PSB de Tabira planeja o futuro ouvindo Presidente da Amupe
Por Nill Júnior
Por Anchieta Santos
O novo diretório do PSB de Tabira reuniu-se na última terça feira, dia 29 de setembro, com o objetivo de traçar as metas para o processo de novas filiações, coligações partidárias e ações.
A ideia é de uma maior participação da população em discutir e direcionar essas ações “para uma Tabira que os socialistas desejam e que os tabirenses merecemos ter”, segundo socialistas.
Participou o Presidente da AMUPE (Associação dos Municípios de Pernambuco) e Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, que apresentou sugestões sobre as metas e objetivos do PSB no Estado, como também sobre o trabalho a ser feito na Cidade das Tradições.
A candidata à reeleição para a prefeitura de Serra Talhada, Márcia Conrado, acelerou o ritmo de sua campanha neste final de semana, 31 de agosto e 1º de setembro, marcando presença tanto nas zonas rural quanto urbana. No sábado, Márcia liderou o “Rolê M13”, em uma caminhada no Santa Rita. O evento contou com engajamento […]
A candidata à reeleição para a prefeitura de Serra Talhada, Márcia Conrado, acelerou o ritmo de sua campanha neste final de semana, 31 de agosto e 1º de setembro, marcando presença tanto nas zonas rural quanto urbana.
No sábado, Márcia liderou o “Rolê M13”, em uma caminhada no Santa Rita. O evento contou com engajamento popular, reunindo apoiadores que acompanharam a candidata pelas ruas, demonstrando forte adesão à sua campanha.
No domingo, a agenda de Márcia começou cedo, às 5h30, com a tradicional Corrida da Padroeira. Em seguida, Márcia e Faeca participaram de reuniões no São Miguel, incluindo visitas ao Assentamento 3 Irmãos e Várzea Grande. O dia continuou com encontros no Assentamento Gilvan Santos.
“Estamos percorrendo cada canto de Serra Talhada, ouvindo as demandas da população e reafirmando nosso compromisso de continuar trabalhando por uma cidade melhor para todos. Nosso foco é no desenvolvimento e na melhoria da qualidade de vida dos serratalhadenses”, afirmou Márcia Conrado durante uma de suas visitas. A agenda do domingo foi finalizada com a Romaria da Juventude.
Por André Luis Primeira mão Durante a Sessão ordinária desta terça-feira (6), a Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), julgou legais a admissão dos concursados realizada pela Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira no exercício financeiro de 2022. À unanimidade os conselheiros seguiram o relator do processo, Conselheiro Substituto Ruy Ricardo […]
Durante a Sessão ordinária desta terça-feira (6), a Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), julgou legais a admissão dos concursados realizada pela Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira no exercício financeiro de 2022.
À unanimidade os conselheiros seguiram o relator do processo, Conselheiro Substituto Ruy Ricardo que votou pela aprovação do provimento efetivo de cargos diversos, tendo como interessado o presidente da Câmara, Rubinho do São João.
A Primeira Câmara também concedeu o registro dos respectivos atos de admissão dos servidores. As informações foram divulgadas na Pauta Explicativa da Sessão desta terça-feira. Mais detalhes serão divulgados no Diário Oficial do TCE-PE. Leia abaixo a publicação do julgamento na Pauta Explicativa na íntegra:
Relator: CONSELHEIRO SUBSTITUTO RUY RICARDO
Processo: 22186086 Admissão de Pessoal realizada pela Câmara Municipal de Afogados da Ingazeira no exercício financeiro de 2022, referente ao concurso público, para provimento efetivo de cargos diversos, tendo como interessado o Sr. Cicero Rubens de Lima Marinheiro. (Adv. João Batista Rodrigues dos Santos – OAB: 30746PE) (Adv. Paula Virginia da Rcha Moreira – OAB: 47295PE) (Adv. Valério Ático Leite – OAB: 26504PE).
Julgamento: A Primeira Câmara, à unanimidade, julgou legais as investiduras nos cargos públicos objeto dos autos, concedendo, consequentemente, o registro dos respectivos atos de admissão dos servidores listados nos Anexos I e II do Relatório de Auditoria.
Amigo Nill Júnior, O Brasil tem 5.570 municípios. O MDS alega problemas de dinheiro parado em contas em 592 municípios. Ora, isso representa apenas 10,6% do conjunto dos municípios. Chega a ser desonestidade intelectual justificar o atraso nos repasses para mais de 4.500 municípios, cujos programas estão funcionando com regularidade (ainda), porque 592 estão com […]
O Brasil tem 5.570 municípios. O MDS alega problemas de dinheiro parado em contas em 592 municípios.
Ora, isso representa apenas 10,6% do conjunto dos municípios. Chega a ser desonestidade intelectual justificar o atraso nos repasses para mais de 4.500 municípios, cujos programas estão funcionando com regularidade (ainda), porque 592 estão com dinheiro em conta parada. Que esses assumam sua inoperância. E quanto aos outros 4.978?
Em Afogados da Ingazeira, por exemplo, não temos dinheiro em conta parada. O que temos é um quadro complicado de atraso nos repasses federais. Só de Bolsa Família são oito meses de atraso nos repasses. Para um maior detalhamento de quais programas do Governo Federal estão sem receber repasses, basta dar uma olhada na matéria recente da Folha.
Cordialmente,
Rodrigo Lima-Assessor de Comunicação-Prefeitura de Afogados da Ingazeira
O município de Afogados da Ingazeira conta agora com uma tecnologia que vai ajudar a monitorar o abastecimento de água da cidade. A Compesa adquiriu 18 dataloggers, equipamentos que têm a função de transmitir, em tempo real, a pressão na rede de distribuição de água, auxiliando na melhoria no fornecimento de água da cidade. A […]
O município de Afogados da Ingazeira conta agora com uma tecnologia que vai ajudar a monitorar o abastecimento de água da cidade.
A Compesa adquiriu 18 dataloggers, equipamentos que têm a função de transmitir, em tempo real, a pressão na rede de distribuição de água, auxiliando na melhoria no fornecimento de água da cidade.
A nova tecnologia já foi implantada nas principais cidades de Pernambuco, chegando a Afogados da Ingazeira em pontos estratégicos, para que o monitoramento seja feito com excelência.
“O benefício é que a Compesa consegue ver as pressões de abastecimento, podendo identificar falta d’água e baixas pressões de rede, o que permite rápidas ações corretivas. Com isso, há condições de aperfeiçoar o gerenciamento do abastecimento de água da cidade e, assim, melhorar a distribuição de água nas cidades”, destaca o gerente de Unidade de Negócio da Compesa do Alto Pajeú, Kaio Maracajá.
Calamidades decorrentes das chuvas, como as verificadas no inverno deste ano, podem voltar a acontecer em Pernambuco. O alerta foi feito por organizações da sociedade civil que participaram da audiência pública promovida pela Comissão de Meio Ambiente da Alepe nesta terça (6). Um grupo de entidades apresentou o dossiê popular “Uma tragédia anunciada”, o qual […]
Calamidades decorrentes das chuvas, como as verificadas no inverno deste ano, podem voltar a acontecer em Pernambuco.
O alerta foi feito por organizações da sociedade civil que participaram da audiência pública promovida pela Comissão de Meio Ambiente da Alepe nesta terça (6).
Um grupo de entidades apresentou o dossiê popular “Uma tragédia anunciada”, o qual aponta negligências e omissões do Poder Público que teriam resultado nas 132 mortes após os temporais, assim como deficiências no atendimento às vítimas.
Ao analisar os territórios do Grande Recife mais afetados pelas cheias, o estudo identifica a existência de racismo ambiental.
“A chuva foi extrema, mas o que aconteceu não é novidade. Os eventos climáticos resultam em desastres socioambientais que afetam sempre pessoas com cor, renda e local de moradia bem definidos”, observou a urbanista Raquel Ludermir, da organização Habitat para a Humanidade Brasil, ao expor a análise.
A partir de cruzamentos de dados socioeconômicos e da escuta da população, o dossiê revela que 60% das áreas mais atingidas são favelas ou assentamentos precários e 84% têm a população majoritariamente negra.
“Ninguém escolhe morar em área de risco. Isso é resultado de uma série de ações e omissões do Poder Público, que tinha o diagnóstico e o mapeamento dessas áreas”, pontuou Ludermir.
De acordo com o documento, seis meses após a tragédia, ainda há entulhos e montanhas de lixo nas regiões castigadas pelas chuvas, e a população convive com traumas psicológicos relacionados às perdas de vidas e bens materiais.
A pesquisa também identifica problemas como investimento insuficiente na contenção de barreiras, auxílio emergencial negado ou incapaz de cobrir danos imediatos, abrigos precários, famílias desabrigadas sem ter para onde ir e dificuldade para obter documentos.
“Após os alagamentos, contabilizamos as perdas e agora enfrentamos os traumas psicológicos”, relatou Walter Libanio, morador do Ibura, na Zona Sul do Recife. “As doações foram colocadas nas mãos de cabos eleitorais e os que precisavam não receberam. Não tivemos apoio para limpar nossas casas e as ruas. Companheiros nossos de vários lugares onde houve alagamento morreram com a doença do rato (leptospirose)”, prosseguiu.
Déficit habitacional
O relatório aponta que em 2019 – portanto, antes da pandemia de Covid-19 –, já havia um déficit de 113 mil domicílios na Região Metropolitana do Recife. Além de ações para prevenir e responder aos desastres, as organizações que formularam o dossiê pedem urgência na urbanização de áreas consolidadas e na garantia de moradia digna para as famílias ameaçadas de despejo. Demandam, ainda, planos de contingenciamento e de bacias hidrográficas, políticas habitacionais, abrigos permanentes e medidas de transição energética para enfrentar as mudanças climáticas.
O deputado João Paulo (PT), que presidiu a audiência pública, comprometeu-se a converter os dados do dossiê em pedidos de informação dirigidos a prefeituras e ao Governo do Estado. Também anunciou visitas a comunidades e o pedido de um novo debate já no início dos trabalhos da próxima legislatura, em fevereiro, para tratar do inverno de 2023 nas áreas de risco.
“Na última tragédia, a população ficou indefesa, tendo que socorrer por conta própria, sem nenhum preparo. A tendência, com as mudanças climáticas, é de as situações se agravarem, atingindo de forma mais aguda a população negra e pobre das periferias. Precisamos de uma ação integrada dos governos federal, estadual e municipais envolvidos com a sociedade civil”, defendeu.
O documento foi preparado pelo Habitat em parceria com entidades como Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU), Articulação Recife de Luta, Centro Dom Helder Camara de Estudos e Ação Social (Cendhec), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Centro Popular de Direitos Humanos (CPDH), Centro Sabiá, Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase), Fórum de Mulheres de Pernambuco e Caus Cooperativa.
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