Reunião entre Bolsonaro e Ciro Nogueira é adiada por problema em voo do senador
Por André Luis
A reunião entre o presidente Jair Bolsonaro e o senador Ciro Nogueira (PP-PI), que estava marcada para esta segunda-feira, 26, foi adiada e deve ocorrer somente amanhã.
O encontro foi agendado para acertar os últimos detalhes da posse do parlamentar como ministro-chefe da Casa Civil. A informação é do Estadão.
Ciro Nogueira estava em viagem internacional — em recesso parlamentar, descansava no México — e o seu voo teve um problema que adiou o retorno ao Brasil. A agenda com Bolsonaro estava prevista para ocorrer na tarde de hoje, mas acabou cancelada. Somente após a reunião entre o chefe do Planalto e o novo ministro é que se definirá, por exemplo, a data da posse de Nogueira no cargo.
Na semana passada, o presidente anunciou uma “pequena reforma ministerial” que inclui, além da indicação de Ciro Nogueira, a transferência de Onyx Lorenzoni para a pasta do Ministério do Trabalho e Previdência, a ser recriada, e de Luiz Eduardo Ramos para a Secretaria-Geral da Presidência.
Vacina da Janssen é aplicada em dose única, e comitê da agência reguladora dos EUA recomendou a aplicação da dose de reforço. Em agosto, Anvisa já havia pedido informações. Por Camila Bomfim, GloboNews Técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se reuniram na manhã desta sexta-feira (29) com representantes da Janssen para discutir a […]
Vacina da Janssen é aplicada em dose única, e comitê da agência reguladora dos EUA recomendou a aplicação da dose de reforço. Em agosto, Anvisa já havia pedido informações.
Por Camila Bomfim, GloboNews
Técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se reuniram na manhã desta sexta-feira (29) com representantes da Janssen para discutir a dose de reforço da vacina contra Covid.
A vacina da Janssen é aplicada em dose única. No último dia 15, um comitê consultivo independente da agência reguladora norte-americana (FDA) recomendou a aplicação da dose de reforço para o imunizante.
Em agosto, a Anvisa já havia pedido informações da vacina à Janssen para analisar a possibilidade de dose de reforço, e agora representantes do laboratório apresentaram os dados à agência.
O próximo passo pode ser o pedido de análise da empresa para a Anvisa, o que ainda não aconteceu.
A recomendação de especialistas é que a dose de reforço seja aplicada com período mínimo de dois meses após a primeira.
A primeira noite do São Pedro de Itapetim 2025, realizada neste sábado (28), reuniu um grande público na praça pública do município, marcando a abertura oficial das festividades juninas. A programação contou com apresentações culturais e atrações musicais que movimentaram o centro da cidade. O evento teve início com o Grupo de Dança da Secretaria […]
A primeira noite do São Pedro de Itapetim 2025, realizada neste sábado (28), reuniu um grande público na praça pública do município, marcando a abertura oficial das festividades juninas. A programação contou com apresentações culturais e atrações musicais que movimentaram o centro da cidade.
O evento teve início com o Grupo de Dança da Secretaria de Cultura, que apresentou coreografias típicas do período junino. Na sequência, os shows de Aldinho Forró Kceteiro & Vanessa Messias, Fulô de Mandacaru e Seu Desejo deram o tom da noite, com repertórios voltados ao forró e ritmos tradicionais da época.
A prefeita Aline Karina, o vice-prefeito Chico de Laura, o ex-prefeito Adelmo Moura, o secretário de Cultura Vandivaldo, além de secretários municipais, diretores e lideranças políticas regionais acompanharam a abertura do evento. A presença das autoridades reforçou o apoio institucional às festas juninas como parte do calendário cultural do município.
A programação do São Pedro de Itapetim segue neste domingo (29), com novos shows gratuitos. Estão previstas apresentações de Alex Sanfoneiro, Brasas do Forró e Walkyria Santos, mantendo a agenda de atrações voltada à valorização da cultura nordestina.
A pernambucana Yane Marques começou a disputa do pentatlo moderno na 21ª colocação na esgrima clássica. As disputas, para valer, começam ao meio-dia desta sexta-feira, 19, em Deodoro, na Zona Oeste do Rio. Para uma modalidade de pouco apelo de público, havia um bom número de torcedores acompanhando os jogos de esgrima nesta manhã de […]
A pernambucana Yane Marques começou a disputa do pentatlo moderno na 21ª colocação na esgrima clássica. As disputas, para valer, começam ao meio-dia desta sexta-feira, 19, em Deodoro, na Zona Oeste do Rio.
Para uma modalidade de pouco apelo de público, havia um bom número de torcedores acompanhando os jogos de esgrima nesta manhã de quinta-feira, 18. Aproximadamente duas mil pessoas vibraram pela brasileira das arquibancadas provisórias na Arena da Juventude.
Atual medalhista de bronze olímpica, Yane ganhou 16 e perdeu 19 jogos. Os combates foram realizados na Arena da Juventude, onde até a semana passada foram realizados as partidas da primeira fase do basquete feminino.
Os jogos de esgrima desta quinta-feira servem apenas para efeitos de ranqueamento para a disputa que se inicia amanhã. Assim, a polonesa Oktawia Nowacka passou na primeira colocação, com 262 pontos, com 27 vitórias e 8 derrotas. Yane somou 196 pontos.
Em comparação com Londres-2012, quando chegou ao pódio, Yane apresenta uma performance abaixo daquela de quatro anos atrás. Na capital inglesa, a pernambucana encerrou as disputas de esgrima na sexta colocação.
Mas ainda há muito pela frente, com as provas de natação, hipismo e corrida combinada com tiro. “Pra nós ela já é ouro por toda a vida. Foi ruim porque não deu pra ver tudo. A gente fica numa expectativa muito grande querendo só que ganhe, mas não é assim, né?” – diz ainda confiante a vó Otília Fonseca, dona Tila, falando à Rádio Pajeú.
Sem descuidar das atribuições constitucionais de julgar contas e punir os faltosos, os órgãos de controle devem evoluir de um controle burocrático para um modelo que valorize a função preventiva. Esse foi um dos pontos defendidos pelo presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro José Múcio Monteiro, na palestra “Desafios atuais dos órgãos […]
Sem descuidar das atribuições constitucionais de julgar contas e punir os faltosos, os órgãos de controle devem evoluir de um controle burocrático para um modelo que valorize a função preventiva. Esse foi um dos pontos defendidos pelo presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro José Múcio Monteiro, na palestra “Desafios atuais dos órgãos de controle”, proferida no auditório da Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE) na tarde desta quinta-feira (25/4).
O evento foi promovido pelo Centro de Estudos Jurídicos (CEJ) da PGE-PE e pela Escola de Contas Públicas/TCE-PE, integrantes da Rede Escolas de Governo-Pernambuco, e contou com a participação do diretor-geral da Escola de Contas Públicas, conselheiro Ranilson Ramos. Prestigiaram a conferência o procurador-geral do Estado de Pernambuco, Ernani Medicis; a secretária estadual da Mulher, Sílvia Cordeiro; o deputado estadual João Paulo, representando a Assembleia Legislativa de Pernambuco; a conselheira e ouvidora do TCE-PE, Teresa Duere; o ex-procurador-geral do Estado Izael Nóbrega; o coordenador do CEJ, César Caúla; procuradores do Estado; integrantes do TCE; servidores estaduais e convidados.
Diante de um auditório lotado com mais de cem pessoas, o ministro destacou que numa época marcada pela rapidez das transformações e pela crescente exigência de transparência, o controle do dinheiro público nunca foi tão necessário. “Vivemos um momento de extrema restrição orçamentária com carga fiscal elevada, que exige que os órgãos públicos demonstrem à sociedade a importância de seu papel, em face dos custos da nossa operação”, disse, destacando que, em 2018, as ações do TCU resultaram em R$ 25 bilhões de benefício financeiro direto, o que representou um retorno de R$ 12,38 para cada R$ 1,00 investido.
O presidente do TCU enfatizou a importância da aproximação entre os gestores e os órgãos de controle. “Em vez de um controle burocrático, alicerçado apenas no cumprimento do dever de prestar contas e com ênfase na busca de punição, os órgãos de controle devem evoluir para um modelo mais amplo, que valorize a função preventiva, que incentive a adoção das melhores práticas administrativas e que ajude o gestor que não quer errar”, disse.
Nesse sentido, citou o exemplo da sugestão dada pelo TCU para que a ocupação de cargos em comissão e funções de confiança na administração pública federal seguisse balizas de idoneidade moral e de capacidade técnica, de forma a mitigar a exposição a riscos de ineficiência ou corrupção. “A iniciativa foi acolhida pelo presidente Jair Bolsonaro e resultou na edição do Decreto nº 9.727/2019”, lembrou.
O ministro também detalhou a reestruturação promovida na organização do TCU, baseada em novos recursos tecnológicos, que possibilitaram, por meio do trabalho remoto, que servidores residentes nos diversos estados possam estar tecnicamente vinculados às secretarias de atuação nacional.
José Múcio Monteiro apresentou ainda dados do Relatório Desenvolvimento Sustentável Nordeste 2030, um diagnóstico elaborado pelo Tribunal sobre os principais desafios do Nordeste, buscando contribuir para a melhoria das condições de bem-estar da população, do ambiente de investimentos e da produtividade da região.
O ministro, valendo-se de dados colhidos pelos estudos do TCU, ressaltou que, embora a Constituição preveja como um dos objetivos nacionais a redução das desigualdades regionais, o modelo de distribuição de recursos não atende a tal diretriz e, ao contrário, aprofunda o desnivelamento entre as regiões mais ricas do país e aquelas economicamente menos favorecidas. José Múcio criticou ainda as regras de transferência de recursos da União para os entes subnacionais, as quais, em seu entendimento, são excessivamente discricionárias, estimulando uma relação de dependência.
O diretor-geral da Escola de Contas Públicas do TCE-PE, conselheiro Ranilson Ramos, destacou que não há outra forma de perseguir a efetividade do controle externo atualmente que não passe pelo acompanhamento simultâneo da execução orçamentária ou da obra. “E isso só podemos conseguir isso com o auxílio de plataformas tecnológicas, como essas implantadas no TCU. Nossos tribunais já são ilhas de excelência técnica e precisam ser ilhas de excelência de tecnologia”, afirmou.
O procurador-geral do Estado e o coordenador do CEJ agradeceram ao ministro José Múcio por ter atendido ao convite da PGE-PE, vindo a Pernambuco apenas para proferir a palestra, e destacaram a importância dos temas tratados. “Um evento que reúne os órgãos de controle externo da União e do estado é de grande significância para a PGE em particular, porque somos um órgão de controle interno e um dos nossos maiores desafios hoje, diante da complexidade do país e da crise fiscal, é dar previsibilidade de conduta ao gestor e à iniciativa privada”, disse Ernani Medicis.
“Saímos do evento de hoje impactados pela fala do ministro José Múcio, franca, incisiva e fundamentada. Quanto às tarefas dos órgãos de controle, a visão de que é essencial que busquem contribuir para o aprimoramento do serviço público representa um alento. Relativamente ao aspecto específico da desigualdade regional e dos problemas do pacto federativo brasileiro, fica evidenciado que eles precisam ser motivos de inquietação permanente, para nos impulsionar à busca de soluções que contribuam para o desenvolvimento nacional, sem desnivelamento das regiões”, afirmou César Caúla.
Mais uma multa foi gerada para o ex-prefeito de Sertânia, Guga Lins. A mais recente foi resultado de denúncias do vereador e atual presidente da Câmara Municipal, Antônio Henrique Fiapo, que além de usar a tribuna da Câmara formalizou as denúncias junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE). O ex-gestor foi condenado a pagar […]
Mais uma multa foi gerada para o ex-prefeito de Sertânia, Guga Lins. A mais recente foi resultado de denúncias do vereador e atual presidente da Câmara Municipal, Antônio Henrique Fiapo, que além de usar a tribuna da Câmara formalizou as denúncias junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE).
O ex-gestor foi condenado a pagar uma multa no valor de R$ 7.905,00 (sete mil novecentos e cinco reais) pela nomeação ilegal do ex-funcionário do quadro municipal, Janilton Ferreira.
Entenda o caso
Aprovado no concurso para professor da Rede de ensino do município, em 2008, o candidato foi chamado para preencher a vaga, dois anos depois, ainda em 2010. Entretanto, nunca apresentou a documentação necessária. Já em 2014, na administração de Guga Lins, Janilton foi incorporado ao quadro de professores da Rede Municipal de Ensino, ilegalmente.
A validade do concurso já estava vencida, visto que este era válido apenas até 2012. Além disso, havia outro impeditivo: Janilton ocupava a vaga de Agente Penitenciário, que o impossibilitava de exercer outra função.
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