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REDE em Pernambuco ratifica expulsão de Lóssio

Por Nill Júnior

A Rede Sustentabilidade de Pernambuco divulgou, ontem, uma nota para reforçar a decisão tomada na última sexta-feira passada pela comissão executiva nacional do partido, que expulsou o candidato ao governo pela sigla, Julio Lóssio.

O texto diz que Lóssio foi acolhido pela Rede, concordou com o estatuto, com os princípios e valores do partido, mas “faltou com o compromisso”. A crítica diz respeito à aliança que o ex-prefeito de Petrolina fez com o coronel Luiz Meira (PRP) e o empresário Gilson Machado (PSL), ambos ligados a Jair Bolsonaro (PSL).

A nota estadual foi assinada por mais de 80 pessoas, inclusive pelo Pastor Jairinho, candidato ao Senado na chapa de Lóssio.  O representante nacional da Rede no estado, Roberto Leandro, também aprovou o texto que concordava com a expulsão de Lóssio.

“Essas práticas da velha política foram respondidas com firmeza pela direção da Rede e, longe de arrefecer nossos ânimos, nos impulsionam a trabalhar com mais garra e afinco para eleger Marina Silva (…) Ela será reconhecida como a única candidata capaz de neutralizar os extremos para unir o Brasil em defesa da democracia, da ética na política e de um projeto econômico e social justo e sustentável”.

A nota estadual foi assinada por mais de 80 pessoas, inclusive pelo Pastor Jairinho, candidato ao Senado na chapa de Lóssio.  O representante nacional da Rede no estado, Roberto Leandro, também aprovou o texto que concordava com a expulsão de Lóssio.

“Essas práticas da velha política foram respondidas com firmeza pela direção da Rede e, longe de arrefecer nossos ânimos, nos impulsionam a trabalhar com mais garra e afinco para eleger Marina Silva (…) Ela será reconhecida como a única candidata capaz de neutralizar os extremos para unir o Brasil em defesa da democracia, da ética na política e de um projeto econômico e social justo e sustentável”.

Outras Notícias

Prefeito de Toritama entra na pré-campanha de Miguel e Alessandra

Líder de uma das principais cidades do Agreste Central, o prefeito de Toritama, Edilson Tavares, formalizou o apoio à pré-campanha de Miguel Coelho e Alessandra Vieira ao Governo do Estado. O político do MDB oficializou adesão, nesta segunda-feira (04), numa reunião no Recife. O encontro teve a participação também do senador Fernando Bezerra. Toritama é […]

Líder de uma das principais cidades do Agreste Central, o prefeito de Toritama, Edilson Tavares, formalizou o apoio à pré-campanha de Miguel Coelho e Alessandra Vieira ao Governo do Estado. O político do MDB oficializou adesão, nesta segunda-feira (04), numa reunião no Recife. O encontro teve a participação também do senador Fernando Bezerra.

Toritama é um município estratégico do Agreste e o apoio de Edilson Tavares torna-se ainda mais relevante, tendo em vista que a pré-candidata a vice Alessandra Vieira é natural de Santa Cruz do Capibaribe, município vizinho ao do prefeito. Durante a reunião que fechou o apoio, foram discutidos temas relacionados ao fortalecimento do Polo das Confecções.

“Edilson é uma liderança importante do Agreste que vai nos ajudar muito. Junto com Alessandra, que também é do Polo das Confecções, vamos fazer um grande movimento para trabalhar por mais investimentos para Toritama, Santa Cruz e todo o Agreste”, disse Miguel após a reunião.

O próximo passo da aliança é um ato político com a dupla de pré-candidatos em Toritama. O prefeito Edilson Tavares adianta que na próxima semana já deve fazer uma agenda para consolidar o apoio em sua terra natal.

“Estamos dando esse primeiro passo e faremos em Toritama um evento para apresentar Miguel e Alessandra para nosso povo poder conhecer suas ideias e propostas”, declarou o prefeito.

Com apoio de Motta, CCJ vota hoje PEC que prevê o fim da escala 6×1

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara vota nesta quarta-feira (22) o relatório sobre o fim da escala 6×1. A PEC 8/2025, que trata do tema, já conta com parecer favorável do relator, Paulo Azi (União-BA), apresentado na semana passada. A votação, no entanto, foi adiada após pedido de vista. O texto sugere […]

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara vota nesta quarta-feira (22) o relatório sobre o fim da escala 6×1. A PEC 8/2025, que trata do tema, já conta com parecer favorável do relator, Paulo Azi (União-BA), apresentado na semana passada. A votação, no entanto, foi adiada após pedido de vista.

O texto sugere uma redução na jornada de trabalho semanal sem alteração nos salários dos trabalhadores. O documento agrupa dois projetos. Um da deputada Erika Hilton (Psol-SP), que determina a redução para 4 dias de trabalho por semana e 3 de descanso em uma jornada de 36 horas semanais. O outro do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) fala somente em uma redução da jornada para 36 horas semanais. As informações são da CNN.

A expectativa do governo e de deputados do centrão é de aprovação do texto nesta quarta. Para avançar na CCJ, a PEC exige maioria simples, com quórum mínimo de 34 deputados. Com isso, o próximo passo é levar a proposta para uma comissão especial que será responsável por discutir o mérito da proposta.

O relator foi favorável à admissibilidade da PEC, ou seja, a legitimidade do projeto junto à Constituição. Azi, no entanto, deixou claro que é preciso que a comissão especial faça ajustes. Ele disse que vai recomendar no relatório uma redução para que a jornada semanal seja de 5×2 e usou a proposta do próprio governo para justificar esse argumento.

“O próprio governo e as próprias centrais sindicais sinalizaram para uma proposta intermediária, que seria a redução da jornada para 40 horas e a adoção da escala 5×2. Esse é o primeiro ponto que nós vamos indicar como sendo um objeto de avaliação da comissão especial”, disse o relator.

A votação estava marcada para acontecer na última quarta, mas foi adiada por um pedido de vista de Lucas Redecker (PSDB-RS) e Bia Kicis (PL-DF) 15. Por isso, foi necessário cumprir o prazo de duas sessões de plenário para retomar a pauta.

Projeto do governo

O governo enviou um PL (Projeto de Lei) na semana passada sugerindo justamente uma jornada de trabalho de 5×2 e 40 horas por semana. A ideia do executivo era acelerar a tramitação, ter maior facilidade na aprovação e retomar o protagonismo sobre o tema em um ano eleitoral.

A votação da proposta gera expectativa no governo especialmente pela popularidade da pauta. O Planalto começou a apoiar o texto no segundo semestre de 2025. A base governista entende que a aprovação do fim da 6×1 e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 no final do ano passado são duas pautas que dão lastro para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tente a reeleição ao quarto mandato.

Para ser aprovada em forma de PEC, o texto demanda o apoio de ao menos três quintos dos deputados (308 votos). Já um PL exige apenas maioria simples para aprovação (257 votos).

A PEC entrou nos holofotes do Congresso depois que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), abraçou a pauta e decidiu dar encaminhamento. O parlamentar tem enfatizado a importância da pauta para a “classe trabalhadora” e sinalizado pressa na tramitação.

O objetivo do congressista é aprovar o texto ainda no primeiro semestre, realizando a votação até o final de maio no plenário.

Hugo teve encontros recentes com integrantes do governo para discutir os detalhes da proposta. Na última sexta (17), ele se reuniu com o ministro da SRI (Secretaria Relações Institucionais), José Guimarães.

Nenhum dos dois se pronunciou depois do encontro, mas a relação já havia sido colocada à prova depois do envio do PL pelo Executivo. Guimarães era líder do governo na Câmara quando Hugo anunciou um acordo com o Planalto para tramitar somente a PEC. Em coletiva, o presidente da Casa chegou a dizer que o governo não enviaria nenhuma proposta alternativa. Isso não foi cumprido.

O texto do governo foi enviado em regime de urgência para acelerar a votação. Com isso, a proposta deve ser votada em até 45 dias na Câmara. O objetivo de Hugo é terminar a tramitação da PEC antes disso.

Agora, Hugo encostou o PL do governo e vai manter a celeridade na aprovação da PEC. Ele disse que definirá o relator do texto na comissão especial depois da aprovação na CCJ. O presidente da Casa manifestou o interesse em ter um nome do centrão que seja a favor da proposta.

Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde adquire veículo com recursos próprios

A Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde apresentou, nesta segunda-feira (16), a aquisição de um novo veículo para a frota municipal. Trata-se de uma Fiat Toro cabine dupla, adquirida com recursos próprios da administração. A entrega simbólica ocorreu em frente à sede da Prefeitura, com a presença de servidores, autoridades locais e moradores. Segundo […]

A Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde apresentou, nesta segunda-feira (16), a aquisição de um novo veículo para a frota municipal. Trata-se de uma Fiat Toro cabine dupla, adquirida com recursos próprios da administração.

A entrega simbólica ocorreu em frente à sede da Prefeitura, com a presença de servidores, autoridades locais e moradores. Segundo o prefeito Doutor Ismael, o automóvel será utilizado para reforçar os serviços operacionais das secretarias municipais.

Durante o ato, o gestor também anunciou a chegada de mais três veículos nos próximos meses e confirmou a previsão de compra de um ônibus destinado ao transporte de pacientes para tratamento fora do domicílio (TFD).

“Essa aquisição reforça o quanto temos trabalhado para a melhoria dos serviços públicos e a qualidade de vida da nossa população. Esse carro não é alugado. É realmente do povo”, declarou Doutor. Ismael.

Temer defende reforma ‘possível’ e diz que outra terá de ser feita em ‘5, 6, 10 anos’

Blog Andréia Sadi O presidente Michel Temer disse em café da manhã com deputados nesta quinta-feira (9) que a redução ainda maior da proposta original da reforma da Previdência para uma mais enxuta é o “possível”, mas que não irá perdurar “para todo o sempre”. Segundo o Blog apurou, Temer disse aos presentes na casa do presidente […]

Blog Andréia Sadi

O presidente Michel Temer disse em café da manhã com deputados nesta quinta-feira (9) que a redução ainda maior da proposta original da reforma da Previdência para uma mais enxuta é o “possível”, mas que não irá perdurar “para todo o sempre”.

Segundo o Blog apurou, Temer disse aos presentes na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que, se a reforma for aprovada hoje, “evidentemente daqui a 5, 6, 10 anos é preciso uma nova reforma previdenciária”.

“Não vai perdurar para todo o sempre. Mas é o possível agora, mas um possível muito saudável porque significa uma vantagem para a administração pública”, disse Temer, segundo relato obtido pelo Blog. Para Temer, é preciso eliminar o preconceito em relação ao tema.

Ele disse aos parlamentares que o governo vai começar uma intensa campanha nas próximas semanas para explicar as mudanças nas regras de aposentadoria. “Vamos cortar privilégios inadmissíveis”.

“Governo vai massificar uma propaganda, a ideia verdadeira da Previdência Social: combate aos privilégios e assegurar que mais carentes não perderão nada. Você fazendo a reforma você aplica mais em saúde e educação”, afirmou Temer.

Temer fez uma espécie de mea-culpa no café da manhã a respeito de sua declaração na segunda-feira (6) de que a reforma poderia não ser aprovada no seu governo.

O presidente afirmou aos presentes que, após conversa com líderes do Senado, sentiu o “impacto” na Bolsa de Valores e que sua fala nas redes sociais acalmou o mercado já no dia seguinte, o que evidencia a necessidade da reforma da previdência.

Temer disse também que formataram uma hipótese de uma emenda aglutinativa- que ainda será apresentada- e que “talvez seja transitável”. “Se for, fechamos as 5 reformas como as mais importantes para o país”.

Já o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou que que o problema da Previdência não é técnico, e sim político.

Maia afirmou que os deputados concordam que a reforma é necessária- apesar de desgastante- mas que a saída será pela política. O presidente da Câmara é um dos defensores de uma reforma ministerial.

Governador não autoriza reajuste de 17,08% no preço do gás natural

A decisão foi anunciada durante reunião com o presidente da Federação das Indústrias, amparada por estudos técnicos feitos pela Agência Reguladora de Pernambuco Amparado por estudos técnicos da Agência Reguladora de Pernambuco (Arpe), o Governo do Estado não irá adotar o aumento de 17,08% no preço do Gás Natural (GN), repassado pela Petrobras, à Companhia […]

Foto: Hélia Scheppa/SEI

A decisão foi anunciada durante reunião com o presidente da Federação das Indústrias, amparada por estudos técnicos feitos pela Agência Reguladora de Pernambuco

Amparado por estudos técnicos da Agência Reguladora de Pernambuco (Arpe), o Governo do Estado não irá adotar o aumento de 17,08% no preço do Gás Natural (GN), repassado pela Petrobras, à Companhia Pernambucana de Gás (Copergás). Esse número é o resultado do percentual acumulado do segundo reajuste repassado pela Petrobrás de 11,7% (previsto para o próximo mês de agosto) e do aumento de 4,8% (do último mês maio).

A decisão foi anunciada pelo governador Paulo Câmara, hoje (19.07), durante reunião com o presidente da Federação de Indústrias de Pernambuco (Fiepe), Ricardo Essinger, com o secretário de Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação Profissional, Alexandre Valença, o presidente da Copergás, Roberto Fontelles, e o diretor de regulação da Arpe, Fred Maranhão.

“Não concordamos com essa política de reajuste de preços adotada pela Petrobras, que não leva em consideração o impacto desses aumentos abusivos sobre a economia do País. Estamos, principalmente, pensando nos milhares de empregos criados pelas indústrias instaladas em Pernambuco, que teriam a competitividade reduzida caso esses reajustes fossem repassados aos consumidores”, justificou Paulo.

Mais de 90% do Gás Natural distribuído pela Copergás é destinado ao setor industrial pernambucano. Para o presidente Ricardo Essinger, o anúncio do governador Paulo Câmara de não repassar os reajustes foi um alívio para o setor. “A gente precisa dar condições para que a indústria continue gerando emprego, porque a grande massa de emprego gerado é pela média e pequena indústria, então precisamos apoiá-las dessa forma para que elas voltem a se desenvolver”, pontuou.

Fred Maranhão explicou que o contrato entre a Copergás e a Petrobrás prevê uma política de reajuste no preço do GN de três em três meses e que, no dia 1º de maio, a Arpe recebeu um aviso para aumento de 4,8% do produto e, para o próximo dia 1º de agosto, um reajuste de 11,7%. O diretor de regulação da Arpe disse ainda que os aumentos não foram repassados para o consumidor pernambucano, pois os estudos da agência demonstraram que a rentabilidade da Copergás não ficará abaixo do mínimo contratualmente estabelecido.