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Protesto por reforma política usa sacos de dinheiro no gramado do Congresso

Por Nill Júnior

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Do Correio Braziliense

Duzentos sacos com o símbolo do cifrão ($), representando dinheiro, foram espalhados na manhã desta terça-feira (24/3) em frente ao Congresso Nacional como forma de protestar contra o financiamento empresarial de campanha. O ato faz parte de uma semana de mobilizações em torno da reforma política, promovida pela Coalização Reforma Política Democrática – Eleições Limpas.

As organizações que integram a coalização defendem que o financiamento empresarial é uma das causas de corrupção e citam como exemplo as denúncias investigadas na Operação Lava Jato de que empreiteiras teriam pago propina para partidos políticos.

“Empresa não é eleitor, ela não vota. Então, não tem porque ela participar das campanhas eleitorais, isso cria uma distorção no processo democrático e vai contra o conjunto da população”, diz o diretor do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Carlos Alves Moura. “Ela participa da eleição e depois vai cobrar a fatura por meio de contratos, isso deturpa o processo eleitoral e acaba promovendo a corrupção,” defendeu.

A proibição do financiamento empresarial de campanha faz parte de um projeto de iniciativa popular defendido pela coalização. Além da proibição do financiamento, as organizações também defendem a realização de eleições em dois turnos (o primeiro com voto em lista de partidos e o segundo nos candidatos) e maior participação popular por meio de plebiscitos e referendos, que seriam convocados para questões nacionais. Entre essas questões o grupo destaca concessões de serviços públicos, privatizações, construção de obras de grande impacto ambiental, alienação de bens públicos e outros.

A coalização também critica a sub-representação de mulheres no Parlamento e propõem a paridade de representação de homens e mulheres, bem como maior acesso ao Fundo Partidário das agremiações que privilegiem a participação de outros segmentos sub-representados como negros e indígenas.

Moura disse ainda que as organizações pretendem reunir 1,5 milhão de assinaturas no projeto de iniciativa popular para a reforma política, número mínimo exigido por lei. Até o momento, elas contabilizam mais de 500 mil assinaturas de eleitores. O projeto de iniciativa popular é defendido desde 2013. Entre as cerca de 110 entidades que compõem a iniciativa estão a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), entre outras.

“Hoje estamos aqui especificamente pela questão do financiamento eleitoral feito por empresas, mas o projeto é mais amplo. Estamos promovendo essas manifestações em várias capitais e queremos sensibilizar os parlamentares e a sociedade em geral para essa proposta que surge da vontade popular”, resumiu.

Outras Notícias

Luciano Duque vai ocupando espaço com Miguel em Afogados

Sem uma presença mais efetiva de Waldemar Borges, nome governista, e de Romero Sales, da oposição, o Deputado Estadual Luciano Duque vem aproveitando o vão e está correndo trecho atrás de votos para a sua reeleição em Afogados. Hoje, esteve com o filho e presidente do IPA, Miguel Duque, na comunidade de Pereiros. Eles são […]

Sem uma presença mais efetiva de Waldemar Borges, nome governista, e de Romero Sales, da oposição, o Deputado Estadual Luciano Duque vem aproveitando o vão e está correndo trecho atrás de votos para a sua reeleição em Afogados.

Hoje, esteve com o filho e presidente do IPA, Miguel Duque, na comunidade de Pereiros. Eles são aliados da governadora Raquel Lyra.

A agenda treve a entrega de uma ensiladeira, um tratorito, e a promessa de luta pelo sistema de abastecimento de água para a comunidade.

No município, Duque tem o apoio de Mário Viana Filho, da comunicação institucional do governo Raquel Lyra.

Luciano tem trabalhado o fato de ser filho da região para conseguir votos em Afogados da Ingazeira. Esta semana, esteve ainda no evento de lançamento do Lekão Baby e participou da confraternização no Kabbanas Recepções.

Tem dito que a região não pode ficar órfã, principalmente depois da morte de José Patriota, em 2024, de quem era amigo e dividiu o ciclo na ALEPE.

Aline em Debate na OAB

A vereadora Aline Mariano será uma das debatedoras no evento promovido pela OAB, nesta quarta-feira, às 14h. O debate acontece no auditório da instituição e vai abordar a Lei Maria da Penha, em alusão ao aniversário de 13 anos da criação da legislação, considerada a 3ª melhor do mundo pela ONU. Aline é presidente da […]

A vereadora Aline Mariano será uma das debatedoras no evento promovido pela OAB, nesta quarta-feira, às 14h.

O debate acontece no auditório da instituição e vai abordar a Lei Maria da Penha, em alusão ao aniversário de 13 anos da criação da legislação, considerada a 3ª melhor do mundo pela ONU.

Aline é presidente da Comissão de Defesa da Mulher, na Câmara de Vereadores do Recife, e tem colocado em pauta o combate à violência contra a mulher e políticas públicas para o gênero. Como parlamentar, defende ações visando o respeito, cidadania e qualidade de vida das mulheres.

A PEC da Blindagem é um retrocesso democrático

Por Pe. Izidorio Batista de Alencar A recente aprovação da PEC da Blindagem pela Câmara dos Deputados representa um grave retrocesso institucional e democrático no Brasil. Ao exigir autorização prévia do Congresso para que parlamentares sejam processados judicialmente, mesmo por crimes comuns, a proposta fere princípios fundamentais da igualdade perante a lei e da independência […]

Por Pe. Izidorio Batista de Alencar

A recente aprovação da PEC da Blindagem pela Câmara dos Deputados representa um grave retrocesso institucional e democrático no Brasil. Ao exigir autorização prévia do Congresso para que parlamentares sejam processados judicialmente, mesmo por crimes comuns, a proposta fere princípios fundamentais da igualdade perante a lei e da independência entre os poderes.

A justificativa de que a medida visa proteger o exercício do mandato contra abusos judiciais não se sustenta diante da realidade. O que se observa é a tentativa de criar um escudo legal para impedir investigações e punições de parlamentares que eventualmente cometam ilícitos. Em vez de fortalecer a democracia, a PEC enfraquece os mecanismos de controle e fiscalização, abrindo espaço para a impunidade.

Além disso, a reintrodução do voto secreto para autorizar prisões e a ampliação do foro privilegiado são medidas que caminham na contramão da transparência e da moralidade pública. O cidadão brasileiro, que já enfrenta desafios diários para acessar serviços básicos e confiar nas instituições, não pode aceitar que seus representantes se coloquem acima da lei. 

É preciso lembrar que o mandato parlamentar não é um salvo-conduto. A imunidade prevista na Constituição deve proteger opiniões e votos, jamais servir como escudo para práticas criminosas. A sociedade brasileira exige ética, responsabilidade e compromisso com o interesse público — não blindagem institucional. 

Em uma sociedade democrática, a investigação é um instrumento legítimo de controle, transparência e justiça. Aquele que exerce função pública ou detém responsabilidades institucionais deve estar disposto a prestar contas de seus atos, com serenidade e respeito às instituições.

Nesse contexto, o temor à investigação revela mais do que simples desconforto: pode indicar a existência de condutas que não resistem ao escrutínio público. Quem age com retidão não teme ser investigado, pois sabe que a verdade é sua aliada. Já quem se opõe sistematicamente à fiscalização, tenta obstruir processos ou busca blindagens legais, frequentemente o faz por receio de que venham à tona práticas incompatíveis com a ética e o interesse coletivo. Portanto, o medo de ser investigado não é, por si só, prova de culpa — mas é, sem dúvida, um sinal de alerta. Em tempos em que a confiança nas instituições é essencial, a transparência deve ser vista como virtude, e não como ameaça. 

A pergunta que não quer calar deve ser feita aos senhores deputados federais de  Pernambuco — André Ferreira, Fernando Rodolfo, Coronel Meira e Pastor Eurico (PL); Augusto Coutinho, Fernando Monteiro e Ossesio Silva (Republicanos); Clarissa Tércio, Eduardo da Fonte e Lula da Fonte (PP); Fernando Filho, Luciano Bivar e Mendonça Filho (União Brasil); Waldemar Oliveira (Avante); e, por fim, não menos grave, Eriberto Medeiros, Felipe Carreras, Guilherme Uchoa, Lucas Ramos e Pedro Campos (PSB). Os senhores e a senhora têm algo a esconder ou pretendem praticar atos ilícitos para necessitarem de blindagem institucional?

É urgente que o Senado Federal rejeite essa proposta. Que prevaleça o bom senso, o respeito à Constituição e o compromisso com uma democracia que não se curva diante de privilégios. NÃO A ANISTIA, SIM À DEMOCRACIA!

Miguel Coelho participa de ato político em Salgueiro  

Nesta quinta-feira (28), o pré-candidato ao governo de Pernambuco, Miguel Coelho, foi a Salgueiro, no Sertão do estado, para participar do lançamento oficial da pré-candidatura a deputado estadual de Fabinho Lisandro (Patriota). Miguel e Fabinho destacaram a força da população sertaneja na economia do estado e a importância de fincar bases de apoio em Salgueiro […]

Nesta quinta-feira (28), o pré-candidato ao governo de Pernambuco, Miguel Coelho, foi a Salgueiro, no Sertão do estado, para participar do lançamento oficial da pré-candidatura a deputado estadual de Fabinho Lisandro (Patriota).

Miguel e Fabinho destacaram a força da população sertaneja na economia do estado e a importância de fincar bases de apoio em Salgueiro para fazer uma mudança nos rumos de Pernambuco. 

Com discurso firme, Miguel disse que a população do interior não aguenta mais as falsas promessas que se tornaram a marca registrada das gestões socialistas em Pernambuco. 

Ele assegurou que fará um governo diferente, que olha com atenção a todas as regiões e povos pernambucanos. “Este ato tem uma importância muito grande, vamos mudar Pernambuco e dar a Salgueiro e a todo o Sertão Central o respeito que eles merecem”, assegurou.

O ato político reuniu dezenas de lideranças sertanejas, como o prefeito de Petrolina, Simão Durando, o ex-prefeito de Salgueiro, Clebel Cordeiro, e nove vereadores da cidade. 

Também estiveram no ato o ex-deputado estadual Dr. Ulisses Tenório, a ex-vereadora salgueirense Paizinha Patriota, vereadores e lideranças de diversos municípios em defesa dos nomes de Miguel e Fabinho para promover a mudança.

O pré-candidato a deputado estadual destacou que deseja ser um aliado de primeira ordem de Miguel na Assembleia Legislativa para fazer Salgueiro e todo o Sertão Central voltarem a ser prioridade de governo. 

“Eu tenho orgulho de ser filho dessa terra. Como foi dito, o sertanejo é antes de tudo um forte. E com essa força queremos fazer nossa gente ter esperança e desenvolvimento. Vamos juntos com Miguel fazer a transformação que esse povo precisa”, disse Fabinho no evento.

O Blog e a História: estradas sempre foram problema no Pajeú

Em 8 de junho de 2007 Muda de governo, mas a história continua sendo a  mesma em relação às condições de tráfego nas PEs da região do Pajeú. Os trechos que ligam Afogados da Ingazeira a Carnaíba e Tabira estão cheios de buracos e motoristas precisam fazer malabarismo para passar pelo local. Situação pior pode […]

Em 8 de junho de 2007

Muda de governo, mas a história continua sendo a  mesma em relação às condições de tráfego nas PEs da região do Pajeú.

Os trechos que ligam Afogados da Ingazeira a Carnaíba e Tabira estão cheios de buracos e motoristas precisam fazer malabarismo para passar pelo local.

Situação pior pode ser constatada na pista que liga Carnaíba a Flores e Serra Talhada ondem existem enormes buracos.

O diretor do DER (Departamento de Estradas e Rodagens) Dr. Luís de Castro garantiu que em breve vai iniciar os trabalhos de recuperação destes trechos, afirmando que em algumas áreas será feito um recapeamento, já que tapa-buraco não resolve o problema.