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Raquel Lyra participa da Missa do Vaqueiro

Por André Luis

Cerimônia faz parte do calendário cultural e religioso de Pernambuco e lembra a morte do vaqueiro Raimundo Jacó

A governadora Raquel Lyra participou, neste domingo (20), da 55ª edição da Missa do Vaqueiro, no município de Serrita, Sertão Central de Pernambuco. Acompanhada pela vice-governadora Priscila Krause, a gestora prestigiou a celebração religiosa a cavalo, ao lado dos vaqueiros e vaqueiras que anualmente lotam o evento, demonstrando a força do homem e da mulher do Sertão. 

“Estamos aqui para reverenciar a memória e o legado dos vaqueiros de Pernambuco, de Raimundo Jacó, além do nosso mestre Luiz Gonzaga. É incentivando e patrocinando eventos como esse que garantimos que a nossa tradição passará de geração para geração. É assim, também, que reafirmamos o nosso compromisso com esse chão, para garantir mais água, mais estrada, fazendo um trabalho sério e comprometido, para que a gente possa chegar na vida de todos”, destacou a governadora Raquel Lyra. 

Em 2025, por meio da Empetur, Secult e Fundarpe, o Governo de Pernambuco investiu R$ 2,4 milhões na Missa do Vaqueiro de Serrita e na Festa de Jacó, que aconteceu entre os dias 17 e 19 de julho com shows de artistas como João Gomes e Wesley Safadão.

Realizada desde 1970, a Missa do Vaqueiro é Patrimônio Imaterial de‬‭ Pernambuco‬‭. A cerimônia foi idealizada por João Câncio, conhecido como o “padre‬‭ vaqueiro”, por usar‬‭ chapéu‬‭, gibão‬‭ e frequentar vaquejadas. A celebração faz uma homenagem anual a Raimundo‬‭ Jacó,‬‭ um‬‭ vaqueiro‬‭ ‭ encontrado‬‭ morto‬‭ no ano de 1954,‬‭ em meio à caatinga, e que nunca teve seu‬‭ assassino‬‭ descoberto. A história foi cantada pelo primo de Jacó, o cantor Luiz Gonzaga, na música ‘A Morte do Vaqueiro’.

O secretário estadual de Turismo e Lazer, Kaio Maniçoba, ressaltou que investimentos na Missa do Vaqueiro são importantes para a manutenção da tradição nordestina. “A Missa do Vaqueiro é uma tradição muito forte que, sem dúvida, se mantém forte atualmente graças à força do Governo do Estado, que se empenha para que ela aconteça. Ela é a cultura viva de Jacó, de Luiz Gonzaga, e projeta o nosso Estado para o mundo”, contou. 

“Hoje celebramos a fé, a cultura e a religiosidade dos vaqueiros, que são destemidos e valentes, e que todos os anos participam da missa em homenagem a Raimundo Jacó. É com esse sentimento de gratidão que reafirmamos nosso compromisso de continuar lutando para manter viva a memória do vaqueiro em nossa cidade, no nosso Estado e em todo o Brasil”, observou o prefeito de Serrita, Aleudo Benedito.

O vaqueiro Fabio Emanuel, de 17 anos, saiu de Cabrobó para participar da sua primeira Missa do Vaqueiro, destacando que a tradição vem de berço. “Essa é a primeira vez que eu compareço à missa em Serrita e já vi que é uma celebração muito boa. Ser vaqueiro vem do sangue. Eu tenho 17 anos e desde novo sempre tive interesse em vaquejada”, disse. 

SAÚDE – Com o foco no cuidado integral dos que passaram pela 55ª edição da Missa do Vaqueiro, a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) promoveu uma série de ações para garantir a saúde e a segurança dos milhares de participantes do evento. As equipes estaduais atuaram em frentes como o atendimento de urgência e emergência, promoção da saúde com orientações e distribuição de materiais educativos, além da vigilância sanitária, que assegurou a qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no local.

SEGURANÇA – Para reforçar a segurança, a Secretaria de Defesa Social (SDS) realizou um total de 432 lançamentos extras no evento. A missa contou com a presença de profissionais da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Polícia Científica, além de demais setores da SDS. Além do efetivo extra, a ação do Governo de Pernambuco na segurança contou ainda com o uso de tecnologias como drones, para auxiliar as equipes de campo no monitoramento da área. O evento também contou com uma Delegacia Móvel para atendimento ao público.

Outras Notícias

Victor sem direito de resposta e Duque impedido de entrar: os bastidores do debate

https://www.instagram.com/p/CGdIwqVhs-D/?igshid=1r3q0jhe3f6gl   Nos bastidores do quente Super Debate da Cultura FM, dois fatos de bastidores dominaram a repercussão do evento. No primeiro, a partir das considerações finais, Victor Oliveira pediu Direito de Resposta por Socorro tê-la acusado de divulgar fake news contra ela e perder duas vezes na justiça. Formou-se um debate mais áspero entre […]

https://www.instagram.com/p/CGdIwqVhs-D/?igshid=1r3q0jhe3f6gl  

Nos bastidores do quente Super Debate da Cultura FM, dois fatos de bastidores dominaram a repercussão do evento.

No primeiro, a partir das considerações finais, Victor Oliveira pediu Direito de Resposta por Socorro tê-la acusado de divulgar fake news contra ela e perder duas vezes na justiça.

Formou-se um debate mais áspero entre advogados e a assessoria.  O próprio Victor foi cobrar explicações do assessor jurídico da emissora, Stefferson Nogueira. O pedido foi negado por alegação de que tratava-se de declaração embasada em decisão judicial.

Outra polêmica envolveu o prefeito Luciano Duque. Ao fim do debate, acompanhado da Primeira Dama Karina Rodrigues, ele quis acessar o espaço da Câmara, sendo proibido por um policial.

O PM coordenava o acesso, que foi coordenado pela PM, sem nenhuma intervenção ou orientação da emissora. Até esse blogueiro teve que provar ser do time.  Não fosse isso, quase seria narrado.

Duque alegou que havia vereadores lá dentro e invocou sua condição de prefeito. “O senhor está exacerbando sua autoridade”, disse Duque ao policial. Não teve jeito. Duque não entrou e ficou contrariado. A oposição, conforme vídeo, explorou o episódio. 

Liderado por Flávio Marques, Grupo de Trabalho contabiliza mudanças na saúde de Tabira

Resolver as principais demandas da saúde foi a principal bandeira do então candidato Sebastião Dias (PTB) na disputa pela prefeitura de Tabira na eleição municipal de 2012. Eleito, o poeta entregou a saúde ao filho Alan Dias, e a este deu carta branca. O máximo que se conseguiu foi uma ampla reforma do hospital e […]

Resolver as principais demandas da saúde foi a principal bandeira do então candidato Sebastião Dias (PTB) na disputa pela prefeitura de Tabira na eleição municipal de 2012. Eleito, o poeta entregou a saúde ao filho Alan Dias, e a este deu carta branca. O máximo que se conseguiu foi uma ampla reforma do hospital e aumento do número de UBSs.

Os tabirenses continuaram nascendo fora do município, bloco cirúrgico, dois, não funcionavam. As reclamações se avolumaram contra falta de médicos e medicamentos. Reeleito em 2016, o Prefeito Sebastião Dias mudou a saúde escalando Zeza Almeida como gestora.

Após pouco mais de um ano e três meses e com os problemas persistindo, o Prefeito petebista fez uma intervenção na saúde ao escalar o Secretário de Administração Flávio Marques para liderar as mudanças.

Ontem pela primeira vez Flávio falou à imprensa sobre as alterações durante entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. O secretário compareceu ao lado de Zeza Almeida, Secretária de Saúde, Cléo Diniz, Diretora do Hospital, o médico  João Veras, Diretor Clínico, e o Coordenador de Enfermagem Danilo Siqueira.

Marques teve o cuidado de evitar o termo intervenção e todo tempo citava a existência de um “Grupo de Trabalho”.

Entre as alterações, Flávio e os demais integrantes participantes da entrevista contabilizaram: reforço da equipe médica com média de dois profissionais por dia, melhoramento da infraestrutura do Serviço de Arquivo Médico e Estatística (SAME), da Vigilância Epidemiológica e Vigilância Sanitária, reforma e pintura interna do Hospital Municipal, Anexo e Clínica de Fisioterapia e Odontológica.

Também foi recuperada a garagem para guarda das ambulâncias. Some-se a isso a instalação da Central de Marcação de Consultas e Exames em espaço climatizado com quatro atendentes em sistema informatizado e com acomodação para 35 pessoas.

A equipe trabalha ainda na manutenção da lavanderia e da instalação do gerador para que possa iniciar as cirurgias no Bloco Cirúrgico. A sala de parto hoje funciona normalmente atendendo as mães que dão entrada na unidade com período expulsivo.

Nos próximos dias haverá a abertura de uma farmácia satélite no Hospital Municipal para garantir um melhor controle na distribuição dos insumos e matérias utilizados na unidade.

Termômetro do nível de atendimento do hospital, o número de reclamações no Programa Cidade Alerta da Cidade FM, caiu consideravelmente nos últimos 30 dias. O número de pacientes transferidos de Tabira para o Regional de Afogados da Ingazeira também foi bastante reduzido.

PE iniciou vacinação dos trabalhadores da educação e do transporte público

Pernambuco iniciou, nesta sexta-feira (28.05), a imunização dos trabalhadores da educação e dos motoristas e cobradores do transporte público. O ato simbólico, que contou com a presença do governador Paulo Câmara, aconteceu no Compaz Escritor Ariano Suassuna, localizado no bairro de San Martin, no Recife. As mais de 241 mil doses da AstraZeneca/Oxford que chegaram […]

Pernambuco iniciou, nesta sexta-feira (28.05), a imunização dos trabalhadores da educação e dos motoristas e cobradores do transporte público.

O ato simbólico, que contou com a presença do governador Paulo Câmara, aconteceu no Compaz Escritor Ariano Suassuna, localizado no bairro de San Martin, no Recife.

As mais de 241 mil doses da AstraZeneca/Oxford que chegaram ao Estado na última quarta-feira (26.05) estão sendo destinadas à imunização de pernambucanos desse grupo prioritário.

“Demos um passo fundamental agora, com todos os grupos prioritários sendo incluídos, e também tendo condições de iniciar a imunização de pessoas com 59 anos de idade. Esperamos que, se tudo der certo, no mês de junho possamos avançar cada vez mais para continuar protegendo a população pernambucana”, afirmou Paulo Câmara.

A primeira a receber a vacina contra a Covid-19 foi a professora da Escola Municipal Divino Espírito Santo, Flávia Costa, de 38 anos, que ressaltou a emoção de estar sendo imunizada.

“Estou muito emocionada, principalmente por estar representando minha escola e os professores da rede municipal do Recife. Não vejo a hora de todos estarem vacinados, para que a gente se sinta mais seguro para o retorno às aulas”, disse.

Também participaram do ato simbólico a vice-governadora Luciana Santos, os secretários estaduais André Longo (Saúde) e Tomé Franca (Desenvolvimento Urbano e Habitação), além do prefeito do Recife, João Campos.

Na última quinta-feira (27.05), o governador anunciou a autorização da vacinação de todos os grupos prioritários previstos no Plano Nacional de Imunização (PNI), além de pessoas com 59 anos de idade.

O agendamento dos novos grupos será organizado de acordo com o esquema de cada município

Itapetim: servidores e contratados recebem nesta sexta-feira

Nesta sexta-feira (29), o Governo Municipal de Itapetim, realizará o pagamento integral dos servidores das secretarias de Educação, Saúde, Cultura, Infraestrutura, Administração e Finanças, Desenvolvimento Social, Gabinete, Conselho Tutelar, além de inativos, pensionistas e contratados. O prefeito Adelmo Moura esteve reunido com a secretária de Finanças do município, Aline Karine, a diretora de Recursos Humanos, […]

Nesta sexta-feira (29), o Governo Municipal de Itapetim, realizará o pagamento integral dos servidores das secretarias de Educação, Saúde, Cultura, Infraestrutura, Administração e Finanças, Desenvolvimento Social, Gabinete, Conselho Tutelar, além de inativos, pensionistas e contratados.

O prefeito Adelmo Moura esteve reunido com a secretária de Finanças do município, Aline Karine, a diretora de Recursos Humanos, Wesla Larissa, Walter Buarque, da Previta, Roseane Costa da tesouraria e equipe.

“Mesmo diante de toda a dificuldade que estamos enfrentando, fazendo todos os esforços possíveis para não atrasar o pagamento dos nossos funcionários. De qualquer forma, lembro a todos para não fazerem compromissos futuros com dinheiro, pois pode ser que o salário precise ser reduzido.” Disse Adelmo.

O prefeito também pediu para a população vá ao banco somente se for necessário.

PE-33 não sai do papel e é símbolo de descaso no Cabo

Único acesso aos câmpus da UFRPE e do IFPE é um pesadelo para alunos e moradores Por Amanda Rainheri/JC Online Em 2017, quando o Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, completou 140 anos, o governo de Pernambuco transferiu a sede do Executivo para o município por um dia. Na ocasião, o governador Paulo Câmara […]

Foto: Google Maps

Único acesso aos câmpus da UFRPE e do IFPE é um pesadelo para alunos e moradores

Por Amanda Rainheri/JC Online

Em 2017, quando o Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, completou 140 anos, o governo de Pernambuco transferiu a sede do Executivo para o município por um dia. Na ocasião, o governador Paulo Câmara anunciou às pompas um pacote de investimentos de mais de R$ 50 milhões para o Cabo. Entre as novidades, a construção de uma rodovia que daria a 20 mil estudantes o sonho de um futuro melhor.

Quase dois anos após a assinatura da ordem de execução, a PE-33, único acesso aos novos câmpus da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) do município, virou sinônimo de abandono, descaso e desperdício de dinheiro público. Um pesadelo para alunos, moradores do entorno e para as instituições de ensino que deveriam ser beneficiadas.

A situação da Unidade Acadêmica do Cabo de Santo Agostinho (UACSA) da UFRPE é a mais delicada. A ausência da rodovia resultou na suspensão por tempo indeterminado da obra, que está 60% concluída. E pior: a universidade corre o risco de perder a verba para execução do restante.

Sem a PE-33, o acesso ao canteiro de obras ficou inviabilizado. A empresa responsável pelo serviço enfrentava problemas financeiros desde 2017 e era sustentada pela obra no Cabo. Com a impossibilidade de prosseguir a construção, veio a falência e o distrato do contrato.

Os R$ 80 milhões que seriam usados para concluir o câmpus precisarão retornar aos cofres nacionais, enquanto um novo processo licitatório é aberto para contratação de outra empresa.

“O problema é que não temos garantia nenhuma de que esse dinheiro irá voltar. O Ministério da Educação (MEC) disse não ter como repassar, porque esse valor entra para o Tesouro Nacional e acaba diluído. Estamos em uma situação difícil, que poderia ser evitada se a rodovia tivesse sido construída”, argumenta a reitora da Rural, Maria José de Sena.

A obra tem custo total de R$ 250 milhões. Desses, aproximadamente R$ 120 milhões foram gastos. Não bastasse o valor já empenhado, a universidade ainda arca com o aluguel de cerca de R$ 200 mil mensais por um empresarial, onde estudam provisoriamente 3 mil alunos de cinco cursos de engenharia (mecânica, civil, elétrica, materiais e eletrônica).

“O prédio não tem estrutura de universidade. Funcionar em um lugar não destinado a esse fim é algo que traz prejuízo para os alunos”, pontua a presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal Rural de Pernambuco (Aduferpe), Erika Suruagy.

A opinião é compartilhada por Lucas Martins, 27 anos, estudante do 10º período de engenharia elétrica. “Não temos restaurante universitário. Ou comemos no shopping (o local fica próximo ao Costa Dourada) ou em um restaurante privado, que é caro. Além disso, no novo câmpus, existe a promessa de ter uma Casa do Estudante e transporte até a universidade.”

O drama do IFPE também é grande. As obras foram finalizadas e o prédio, que ocupa área de 12.650 metros quadrados, entregue no fim do ano passado. Mas o investimento de R$ 35 milhões corre o risco de ter sido em vão. Isso porque, sem a rodovia, não é possível o acesso. A instituição tem 600 estudantes de ensino técnico e superior. “O acesso que existe é provisório, usado para a construção. Existem problemas como iluminação e transporte público, que são essenciais para o funcionamento do câmpus e esbarram na falta da rodovia”, defende o diretor-geral do câmpus do Cabo, Daniel Assunção.

Os estudantes ocupam hoje parte das instalações da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas do Cabo de Santo Agostinho (Fachuca). “A falta da rodovia nos traz grandes problemas. Aumentamos o número de vagas, porque tínhamos a expectativa de iniciar o semestre no novo prédio e agora temos que nos desdobrar em um espaço pequeno. Passamos a dar aulas aos sábados para organizarmos os horários. O problema é que muitos alunos dependem do transporte intermunicipal oferecido pela prefeitura, que não funciona no fim de semana. Assim, alguns não podem assistir às aulas por falta de dinheiro para o transporte”, conta Jane Miranda, professora do IFPE do Cabo e coordenadora-geral do Sindicato dos Servidores dos Institutos Federais em Pernambuco (Sinef-PE).

Os alunos do curso técnico em cozinha são obrigados a realizar as aulas práticas em ônibus adaptados. “Minha turma tem 13 pessoas e não cabem todos. A estrutura é quente e ruim e isso afeta o aprendizado. Não é culpa do instituto, porque o prédio está pronto, só não podemos ir pra lá”, desabafa Laís da Silva, 29 anos, aluna do 3º período do curso.

Licitada em 2014, a obra teve início em outubro de 2017. Em janeiro do ano seguinte, foi paralisada, após atraso no pagamento da empresa que realizava o serviço. A PE-33 tem 8,7 quilômetros de extensão e custo de R$ 32,7 milhões. O primeiro trecho, de dois quilômetros, da BR-101 até os câmpus, tem custo de R$ 10 milhões (R$ 7,5 milhões das obras e R$ 2,5 milhões de desapropriações) e deveria ter ficado pronto 120 dias após o início das obras.

Em nota, a Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos de Pernambuco (Seinfra) reforçou que as obras da PE-33 “são uma das prioridades da gestão estadual”. O governo disse ainda que está trabalhando para viabilizar junto ao Ministério da Educação (MEC) um repasse de R$ 15 milhões. O pleito só deverá ser formalizado no final do mês de abril.

Impacto ambiental

Outro problema decorrente da obra afeta moradores e obrigou a Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho a notificar as empresas envolvidas nas obras da região. “Quando chove, a lama invade as casas dos moradores e dificulta o acesso. Além disso, temos vários prejuízos ambientais, como assoreamento de cursos-d’água”, destaca a secretária de Planejamento e Meio Ambiente do Cabo, Catarina Dourado.

O governo do Estado foi procurado pela reportagem para falar sobre os impactos ambientais, mas não deu retorno até o fechamento desta edição, na noite de sexta-feira (12).