Rogério e Zeinha fazem debate quente sobre os rumos de Iguaracy
Foi mais quente que o esperado o Super Debate entre os candidatos a prefeito de Iguaracy Rogério Lins (MDB) e Zeinha Torres (PSB).
Em uma hora e meia, os candidatos se revezaram entre questionamentos e defesa de suas plataformas de governo.
Logo no primeiro bloco, Zeinha e Rogério se revezaram sobre oportunidades para os jovens. “Você entra em contradição quando diz defender os jovens, mas diz que não posso gerir o município”.
Zeinha rebateu: “nunca disse que você tinha incapacidade política, mas passou por muitos órgãos aí e não ficou. demos muita oportunidade para os jovens”.
Rogério replicou: “Prestei serviço à administração público com cargo temporário e pedi desligamento por questões pessoais como técnico de contadoria em Afogados”.
Rogério acusou Zeinha de ser vereador de uma sessão por semana e só ir à prefeitura para assinar o cheque quando vice. Zeinha rebateu: “acho que você não morava no município. Fui Diretor do Hospital por dois anos e seis meses. Fui um dos vices que mais trabalhou”.
Sobre a Lei Aldir Blanc, Rogério Lins criticou a gestão Zeinha por deixar a liberação dos recursos para última hora. “O que me estranha é que o recurso está no município e só em véspera de eleição foi instituído o prêmio para distribuir o recurso”. Zeinha: quando você quer fazer a coisa séria, não tem tempo”. Veja todo o debate clicando aqui.




Bolsonaristas dizem que protocolaram primeiro. Aliados da Frente alegam que cumpriram exigências. Palavra final será da Justiça
Na noite da última segunda-feira (28), o prefeito de Tuparetama, Sávio Torres, foi um dos 10 gestores municipais do Sertão pernambucano a receber o certificado “Prefeitos de Expressão”, durante cerimônia no auditório da Aesa na cidade de Arcoverde, promovido pelo Movimento Viver Pernambuco, Revista Movimentto e Rede Pernambuco de Rádios, evento liderado pelo comunicador Arijaldo Carvalho.

Sebastião Dias disse recentemente que a usina de asfalto será adquirida com dinheiro que seria aplicado no carnaval da cidade, que até hoje só lhe rendia dor de cabeça, pelas críticas de que era um evento “anti cultural” com gasto elevado e atrações de qualidade questionável.












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