Prefeitura de Arcoverde atua em área destinada à implantação do BIESP após ocupação indevida
Por André Luis
A Prefeitura de Arcoverde realizou uma ação em terreno público destinado à implantação do Batalhão Integrado Especializado (BIESP), equipamento que será instalado no município por meio de parceria com o Governo de Pernambuco. A atuação ocorreu após a identificação de ocupação indevida da área e contou com a participação de equipes da Secretaria da Receita Municipal, da Secretaria de Serviços Públicos e da Guarda Municipal.
Segundo a Secretaria da Receita Municipal, o terreno pertence ao Município e foi doado oficialmente ao Governo do Estado na década de 1970, durante a gestão do então prefeito Áureo Bradley. A documentação que comprova a titularidade da área foi apresentada no local ao ocupante, Edson Marques, e ao seu advogado, para análise técnica e jurídica.
O secretário da Receita Municipal, Rodrigo Cruz, afirmou que a atuação seguiu critérios legais e priorizou o diálogo. “Estamos no local onde será construído o futuro BIESP, área pertencente ao Município, com documentação regular. Apresentamos todos os documentos e, de forma amigável, estamos oferecendo total suporte para que o senhor Edson Marques possa retirar seus materiais, com guarda em local indicado por ele”, disse.
O advogado de Edson Marques, Everton Tenório, informou que, após a análise da documentação apresentada e o diálogo com a gestão municipal, ficou caracterizado que se trata de bem público, não sujeito a posse ou usucapião. Segundo ele, foi firmado um entendimento entre as partes, permitindo a resolução consensual da situação.
Com o encaminhamento do caso, o Município segue com os trâmites para viabilizar o início das obras da Base Integrada Especializada de Segurança Pública. A Prefeitura de Arcoverde informou que as ações relacionadas ao caso foram conduzidas com base na legislação vigente e no interesse público.
Protocolo prevê uma retomada gradativa e planejada da economia, que deve levar 11 semanas para ser totalmente implantada Nos últimos dois meses, o Governo de Pernambuco vem realizando uma série de reuniões com representantes de vários setores produtivos para estabelecer os parâmetros de um plano de convivência das atividades econômicas com a pandemia da Covid-19. […]
Protocolo prevê uma retomada gradativa e planejada da economia, que deve levar 11 semanas para ser totalmente implantada
Nos últimos dois meses, o Governo de Pernambuco vem realizando uma série de reuniões com representantes de vários setores produtivos para estabelecer os parâmetros de um plano de convivência das atividades econômicas com a pandemia da Covid-19.
O estudo foi conduzido pelas secretarias de Desenvolvimento Econômico, Planejamento e Gestão, da Fazenda, do Trabalho e Qualificação e de Desenvolvimento Urbano. O estudo prevê uma retomada gradativa, respeitando as orientações sanitárias e com um período de 11 semanas para ser totalmente posto em prática.
A data de início da estratégia dependerá de um conjunto de indicadores definidos pelas autoridades sanitárias e científicas que fazem parte do Gabinete de Enfrentamento ao Novo Coronavírus, do governo estadual. O plano também inclui a análise da quantidade de trabalhadores por setor e de que maneira o retorno de cada atividade influenciará em pontos complementares, como o transporte público. A ideia é que os setores adotem horários diferentes de expediente para não saturar o sistema nos horários de pico.
“Sem vacina ou medicamento comprovadamente eficaz contra o novo coronavírus, todos teremos que conviver com a doença. Nosso plano pesa quais atividades têm menos impacto nas curvas de contaminação e a relevância econômica de cada setor para definir o cronograma de liberação”, detalhou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Bruno Schwambach.
A epidemia da Covid-19 atingiu de maneira direta a economia mundial, e no Brasil não foi diferente. A estimativa da Secretaria da Fazenda é de que a paralisação das atividades econômicas, por conta das medidas de isolamento social, tenha um reflexo negativo na arrecadação da ordem de 20%, no comparativo com 2019. “A ajuda aos Estados, sancionada nesta quinta-feira pelo Governo Federal, é insuficiente para repor as perdas impostas pela epidemia do novo coronavírus”, destacou o secretário da Fazenda, Décio Padilha.
A governadora Raquel Lyra inaugurou, nesta sexta-feira (20), no município de Santa Cruz do Capibaribe, a Adutora do Alto Capibaribe, empreendimento com 70 quilômetros de extensão que vai beneficiar várias cidades do Agreste. Ainda no evento, que contou com a presença da vice-governadora Priscila Krause, a governadora assinou a ordem de serviço para o início, […]
A governadora Raquel Lyra inaugurou, nesta sexta-feira (20), no município de Santa Cruz do Capibaribe, a Adutora do Alto Capibaribe, empreendimento com 70 quilômetros de extensão que vai beneficiar várias cidades do Agreste.
Ainda no evento, que contou com a presença da vice-governadora Priscila Krause, a governadora assinou a ordem de serviço para o início, já em janeiro de 2025, de mais uma etapa da Adutora do Agreste, o maior sistema integrado de abastecimento de água do Brasil, que será conectada à Adutora Alto do Capibaribe e beneficiará mais seis cidades da região.
“A água para gente é prioridade. Sou do Agreste pernambucano e sei o quanto o nosso povo sofre pela ausência da água na torneira. Entregamos a possibilidade de Santa Cruz de Capibaribe reduzir pela metade o seu rodízio. Um empreendimento que permite que haja disponibilidade hídrica muito maior para garantir a distribuição para cidades importantes da nossa região, que têm a sua economia muito forte, mas que faltava o básico para garantir a cidadania. Temos um polo de confecções que gera emprego, renda, movimenta a nossa economia e, agora, pela primeira vez, vai ter uma água mais perene”, destacou a governadora Raquel Lyra.
Com investimento de R$ 92 milhões, conveniado entre o Governo Federal e o Governo de Pernambuco, a Adutora do Alto Capibaribe parte do Rio Paraíba, que foi perenizado pela transposição do São Francisco, em Barra de São Miguel (PB). Neste primeiro momento, a obra vai beneficiar o município de Santa Cruz com a chegada das águas do Rio São Francisco à Estação de Tratamento de Água (ETA) Poço Fundo 1, mas já estão sendo executadas obras para melhoria do abastecimento na cidade de Jataúba também pela Adutora do Alto do Capibaribe.
O secretário estadual de Recursos Hídricos e Saneamento, Almir Cirilo, ressaltou os investimentos que têm sido aplicados para levar mais água a diferentes regiões de Pernambuco. “Os dois mihões de habitantes do Agreste pernambucano merecem muito esses resultados que começam a ser entregues. A gestão estadual tem um olhar largo para todas as regiões do nosso Estado. O programa Águas de Pernambuco, que nós lançamos, vai levar a distribuição desses nossos recursos para concretizar o abastecimento no Estado, porque à medida que a gente tem mais água, será possível distribuir para uma boa parte de todas as regiões”, comemorou
Com o reforço já garantido com a chegada das águas do Rio São Francisco à ETA Poço Fundo 1, os moradores de Santa Cruz do Capibaribe, que seguiam um rigoroso calendário de abastecimento, passam a contar com mais dias de água nas torneiras.
Presente no evento, o deputado federal Mendonça Filho destacou a Adutora é uma conquista para a população do município. “Aqui se o maior déficit hídrico do Brasil, porque tem uma população enorme e pouca oferta d’água. E isso dificulta atender o básico e suprir as necessidades essenciais do pai e mãe de família. O povo de Santa Cruz é resiliente essencialmente forte, determinado, obstinado e trabalhador e que, agora, soma essa conquista ”, pontuou. Por sua vez, o estadual Joãozinho Tenório comentou sobre o trabalho da atual gestão. “São muitas ações como essa que deixam a nós, pernambucanos, cada vez mais felizes. Água é vida, dignidade para todas as pessoas. Estamos juntos, governadora e iremos trabalhar cada vez mais”, disse o deputado estadual Joãozinho Tenório.
“Estamos vendo tantas obras sendo executadas no Agreste e por Pernambuco todo. Obras que eram sonhos que estão sendo realizados. A BR-104, o Binário da Moda, a Central de Feiras e Mercados, e agora a grande redenção de toda uma região que clamava por água. Estamos levando mais desenvolvimento para nossa região”, destacou o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Fábio Aragão.
Um dos beneficiados com a obra, morador de Santa Cruz do Capibaribe, Giordano Pietro, agradeceu pela iniciativa ter, finalmente, saído do papel. “A água é um recurso muito importante, de uma forma geral, para todo mundo. Mas é em especial aqui no Agreste pelo fato de não chover. A chegada dessa Adutora conseguiremos melhorar a economia da cidade. Esse momento que estamos vivendo hoje parecia um sonho e hoje só temos a agradecer”, disse.
*ORDEM DE SERVIÇO -* O novo trecho da Adutora do Agreste, o lote 4 B, receberá investimentos de R$ 30 milhões, autorizados por ordem de serviço assinada pela governadora Raquel Lyra durante o evento. A intervenção irá complementar os sistemas adutores da região através de uma conexão com a Adutora do Alto do Capibaribe. Dessa forma, mais seis cidades da região, que atualmente dependem exclusivamente do Sistema Jucazinho, serão contempladas: Toritama, Taquaritinga do Norte, Vertentes, Frei Miguelinho, Vertente do Lério, Santa Maria do Cambucá e ainda Brejo da Madre de Deus, distrito de São Domingos, de forma indireta. Os municípios receberão 371 litros de água por segundo para reforço do abastecimento de 230 mil pessoas.
A Compesa executará esta nova etapa por meio do programa Águas de Pernambuco. A previsão é que a obra seja entregue em outubro do próximo ano. O projeto será executado a partir de janeiro e prevê a implantação da adutora a desde a Estação de Tratamento de Água do Salgado, em Caruaru, até a cidade de Santa Cruz do Capibaribe, passando também por Toritama. Os principais serviços a serem realizados serão a implantação de cinco quilômetros de adutora em ferro fundido, com diâmetros 300mm a 1.200mm, execução de estruturas auxiliares de controle e travessias.
Participaram do evento os prefeitos eleitos Israel Ferreira (Vertentes); Sérgio Colin (Toritama); e Gena Lins (Taquaritinga do Norte) e os atuais gestores Romero Leal (Vertentes); Roberto Asfora (Brejo da Madre de Deus); Dió Filho (Riacho das Almas); Nelson Lima (Santa Maria do Cambucá); e Dra Cátia (Jataúba). Outros participantes foram os deputados estaduais Diogo Moraes e Abinael Santos, além da secretária estadual da Mulher, Juliana Gouveia; do presidente da Compesa, Alex Campos; e o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, André Teixeira Filho.
Medida deve elevar o percentual de apenas 7,6% das contratações de recursos do banco para inovação na região O BNDES reduziu de R$ 20 milhões para R$ 10 milhões o limite mínimo para o financiamento de projetos de empresas das regiões Norte e Nordeste no âmbito do Programa BNDES Mais Inovação. O objetivo da medida […]
Medida deve elevar o percentual de apenas 7,6% das contratações de recursos do banco para inovação na região
O BNDES reduziu de R$ 20 milhões para R$ 10 milhões o limite mínimo para o financiamento de projetos de empresas das regiões Norte e Nordeste no âmbito do Programa BNDES Mais Inovação. O objetivo da medida é ampliar o apoio a projetos de desenvolvimento econômico e social nas duas regiões.
“A ampliação do acesso ao crédito é parte de todos os diálogos com parceiros e uma das prioridades da Sudene. O assunto foi tratado pelo superintendente nas recentes visitas que teve no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e na Financiadora de Estudos e Projetos (Finep)”, comemorou o superintendente da Sudene, Danilo Cabral.
O gestor lembrou que o Conselho Deliberativo da Sudene, inclusive, já havia ampliado para 2024, na execução do FNE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste), para 62% os valores destinados às micro e pequenas empresas, bem como recursos com melhores condições para mulheres empreendedoras. “A democratização do acesso ao crédito é uma orientação do presidente Lula e do ministro Waldez Góes (Integração e do Desenvolvimento Regional).
O Nordeste recebeu apenas 7,6% das contratações de recursos (diretas e indiretas, não automáticas) do BNDES para inovação em quase 20 anos. “Houve, então, uma forte articulação de entes públicos, como da própria Sudene, do Consórcio Nordeste de Governadores, do Banco do Nordeste, para que as empresas da nossa região tenham mais acesso a esses recursos, que são importantes para alavancar a competitividade dos estados nordestinos”, destacou Danilo Cabral.
Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o objetivo estratégico do governo do presidente Lula é promover o desenvolvimento econômico e social em todo o país, e reduzir as desigualdades regionais. “Com essa medida, queremos ampliar o apoio direto do Banco às empresas das duas regiões e estimular investimentos em pesquisa e desenvolvimento”, explicou durante o anúncio da medida.
Em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o ex-deputado federal e ex-superintendente da Sudene, Danilo Cabral, comentou nesta quarta-feira (6) sua saída do comando da autarquia, em meio a um cenário de pressões políticas e disputas regionais. Danilo reafirmou o “compromisso com o Nordeste” e lamentou o que considerou um “vazio de liderança […]
Em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o ex-deputado federal e ex-superintendente da Sudene, Danilo Cabral, comentou nesta quarta-feira (6) sua saída do comando da autarquia, em meio a um cenário de pressões políticas e disputas regionais. Danilo reafirmou o “compromisso com o Nordeste” e lamentou o que considerou um “vazio de liderança em Pernambuco”.
A exoneração de Danilo gerou grande repercussão em Pernambuco e no Nordeste. Diversas entidades — universidades, movimentos sociais, representantes do setor produtivo e lideranças políticas — manifestaram apoio à permanência do socialista no cargo, inclusive ultrapassando linhas partidárias.
“A obra mais importante da nossa gestão não foi de pedra e cal. Foi devolver à população o sentimento de que a Sudene é importante para o desenvolvimento do Nordeste”, afirmou Danilo, ao destacar o resgate da relevância institucional da Sudene nos últimos dois anos.
Segundo ele, a saída foi motivada por pressões oriundas do Ceará, que o acusavam de priorizar Pernambuco na condução da pauta da Transnordestina. Danilo nega a parcialidade e afirma que sua gestão garantiu R$ 1,8 bilhão já liberados e outros R$ 2,6 bilhões previstos para obras no território cearense.
“Se for preciso pagar um custo político para defender Pernambuco, eu pago com tranquilidade”, disse.
Ao longo da entrevista, Danilo fez um alerta sobre o que considera um enfraquecimento da posição de Pernambuco na geopolítica regional.
“Faz falta uma liderança altiva em Pernambuco. A gente está com um déficit de protagonismo. A governadora não precisava me defender, mas tinha o dever de defender os interesses do estado”, criticou, num recado direto à gestora estadual, Raquel Lyra (PSDB), que não se manifestou publicamente sobre a saída.
Danilo relembrou que a obra da Transnordestina foi mutilada no final do governo Bolsonaro, que retirou Pernambuco do traçado do projeto. A inclusão do estado novamente foi uma decisão do presidente Lula, que, segundo ele, mantém firme a vontade política de concluir a obra.
“Ela [a Transnordestina] pertence a Pernambuco, ao Ceará, ao Piauí. Não é bandeira de governo, de oposição ou de partido. Mas é preciso unidade política para garantir os recursos e acelerar as obras. A Sudene já garantiu mais de R$ 3,6 bilhões para o Ceará. Pernambuco precisa fazer o mesmo movimento.”
Sobre seu futuro político, Danilo disse que ainda vai discutir com o PSB o papel que deve cumprir em 2026, mas antecipou duas decisões: trabalhar pela reeleição do presidente Lula e apoiar a candidatura de João Campos (PSB) ao governo do estado.
“Se for necessário disputar um mandato, estou à disposição. Mas isso será decidido coletivamente”, disse, destacando o apoio que sempre recebeu da região do Pajeú, em especial de lideranças como Anchieta Patriota.
Mulheres já não temem mais trabalhos que há séculos são realizados por homens, e nem se intimidam com eles. O trabalho é pesado, mas Luzia Simões, de 46 anos, não reclama. É como pedreira na construção de fogões agroecológicos que a agricultora entrou no tradicional reduto masculino. “A mulher tem a mesma capacidade de fazer […]
Mulheres já não temem mais trabalhos que há séculos são realizados por homens, e nem se intimidam com eles. O trabalho é pesado, mas Luzia Simões, de 46 anos, não reclama. É como pedreira na construção de fogões agroecológicos que a agricultora entrou no tradicional reduto masculino. “A mulher tem a mesma capacidade de fazer o serviço que o homem”, ela diz.
A vontade partiu de uma formação para a construção de fogão agroecológico realizada pela Casa da Mulher do Nordeste, através do projeto Mulheres na Caatinga, que contou com o apoio do Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS), gerenciado pelo Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN).
Luzia Simões é uma das agricultoras beneficiadas que participou da formação, que além de receber a tecnologia em sua casa, também construiu 18 fogões em vários municípios do Sertão do Pajeú. A pedreira leva um dia para executar o trabalho, e se diz caprichosa no serviço. “Essa última semana estava em Canudos, a família me recebe bem mas os homens sempre ficam curiosos com o trabalho feito por uma mulher”, disse.
Para a Casa da Mulher do Nordeste, que possibilitou a formação para todas as mulheres que receberam a tecnologia nos últimos 2 anos, ao todo 78 agricultoras, esse é o caminho para a geração de renda e autonomia das mulheres. O fogão agroecológico apresenta-se como uma alternativa na melhoria da qualidade de vida, não só possui um melhor rendimento da lenha e maior aproveitamento do calor liberado pela lenha que o modelo de fogão a lenha convencional. Possibilita a discussão da divisão sexual do trabalho doméstico, como também gera renda para as mulheres na construção da tecnologia.
Casada há 26 anos, Luzia tem 7 filhos, e todos eles tem orgulho do trabalho realizado por ela, que ainda divide o tempo com a agricultura familiar. Nas conversas durante as construções, ela percebe que as mulheres tem vontade de aprender e as motiva, mas se queixam com a falta de tempo e também pelo serviço pesado. E sonha em aprender a construir outras tecnologias. “Ainda quero aprender a construir cisternas, esse é meu próximo passo”, reafirmou.
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