O radialista da Cultura FM Ranilson Clebson, 42 anos, apresentou melhora no seu quadro de saúde nas últimas horas.
Ranilson contraiu Covid-19 e foi internado na enfermaria do Hospam para suporte respiratório. Ele não foi intubado.
Ele já havia tomado duas doses da vacina contra a Covid-19, mas tem comorbidades por ser asmático e estar com alteração acentuada no quadro glicêmico.
Hoje a informação é de que o profissional já não precisa de suporte respiratório. Os médicos trabalham para o controle glicêmico para que ele receba alta.
Ranilson é natural de Calumbi e apresenta programas na Cultura FM, como o “Foi Moído”, com Tony Alencar. Gente boa, deu grande contribuição na nossa temporada na Revista da Cultura.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a mentir hoje, em sua live semanal, ao alegar fraude nas eleições com a urna eletrônica. O presidente reciclou uma série de boatos já desmentidos, além de levantar suspeitas infundadas sobre os resultados de eleições anteriores. Nunca houve fraude comprovada nas eleições brasileiras desde a adoção da urna […]
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a mentir hoje, em sua live semanal, ao alegar fraude nas eleições com a urna eletrônica.
O presidente reciclou uma série de boatos já desmentidos, além de levantar suspeitas infundadas sobre os resultados de eleições anteriores. Nunca houve fraude comprovada nas eleições brasileiras desde a adoção da urna eletrônica.
Defensor do voto impresso, o presidente promete apresentar provas de fraude nas urnas eletrônicas há mais de um ano.
Bolsonaro tem reforçado as acusações infundadas nos últimos meses, em paralelo a um dos momentos mais delicados de seu mandato — a CPI da Covid avança desde abril, a reprovação bate recordes e pesquisas de intenção de voto têm mostrado larga vantagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Bolsonaro reproduziu um vídeo já checado como falso em novembro de 2020 pelo Projeto Comprova, do qual o UOL faz parte; fez menção a uma suposta fraude no Maranhão em 2008 que foi descartada pela Polícia Federal após investigação; e lançou uma série de insinuações sobre o resultado do primeiro turno das eleições de 2018, mas sem demonstrar claramente nenhuma irregularidade, além de ressuscitar acusações já desmentidas sobre o pleito que venceu há três anos.
Ao longo da minha vida perdi alguns homens que conheci e amei. O meu pai foi um deles, levado por uma pancreatite aguda quando eu tinha apenas seis anos. O meu avô José, o meu avô Hidelbrando e o meu tio Luiz foram outros. Os dois primeiros vencidos pelo câncer, o último por um infarto. […]
Ao longo da minha vida perdi alguns homens que conheci e amei. O meu pai foi um deles, levado por uma pancreatite aguda quando eu tinha apenas seis anos. O meu avô José, o meu avô Hidelbrando e o meu tio Luiz foram outros. Os dois primeiros vencidos pelo câncer, o último por um infarto.
Mas o homem que nos deixou ontem tinha um significado especial. Não que ele fosse meu amigo ou que tivesse algum carinho especial por mim. Acho que talvez nem me conhecesse direito em meio à multidão de fotógrafos, repórteres e assessores com a qual convivia diariamente.
Encontrei Eduardo poucas vezes. Em todas elas, fazendo o meu trabalho, assessorando o Prefeito José Patriota. Nunca o vi triste, reclamando ou algo que o valha. Sempre atencioso, alegre, sorriso no rosto, olhos de um verde fora do comum, iluminados por aquela centelha típica dos predestinados.
A minha opinião a respeito de sua partida talvez não tenha a menor relevância. Não sou autoridade, em um contexto no qual as maiores autoridades da República já se pronunciaram. Tudo já foi dito. Há “desimportâncias” na dor que sinto. Mas escrever é sempre o melhor remédio quando padecemos dessa “angústia que lesiona a alma,” como diria o escritor Francês, Antonin Artaud.
Que a ausência precoce de Eduardo deixa órfã uma parcela significativa da sociedade brasileira é fato. Particularmente a juventude, essa doce irmã do risco e da ousadia.
Que os ideais que defendia e as mudanças que encarnava irão fazer uma falta gigantesca no debate político brasileiro, isso ninguém haverá de questionar. Há um silêncio ensurdecedor neste Brasil que anseia por mudanças.
Mas o que levarei comigo pelo resto dos meus dias – e noites insones – será a figura cativante do pai amoroso, do esposo exemplar. Do homem que, apesar de tantas atribuições, sempre encontrava tempo para cuidar dos filhos e da fiel companheira de jornada, valorizando as pequenas alegrias do cotidiano familiar. Exemplo luminoso que irá sempre nortear o meu caminho de esposo e pai.
Assim como Miguel – filho de Eduardo, nascido em Janeiro – o meu filho Heitor também veio ao mundo este ano. No último Domingo, passamos – eu e Eduardo, cada qual ao seu modo – o primeiro dia dos pais da vida deles. Quis o destino que, para Eduardo, este fosse o último.
Que o exemplo dele possa inspirar os nossos filhos a serem homens melhores do que fomos. No mais, é a saudade e o que dela se aproveita. Siga em paz, amigo! E que no meio de tantas dores maiores e mais relevantes que a minha, “Ao menos deixe-me cobrir de um último carinho os teus passos que se afastam.”
O acirramento da disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte ampliou a pressão sobre os dois candidatos que estão no segundo turno, Alexandre Kalil (PHS) e João Leite (PSDB), e elevou o nível de ataques entre eles. Ultrapassado pelo rival nas pesquisas mais recentes, o tucano passou a levantar débitos e processos trabalhistas de Kalil e […]
O acirramento da disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte ampliou a pressão sobre os dois candidatos que estão no segundo turno, Alexandre Kalil (PHS) e João Leite (PSDB), e elevou o nível de ataques entre eles.
Ultrapassado pelo rival nas pesquisas mais recentes, o tucano passou a levantar débitos e processos trabalhistas de Kalil e exibir comerciais na TV nos quais ex-funcionários do candidato do PHS o acusam de não ter depositado benefícios previdenciários, por exemplo. Num debate promovido pela “Rede TV!” na noite desta sexta-feira (21) o tema foi explorado, e Kalil acabou se enrolando na resposta.
Após afirmar que qualquer empresário no Brasil lida com problemas trabalhistas, o candidato afirmou: “Eu devo o seu Geraldo [ex-funcionário], sim, mas essa mão aqui é limpa”. “Falou que eu roubo… Eu roubo, mas não peço propina em Furnas”, concluiu, em referência à chamada “Lista de Furnas”, que elencaria propinas pagas a uma série de políticos, mas cuja autenticidade nunca foi comprovada.
A frase inusitada de Kalil acabou viralizando e despertando forte debate nas redes sociais. Aliados de João leite passaram a chamar o candidato do PHS de “Trump das Alterosas”. “Kalil fez uma afirmação estarrecedora: ‘Eu roubo, mas não peço propina’. Como pode um prefeito que não paga IPTU e lesa os trabalhadores?”, provocou o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG).
A controvérsia fez com que Kalil divulgasse um vídeo no qual tenta retificar a fala. “Pessoal, eu queria pedir desculpas”, inicia o empresário, que é ex-presidente do clube Atlético Mineiro. “No debate, quando eu fui agredido desesperadamente pelo descontrole total do João Leite –fui chamado de ladrão–, eu quis dizer: ‘eu devo, mas eu não recebo propina’. Mas saiu, infelizmente, no calor, ‘eu roubo'”, justifica.
“Eu nunca roubei. Deus sabe que eu nunca roubei, eu sei, meus filhos sabem. Você que mora em Belo Horizonte sabe que eu posso ser tudo, mas que eu nunca roubei”, conclui o candidato.
A série de animosidades entre os dois deve ter sequência nesta noite, quando haverá novo debate, desta vez promovido pela Record.
Candidato a Deputado Estadual, Anchieta Patriota foi o convidado do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú. Anchieta avaliou que faltou estrutura para chegar a um mandato. Ele obteve 31.253 votos. Chegou a falar na pré campanha na possibilidade de chegar a 45 mil. “O poder econômico manda muito. Achávamos que não teríamos menos […]
Candidato a Deputado Estadual, Anchieta Patriota foi o convidado do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú. Anchieta avaliou que faltou estrutura para chegar a um mandato. Ele obteve 31.253 votos. Chegou a falar na pré campanha na possibilidade de chegar a 45 mil.
“O poder econômico manda muito. Achávamos que não teríamos menos de 40 mil. Houve uma invasão de áreas onde seríamos bem votados. Só em Recife seriam sete mil votos. Foram pouco mais de três mil”, disse, agradecendo ao apoio de Danilo Cabral. Também culpou o não recadastramento biométrico de muitos eleitores. “Muita gente deixou de se recadastrar”.
Ele afirmou que não teve nenhuma decepção no Pajeú e citou Tabira como exemplo onde grupos rivais com Dinca Brandino e Arimateia estiveram apoiando seu projeto. Anchieta evitou polemizar com Totonho Valadares, que criticou o uso da máquina e disse que agora havia dois grupos na cidade entre os que o apoiaram e apoiaram Waldemar Borges.
“Totonho é um companheiro importante, já tinham externado essa sua posição e acredito que as coisas vão se resolver. Não houve pressão. Sabemos que Secretários de governo apoiaram outros candidatos e nem por isso foram exonerados”. Se for convocado ou não vou continuar lutando.
Prefeitura em 2016 ? Anchieta foi perguntado se é nome certo par voltar a ditar a Prefeitura de Carnaíba em 2016. “No tempo certo vai ter essa discussão. Vamos conversar e ver o que é melhor no momento adequado. Vamos pensar se é o nome de Zé Mário. Ele tá bem do ponto de vista administrativo”.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, comunicou ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que decidiu indicar o advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele e Alcolumbre jantaram na segunda-feira, 20, no Palácio da Alvorada. Lula quis ter a conversa com o […]
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, comunicou ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que decidiu indicar o advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele e Alcolumbre jantaram na segunda-feira, 20, no Palácio da Alvorada.
Lula quis ter a conversa com o senador antes de sua viagem para a Ásia. Ele embarcou nesta terça-feira pela manhã e só retornará no próximo dia 28. Não há prazo para que Lula faça a indicação ao STF, mas ministros confirmaram ao Estadão que ele pretende anunciar a escolha na volta da viagem.
Alcolumbre avalia que o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) seria um nome mais forte para ocupar a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso no STF, na semana passada. Além disso, teria mais trânsito no Congresso.
Aliados de Lula observam, no entanto, que ele não parece disposto a voltar atrás em sua decisão. Confia muito em Messias, de quem se aproximou neste terceiro mandato. Mesmo assim, por uma questão de deferência, vai conversar com Pacheco.
Além disso, o presidente do Senado conseguiu com que Lula o ajudasse a pressionar o Ibama a autorizar a Petrobras a fazer prospecção de petróleo na Margem Equatorial, fronteira da costa brasileira que se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte, na foz do rio Amazonas.
Em troca, Alcolumbre tem demonstrado boa vontade para adiar a sessão do Congresso que pode derrubar os vetos de Lula ao projeto que flexibiliza as regras para o licenciamento ambiental.
O governo tem feito tudo para evitar uma derrota no projeto sobre licenciamento ambiental às vésperas da Conferência do Clima (COP-30) da ONU, que será realizada em Belém, a partir de 10 de novembro.
Lula prefere que Pacheco dispute o governo de Minas Gerais, mesmo porque precisa de um palanque forte para sua campanha por um novo mandato no Estado, segundo maior colégio eleitoral do País. O problema, porém, é que o PSD de Pacheco vai filiar no próximo dia 27 o vice-governador de Minas, Mateus Simões, justamente para que ele concorra à sucessão de Romeu Zema (Novo), no ano que vem.
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