Reprovação do governo Bolsonaro sobe para 55%, aponta pesquisa Ipec
Por André Luis
Levantamento também mostrou que a aprovação do governo diminui
Pesquisa Ipec divulgada nesta terça-feira (14) mostra que a reprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) aumentou. Em comparação ao último levantamento, feito em setembro, o índice subiu de 53% para 55%.
Além disso, a avaliação positiva caiu. Em setembro, 22% dos entrevistados afirmaram que o governo era ótimo/bom. Agora, o índice é de 19%. Aqueles que julgam regular subiu de 23% para 25%. O percentual dos que não sabiam/não responderam não se alterou (1%).
Durante a pesquisa, o instituto perguntou: “Na sua avaliação, o governo do presidente Jair Bolsonaro está sendo”, com as opções “ótimo”, “bom”, “regular”, “ruim” ou “péssimo”.
Somados, os itens “ótimo” e “bom” correspondem ao percentual de aprovação da administração; e os itens “ruim” e péssimo”, ao de reprovação.
O levantamento do Ipec foi feito entre 9 e 13 de dezembro e ouviu 2.002 pessoas em 144 municípios diferentes. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança, de 95%.
Forma de governar
O Ipec também perguntou se as pessoas aprovam ou não a maneira como Bolsonaro governa o país. 68% dos entrevistados desaprovam e 27% aprovam. Outros 4% não souberam responder. O percentual foi o mesmo em comparação ao último levantamento.
O vereador de Custódia Paulino Avícola (PSD) manteve contato com o blog para negar boato de que esteja deixando o grupo do prefeito Manuca de Zé do Povo. Segundo ele, os rumores partiram de quem “quer fazer fofoca, não tem respeito nem responsabilidade, que deveria trabalhar o tanto quanto ele pelo povo de Custódia”. E […]
O vereador de Custódia Paulino Avícola (PSD) manteve contato com o blog para negar boato de que esteja deixando o grupo do prefeito Manuca de Zé do Povo.
Segundo ele, os rumores partiram de quem “quer fazer fofoca, não tem respeito nem responsabilidade, que deveria trabalhar o tanto quanto ele pelo povo de Custódia”.
E seguiu: “diante de tanta fofocada e disse-me-disse, esclareço ao povo de Custódia e coreligionários que eu e minha esposa seguimos com o grupo do prefeito Manuca. O vereador Paulino continua votando com o prefeito Manuca, com o candidato de Manuca. Não tenho nenhu motivo para deixar o grupo. Sou grato ao prefeito desde 2017 quando ele me convidou para integrar seu grupo. Não disse a ninguém que sairia do grupo”.
Disse que eventualmente pode ter pequenas discondâncias, mas isso é normal da política e não quer dizer de jeito nenhum afastamento. Pelo contrario. Assim, afastou os rumores de que poderia ir para o grupo de Luciara de Nemias, do PSB, ou se alinhar ao vereador Cristiano Dantas.
“Meu candidato é o do prefeito Manuca. Não sou homem de fofoca, sou homem de trabalho”, disse.
Com o samba-enredo: “Oxente – Sou xaxado, sou Nordeste, sou Brasil” a Escola Mancha Verde vai mostrar a história de como foi criado o Xaxado na cidade de Serra Talhada. Integrantes do grupo de Xaxado Cabras de Lampião, responsável por difundir o ritmo originalmente criado em Serra Talhada, já estão em São Paulo para participar […]
Com o samba-enredo: “Oxente – Sou xaxado, sou Nordeste, sou Brasil” a Escola Mancha Verde vai mostrar a história de como foi criado o Xaxado na cidade de Serra Talhada.
Integrantes do grupo de Xaxado Cabras de Lampião, responsável por difundir o ritmo originalmente criado em Serra Talhada, já estão em São Paulo para participar do desfile da agremiação, que acontece na madrugada de sábado para domingo, às 0h40 no sambódromo do Anhembi.
O grupo de Xaxado Cabras de Lampião vai participar do desfile em um carro alegórico, apresentando a história e tradição do Xaxado. Ao todo, treze pessoas da cidade vão desfilar, sendo dez dançarinos e três participantes junto da diretoria da escola de samba. A filha do cangaceiro Lampião e Maria Bonita, Expedita Ferreira, também vai participar do desfile, com suas filhas e netas.
Cleonice Maria, presidenta da Fundação Cabras de Lampião, relatou ao blog que o grupo foi muito bem recebido pelo presidente da Mancha Verde, Paulinho Serdan e pelo diretor de carnaval, Paolo Bianchi. “Vai ser um desfile muito sertanejo. Estamos muito felizes em poder estar participando deste momento e levando a cultura de Serra Talhada cada vez mais longe. Será um momento inesquecível”, relatou Cleonice.
O grupo Cabras de Lampião foi fundado em 1995 com o objetivo de preservar a história de Lampião, um dos mais famosos cangaceiros do Brasil, através do xaxado. Com sede na cidade onde nasceu Lampião, o grupo se tornou um dos maiores divulgadores desta dança e tem como missão manter viva a tradição sertaneja através de suas apresentações.
O Instituto Datafolha também simulou um eventual segundo turno na disputa pelo Governo de Pernambuco. A pesquisa foi contratada pelo Blog do Elielson e CBN Recife. De acordo com o levantamento, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), aparece com 52% das intenções de voto, enquanto a governadora Raquel Lyra (PSD) registra 42%. A pesquisa […]
O Instituto Datafolha também simulou um eventual segundo turno na disputa pelo Governo de Pernambuco.
A pesquisa foi contratada pelo Blog do Elielson e CBN Recife.
De acordo com o levantamento, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), aparece com 52% das intenções de voto, enquanto a governadora Raquel Lyra (PSD) registra 42%.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-04713/2026.
Folha PE A Polícia Civil da Paraíba apura o envolvimento de membros de uma organização criminosa sediada em João Pessoa em fraudes no concurso do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), realizado no último domingo (15). Ao menos três integrantes do grupo especializado em fraudar concursos públicos estavam inscritos nas provas do TJPE. Policiais da […]
A Polícia Civil da Paraíba apura o envolvimento de membros de uma organização criminosa sediada em João Pessoa em fraudes no concurso do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), realizado no último domingo (15).
Ao menos três integrantes do grupo especializado em fraudar concursos públicos estavam inscritos nas provas do TJPE. Policiais da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) encontraram, durante a 4ª fase da Operação Gabarito, no sábado (21), conversas citando o concurso no aplicativo WhatsApp.
Mensagens de texto entre Flávio Luciano Nascimento Borges, um dos líderes da organização criminosa, e o guarda municipal do Recife Thiago Leão, que fez a prova do último domingo no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE), foram obtidas pelo Portal FolhaPE, bem como áudios de uma conversa entre Flávio e o professor Dárcio Carvalho, que faz as provas de Direito, Português e Redação para o grupo.
Ao todo, foram analisados 15 mil arquivos digitais de membros da organização criminosa. De acordo com o delegado Lucas Sá, da DDF, foram repassados para a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) os nomes de Thiago Leão e de outros dois integrantes da quadrilha inscritos para o concurso, mas o Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), responsável pela aplicação das provas, não permitiu que a investigação fosse feita.
“Repassamos para a PCPE a informação de que Thiago Leão, Poliane Alencar e Jamerson Hesídio fariam a prova, mas o IBFC não permitiu que os policiais entrassem no local de prova e realizassem a revista para verificar se eles estavam usando pontos eletrônicos“, observou o investigador.
Os três suspeitos de fraudar o concurso do TJPE já foram presos por participarem do esquema criminoso em outros concursos. “Pelo menos 70 pessoas estão sendo investigadas. A Operação Gabarito está com cinco meses de investigações. Foram 34 presos até agora. Os primeiros presos devem ser sentenciados nos próximos dias. Destes, três mulheres estão em prisão domicilia e há mais ou menos um mês 11 foram liberados mediante habeas corpus, entre eles Thiago Leão, Poliane Alencar e Jamerson Hesídio“, ressaltou.
O certame é alvo de polêmica desde a primeira segunda-feira pós prova, quando candidatos denunciaram ter presenciado falhas na fiscalização e o descumprimento de itens do edital durante o concurso. O grupo chegou a fazer um abaixo-assinado com 12 mil assinaturas pedindo a anulação.
“Em alguns concursos, como o do Ministério Público do Rio Grande do Norte, que a organizadora colaborou com o trabalho da polícia, todos os integrantes do grupo foram presos e desclassificados. Caso a gente não consiga identificar as fraudes no concurso do TJPE, a única possibilidade que eu vejo é realmente o cancelamento“, afirmou o delegado. O Portal FolhaPE tentou contato com o IBFC por telefone, mas não obteve sucesso.
Notícias e comentários da emissora que abalam a confiança nas instituições e estimulam violência são o alvo da investigação O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito civil para apurar a conduta da rede Jovem Pan na disseminação de conteúdos desinformativos a respeito do funcionamento das instituições brasileiras e com potencial para incitar atos antidemocráticos. […]
Notícias e comentários da emissora que abalam a confiança nas instituições e estimulam violência são o alvo da investigação
O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito civil para apurar a conduta da rede Jovem Pan na disseminação de conteúdos desinformativos a respeito do funcionamento das instituições brasileiras e com potencial para incitar atos antidemocráticos.
O foco da investigação será a veiculação de notícias falsas e comentários abusivos pela emissora, sobretudo contra os Poderes constituídos e a organização dos processos democráticos do país.
O órgão realizou levantamento ao longo dos últimos meses e detectou que a Jovem Pan, a princípio, tem veiculado sistematicamente fake news e discursos que atentam contra a ordem institucional, em um período que coincide com a escalada de movimentos golpistas e violentos em todo o país.
Na cobertura dos atos de vandalismo ocorridos em Brasília neste domingo (8), por exemplo, comentaristas da Jovem Pan minimizaram o teor de ruptura institucional dos atos e tentaram justificar as motivações dos criminosos que invadiram e depredaram as sedes dos três Poderes.
O comentarista Alexandre Garcia, contratado da emissora, chegou a fazer uma leitura distorcida da Constituição para atribuir legitimidade às ações de destruição diante do que ele acredita ser um contexto de inação das instituições.
“É o poder do povo”, disse, em alusão ao artigo 1º da Lei Maior. “Nos últimos dois meses as pessoas ficaram paradas esperando por uma tutela das Forças Armadas. A tutela não veio. Então resolveram tomar a iniciativa”, completou.
Paulo Figueiredo foi outro a proferir ataques aos Poderes da República e validar os atos de vandalismo. Mesmo quando vândalos já haviam invadido e destruído prédios públicos, o comentarista tentou imputar aos agentes públicos que neles atuam a culpa pelo caos instalado.
Ele argumentou que “as pessoas estão revoltadas com a forma como o processo eleitoral foi conduzido, elas estão revoltadas com a truculência com que certas instituições têm violado a nossa Constituição”, ecoando notícias falsas sobre supostas fraudes eleitorais e atuações enviesadas ou omissivas de tribunais superiores e do Congresso Nacional.
Já Fernando Capez classificou os atos como “manifestação claramente pacífica”. “Um ou outro vândalo que se infiltra, mas 99,9% são pessoas que estão ali expondo a sua indignação, sua maneira de pensar”, declarou.
Considerações de descrédito às instituições e ao processo democrático vêm ganhando fôlego na programação da Jovem Pan desde meados de 2022, antes mesmo do início do período eleitoral. Ataques infundados ao funcionamento das urnas eletrônicas e à atuação de membros do Judiciário foram cada vez mais constantes, acompanhados depois de suspeições sobre o próprio desfecho da eleição. O comentarista Rodrigo Constantino, em 14 de novembro, atribuiu o resultado dos processos democráticos do país a “um malabarismo do Supremo”.
Já sua colega Zoe Martinez defendeu, em 21 de dezembro, que as Forças Armadas destituíssem os ministros do STF.
Vários dos programas analisados também continham falas com potencial efeito de incitação a atos violentos no país. Exemplo foi registrado em 22 de dezembro, quando Paulo Figueiredo resumiu o cenário político-social a duas alternativas: a aceitação de “uma eleição sem transparência, sem legitimidade, sem confiança da população” e a deflagração de uma guerra civil. Diante delas, sentenciou: “Então que tenha uma guerra civil, pô!”.
Dias depois, o mesmo comentarista diria que uma intervenção militar não traria consequências gravosas ao país e que, em caso de reação de grupos como o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, caberia “mandar esses daqui para um lugar pior”. “Passa cerol, pô, vocês são treinados para isso!”, concluiu, dirigindo-se a integrantes das Forças Armadas. Leia mais sobre o inquérito clicando aqui.
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