Quaest: João Campos tem 55% contra 24% de Raquel Lyra
Se comparado com levantamento anterior, diz instituto, prefeito do Recife caiu um ponto e governadora, quatro. Vantagem foi de 28% a 31%
Pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira (22) mostra que João Campos (PSB), prefeito do Recife, tem 55% das intenções de voto para governador de Pernambuco no primeiro turno das eleições de 2026, contra 24% da atual governadora Raquel Lyra (PSD).
Com este resultado, João Campos seria eleito na primeira etapa da votação.
O ex-ministro do Turismo no governo Jair Bolsonaro, Gilson Machado (PL), aparece na terceira posição, com 6%. Já o vereador do Recife Eduardo Moura (Novo), considerado pela primeira vez no levantamento, ficou em quarto, com 4 pontos.
Outros 7% declararam voto em branco ou nulo, e 4% disseram não saber em quem votar.
Em comparação com a última pesquisa estadual do instituto, realizada em fevereiro, João Campos perdeu um ponto percentual, enquanto a governadora caiu quatro. Seis meses atrás, a distância entre eles era de 28 pontos. Agora, o socialista está 31 pontos a frente.
A pesquisa foi a campo entre os dias 13 e 17 de agosto — ou seja, antes da instalação da CPI da Publicidade e da polêmica envolvendo um assessor do governo na Assembleia Legislativa de Pernambuco.
No mesmo período, o prefeito João Campos acompanhou o presidente Lula em entregas do governo federal em Goiana e no Recife, enquanto a governadora não compareceu.
O mesmo levantamento da Quaest revelou que o presidente possui aprovação de 62% entre os pernambucanos.
A pesquisa Quaest entrevistou 1.104 eleitores de Pernambuco com 16 anos ou mais. A margem de erro é de três pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.
João Campos foi o preferido entre todos os públicos analisados pela pesquisa. O prefeito do Recife superou Raquel Lyra entre eleitores de todas as idades e escolaridades.



A polícia disse, durante entrevista coletiva, que pelo menos 50 pessoas foram mortas durante um tiroteio em uma boate gay em Orlando, nos Estados Unidos. Foi declarado estado de emergência em Orlando.

















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