Representação de Diocese Sertaneja vai a Cracóvia, para Jornada Mundial da Juventide
Por Nill Júnior
Um grupo representando a Diocese de Afogados da Ingazeira embarcou ontem para uma viagem que terá como ponto alto a participação na Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá de 26 a 31 de julho em Cracóvia, na Polônia, conhecida por ser a terra do Papa João Paulo II.
O tema da Jornada é Ide e fazei discípulos entre todas as nações (Mt 28,19). A última edição, que aconteceu no Rio de Janeiro, também contou com representação diocesana.
Foi nessa mesma edição que o Papa Francisco encorajou a juventude: “Ide, sem medo, para servir!” – e convidou a todos para a próxima edição em Cracóvia.
Além do Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol e um grupo de jovens da Diocese, participam os padres como Josenildo Nunes, Erinaldo Sultério, Claudivan Siqueira, Ailton Nunes e Antonio Rogério.
Pesquisa aponta que o extrato da planta se mostrou eficiente para impedir a evolução da larva se tornar o mosquito Aedes aegypti. Uma cientista de São José do Egito, no Sertão do Pajeú pernambucano, foi destaque de uma reportagem do jornalista Carlos Madeiro do UOL. Segundo a reportagem a enfermeira egipciense especialista em oncologia e […]
Pesquisa aponta que o extrato da planta se mostrou eficiente para impedir a evolução da larva se tornar o mosquito Aedes aegypti.
Uma cientista de São José do Egito, no Sertão do Pajeú pernambucano, foi destaque de uma reportagem do jornalista Carlos Madeiro do UOL.
Segundo a reportagem a enfermeira egipciense especialista em oncologia e hematologia, Suelice Guedes coordenou, sob orientação da professora Sônia Pereira Leite, uma pesquisa feita com Cannabis sativa em Pernambuco que aponta que o extrato da planta se mostrou eficiente para impedir a evolução da larva se tornar o mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika e outras arboviroses.
O jornalista informa ainda que o artigo com conclusões inéditas e promissoras foi publicado pela Editora Atena e que ainda assinam o texto os pesquisadores Antônio Fernando, Tainá Maria e Paloma Lys.
Ainda segundo a reportagem, a pesquisa foi realizada pelo Programa de Pós-Graduação em Morfotecnologia, do Centro de Biociências da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) em parceria com a Associação Aliança Medicinal, de Olinda (no Grande Recife), que tem autorização judicial para o plantio, cultivo e comercialização da cannabis sativa. Leia aqui a íntegra da reportagem no UOL.
O blog do Marcello Patriota deu detalhes sobre a cientista egipciense. Suelice Guedes da Silva Brito é natural de São José do Egito, estudou no EREM Edson Simões. Iniciou faculdade na FIP em Patos-PB, e terminou em Recife-PE.
Enfermeira especialista em Oncologia e Hematologia, atualmente trabalha no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco, Mestre pela HFPE. Morou no Bairro São João de onde saiu após passar no Concurso Federal. Suelice é filha de Cícero Mototáxi e da Dona Lourdes que vendia frango.
Em Serra Talhada, luto com a morte do do empresário e professor Richard McGill, de 68 anos. McGill era o fundador da escola de Línguas English Now em Serra Talhada, que também conta com uma filial em Afogados da Ingazeira. Escocês, natural de Haddington – East Lothian, na Escócia, e casado com Ivonete Soares, uma […]
Em Serra Talhada, luto com a morte do do empresário e professor Richard McGill, de 68 anos. McGill era o fundador da escola de Línguas English Now em Serra Talhada, que também conta com uma filial em Afogados da Ingazeira.
Escocês, natural de Haddington – East Lothian, na Escócia, e casado com Ivonete Soares, uma filha da terra, morava em Serra Talhada há cerca de 13 anos. Conheceu a cidade através de uma igreja pentecostal onde era ministro e a convites veio ao Brasil.
McGill havia sofrido uma convulsão e foi diagnosticado com um tumor cerebral e encontrava-se internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Getúlio Vargas, em Recife.
O velório acontece na Casa de Homenagem Póstuma BM, em Serra Talhada e o sepultamento será às 17 horas deste domingo.
Em nota na internet, a escola de línguas English Now, informa que as atividades do curso estão suspensas de 13 a 15 de outubro, só retornando no dia 16.
Por André Luis O presidente do Instituto Tecnológico do Centro Oeste – ITCO e coordenador técnico da revisão do plano diretor de Afogados da Ingazeira, Selomar Breda, informou durante entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, que após reunião a ideia de tornar o Rio Pajeú a espinha dorsal do Plano Diretor […]
O presidente do Instituto Tecnológico do Centro Oeste – ITCO e coordenador técnico da revisão do plano diretor de Afogados da Ingazeira, Selomar Breda, informou durante entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, que após reunião a ideia de tornar o Rio Pajeú a espinha dorsal do Plano Diretor do município, foi acatada pelo prefeito Alessandro Palmeira durante reunião no último sábado (27).
Selomar afirmou que a ideia pode resolver em parte o fato da cidade – assim como a maioria das cidades brasileiras – ter sido edificada de costas para o rio.
Ele citou que para a área pode ser proposto a revitalização das margens com área de lazer, estudo técnico para regular a construção de residências e áreas comerciais dando destaque a questão da sustentabilidade.
“Agora é preciso fazer um alerta à população. Não adianta planejar e revitalizar, se as pessoas continuarem a jogar lixo no leito do rio. Durante visita ao rio percebi muito lixo”, destacou Selomar.
Esse pode ser o primeiro passo para o rio retratado na canção de Luiz Gonzaga ser revitalizado, o que faria com que além de uma área de lazer o Pajeú se tornasse também uma fonte de emprego e renda aquecendo a economia local.
Breda também falou sobre a importância do Plano Diretor para a economia da cidade. Segundo ele, estudos técnicos podem ajudar o município a buscar investimento com a implantação de indústrias.
“A partir dos estudos, podemos direcionar quais indústrias casam com as características do município e isso pode ajudar o gestor a atrair investimentos para a cidade”, afirmou Selomar. Que também destacou que os estudos podem apontar a capacidade hídrica da localidade direcionando qual o tipo de indústria poderia instalar-se no município.
Por Cláudio Soares* Nos últimos anos, o Brasil tem vivido um alarmante fenômeno de banalização da prisão preventiva, uma prática que, ao invés de garantir a justiça, tem se tornado um instrumento de opressão e arbitrariedade. A prisão cautelar, prevista para ser uma medida excepcional, acaba frequentemente sendo utilizada como uma forma de pressionar investigações, […]
Nos últimos anos, o Brasil tem vivido um alarmante fenômeno de banalização da prisão preventiva, uma prática que, ao invés de garantir a justiça, tem se tornado um instrumento de opressão e arbitrariedade. A prisão cautelar, prevista para ser uma medida excepcional, acaba frequentemente sendo utilizada como uma forma de pressionar investigações, desvirtuando seu verdadeiro propósito e resultando em graves violações de direitos.
O recente caso de Gilson Machado, ex-ministro e artista pernambucano conhecido por sua integridade e caráter indômito, ilustra bem essa preocupante situação.
A detenção de Machado, um homem respeitado e reconhecido por sua competência e honestidade, acende sérias questões sobre a legitimidade das práticas jurídicas em vigor. A prisão preventiva, que deveria ser aplicada apenas em circunstâncias rigorosamente definidas e excepcionais, parece estar se convertendo em uma solução rápida e fácil para questões complexas, onde a presunção de inocência, princípio basilar do estado de direito, é relegada a um segundo plano.
O ato de prender alguém para investigar, na ausência de provas concretas e irrefutáveis, é uma catástrofe para o sistema de justiça e para a sociedade civil.
A banalização da prisão cautelar não apenas expõe cidadãos inocentes aos horrores de um sistema penal falho, mas também gera um impacto devastador em suas vidas. Gilson Machado, ao ser detido sem a comprovação de qualquer ilegalidade, não apenas teve sua reputação maculada, mas também sofreu uma violação inaceitável de seus direitos individuais. A falta de competência e discernimento dos agentes da lei em casos assim é paralisante e provoca uma perda de confiança do público no sistema judiciário.
É necessário ressaltar que a prisão injustificada de indivíduos, como Gilson Machado, pode ter repercussões legais severas. O Estado, ao falhar em proteger os direitos de um cidadão, está suscetível a ações judiciais por danos morais, possibilitando que o indivíduo busque reparação pela dor e sofrimento causados.
Mais do que um debate sobre a eficácia da prisão preventiva, a situação exige uma reflexão profunda sobre a responsabilidade dos operadores do direito e a necessidade de um sistema que priorize a justiça em vez da morosidade investigativa.
Como sociedade, devemos exigir um olhar mais crítico e humanizado sobre as práticas judiciárias. Não podemos permitir que a prisão cautelar se torne um instrumento de banalização da justiça.
O caso de Gilson Machado não é uma ocorrência isolada: é um chamado à ação para que todos — juristas, cidadãos e instituições — se unam em defesa de um sistema que respeite a dignidade humana e a presunção de inocência. A justiça deve ser um caminho de esperança e não uma sombra de penalidades indevidas. É hora de reverter essa tendência e restaurar a credibilidade do nosso sistema judiciário.
O governador Paulo Câmara participou, no final da manhã desta terça-feira (30/07), da reunião que elegeu o novo presidente da Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento – Aesbe, na sede da Companhia Pernambucana de Saneamento – Compesa. A escolha ocorreu durante a 4ª Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, reunindo presidentes e representantes de 22 […]
O governador Paulo Câmara participou, no final da manhã desta terça-feira (30/07), da reunião que elegeu o novo presidente da Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento – Aesbe, na sede da Companhia Pernambucana de Saneamento – Compesa. A escolha ocorreu durante a 4ª Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, reunindo presidentes e representantes de 22 das 26 companhias de saneamento associadas de todo o Brasil.
Paulo Câmara ressaltou a importância do saneamento para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e apontou os diversos investimentos na área que estão ocorrendo, de forma descentralizada, no Estado de Pernambuco.
“Estamos fazendo muitas obras aqui, buscando dar um passo importante para o avanço da cobertura do saneamento básico nos municípios. Temos um planejamento de curto, médio e longo prazo que está em plena execução para sanear nossas cidades. E o trabalho da Aesbe é importante, porque o Brasil precisa de Marco Regulatório, de segurança jurídica, e a entidade tem contribuído para essas discussões nacionais”, afirmou.
Roberto Tavares, presidente da Compesa, que esteve à frente da Aesbe por cinco anos, tendo inclusive seu mandato estendido por duas vezes. Destacou a atuação da Aesb em mais de três décadas, operando em mais de 4 mil municípios, atendendo cerca de 75% da população urbana brasileira, nos mais diferentes climas e regiões.
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