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Quadrilha junina é oficializada como manifestação da cultura nacional

Por André Luis

Lei sancionada pelo presidente Lula foi publicada nesta segunda-feira (24) no Diário Oficial da União

Um dos mais tradicionais e característicos estilos de dança do Brasil, a quadrilha junina junta-se a outros marcos, como as escolas de samba, o forró e as próprias festas juninas e, a partir desta segunda-feira (24), passa a ser reconhecida como manifestação da cultura nacional. 

A Lei Nº 14.900, que oficializa a decisão, foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra Margareth Menezes (Cultura) e publicada no Diário Oficial da União.

ORIGEM – As raízes das quadrilhas juninas têm origem nas danças de salão europeias, que chegaram ao Brasil pela corte portuguesa no início do século XIX. A “quadrille” surgiu em Paris, no século XVIII, como dança de salão composta por quatro casais. Era dançada pela elite europeia e veio para o Brasil durante o período da Regência, por volta de 1830, onde tornou-se febre no ambiente aristocrático.

A partir da corte carioca, a quadrilha foi ganhando espaço junto ao povo e passou a incorporar elementos culturais, religiosos e folclóricos nacionais. Nesse processo de adaptação, ampliou o número de pares dançantes, abandonou os passos e ritmos franceses, e, ao longo do tempo, as músicas e o casamento caipira, que antecede a dança, foram sendo incorporadas.

RECORDE – As quadrilhas cresceram e passaram a adquirir importância social, econômica e turística para várias cidades brasileiras, principalmente as nordestinas. Este ano, em 13 de junho, em Campina Grande, na Paraíba, cidade famosa por promover um dos maiores São João do Brasil, foi estabelecido, mais uma vez, o recorde da maior quadrilha junina do país. A dança reuniu 1.280 pares e sacramentou o 10º título consecutivo de maior quadrilha junina brasileira.

Outras Notícias

Renan decide devolver MP que reduz desoneração da folha de pagamento

O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou nesta terça-feira (3) em plenário a devolução ao governo federal da medida provisória 669/2015 que trata da desoneração da folha de pagamento das empresas. A informação é do G1. Publicada pelo governo na última sexta-feira, a medida reduz a desoneração da folha de pagamentos das empresas, […]

O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou nesta terça-feira (3) em plenário a devolução ao governo federal da medida provisória 669/2015 que trata da desoneração da folha de pagamento das empresas. A informação é do G1.

Publicada pelo governo na última sexta-feira, a medida reduz a desoneração da folha de pagamentos das empresas, adotada em 2011 para aliviar os gastos com mão-de-obra das empresas e estimular a economia.

Segundo a Secretaria-Geral da Mesa do Senado, com a devolução, a medida provisória deixa de ter validade. Pela MP, quem pagava alíquota de 1% de contribuição previdenciária sobre a receita bruta passaria a pagar 2,5%. A alíquota de 2% aumentaria para 4,5%

Após o anúncio da devolução, o governo informou que a presidente Dilma Rousseff assinou um projeto de lei com urgência constitucional nos mesmos termos da medida provisória. Segundo nota, a substituição da MP pelo projeto ‘não trará prejuízo para o ajuste fiscal pretendido pelo governo’.
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A decisão de devolver a MP foi anunciada depois de uma reunião de Renan Calheiros com líderes partidários. Ao tomar a decisão, Renan se baseou no artigo 48 do regimento interno Casa. Esse artigo estabelece que cabe ao presidente da Casa “impugnar as proposições que lhe pareçam contrárias à Constituição, às leis, ou ao próprio regimento”.

Para Renan Calheiros, a MP é inconstitucional. “Não recebo a medida provisória e determino a sua devolução à Presidência da República”, declarou no plenário.

O presidente do Senado disse que não se pode considerar urgente a medida provisória já que, segundo ele, a criação ou elevação de tributos tem prazo de 90 dias para entrar em vigor e que, por isso, o reajuste poderia ser editado por meio de um projeto de lei.

No início da noite, a Secretaria de Imprensa da Presidência da República divulgou nota na qual informou que a presidente Dilma Rousseff assinou um projeto de lei com urgência constitucional nos mesmos termos da MP. Com isso, segundo a nota, não haverá prejuízo para as medidas de ajuste fiscal propostas pelo governo.

“A presidenta Dilma Rousseff assinou agora à noite um Projeto de Lei com urgência constitucional que retoma os termos da MP 669/15, que alterava as alíquotas de desonerações das folhas de pagamento.O Projeto de Lei prevê a mudança nas alíquotas das desonerações 90 dias a partir da publicação, a chamada noventena. Isso significa que a substituição da MP pelo Projeto de Lei não trará prejuízo para o ajuste fiscal pretendido pelo governo federal”, diz o texto da nota.

‘Ouvir o Congresso’: Para Renan Calheiros, qualquer medida de ajuste fiscal deve ser, antes, analisada pelo Congresso Nacional. “Não é um bom sinal para um ajuste, para a democracia, para a estabilidade econômica, aumentar impostos por medida provisória. [Para] qualquer ajuste, é preciso primeiro ouvir o Congresso Nacional”, afirmou. “Esse é um péssimo sinal de instabilidade jurídica que o Brasil emite […]. Não dá, na democracia, para continuar usurpando o papel do Legislativo. Como presidente do Congresso, cabe a mim zelar pelo papel constitucional do Legislativo”, disse.

Durante a leitura da justificativa da devolução, Renan lembrou de outras duas medidas provisórias editadas pelo governo durante o recesso parlamentar e disse “lamentar” não ter tido tempo de devolvê-las ao Planalto.

As duas MPs, que alteraram regras para acesso a benefícios previdenciários e trabalhistas, foram editadas pelo governo e enviadas ao Congresso durante o recesso parlamentar. Com isso, o prazo de admissibilidade das matérias expirou e os textos puderam tramitar na Câmara e no Senado. “Apenas lamento não ter tido a oportunidade de fazer o mesmo com as medidas provisórias que limitaram o exercício de direitos previdenciários aos trabalhadores”, disse Renan.

Ex-secretária de Educação diz que atual gestão tenta levar bônus de ações conveniadas no governo Evandro Valadares

A professora e ex-secretária de Educação, Roseane Borja, foi a convidada no programa Manhã Total na Gazeta FM, esta manhã. Borja em linhas gerais criticou a atual Secretaria e a gestão Romério Guimarães por, segundo ela, omitir que ações concluídas nesta gestão só foram possíveis graças a convênios deixados pelo governo Evandro Valadares em sua […]

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A professora e ex-secretária de Educação, Roseane Borja, foi a convidada no programa Manhã Total na Gazeta FM, esta manhã. Borja em linhas gerais criticou a atual Secretaria e a gestão Romério Guimarães por, segundo ela, omitir que ações concluídas nesta gestão só foram possíveis graças a convênios deixados pelo governo Evandro Valadares em sua pasta.

“Tenho como provar que muitos convênios de nossa gestão foram concluídos agora e não houve a informação de que nós começamos. Se dizem que o município de São José do Egito é referência na educação, deveriam reconhecer que a base para isso foi construída nas últimas gestões”.

Ela de como exemplos recursos deixados em contas no Banco do Brasil como para aplicação na creche da Escola Antonio Bitu, no valor de R$ 1.329.871,68. Também citou convênios como o de R$ 1.277.482,94 para compra de carteiras escolares, ônibus, conjuntos para portadores de necessidades especiais, ventiladores, lousas digitais e conjuntos para professores.

Ela também afirmou que todas as escolas foram repassadas à atual gestão em bom estado, respondendo a questionamentos feitos semana passada. “Entre 18 e 28 de dezembro de 2012 nossa equipe, a equipe do atual governo e a comunidade acompanharam a entrega das escolas. Tudo foi registrado e documentado”.

Por fim, disse que a atual gestão estaria proibindo professores efetivos e contratados de contato com professores ligados à gestão anterior e cobrou que os professores tenham liberdade para realizar manifestações por melhores condições de trabalho.

“Projeto deve começar a rodar no segundo semestre”, diz Luciano Torres sobre iluminação pública

O Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú) promoveu, nesta quarta-feira (26), uma audiência pública para discutir a implementação do projeto de iluminação pública na região. O evento aconteceu no Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) em Afogados da Ingazeira e contou com a presença de prefeitos, representantes da Caixa Econômica Federal e do bispo […]

O Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú) promoveu, nesta quarta-feira (26), uma audiência pública para discutir a implementação do projeto de iluminação pública na região.

O evento aconteceu no Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) em Afogados da Ingazeira e contou com a presença de prefeitos, representantes da Caixa Econômica Federal e do bispo Dom Limacedo.

Durante entrevista ao repórter Marcony Pereira, para o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, o presidente do Cimpajeú e prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, avaliou a reunião como positiva. “Esse projeto de iluminação pública já vem sendo trabalhado há dois anos e agora estamos na fase final. A audiência foi essencial para fechar essa etapa e encaminhar a proposta ao Tribunal de Contas. A expectativa é que, no segundo semestre, o projeto comece a rodar”, afirmou.

Inicialmente, sete municípios serão contemplados com a modernização da iluminação pública, incluindo a substituição de lâmpadas convencionais por LED e a realização de novas ligações elétricas. “Esse projeto trará muitos benefícios, especialmente para a população da zona rural, que há anos solicita extensões de rede e novas ligações sem sucesso. Com essa parceria, os serviços serão realizados de forma mais ágil”, destacou Torres.

A operacionalização do projeto será feita por empresas selecionadas em um leilão na Bolsa de Valores de São Paulo. “Diferente de uma licitação tradicional, esse leilão definirá as empresas que irão se instalar nos municípios e executar os serviços. Haverá escritórios locais para garantir um atendimento mais rápido e eficiente”, explicou o presidente do Cimpajeú.

A audiência pública foi uma exigência da Caixa Econômica Federal para a continuidade do convênio, que terá duração de 15 anos. Após aprovação do Tribunal de Contas, será realizado o leilão para contratação das empresas responsáveis pela execução do projeto.

Armando protocola pedido de investigação sobre Paulo Câmara e caso do avião no MPE

Os integrantes da chapa majoritária da coligação Pernambuco Vai Mais Longe foram pessoalmente, na tarde desta quinta-feira (11), à Procuradoria Regional da República da 5ª Região para protocolar um pedido de investigação sobre as ligações entre o candidato a governador Paulo Câmara (PSB) e a Bandeirantes Pneus, empresa que recebeu incentivos fiscais do governo do […]

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Os integrantes da chapa majoritária da coligação Pernambuco Vai Mais Longe foram pessoalmente, na tarde desta quinta-feira (11), à Procuradoria Regional da República da 5ª Região para protocolar um pedido de investigação sobre as ligações entre o candidato a governador Paulo Câmara (PSB) e a Bandeirantes Pneus, empresa que recebeu incentivos fiscais do governo do Estado quando Câmara era secretário da Fazenda, em 2011.

Além disso, Armando Monteiro (governador), Paulo Rubem (vice) e João Paulo (senador) também pediram ao Ministério Público Eleitoral (MPE) que investigue o fato de Câmara ter viajado em um avião que teria o sócio da Bandeirantes, Apolo Santana Vieira, como coproprietário.

A representação foi entregue em mãos ao procurador regional substituto, Antonio Carlos Barreto Campelo, que informou que o documento será devidamente analisado.

Em entrevista à imprensa, Armando informou que, apesar da cobrança pública feita na terça-feira (9), Câmara não deu qualquer esclarecimento sobre o fato de ter, como secretário da Fazenda, concedido os incentivos fiscais à Bandeirantes e agora, como candidato, ter usado uma aviação que é apontado como sendo de propriedade do sócio da empresa. “Esperamos que o Ministério Público Eleitoral possa promover as apurações. Iniciamos pedindo esclarecimentos ao candidato. Como houve uma posição de não querer esclarecer, entendemos que seria nosso dever fazer a representação”, justificou o candidato.

São José do Egito notifica mais um caso suspeito de Covid-19

A Prefeitura de São José do Egito, informou na tarde desta segunda-feira (20), que deu entrada no Hospital Maria Rafael de Siqueira, um paciente do sexo masculino, 37 anos, tabagista e etilista, referindo febre e apresentando tosse e dispneia. Informou ainda que o paciente foi avaliado pela equipe médica, e após apresentar queda de saturação […]

A Prefeitura de São José do Egito, informou na tarde desta segunda-feira (20), que deu entrada no Hospital Maria Rafael de Siqueira, um paciente do sexo masculino, 37 anos, tabagista e etilista, referindo febre e apresentando tosse e dispneia.

Informou ainda que o paciente foi avaliado pela equipe médica, e após apresentar queda de saturação de oxigênio, foi notificado como caso suspeito de Covid-19.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o paciente permanece nos leitos de isolamento para casos suspeitos e ou confirmados para o novo coronavírus e que no momento apresenta-se estável, em uso de oxigênio contínuo, consciente e orientado, sob os cuidados da equipe médica e de enfermagem aguardando resultado do exame.

Ainda segundo a Secretaria de Saúde: todas as medidas de prevenção e isolamento já estão sendo tomadas.

Segundo o boletim, São José do Egito agora conta com dois casos em investigação, um descartado e um confirmado.