Quinze municípios em PE podem perder recursos da Lei Aldir Blanc
Por André Luis
Do Sertão do Pajeú, Santa Cruz da Baixa Verde faz parte da lista.
Por André Luis
EXCLUSIVO
O grupo de monitoramento do Governo do Estado relacionado a Lei Aldir Blanc, informou que quinze municípios de Pernambuco, correm o risco de perder os valores da Lei Aldir Blanc que prevê auxílio financeiro ao setor cultural.
Segundo o grupo, os municípios ainda não enviaram o Plano de Ação de Cultura, na Plataforma + Brasil, criada para o envio e acompanhamento das etapas da Lei Aldir Blanc.
O prazo para o envio dos Planos de Ação, acaba no dia 16 de outubro e caso essa etapa não seja cumprida, não receberão o recurso destinado ao município. Seguem os municípios e seus respectivos valores que correm o risco de perder: Bodocó – R$ 298.789,08; Cabrobó – R$ 267.379,85; Carnaubeira da Penha – R$ 109.833,50; Floresta – R$ 259.683,68; Inajá – R$ 186.725,45; Ipubi – R$ 248.156,54; Manari – R$ 176.374,44; Mirandiba – R$ 132.867,14; Moreilândia – R$ 100.344,59; Santa Cruz – R$ 132.912,81; Santa Cruz da Baixa Verde – R$ 107.892,32; Serrita – R$ 163.419,97; Tacaratu – R$ 210.101,65; Terra Nova – R$ 93.641,84; Trindade – R$ 237.255,22.
Falando ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, nesta quinta-feira (08), o secretário de Cultura, Esportes e Turismo de Afogados da Ingazeira, Edygar Santos, que também é presidente da Associação de Secretarias de Cultura de Pernambuco (ASTUR), informou que a associação, junto com a Amupe, tenta ajudar estes municípios para que não percam o recurso. O que faria com que os valores voltassem para o Governo Federal.
“Jamais traria atração de R$ 1 milhão” O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, falou hoje ao Debate das Dez que buscou cumprir o teto pactuado entre AMUPE e MP de R$ 350 mil por atração. Também que vai levar com outros colegas uma reflexão sobre o descumprimento de algumas prefeituras ao que goi […]
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, falou hoje ao Debate das Dez que buscou cumprir o teto pactuado entre AMUPE e MP de R$ 350 mil por atração.
Também que vai levar com outros colegas uma reflexão sobre o descumprimento de algumas prefeituras ao que goi pactuado. Isso porque prefeitos que definiram cumprir o teto estão sendo cobrados quando comparados aos que promovem descumprimento.
Sandrinho disse que por responsabilidade com o município, mesmo se autorizado, jamais contrataria uma atração de R$ 1 milhão.
Sobrou até pra Gilvandro Estrela. Sem citar seu nome, disse que o prefeito fez uma zoada no dia do debate criticando cachês de R$ 500 mil pra cima, mas contratou atrações de R$ 600 a R$ 700 mil, o dobro do teto.
Como o blog noticiou, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), revelou nesta quarta-feira (13) que a cidade abrirá mão dos recursos provenientes do repasse do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o Recife. A intenção é auxiliar municípios menores que não foram contemplados com o aumento desse imposto. Por meio de […]
Como o blog noticiou, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), revelou nesta quarta-feira (13) que a cidade abrirá mão dos recursos provenientes do repasse do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o Recife.
A intenção é auxiliar municípios menores que não foram contemplados com o aumento desse imposto.
Por meio de suas redes sociais, João Campos comunicou que o Recife não receberá os R$ 7,5 milhões que teria direito no repasse de recursos do ICMS destinado aos municípios de Pernambuco. O prefeito indicou que a ideia partiu do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto (PSDB).
A proposta consiste em redistribuir os recursos destinados ao Recife em favor de 23 municípios de menor porte, que enfrentam dificuldades para manter o equilíbrio em seus orçamentos devido a alterações nas alíquotas recebidas.
A contribuição para auxiliar as 23 cidades com menos de 30 mil habitantes, que não foram beneficiadas com a redistribuição do ICMS, não se restringiu apenas à cidade do Recife, embora seja seu principal contribuinte. Outras 11 cidades também participarão da redistribuição.
As cidades beneficiadas pela contribuição do Recife e outras 11 cidades previstas na redistribuição dos recursos do ICMS são: Barra de Guabiraba, Brejão, Calumbi, Camutanga, Carnaubeira da Penha, Custódia, Flores, Glória do Goitá, Ingazeira, Ipubi, Jucati, Lagoa Grande, Machados, Orobó, Paranatama, Petrolândia, Pombos, Primavera, Quixaba, Rio Formoso, Saloá, Solidão e Venturosa.
O deputado estadual Diogo Moraes (PSB) participou, nesta sexta-feira (12), da entrega de quatro novos veículos destinados aos serviços de saúde e assistência social de São Bento do Una. A agenda foi realizada ao lado do prefeito Alexandre Batité, do vice-prefeito Paulo Renato, do deputado federal Felipe Carreras e de vereadores do município. Durante a […]
O deputado estadual Diogo Moraes (PSB) participou, nesta sexta-feira (12), da entrega de quatro novos veículos destinados aos serviços de saúde e assistência social de São Bento do Una. A agenda foi realizada ao lado do prefeito Alexandre Batité, do vice-prefeito Paulo Renato, do deputado federal Felipe Carreras e de vereadores do município.
Durante a solenidade, Diogo Moraes destacou a importância da parceria entre os mandatos e a gestão municipal para garantir avanços concretos para a população de São Bento do Una.
“É uma alegria poder entregar aqui mais quatro veículos para a assistência e para a saúde. Um dia tão especial, no dia da apresentação da Quadrilha Lamparina, que é o São João da assistência social também, o Arraiá da Praça, uma novidade pelo segundo ano consecutivo aqui em São Bento. A gente poder, mais uma vez, estar reunido com todo mundo para mostrar que nós estamos, cada vez mais, trabalhando com muito amor e com muito trabalho para o povo de São Bento do Una. É uma alegria muito grande. Parabéns, Batité”, afirmou o parlamentar.
O prefeito Alexandre Batité ressaltou a importância da união de forças para garantir investimentos ao município. “Hoje eu tenho a satisfação muito grande de estarmos juntos com nossos vereadores, nossos deputados e o vice-prefeito entregando à população alguns veículos para a saúde e a assistência social. Tudo isso é fruto de um grande esforço do governo municipal, mas também de uma grande parceria com o deputado federal Felipe Carreras e o deputado estadual Diogo Moraes, trabalhando 24 horas por São Bento do Una”, destacou.
Já o deputado federal Felipe Carreras reforçou o compromisso do grupo político com o desenvolvimento do município. “A gente fica feliz porque toda vez que vem aqui tem entrega e anúncio. São veículos que vão ajudar a assistência social e a saúde. São Bento do Una é um grande canteiro de obras”, afirmou.
A TV Nova, Radio Cultura do Nordeste, Diario de Pernambuco, Rádio Clube de Pernambuco, Estampa Mídia Exterior e a Associação das Empresas de Rádio e TV de Pernambuco (ASSERPE), promovem, na noite desta sexta-feira (21), o debate com as candidatas que disputam o Governo de Pernambuco no segundo turno. A Rádio Pajeú, como emissora parceira, […]
A TV Nova, Radio Cultura do Nordeste, Diario de Pernambuco, Rádio Clube de Pernambuco, Estampa Mídia Exterior e a Associação das Empresas de Rádio e TV de Pernambuco (ASSERPE), promovem, na noite desta sexta-feira (21), o debate com as candidatas que disputam o Governo de Pernambuco no segundo turno. A Rádio Pajeú, como emissora parceira, retransmitiu no seu dial e nas redes sociais.
Marília Arraes e Raquel Lyra, mais uma vez discutiram o apadrinhamento de Paulo Câmara e Bolsonaro.
O primeiro bloco teve melhor gestão do tempo por Raquel Lyra que por Marília Arraes. Ela abriu e fechou o bloco com banco de minutos, com doze sendo gerados por cada uma.
A gestão de Raquel na FUNASE também voltou à pauta. Marília voltou a acusá-la de ser responsável pela morte de adolescentes, invocando o vídeo de uma mãe que a acusou de negligente. Raquel rebateu e disse que entregou o cargo pouco após sua primeira licença maternidade.
Sobre Compesa, Raquel acusou Marília Arraes de faltar à votação do Marco Civil do Saneamento. Marília disse estar de licença médica e rebateu dizendo que as propostas de Raquel para a Compesa se alinhavam as de Bolsonaro, dizendo que a oponente pretende privatizar a Compesa.
O jogo de apelidos entre as candidatas continuou. Depois do “Raquellândia” que Marília cunhou sobre Raquel, a tucana disse que a adversária deveria se chamar “Mentirilha”.
O presidente da Asserpe, Nill Júnior, questionou as candidatas sobre uma pauta institucional, perguntando quais os compromissos das candidatas com a liberdade de imprensa, de informação e expressão do rádio e da TV em nosso estado. Ambas se comprometeram em respeitar a democracia e os veículos de comunicação.
Sobre a necessidade de menos fake news, briga de apadrinhamento e necessidade de uma campanha mais propositiva, Raquel e Marília mantiveram ataques.
Raquel disse ter ganhado mais direitos de respostas em relação à Marília, que rebateu dizendo que tem sido vítima até de disparos de mensagens do exterior.
No último bloco, Marília invocou o nome de Fernando Lira, que segundo ela, até se sacrificou politicamente por ter lado. Raquel disse ser sobrinha de Fernando e que suas ações falavam por ela. Voltou a negar apoiar Bolsonaro. Como exemplo, usou os apoios da prefeita de Serra Talhda, Márcia Conrado (PT), que vota em Lula e da prefeita de Bezerros, Lucielle Laurentino (UB), que vota em Bolsonaro.
Já Marília, ao se defender das acusações de representar a continuidade do governo Paulo Câmara, mais uma vez destacou que Raquel ajudou o governador a chegar onde está e desafiou a achar foto dela com Câmara.
Raquel voltou a defender sua política de construção de creches, invocando o apelido de “Racreche”. Marília: “de 8 mil, entregou 3 mil vagas de creche”.
Em mais de uma vez, as candidatas se perderam no banco de tempo, proposta da emissora parecida com o debate da Band entre Lula e Bolsonaro. Algumas vezes, uma perguntou a outra sobre o que mesmo havia perguntado.
Os serviços acontecem no trecho de 13,4 quilômetros de extensão, entre a Vila de Serra dos Ventos e o distrito de Barra do Farias, no Agreste Central Avançam as obras de restauração, implantação e pavimentação da segunda fase da rodovia PE-166, que vai da Vila de Serra dos Ventos até o entroncamento com a PE-145, […]
Os serviços acontecem no trecho de 13,4 quilômetros de extensão, entre a Vila de Serra dos Ventos e o distrito de Barra do Farias, no Agreste Central
Avançam as obras de restauração, implantação e pavimentação da segunda fase da rodovia PE-166, que vai da Vila de Serra dos Ventos até o entroncamento com a PE-145, em Barra do Farias, no município do Brejo da Madre de Deus, no Agreste Central do Estado.
As intervenções acontecem no trecho de 13,4 quilômetros de extensão e são realizadas pela Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Atualmente, os serviços já alcançaram o percentual de 50% de execução. A expectativa é que os trabalhos sejam finalizados neste primeiro semestre de 2021.
Em novembro de 2020, o primeiro trecho da PE-166, no segmento do entroncamento com a BR-232, em Belo Jardim, até Vila de Serra dos Ventos, foi entregue à população pelo governador Paulo Câmara.
Foram realizados na extensão de 16,6 quilômetros os serviços de drenagem, recuperação asfáltica e sinalização. Ao todo, a iniciativa contempla 30 quilômetros de extensão da rodovia e conta com investimento do Governo de Pernambuco na ordem de R$ 23 milhões.
“Essa ação integra o Programa Caminhos de Pernambuco e vai ligar as regiões do Agreste Central e Setentrional, reduzindo em 60 quilômetros o percurso para a escoação dos produtos do Pólo Têxtil, principalmente das cidades de Caruaru, Toritama e Santa Cruz do Capibaribe, o que vai impactar positivamente na geração de emprego e no crescimento da economia local”, afirma o presidente do DER, Maurício Canuto.
CAMINHOS DE PERNAMBUCO – Criado em maio de 2019, é considerado o maior programa de reestruturação de malha viária proposto pelo Estado. A iniciativa, que tem como objetivo garantir mais qualidade de vida, mobilidade à população e o desenvolvimento econômico local, conta com aporte de R$ 505 milhões para recuperar 5.554,5 quilômetros de rodovias até dezembro de 2022.
Em 2020, o Programa Caminhos de Pernambuco superou a marca de R$ 270 milhões de investimentos em ações de infraestrutura viária. Os serviços de manutenção rotineira executados somam aproximadamente R$ 65 milhões e já foram realizados em 3.378 mil quilômetros.
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