Arcoverde: retirada de barraca após ação da prefeitura causa revolta contra Madalena
Por Nill Júnior
A retirada de uma barraca da Praça Winston Siqueira, da viúva Suetone Veras, Dona Nadir Veras, que há 28 anos comercializa no local, fruto de ação da Prefeitura, causou revolta nas redes sociais. Com o dinheiro da barraca, além de ganha-pão, ela pagava a faculdade da filha.
O curioso é que a ação não visava limpar toda a área. O “Maria Gulosa”, já conhecido da comunidade, coincidentemente não foi afetado pela reforma da praça. A questão rende críticas à socialista Madalena Britto (PSB).
A questão de Dona Suetone é um retrato do que acontece não só em Arcoverde, mas em inúmeros espaços públicos na região, quando ao longo do tempo não há medidas para coibir a ocupação de áreas da cidade.
A Praça reformada será entregue neste sábado, cuja reforma custou de mais de R$ 650 mil. O choro de Dona nadir está sendo compartilhado nas redes sociais, com mais de 33 mil visualizações e comentários que condenam o governo da Prefeita Madalena Britto (PSB).
Disse a prefeitura: “Importante também esclarecer que, mesmo antes da determinação legal para a retirada do ponto comercial, a Prefeitura de Arcoverde ofereceu opção à dona do estabelecimento como alternativa consensual para prosseguir com suas atividades de venda de lanches. Para tanto, foi oferecida a relocação para outro local, com mesmo potencial de vendas e clientela. Mas, infelizmente, a proprietária foi irredutível, não aceitando a proposta”.
Do Congresso em Foco Quando aprovaram a criação de um fundo bilionário para bancar campanhas eleitorais com recursos públicos, os parlamentares prometeram que nenhum centavo seria desviado da saúde ou da segurança. Mas não é isso que ocorrerá, segundo levantamento do jornal O Estado de S. Paulo. O financiamento eleitoral dos candidatos este ano vai […]
Eunício e Jucá haviam prometido que nenhum centavo seria retirado da saúde e da educação
Do Congresso em Foco
Quando aprovaram a criação de um fundo bilionário para bancar campanhas eleitorais com recursos públicos, os parlamentares prometeram que nenhum centavo seria desviado da saúde ou da segurança. Mas não é isso que ocorrerá, segundo levantamento do jornal O Estado de S. Paulo. O financiamento eleitoral dos candidatos este ano vai retirar pelo menos R$ 472,3 milhões originalmente destinados pelos parlamentares para as duas áreas.
Desse total, R$ 121,8 milhões foram remanejados da educação e R$ 350,5 milhões da saúde. De acordo com o Estadão, o valor corresponde à transferência de dinheiro das emendas de bancadas – que seria destinado a esses setores – para gastos com as campanhas eleitorais de outubro.
O fundo eleitoral foi criado como alternativa à proibição das doações empresariais e receberá, no total, R$ 1,75 bilhão. Desse montante, R$ 1,3 bilhão sairá das emendas de bancada, cujo pagamento é obrigatório pelo governo. Outros R$ 450 milhões virão da isenção fiscal que seria concedida a rádios e TVs para veicular programas partidários.
O dinheiro será distribuído aos partidos conforme o tamanho de suas bancadas na Câmara e no Senado. A criação do fundo é contestada por ação que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), que será julgada no plenário da Corte.
Segundo o Estadão, a verba retirada da saúde para abastecer o caixa das campanhas seria suficiente, por exemplo, para arcar com a construção de 159 novas Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), com sete leitos, dois médicos e atendimento médio de 150 pacientes por dia ou financiar 859 Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
A verba que deixou de ser aplicada em educação equivale a um terço de todos os pagamentos que o governo realizou no ano passado no Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância): R$ 355 milhões, conforme dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O dinheiro serve para construir e equipar creches.
Os principais articuladores da criação do fundo, como o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e o líder do governo na Casa, Romero Jucá (PMDB-RR), haviam prometido que a saúde e a educação não seriam prejudicadas com a mudança na destinação das emendas. “Não aceito que mexa um centavo de saúde e educação”, disse Eunício na época da aprovação da proposta. Procurados pela reportagem para comentar o resultado do levantamento, os dois não se manifestaram.
De acordo com o Estadão, além das verbas de saúde e educação, R$ 828 milhões foram retirados de áreas como segurança pública, infraestrutura, obras contra a seca e agricultura. O ensino superior também foi prejudicado. A Universidade Federal do Acre (UFAC) teve R$ 6 milhões transferidos e a Universidade Federal do Amapá (Unifap) ficou sem a emenda que previa R$ 27 milhões para a conclusão das obras do Hospital Universitário. A expansão dos campi da Universidade Federal do Espírito Santos (UFES) perdeu R$ 33 milhões. As emendas são impositivas e, por isso, precisam ser pagas pelo governo. Cabe ao Congresso definir o destino da verba.
Em entrevista à Rádio Folha, o presidente do PP, Eduardo da Fonte, falou que depois de quase três meses de discussão sobre o seu caminho em Pernambuco, o PP, enfim, definiu como irá marchar no Estado. Como especulado, a legenda ingressará na Frente Popular de Pernambuco, que apresenta a candidatura de Paulo Câmara (PSB) ao governo. O […]
Em entrevista àRádio Folha, o presidente do PP, Eduardo da Fonte, falou que depois de quase três meses de discussão sobre o seu caminho em Pernambuco, o PP, enfim, definiu como irá marchar no Estado. Como especulado, a legenda ingressará na Frente Popular de Pernambuco, que apresenta a candidatura de Paulo Câmara (PSB) ao governo. O anúncio será feito na próxima sexta-feira (27), no Recife Monte Hotel, sede preferencial dos eventos socialistas.
“Ouvimos os 170 diretórios do PP, os diretórios municipais. Ouvimos as bancadas, a federal e a estadual. Então, decidimos, de forma democrática, ficar com Paulo Câmara para a eleição estadual”, afirmou Eduardo da Fonte, que estava na convenção nacional do partido, em Brasília, onde os progressistas confirmaram apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT).
No entanto, o partido segue indefinido sobre a questão do Senado. Eduardo da Fonte antecipou que um membro da executiva do partido se colocou à disposição para disputar a vaga à Casa Alta. E, portanto, o PP ainda discutirá a questão, mas sem fechar as portas para a possibilidade de marchar com o petista João Paulo ou com o socialista Fernando Bezerra Coelho.
“Vamos discutir ainda essa questão. Ainda temos tempo, a convenção nossa será no próximo dia 27, mas temos a possibilidade de debater esse ponto até o final do mês”, argumentou Da Fonte, preferindo manter o nome em reserva.
Essa é a primeira vez que o PP divide (ou pelo menos se compromete a dividir) o apoio no âmbito majoritário. Em 2010, muito antes de o falecido deputado Sérgio Guerra indicar a renúncia à tentativa de reeleição ao Senado, os progressistas fizeram um evento para se alinharem com o projeto do tucano. Depois, acabaram marchando com os nomes da Frente Popular, Armando Monteiro Neto (PTB) e Humberto Costa (PT).
Em Serra Talhada, ele se reuniu com Márcia e Duque na casa da prefeita e depois discursou rapidamente para apoiadores na casa do médico Dr Waldir Tenório. Ao blog, falou da importância de conquistar o apoio da dupla petista para o seu projeto rumo ao governo do estado. Por Juliana Lima Cumprindo agenda no Sertão […]
Em Serra Talhada, ele se reuniu com Márcia e Duque na casa da prefeita e depois discursou rapidamente para apoiadores na casa do médico Dr Waldir Tenório. Ao blog, falou da importância de conquistar o apoio da dupla petista para o seu projeto rumo ao governo do estado.
Por Juliana Lima
Cumprindo agenda no Sertão do Pajeú neste domingo (19), Miguel Coelho (DEM) passou por Serra Talhada, onde visitou a prefeita Márcia Conrado (PT).
Numa conversa de portas fechadas sem a presença da imprensa, a reunião contou com cerca de quinze pessoas, incluindo o deputado Fernando Filho; Breno Araújo (esposo de Márcia), o ex-prefeito Luciano Duque, o vereador governista Zé Raimundo Filho e o médico Dr Waldir Tenório, que deverá disputar uma vaga de deputado federal pela União Brasil com o apoio de Miguel.
Após tomar café da manhã na casa de Márcia, Miguel se reuniu com apoiadores e integrantes da imprensa local na casa de Dr Waldir Tenório. Numa conversa rápida, ele fez críticas ao governo do PSB. “A gente defende que não dá para aceitar o Pernambuco de hoje como o Pernambuco do amanhã. Estado que é campeão na cobrança de imposto, estado que voltou a ser um dos mais violentos do Brasil, piores estradas do Nordeste, e abastecimento de água nem se fala, deixa a desejar. E quando junta isso tudo a gente tem o que é mais crítico ao meu ver, que é a falta de oportunidade para os que mais precisam, tanto que Pernambuco, hoje, é o estado que mais tem desempregados em todo o Brasil”, disse.
Ao blog, ele avaliou como positiva agenda do final de semana passando por cidades como Araripina, Trindade, Salgueiro, Carnaubeira da Penha, Serra Talhada, Carnaíba e Tuparetama. Sobre o encontro com Márcia Conrado, disse que devolveu a visita da prefeita recebida no começo do ano e que ela e Luciano Duque são importantes quadros da oposição que podem contribuir com a política pernambucana e que espera em breve poder cruzar o caminho dos dois politicamente.
“A prefeita Márcia já tinha ido me visitar em Petrolina, a gente tinha feito um intercambio logo no início da sua gestão. Vim aqui agora retribuir, foi um bom café da manhã, boa conversa sobre gestão, mas também sobre política. Márcia e Luciano são dois quadros da oposição de Pernambuco que têm muito o que contribuir com a política do nosso estado, então torço muito e estamos trabalhando para que os nossos caminhos possam se cruzar quem sabe muito em breve, para que a gente possa de uma forma unida como eu disse juntar o que a política tem de melhor a ofertar em prol de um futuro melhor para o povo pernambucano”, afirmou.
Confira a entrevista concedida por Miguel Coelho à comunicadora Juliana Lima:
Ele era pré-candidato a vereador Em Serra Talhada, luto com a morte do pré-candidato a vereador Dinho Duarte. Ele estava internado no hospital Agamenon Magalhães, depois de contrair a Covid-19. As últimas informações indicavam que Dinho estava melhorando e se encontrava estável, sem intercorrências. Mas o quadro se agravou nas últimas horas e ele faleceu […]
Em Serra Talhada, luto com a morte do pré-candidato a vereador Dinho Duarte.
Ele estava internado no hospital Agamenon Magalhães, depois de contrair a Covid-19.
As últimas informações indicavam que Dinho estava melhorando e se encontrava estável, sem intercorrências. Mas o quadro se agravou nas últimas horas e ele faleceu neste domingo.
A equipe médica recorreu a várias técnicas como ficar na chamada posição prona, deitado de bruços, o que facilitava a oxigenação. Mas precisou de cuidados mais intensivos como intubação.
Dinho Duarte já foi destaque em mais de uma oportunidade no blog, seja por sua política de incentivo ao esporte, como professor em escolas de Serra Talhada, seja na organização de eventos como o Miss Serra Talhada.
Nas redes sociais, muita dor por conta de seu falecimento. Dinho deixa esposa e filho. Nossos sentimentos.
A Segunda Câmara do TCE referendou nesta terça-feira (30) uma Medida Cautelar, monocrática, expedida pelo conselheiro substituto Ruy Harten, determinando à Prefeitura de Salgueiro que suspenda a realização de concurso público. O certame teria como finalidade para o preenchimento de 145 vagas no quadro de servidores da municipalidade. A expedição da Cautelar foi solicitada pela […]
A Segunda Câmara do TCE referendou nesta terça-feira (30) uma Medida Cautelar, monocrática, expedida pelo conselheiro substituto Ruy Harten, determinando à Prefeitura de Salgueiro que suspenda a realização de concurso público.
O certame teria como finalidade para o preenchimento de 145 vagas no quadro de servidores da municipalidade.
A expedição da Cautelar foi solicitada pela Gerência de Admissão de Pessoal do TCE (GAPE) em face da publicação do edital nº 001/2016 que tem por objeto a realização do certame.
A Gerência fundamentou o seu pedido no Ofício Circular nº 006/2016, da lavra da Presidência desta Corte, alertando os prefeitos para a impossibilidade de realização de concursos públicos nos 180 dias anteriores ao término do mandato, conforme preceitua o artigo 21 da Lei de Responsabilidade Fiscal.
O Ofício, assinado pelo presidente Carlos Porto, recomenda aos prefeitos a suspensão dos concursos públicos em andamento, adiando-os, quando couber, para o ano de 2017. A informação é do Afogados On Line.
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