Dando continuidade aos compromissos no município de Caruaru, nesta sexta-feira (23), a governadora Raquel Lyra acompanhou o andamento das obras da Adutora do Agreste. Com a intervenção, até janeiro de 2025, a cidade terá mais 400 litros de água por segundo do Rio São Francisco através da Adutora. Essa vazão vai se somar aos 200 litros de água por segundo já distribuídos à população de Caruaru desde janeiro deste ano.
“Nós estamos trabalhando intensamente nas obras da Adutora do Agreste. Temos o apoio do Governo Federal, e o presidente Lula garantiu essas obras contempladas no Programa de Aceleração Crescimento (PAC). Quando as águas chegarem na ETA [Estação de Tratamento de Água] Salgado, teremos um aumento de 50% na produção de água em Caruaru. Além disso, vamos garantir que a gente possa tratar mais água para levar às cidades de Bezerros e Gravatá. Então é trabalho chegando na vida da população”, ressaltou Raquel Lyra.
São duas obras em execução pela Compesa na cidade que vão proporcionar esse incremento de mais 400 litros de água por segundo: o Lote 5B da Adutora do Agreste e a ETA no bairro Bela Vista. A primeira corresponde ao trecho de Caruaru/Bezerros/Gravatá.
Ela foi iniciada em janeiro deste ano e está recebendo um investimento de R$ 92 milhões para beneficiar, em abril do próximo ano, mais de 500 mil pessoas nessas três cidades com 200 litros por segundo. Entretanto, o trecho de Caruaru já entrará em operação em janeiro, dando início à funcionalidade desta etapa da Adutora do Agreste.
São 1.223 metros a serem assentados nesse contrato em Caruaru, dos quais 960 metros correspondem à subida para a ETA Salgado. Neste momento, a obra está na Rua Goiás, no bairro Cidade Jardim e, para seguir o traçado pela rua José Vieira de Lima (subida da ETA Salgado), será necessário realocar duas famílias residentes nessa via. A previsão é que, até o final da próxima semana, essa parte já esteja resolvida e seja possível dar continuidade aos serviços.
Para o presidente da Compesa, Alex Campos, a intervenção contribui para diminuir o rodízio no município. “Para esta obra da Adutora do Agreste, sai uma tubulação do eixo principal da Adutora pela BR-232 e essa tubulação vai até a ETA Salgado. Isso vai levar no total 600 litros de água por segundo para a Estação Salgado, que é a principal estação de tratamento de Caruaru, permitindo que a cidade sonhe no futuro com o fim do rodízio. As obras estão em ritmo acelerado, com várias frentes de serviço, para que a gente possa levar mais águas do Rio São Francisco para Caruaru”, explicou.
Outra intervenção em execução na cidade é a instalação de uma nova ETA com vazão de 200 litros de água por segundo, localizada no bairro Bela Vista. A unidade receberá investimentos de R$ 4,4 milhões e beneficiará os bairros Cidade Alta, Adalgiza Nunes, Wirton Lira, Agamenon e Encanto da Serra, permitindo a eliminação do rodízio, e ainda reforçará o abastecimento dos bairros Vassoural, Santa Rosa e Petrópolis.
Estiveram presentes os secretários Hercílio Mamede (Casa Militar), Eduardo Vieira (Gabinete da Governadora) e o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), André Teixeira.
Terminou no começo da madrugada de hoje o julgamento dos acusados de planejar e matar o jovem João Lucas Alves de Souza. Ele foi morto com vários disparos de arma de fogo em julho de 2019 no Distrito de Jabitacá. Segundo a investigação, João Lucas foi morto porque a mãe de uma jovem que se […]
Terminou no começo da madrugada de hoje o julgamento dos acusados de planejar e matar o jovem João Lucas Alves de Souza. Ele foi morto com vários disparos de arma de fogo em julho de 2019 no Distrito de Jabitacá.
Segundo a investigação, João Lucas foi morto porque a mãe de uma jovem que se relacionava com ele, identificada como Irene Lopes, não aceitava o relacionamento. Ela foi condenada a 18 anos em regime fechado.
Além da mãe, acusada de autora intelectual, Luciano Ferreira foi condenado também a 18 anos por articular a ação. Robervânio de Lima Santos, o executor, pegou 21 anos.
Segundo o IC à época, a vítima apresentava pelo menos 10 perfurações no corpo e cabeça. Populares recolheram 15 cápsulas de calibre 380 e um projétil. Um quarto acusado conhecido como Gilmar Bezerra, compadre de Irene, está foragido.
A vítima morava no distrito e quando conversava com outros amigos na praça dos quiosques naquela localidade chegou um motoqueiro e desferiu contra ele vários tiros, atingindo e matando-o no local. “Queremos justiça, não vingança”, disse Jaqueline Alves, irmã da vítima. Familiares estiveram o tempo todo cobrando justiça à frente do Fórum.
O prefeito do Recife, João Campos, comandou, na manhã desta quarta-feira (5), uma reunião na sala de monitoramento do Centro de Operações do Recife (COP) para coordenar as ações emergenciais diante do agravamento das chuvas na capital. A cidade se encontra em estágio de alerta máximo – quando condições meteorológicas extremas representam risco máximo à […]
O prefeito do Recife, João Campos, comandou, na manhã desta quarta-feira (5), uma reunião na sala de monitoramento do Centro de Operações do Recife (COP) para coordenar as ações emergenciais diante do agravamento das chuvas na capital.
A cidade se encontra em estágio de alerta máximo – quando condições meteorológicas extremas representam risco máximo à população e exigem a formação de uma ampla força-tarefa para o restabelecimento da normalidade – desde às 10h20. A orientação da Prefeitura é que a população evite deslocamento.
“O nosso Centro de Operações da Prefeitura do Recife decretou estágio de alerta máximo devido às fortes chuvas. Estamos com uma força tarefa ampla para restabelecer urgentemente a normalidade. Pedimos para que todos que puderem, fiquem em casa. E se você mora em área de risco ou está em situação de perigo, procure os abrigos da Prefeitura do Recife ou entre em contato com a Defesa Civil pelo telefone 0800-081-3400. Também estamos suspendendo as aulas do período da tarde e noite em toda a rede municipal de educação”, informou o prefeito João Campos.
Recife registrou alto volume de chuva
Nas últimas 24 horas foram registradas chuvas que chegaram a 149 mm em algumas localidades do município. A média de precipitações no município ficou em 91 mm nas últimas 24 horas. Existem três abrigos ativos (Totó , Caçote e Coqueiral) para receber a população que deseje sair das áreas de risco.
Com o estágio de alerta máximo, ficam suspensos todos os serviços não essenciais e quaisquer atividades culturais e esportivas. As aulas presenciais dos turnos da tarde e noite da rede municipal estão suspensas. A Prefeitura orienta professores e alunos que ainda estiverem dentro das unidades de ensino a permanecer nos locais até o final do turno da manhã. A orientação para a população em geral é no sentido de evitar deslocamentos.
A Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb) informa que, durante a manhã, recebeu dez chamados para quedas de galhos ou de árvores. Desses, quatro já foram atendidos, dois estão em andamento e o restante já está sendo monitorado, in loco, pelas equipes de rua.
Também na parte da manhã desta quarta-feira, a Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) recebeu 14 chamados para manutenção de semáforos, sendo que dois já tinham sido solucionados até 11h.
Já a Secretaria Executiva de Defesa Civil do Recife informa que, até o meio da manhã desta quarta-feira (5), recebeu 81 solicitações, incluindo pedidos de colocação de lonas e vistorias. Diante das chuvas intensas que atingem a cidade, a orientação é que, em caso de necessidade, moradores de locais de risco procurem abrigos seguros e acionem o órgão pelo telefone 0800-081-3400, que funciona 24 horas.
O Samu Recife foi acionado para uma ocorrência de suspeita de choque elétrico na Avenida Agamenon Magalhães, nas imediações do Colégio Americano Batista, tendo a vítima ido a óbito no local.
As equipes municipais estão monitorando a situação e a Defesa Civil do Recife pode ser acionada pelo telefone 0800-081-3400, que é gratuito e funciona 24h por dia. No atual estágio de alerta, todos os serviços não-essenciais da Prefeitura estão suspensos, assim como quaisquer atividades culturais e esportivas. A recomendação é para a população evitar deslocamentos e permanecer atenta aos canais oficiais da Prefeitura, onde são disponibilizadas, em tempo real, informações sobre a rotina da cidade, como o trânsito, pontos de alagamento e a eventual abertura de abrigos.
Do C1 O Candidato da ‘Frente Popular de Serra Talhada’ Victor Oliveira (PR) fez mais um porta a porta na noite desta segunda-feira (19), desta vez no Tancredo Neves, onde foi recebido com euforia pelos moradores do bairro. Diferente de outras vezes, o candidato deixou o discurso para seu vice, Marquinhos Dantas. “Vejo que eles […]
O Candidato da ‘Frente Popular de Serra Talhada’ Victor Oliveira (PR) fez mais um porta a porta na noite desta segunda-feira (19), desta vez no Tancredo Neves, onde foi recebido com euforia pelos moradores do bairro.
Diferente de outras vezes, o candidato deixou o discurso para seu vice, Marquinhos Dantas. “Vejo que eles (os Duquistas) estão ficando com medo, eles estão vendo que nossa campanha esta crescendo mais e mais, que nossa militância é a mais animada, e estamos prontos“, disse Dantas.
Pelas ruas do bairro Victor apertou mãos, distribuiu abraços, posou para fotos e principalmente ouviu reclamações dos moradores, que se dizem abandonados pela gestão petista de Serra Talhada.
Segundo a Assessoria do candidato, nesta terça-feira (20), Victor faz visitas junto com vereadores a diversas localidades, à tarde grava para o guia e se reúne com a coordenação da campanha e a noite participa de mais um porta a porta, desta vez no bairro Universitário. A concentração está marcada para Frente do Curral na Avenida Saco.
O Brasil vive o pior momento da pandemia do novo coronavírus, batendo recordes de mortes ao longo da semana. Os dados chocam boa parte da população, que se questiona: como o país chegou nesse ponto? O UOL conversou com cinco infectologistas e pesquisadores com larga experiência na área da saúde para apontar quais são os […]
O Brasil vive o pior momento da pandemia do novo coronavírus, batendo recordes de mortes ao longo da semana. Os dados chocam boa parte da população, que se questiona: como o país chegou nesse ponto?
O UOL conversou com cinco infectologistas e pesquisadores com larga experiência na área da saúde para apontar quais são os fatores que levaram o Brasil a seguir na contramão do mundo e bater recordes negativos. A reportagem é de Leonardo Martins para o UOL Veja a seguir:
Invisibilidade do Ministério da Saúde – Os especialistas são enfáticos a apontar a inação do ministério da Saúde como o principal fator nessa equação trágica.
O Brasil está com seu terceiro ministro da Saúde em dois anos. O general Eduardo Pazuello foi conduzido ao cargo pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em setembro de 2020, após a saída dos seus dois antecessores.
Luiz Henrique Mandetta (DEM) foi demitido do cargo com menos de um ano de ação, por não estar “alinhado” à política do governo. Já Nelson Teich não se segurou mais de dois meses na cadeira, pedindo demissão.
“O desgoverno nacional fez com que o Ministério da Saúde do Brasil, que era internacionalmente respeitado no passado por enfrentamentos de epidemias e pelas campanhas de vacinação, se tornasse um disseminador de más práticas e um ‘confundidor’ de políticas”, afirmou Carlos Magno Fortaleza, infectologista e professor da Unesp.
O ministro da Saúde, por outro lado, ressalta que o governo entende a gravidade da pandemia e irá investir na transferência de pacientes.
Demonização do isolamento social – Desde o primeiro mês de pandemia, Bolsonaro vociferou contra o isolamento social e o fechamento do comércio nas cidades. Pior: promove inúmeras aglomerações durante os eventos que frequenta de Norte a Sul do Brasil.
Na visão dos médicos, desde o ano passado há uma dupla interpretação da pandemia: governadores e prefeitos incentivam o distanciamento, enquanto o presidente da República defende exatamente o contrário.
Isso, dizem os especialistas, prejudica a comunicação e faz com que boa parte da população não respeite as medidas sanitárias mais básicas, como o uso de máscara.
“Como resultado de tudo, houve um pacto coletivo de autoengano que leva a população a rejeitar medidas mais duras, mas essenciais para conter a pandemia”, disse Carlos Magno.
Fadiga da pandemia – Foi esse descrédito do isolamento que, segundo os especialistas, intensificou a ‘fadiga da pandemia’, onde uma parcela da sociedade se cansou de seguir as medidas sanitárias da pandemia após um ano e adotou uma posição irresponsável diante da gravidade da doença.
A consequência disso foram aglomerações em festas de final de ano e Carnaval, aumentando o número de casos de covid-19 e piorando a situação dos hospitais públicos e privados. Não à toa a última semana de fevereiro registrou os piores índices de isolamento social no país desde o início da pandemia.
Testagem pífia – Mesmo depois de um ano de pandemia, o Brasil faz poucos testes de covid-19 na população. Há pouco mais de 22 milhões de testes feitos no país, número inferior a outras nações da Europa, da Ásia, os EUA e até de nossos vizinhos da América do Sul.
A política de testagem é apontada pelos médicos como a ação mais fundamental da pandemia. Ao testar boa parte da população, é possível rastrear epidemias de casos nos bairros de cada cidade e isolar os contaminados e suspeitos com mais agilidade. No final das contas, seriam menos pessoas contaminadas e menos leitos de hospitais a serem utilizados.
“Não se trata de testagem para contar casos, mas, sim, testagem para identificar precocemente os casos e impedir a disseminação do vírus. Uma pessoa que está infectada e não sabe tem muito mais chances de circular e transmitir o vírus para outras do que uma pessoa que recebe o diagnóstico e, portanto, é recomendada a ficar em casa. Por isso a testagem em larga escala é tão essencial”, destaca Pedro Hallal, epidemiologista e professor da Universidade Federal de Pelotas.
Mas, mais uma vez, o Brasil opta por nadar contra a maré. Segundo o Ministério da Saúde, enquanto no início da pandemia testava-se mais de 1 milhão de pessoas por semana – número já considerado baixo à época – agora, esse número não chega a 100 mil.
A cada 1.000 habitantes, o Brasil testou em média 112 pessoas até hoje, conforme apontam os dados da Saúde.
Na Nova Zelândia, que registrou apenas 25 mortes por covid, testou-se quase o triplo: 321 testes a cada mil habitantes, de acordo com o World in Data, da Universidade Oxford. O Canadá, que não chegou a 1 milhão de casos, realizou 462 testes para cada mil habitantes.
Atraso e desconfiança na vacinação – Não foram poucas as vezes em que Bolsonaro levantou suspeitas e alimentou a desconfiança publicamente em uma vacina contra a covid-19. Taxou a vacina produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo, de “vaChina” e chegou a dizer que quem tomasse o imunizante poderia virar um jacaré.
Bolsonaro também ignorou as empresas que produzem as vacinas, como a Pfizer, que tentaram contato com o governo federal para alinhar a compra de vacinas para a população. Ele ignorou, também, ao menos cinco ofícios enviados pelo Butantan para alinhar o número de doses a ser comprada pelo ministério da Saúde.
O resultado disso é uma campanha de vacinação a conta-gotas, onde as principais capitais chegam a parar por semanas a vacinação por falta de doses.
O cenário, ainda segundo os especialistas, contribuí para mais infecções e, assim, mais mortes em decorrência da doença. O governo correu atrás do prejuízo nesta semana ao sinalizar “intenção de compra” de vacinas da Pfizer e da Janssen, do grupo Johnson&Jonhson.
Com mais de nove milhões de pessoas vacinadas, o Brasil ocupa o sexto lugar na lista de países que mais aplicaram doses. Mas, se considerada a proporção por população, nosso país está 40ª posição, com 3,3% de vacinados.
Medicamentos comprovadamente ineficazes – A promoção de medicamentos comprovadamente ineficazes é apontada como um dos principais fatores que contribuíram para a tragédia da covid-19.
“Induziu a falsa sensação de proteção e com isso expõe as pessoas ao risco da infecção sob duas falsas premissas: a de que existe prevenção e a de que existe terapia específica. Por fim, o desperdício de recursos absurdos com tais medicamentos. Recursos que poderiam ser empregados em áreas mais importantes, como o diagnóstico em larga escala e mapeamento de contatos”, lembra Evaldo Stanislau, infectologista do Hospital das Clínicas.
Desde o ano passado, o governo federal embarcou na hidroxicloroquina e na cloroquina para o tratamento da covid-19, mesmo após uma série de estudos apontarem que os medicamentos não funcionam para o novo coronavírus. Bolsonaro, quando se contaminou com o vírus, chegou a publicar vídeos tomando o medicamento, com direito a apontar a caixa do remédio a uma ema.
O saldo final foi mais desconfiança das medidas sanitárias, menos pessoas respeitando o isolamento social, mais contaminações e, assim, mais mortes por covid-19.
A variante P.1 – Nascida em Manaus, a variante P.1 é mais transmissível que o vírus comum de covid-19 e tem uma carga viral 10 vezes maior, segundo estudos. Além disso, pesquisas recentes apontam que pessoas mais jovens, entre 30 e 50 anos, são o perfil dos mais atingidos por essa nova partícula.
Para piorar, a P.1, conforme apontam pesquisas, ainda tem grandes chances de contaminar quem já se contaminou anteriormente com o vírus convencional da covid-19.
Os efeitos da nova cepa do vírus são apontados pelos especialistas como a possível causa do retrocesso nos dados da pandemia em 2021.
Em Araraquara, no interior de São Paulo, por exemplo, onde casos de infecção pela variante foram identificados, o sistema de saúde colapsou e a prefeitura decretou lockdown.
Desenvolvendo a equação com esses sete pontos acima, é possível entender como o Brasil chegou ao ponto de assistir o colapso do sistema de saúde dos estados e a morte de mais de 250 mil pessoas.
*Para a reportagem, foram consultados os médicos Carlos Magno Fortaleza, infectologista e professor da Unesp; Evaldo Stanislau, infectologista do Hospital das Clínicas de São Paulo; Pedro Hallal, epidemiologista e professor da Universidade Federal de Pelotas e Gulnar Azevedo, epidemiologista e presidente da Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva).
Blogueiro Júnior Finfa pergunta se houve boicote de vereadores Daniel Valadares, José Edson ( Zé Negão), Wellington JK e Aguinaldo Silva (Cancão). A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira inaugura agora seu novo anexo administrativo. O espaço abriga as salas de Controle Interno, Tesouraria e Ouvidoria. Ainda foram construídas salas para as Comissões da Câmara […]
Blogueiro Júnior Finfa pergunta se houve boicote de vereadores Daniel Valadares, José Edson ( Zé Negão), Wellington JK e Aguinaldo Silva (Cancão).
A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira inaugura agora seu novo anexo administrativo. O espaço abriga as salas de Controle Interno, Tesouraria e Ouvidoria. Ainda foram construídas salas para as Comissões da Câmara e um novo almoxarifado, além de dois banheiros de acesso ao público. O novo anexo foi batizado de Luiz Alves dos Santos, ex-presidente da Casa. outros ex-vereadores como Zé Nazário e Erickson Torres são homenageados dando nomes a algumas salas.
Foram investidos aproximadamente R$ 250 mil na obra, tocada pela empresa LM Nunes Construções Eireli – ME. “Fizemos uma votação interna com todos os servidores efetivos da Câmara, eles escolheram entre eles ex-vereadores que devem receber as homenagens, como eles conviveram durante muito tempo com todos a escolha fica mais justa. Além disso, inauguraremos uma galeria com a composição histórica da câmara, de 1960 até os dias atuais”, destacou Mariano.
Na solenidade estão presentes além do Presidente da Casa, Igor Mariano, o prefeito José Patriota, o vice Alessandro Palmeira e os vereadores Augusto Martins, Sargento Argemiro, Rubinho do São João, Luiz Bizorão, Raimundo Lima, Renaldo Lima, Rivelton Santos e Cícero Miguel. O blogueiro Júnior Finfa diz que o que estranhou a todos, foi a ausência de quatro vereadores: Daniel Valadares, José Edson ( Zé Negão), Wellington JK e Aguinaldo Silva ( Cancão).
Você precisa fazer login para comentar.