim do ano. Até o momento, a Prefeitura não emitiu uma nota oficial para explicar os motivos dos atrasos ou estabelecer um cronograma para os depósitos.
Foto: Polícia Civil de Pernambuco/Divulgação G1-PE A Polícia Civil de Pernambuco desencadeou, nesta quinta-feira (17), a operação de Fim de Jogo, que visa investigar a prática dos crimes de peculato e falsificação de documentos. Foram emitidos 11 mandados de busca e apreensão domiciliar no Recife e em Água Preta e Palmares, na Zona da Mata […]
A Polícia Civil de Pernambuco desencadeou, nesta quinta-feira (17), a operação de Fim de Jogo, que visa investigar a prática dos crimes de peculato e falsificação de documentos. Foram emitidos 11 mandados de busca e apreensão domiciliar no Recife e em Água Preta e Palmares, na Zona da Mata pernambucana, além de sequestros de bens e valores.
Peculato é o crime em que um funcionário público se apropria ou desvia um bem público em benefício próprio ou de terceiros. Um dos alvos da investigação foi a Secretaria de Espores de Palmares. Segundo a Polícia Civil, a investigação apura a falsificação de contratos na pasta.
De acordo com a Civil, as investigações tiveram início em janeiro deste ano e contaram com apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (Dintel), além de participação do laboratório de Lavagem de Dinheiro (LAB) e colaboração do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE).
As investigações foram comandadas pelo delegado Diego Pinheiro, titular da 2ª Delegacia de Combate à Corrupção (Deccor), que integra o Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Draco).
Ao todo, foram escalados para cumprir os mandados da operação 70 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães.
Detalhes sobre a investigação devem ser repassados em coletiva a ser realizada ainda nesta quinta-feira (17). O G1 entrou em contato com a comunicação da prefeitura de Palmares, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.
Estação Final
Também nesta quinta-feira (17), a Polícia Civil desencadeou outra operação, denominada Estação Final. As investigações começaram em setembro de 2019 com o objetivo de identificar e desarticular um grupo criminoso ligado a tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
Comandada pela Delegacia Seccional de São José da Coroa Grande, no Litoral Sul, a operação visou cumprir 19 mandados de prisão e oito de busca e apreensão domiciliar, todos expedidos pela Vara Única do município. Não foi informado quantos desses mandados foram para pessoas já presas.
Único acesso aos câmpus da UFRPE e do IFPE é um pesadelo para alunos e moradores Por Amanda Rainheri/JC Online Em 2017, quando o Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, completou 140 anos, o governo de Pernambuco transferiu a sede do Executivo para o município por um dia. Na ocasião, o governador Paulo Câmara […]
Único acesso aos câmpus da UFRPE e do IFPE é um pesadelo para alunos e moradores
Por Amanda Rainheri/JC Online
Em 2017, quando o Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, completou 140 anos, o governo de Pernambuco transferiu a sede do Executivo para o município por um dia. Na ocasião, o governador Paulo Câmara anunciou às pompas um pacote de investimentos de mais de R$ 50 milhões para o Cabo. Entre as novidades, a construção de uma rodovia que daria a 20 mil estudantes o sonho de um futuro melhor.
Quase dois anos após a assinatura da ordem de execução, a PE-33, único acesso aos novos câmpus da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) do município, virou sinônimo de abandono, descaso e desperdício de dinheiro público. Um pesadelo para alunos, moradores do entorno e para as instituições de ensino que deveriam ser beneficiadas.
A situação da Unidade Acadêmica do Cabo de Santo Agostinho (UACSA) da UFRPE é a mais delicada. A ausência da rodovia resultou na suspensão por tempo indeterminado da obra, que está 60% concluída. E pior: a universidade corre o risco de perder a verba para execução do restante.
Sem a PE-33, o acesso ao canteiro de obras ficou inviabilizado. A empresa responsável pelo serviço enfrentava problemas financeiros desde 2017 e era sustentada pela obra no Cabo. Com a impossibilidade de prosseguir a construção, veio a falência e o distrato do contrato.
Os R$ 80 milhões que seriam usados para concluir o câmpus precisarão retornar aos cofres nacionais, enquanto um novo processo licitatório é aberto para contratação de outra empresa.
“O problema é que não temos garantia nenhuma de que esse dinheiro irá voltar. O Ministério da Educação (MEC) disse não ter como repassar, porque esse valor entra para o Tesouro Nacional e acaba diluído. Estamos em uma situação difícil, que poderia ser evitada se a rodovia tivesse sido construída”, argumenta a reitora da Rural, Maria José de Sena.
A obra tem custo total de R$ 250 milhões. Desses, aproximadamente R$ 120 milhões foram gastos. Não bastasse o valor já empenhado, a universidade ainda arca com o aluguel de cerca de R$ 200 mil mensais por um empresarial, onde estudam provisoriamente 3 mil alunos de cinco cursos de engenharia (mecânica, civil, elétrica, materiais e eletrônica).
“O prédio não tem estrutura de universidade. Funcionar em um lugar não destinado a esse fim é algo que traz prejuízo para os alunos”, pontua a presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal Rural de Pernambuco (Aduferpe), Erika Suruagy.
A opinião é compartilhada por Lucas Martins, 27 anos, estudante do 10º período de engenharia elétrica. “Não temos restaurante universitário. Ou comemos no shopping (o local fica próximo ao Costa Dourada) ou em um restaurante privado, que é caro. Além disso, no novo câmpus, existe a promessa de ter uma Casa do Estudante e transporte até a universidade.”
O drama do IFPE também é grande. As obras foram finalizadas e o prédio, que ocupa área de 12.650 metros quadrados, entregue no fim do ano passado. Mas o investimento de R$ 35 milhões corre o risco de ter sido em vão. Isso porque, sem a rodovia, não é possível o acesso. A instituição tem 600 estudantes de ensino técnico e superior. “O acesso que existe é provisório, usado para a construção. Existem problemas como iluminação e transporte público, que são essenciais para o funcionamento do câmpus e esbarram na falta da rodovia”, defende o diretor-geral do câmpus do Cabo, Daniel Assunção.
Os estudantes ocupam hoje parte das instalações da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas do Cabo de Santo Agostinho (Fachuca). “A falta da rodovia nos traz grandes problemas. Aumentamos o número de vagas, porque tínhamos a expectativa de iniciar o semestre no novo prédio e agora temos que nos desdobrar em um espaço pequeno. Passamos a dar aulas aos sábados para organizarmos os horários. O problema é que muitos alunos dependem do transporte intermunicipal oferecido pela prefeitura, que não funciona no fim de semana. Assim, alguns não podem assistir às aulas por falta de dinheiro para o transporte”, conta Jane Miranda, professora do IFPE do Cabo e coordenadora-geral do Sindicato dos Servidores dos Institutos Federais em Pernambuco (Sinef-PE).
Os alunos do curso técnico em cozinha são obrigados a realizar as aulas práticas em ônibus adaptados. “Minha turma tem 13 pessoas e não cabem todos. A estrutura é quente e ruim e isso afeta o aprendizado. Não é culpa do instituto, porque o prédio está pronto, só não podemos ir pra lá”, desabafa Laís da Silva, 29 anos, aluna do 3º período do curso.
Licitada em 2014, a obra teve início em outubro de 2017. Em janeiro do ano seguinte, foi paralisada, após atraso no pagamento da empresa que realizava o serviço. A PE-33 tem 8,7 quilômetros de extensão e custo de R$ 32,7 milhões. O primeiro trecho, de dois quilômetros, da BR-101 até os câmpus, tem custo de R$ 10 milhões (R$ 7,5 milhões das obras e R$ 2,5 milhões de desapropriações) e deveria ter ficado pronto 120 dias após o início das obras.
Em nota, a Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos de Pernambuco (Seinfra) reforçou que as obras da PE-33 “são uma das prioridades da gestão estadual”. O governo disse ainda que está trabalhando para viabilizar junto ao Ministério da Educação (MEC) um repasse de R$ 15 milhões. O pleito só deverá ser formalizado no final do mês de abril.
Impacto ambiental
Outro problema decorrente da obra afeta moradores e obrigou a Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho a notificar as empresas envolvidas nas obras da região. “Quando chove, a lama invade as casas dos moradores e dificulta o acesso. Além disso, temos vários prejuízos ambientais, como assoreamento de cursos-d’água”, destaca a secretária de Planejamento e Meio Ambiente do Cabo, Catarina Dourado.
O governo do Estado foi procurado pela reportagem para falar sobre os impactos ambientais, mas não deu retorno até o fechamento desta edição, na noite de sexta-feira (12).
O cantor e compositor Lobão disse, em entrevista ao jornal Valor Econômico, que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) não tem “capacidade intelectual e emocional para gerir o Brasil”. A fala, claro, repercute muito nas redes sociais entre os que defendem e condenam o artista. O artista também proferiu críticas aos filhos do chefe do executivo, […]
O cantor e compositor Lobão disse, em entrevista ao jornal Valor Econômico, que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) não tem “capacidade intelectual e emocional para gerir o Brasil”. A fala, claro, repercute muito nas redes sociais entre os que defendem e condenam o artista.
O artista também proferiu críticas aos filhos do chefe do executivo, ao filósofo Olavo de Carvalho e aos apoiadores do peeselista. Também fez duras afirmações sobre o fato de o capitão da reserva usar frequentemente o Twitter.
“Eu tinha que optar por alguém e esse alguém foi o Bolsonaro. Mas ele mostrou que não tem a menor capacidade intelectual e emocional para poder gerir o Brasil. Isso está muito claro para mim e fico muito triste. É óbvio que o governo vai ruir”, ponderou.
Para o músico, a maioria dos que votaram em Bolsonaro estão “decepcionados”. Ele também disse que o escritor Olavo de Carvalho vai acabar com o governo, por ser uma pessoa “autodestrutiva, sociopata e que não tem empatia por ninguém”.
Filhos – Aos filhos de Bolsonaro — o vereador Carlos, o deputado federal Eduardo e o senador Flávio —, Lobão se referiu como “os três patetas do Planalto”, criticando as constantes interferências no governo e as polêmicas que provocam nas redes sociais.
“Eles conseguiram semear ódio num Congresso que estava de braços abertos para esses caras! Era para estar navegando em céu de brigadeiro, passar a reforma da Previdência nos primeiros meses”, analisou. “(Bolsonaro) Não pode achar que o Brasil é o Twitter para se resguardar e intimidar os adversários”, completou.
O rockeiro também demonstrou insatisfação com a reação do presidente às manifestações contra os cortes na educação, chamando os estudantes que foram às ruas de “idiotas úteis”. “Você está pegando no vespeiro, no âmago dos seus inimigos figadais, os estudantes de todo o Brasil, os professores, os reitores. Vai brigar com isso? Para quê? Você não quer votar a reforma da Previdência? Para que criar um barulho agora?”, comentou.
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