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Promotor Lúcio Almeida diz que bases continuarão em Afogados da Ingazeira

Por André Luis

Por André Luis

Nesta terça-feira (25), durante uma entrevista exclusiva ao Debate das Dez da Rádio Pajeú, o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto falou sobre a sua transferência para Ouricuri. O promotor, que atuou de forma destacada na região de Afogados da Ingazeira por mais de 20 anos, destacou sua gratidão pela oportunidade de falar sobre esse assunto e enfatizou que, como integrante do Ministério Público de Pernambuco, é comum a distribuição de atuação por várias comarcas do estado. 

Apesar de ainda não ter ocorrido a transferência, o promotor se mostrou preparado para enfrentar novos desafios e enfatizou seu comprometimento com a justiça, o bem-estar da sociedade e a defesa dos interesses da população. 

Com relação à transferência de Circunscrição, Lúcio demonstrou entusiasmo em atuar em Ouricuri, enfocando a promoção do bem coletivo e buscando mudanças positivas na vida das pessoas daquela comunidade. Ele deixou claro que, independentemente de onde estiver atuando, seu compromisso com o serviço público e sua dedicação à sociedade continuarão inabaláveis.

Durante a entrevista, o promotor abordou sua atuação na região, ressaltando suas conquistas em Afogados da Ingazeira, incluindo projetos voltados para segurança pública, justiça criminal e proteção dos direitos das mulheres, que resultou na criação de unidades regionais de comando, no fortalecimento da atuação da justiça local e na instalação da delegacia regional da mulher, projetos que trouxeram significativas melhorias para a comunidade.

Lúcio Luiz de Almeida Neto enfatizou a importância de uma atuação articulada com a sociedade civil e os órgãos governamentais para alcançar resultados positivos. Suas conquistas foram fruto de um trabalho conjunto, demonstrando sua capacidade de diálogo e engajamento com as necessidades da população.

Contudo, Lúcio Almeida deixa claro que, independente de onde estiver atuando, seu compromisso com o serviço público e sua dedicação em prol do bem-estar da sociedade de Afogados da Ingazeira permanecerão inabaláveis. Ele ressalta que sua vocação é servir à população, e qualquer mudança geográfica não afetará seu propósito de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e segura.

“Vamos continuar, até porque assim, eu não vou me mudar aqui do Pajeú. Assim, eu vou continuar com minhas bases aqui. Essa luta pelo desenvolvimento do Pajeú é uma pauta de vida, porque a gente tem tido avanços em vários momentos. A reflexão de que a gente pode avançar aqui com esse território semiárido, tendo mais oportunidade de trabalho e renda. É tendo mais oportunidade, logicamente, para que os jovens não tenham que sair daqui para a colheita da cana ou para a colheita da laranja, e consequentemente, a gente ter melhores indicadores na saúde, na educação e na infraestrutura. E com isso, a gente ter o melhor per capita e o melhor resultado, digamos assim, como um todo”.

O legado de realizações em Afogados da Ingazeira, de Lúcio Almeida, é inegável, e Ouricuri certamente receberá um promotor comprometido e determinado em fazer a diferença na vida das pessoas, assim como o fez em sua atual localidade de atuação. 

Outras Notícias

Um viva a Geraldo e ao Rádio

Ontem, o Cine São Luiz recebeu a sessão para convidados do documentário Geraldo Freire, o Comunicador da Maioria. Além de representar a Asserpe com o amigo e diretor Cléo Nicéas, levei ao diretor do documentário Amaro Filho a ideia de uma sessão para radiodifusores do Sertão no Cine São José. A história de Geraldo Freire […]

Ontem, o Cine São Luiz recebeu a sessão para convidados do documentário Geraldo Freire, o Comunicador da Maioria.

Além de representar a Asserpe com o amigo e diretor Cléo Nicéas, levei ao diretor do documentário Amaro Filho a ideia de uma sessão para radiodifusores do Sertão no Cine São José.

A história de Geraldo Freire se confunde com a própria história do rádio. É um documentário que deve chegar aos cinemas, profissionais de comunicação e universidades.

Ajuda inclusive a provar que o rádio nasceu em Pernambuco,  a partir da Rádio Clube de Pernambuco em 6 de abril de 1919.

Bom ver os depoimentos de Graça Araújo,  Daniel Bueno, José Nivaldo Júnior,  Evaldo Costa, Bruno Lisboa, Wagner Gomes, Maciel Melo e tanta gente boa, além da própria história de Geraldo na telona. De muitos comunicadores desse país,  talvez a mais incrível,  de um menino pobre que fugiu da dor para encontrar um improvável caminho de vitória como referência no rádio.

Lembrei também de Anchieta Santos, que certamente viria comigo para participar da homenagem ao seu amigo.

E de como há uma espécie de linha invisível que liga o amor pelo rádio dentre os comunicadores.  Na fala de agradecimento,  Geraldo disse que na pandemia,  não conseguiu nem cogitou fazer programa de casa. “O rádio e seu estúdio tem uma aura própria. Não é a mesma coisa fazer programa em outro lugar”.

Geraldo merece a homenagem.  E o rádio acaba sendo também o patrono da noite.  Parabéns a Amaro Filho e a todos que construíram esse documentário maravilhoso!

Feminicídio: menos da metade dos casos investigados virou processo na Justiça

Da Agência Brasil Desde que foi tipificado como crime hediondo em março de 2015, até 30 de novembro de 2016,  o feminicídio teve 3.213 inquéritos de investigação registrados no país. Desse total, 1.540 tiveram a denúncia oferecida à Justiça (47,93%), 192 foram arquivados, 86 foram desclassificados como feminicídio e 1.395 estão com a investigação em […]

Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil
Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

Da Agência Brasil

Desde que foi tipificado como crime hediondo em março de 2015, até 30 de novembro de 2016,  o feminicídio teve 3.213 inquéritos de investigação registrados no país. Desse total, 1.540 tiveram a denúncia oferecida à Justiça (47,93%), 192 foram arquivados, 86 foram desclassificados como feminicídio e 1.395 estão com a investigação em curso.

Os dados foram divulgados na reunião deste mês do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que ocorreu no Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). O tema voltou a ser debatido esta semana no Senado, durante o seminário Mulheres no Poder: Diálogos sobre Empoderamento Político, Econômico e Social e Enfrentamento à Violência.

Dados da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp), do CNMP, de 2013 mostram que as denúncias de homicídios em geral no país ficam muito abaixo desse percentual. Dos 136,8 mil inquéritos abertos até 2007, em 2012 apenas 10.168 viraram denúncias, o que corresponde a 7,32%. Outros 39.794 foram arquivados.

A coordenadora do Grupo Especial de Combate a Homicídios de Mulheres (Gecohm), promotora de Justiça Lúcia Iloizio, explica que o objetivo da reunião foi discutir a meta do Ministério Público de combate ao feminicídio, instituída quando a tipificação do crime foi criada. O objetivo é oferecer a denúncia de todos os inquéritos à Justiça, para reduzir o número desse tipo de crime, meta da Enasp para 2016.

“A meta [de combate] do feminicídio previa concluir o oferecimento de denúncias pelo Ministério Público dos inquéritos policiais que apurassem a conduta, lembrando que a Lei do Feminicídio entrou em vigor no dia 10 de março de 2015. Então, a meta era, no primeiro ano de vigência da lei, concluir o máximo possível de inquéritos”.

Até o momento, 47,93% dos casos viraram processos na Justiça. De acordo com a promotora, para 2017 a meta de 100% continua a ser perseguida, já que muitos inquéritos ainda estão em andamento. “Pode acontecer de não ter uma linha de investigação definida, podem faltar os elementos ou provas para oferecer a denúncias e o laudo demorar a chegar. A gente só pode oferecer a denúncia se houver elementos suficientes para isso. Muitos casos ainda podem ter oferecida a denúncia, não foram arquivados. Vamos perseguir essa meta para zerar as investigações”.

Lúcia Iloizio acrescenta que outro objetivo é dar visibilidade ao problema do feminicídio no país e gerar dados estatísticos sobre a violência doméstica e as mortes de mulheres. “É efetivamente em situações de violência doméstica? É em situação de menosprezo? Qual é esse índice, qual esse percentual, qual esse montante? Ela chama a atenção para a questão da violência contra a mulher. O feminicídio é uma das formas extremamente graves da violência doméstica e familiar”.

O feminicídio é o assassinato da mulher pelo fato de ela ser mulher. É caracterizado quanto houver uma das situações de violência doméstica previstas na Lei Maria da Penha ou se for em decorrência de menosprezo à condição da mulher.

Diagnóstico – Dados divulgados em outubro pela Enasp mostram que, na ocasião, eram 3.673 casos registrados em todo o país. Minas Gerais aparece com o maior número, 576, seguido de Rio de Janeiro, com 553, e da Bahia, com 395. Na outra ponta, o Rio Grande do Norte registrou 12 casos de feminicídio desde que a lei foi criada, Roraima, 16, e o Maranhão e Sergipe tiveram 20 casos cada. Alagoas e o Piauí não haviam enviado dados para o balanço.

Uma das coordenadoras da iniciativa Dossiê Feminicídio, Marisa Sanematsu considera positivo o engajamento do Ministério Público na questão e destaca que o órgão é um dos parceiros da campanha Compromisso e Atitude pela Lei Maria da Penha. Mas, para ela, é preciso avançar muito a partir do diagnóstico apresentado.

“Acho importante, porque nós precisamos de dados. Mas a meta é muito mais do que contar número de inquéritos. A meta de redução quer dizer que o Ministério Público está comprometido em apurar os crimes de homicídio, acompanhar as investigações, olhar os assassinatos para ver se são feminicídios, o que quer dizer ter visão de gênero para fazer o trabalho. A meta é implementar estratégias para que de fato se investigue e puna os culpados”.

O Mapa da Violência 2015 – Homicídio de Mulheres no Brasil, lançado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso) Brasil, mostra que entre 1980 e 2013 o homicídio de mulheres cresceu, passando de 1.353 em 1980 para 4.762 em 2013, com aumento de 252%. Em 1980, a taxa era de 2,3 vítimas por 100 mil mulheres e passou para 4,8 em 2013, um aumento de 111,1%.

Antes da Lei Maria da Penha, sancionada em 2006, o crescimento da taxa de assassinato de mulheres foi de 2,5% ao ano. Depois da lei, caiu para 1,7% ao ano. O levantamento revela que o Brasil está em quinto lugar no ranking de países que mais matam mulheres, atrás apenas de El Salvador, da Colômbia, Guatemala e Rússia.

Marisa, que é diretora de conteúdo do Instituto Patrícia Galvão, instituição que trabalha com informação e direitos das mulheres, ressalta que boa parte desses assassinatos de mulheres ocorre dentro de casa (27,1%) e é cometida por pessoa conhecida da vítima, o que indica o problema da violência doméstica como fator importante no desfecho trágico. Para ela, é importante que sejam feitas campanhas de esclarecimento sobre o tema e de capacitação dos investigadores para lidar com a questão. A diretora lembra que nem todo assassinato de mulher é caracterizado como feminicídio.

“A gente precisa ver que em todo o processo, desde a investigação até o julgamento, é preciso ter uma visão de gênero. Tentar identificar o que o fato de a vítima ser mulher alterou no sentido dos acontecimentos. No feminicídio íntimo, que ocorre dentro de casa, não é apenas olhar para uma cena de crime e falar que matou por ciúmes. Ninguém está olhando o contexto de violência que precedeu aquele desfecho. Se os investigadores começarem a olhar para as denúncias de violência doméstica com mais atenção, com mais sensibilidade, podemos conseguir evitar muitas mortes, muitos desfechos trágicos”.

De acordo com ela, o coordenador da Enasp, conselheiro Valter Schuenquener, informou no seminário em Brasília que o Cadastro Nacional do CMNP deve ser lançado em março, para fazer o registro dos casos de violência doméstica por estado.

Afogados confirma 47 novos casos e mais um óbito por Covid-19

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que nesta  quinta-feira (24), foram registrados 47 casos para covid-19 no município. Desses, 36 já estavam em investigação. São 28 pacientes do sexo feminino, com idades entre 18 e 85 anos; e 19 pacientes do sexo masculino, com idades entre 9 e 80 anos.  Entre as mulheres: duas […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que nesta  quinta-feira (24), foram registrados 47 casos para covid-19 no município. Desses, 36 já estavam em investigação.

São 28 pacientes do sexo feminino, com idades entre 18 e 85 anos; e 19 pacientes do sexo masculino, com idades entre 9 e 80 anos. 

Entre as mulheres: duas agricultoras, quatro donas de casa, quatro aposentadas, duas sem informação, uma funcionária pública, cinco estudantes (3 rede pública e 2 privada), três vendedoras, duas auxiliares de serviços gerais, duas autônomas, uma profissional da saúde, uma operadora de sistema e uma auxiliar administrativo. 

Já entre os homens: dois sem informação, um recepcionista, um secretário, um aposentado,  um instrutor, um auxiliar de contabilidade, três estudantes (rede pública), um funcionário público, um agricultor, um encarregado de obras, um carpinteiro, dois autônomos e dois mecânicos.

Hoje, 137 pacientes apresentaram resultados negativos para covid-19 em nosso município.

Entram em investigação os casos de 16 mulheres, com idades entre 3 e 62 anos; e 16 homens, com idades entre 9 e 62 anos. 

Hoje, 22 pacientes apresentaram cura após avaliação clínica e epidemiológica. O município atingiu a marca de 1.801 pessoas (89,42%) recuperadas para covid-19. Atualmente, 190 casos estão ativos.  

Afogados atingiu a marca de 9.129 pessoas testadas para covid-19, o que representa 24,90% da nossa população.

Óbito: Paciente do sexo feminino, 95 anos, aposentada, hipertensa e portadora de problemas pulmonares, faleceu no último dia 21/12, no Hospital Regional Emília Câmara. A Secretaria Municipal de Saúde recebeu a confirmação ontem da SES após a liberação do boletim diário. 

Casos leves x SRAG/covid- 19: Leves (1945 casos), 96,57 % Graves (69 casos), 3,43%.

Serra: empresa paralisa limpeza urbana cobrando mais de R$ 1,5 da prefeitura. Duque joga culpa na “herança”

Em Serra Talhada, o grupo Viacom Vialim paralisou os serviços de limpeza urbana no município. Alega ter um débito a receber da Prefeitura de Serra Talhada de mais de R$ 1 milhão e meio de reais. A empresa diz que sem capital, paralisou as atividades e demitiu mais de 60 trabalhadores. A acusação é de […]

clayton-141008Em Serra Talhada, o grupo Viacom Vialim paralisou os serviços de limpeza urbana no município. Alega ter um débito a receber da Prefeitura de Serra Talhada de mais de R$ 1 milhão e meio de reais. A empresa diz que sem capital, paralisou as atividades e demitiu mais de 60 trabalhadores. A acusação é de que a maior parte desse valor refere-se à estão Luciano Duque (PT).

O Diretor comercial da empresa é Luiz Lima. Áreas da cidade já sofrem com o contingenciamento dos serviços de limpeza urbana. A promessa foi de acionar a Delegacia Regional do trabalho.

Falando esta manhã ao radialista Francys Maya (Líder FM), o prefeito Luciano Duque afirmou que o contrato com a empresa foi rompido a três meses. “Ele está usando esse artifício para não pagar as casas trabalhistas”, acusou, acrescentando que a maior parte do passivo seria da gestão Evandro, de quase R$ 1 milhão. “Nossa contadora está construindo um acordo. Mas ele quer politizar a questão para servir outros interesses”.

Princípio da impessoalidade: Vale o registro de que pelo princípio da impessoalidade, não há como alegar que o débito é de Fulano ou Beltrano. O passivo é da Prefeitura de Serra Talada. Caso Carlos Evandro (cuja gestão teve sérios vícios e problemas de acordo com o TCE) tenha deixado o passivo, isso pode servir para que Duque argumente na tentativa de acordo. Mas como gestor, herda o abacaxi com casca e tudo.

Governadora em exercício participa de anúncio de investimento federal para o Hospital de Câncer de Pernambuco

A governadora em exercício Priscila Krause participou, nesta sexta-feira (21), de um anúncio de investimento ao Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, através da ministra Luciana Santos. Durante o evento, foi anunciado um importante investimento de R$ 13,2 milhões para a unidade de saúde, recurso proveniente da […]

A governadora em exercício Priscila Krause participou, nesta sexta-feira (21), de um anúncio de investimento ao Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, através da ministra Luciana Santos. Durante o evento, foi anunciado um importante investimento de R$ 13,2 milhões para a unidade de saúde, recurso proveniente da pasta federal, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).

“O Hospital de Câncer de Pernambuco é uma referência para o Brasil. Ele é responsável por mais de 50% dos pacientes oncológicos atendidos do Estado, e esses recursos, advindos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, vão ampliar as possibilidades de tratamento e de uso de novos medicamentos, ou seja, o hospital continua nesse caminho de uma prestação de serviço de excelência. Durante a nossa gestão, já houve uma ampliação de serviços e de investimentos na parceria entre o Governo de Pernambuco e o Hospital de Câncer, no valor de cerca de R$ 44 milhões para ampliar a assistência. Essa iniciativa transforma a ciência em cura na vida das pessoas”, destacou a governadora em exercício Priscila Krause.

O investimento anunciado faz parte do programa Pró-Infra Centros Temáticos da FINEP e será destinado à criação do Centro Integrado de Pesquisa Clínica e Translacional em Oncologia, o primeiro do tipo no estado. Este centro será crucial para o avanço das pesquisas no tratamento do câncer, permitindo o armazenamento de amostras de pacientes com alta qualidade para estudos genômicos e a identificação de novos biomarcadores de diagnóstico, prognóstico e preditivos de resposta ao tratamento, além de novos alvos terapêuticos.

“Esse hospital tem uma tradição de acolhimento e cuidado com uma doença que cada vez mais exige inovação, tecnologia, desenvolvimento e pesquisa para poder dar conta de um desafio desse tamanho. Mais uma vez, o Hospital de Câncer de Pernambuco está fazendo história e contribuindo para salvar vidas e cuidar das pessoas, fazendo o tratamento adequado”, destacou a ministra Luciana Santos.

Com a liberação inicial de R$ 9,3 milhões, o HCP também ampliará o seu Centro de Pesquisa Clínica, o que possibilitará a realização de mais estudos com a indústria farmacêutica, beneficiando assim um número ainda maior de pacientes com os tratamentos mais eficazes contra o câncer.

O presidente do Conselho de Administração da Sociedade Pernambucana de Combate ao Câncer, Ricardo de Almeida, enfatizou que este é um momento significativo. “Esse investimento tem impacto mundial porque fazemos muitos estudos, em parceria com centros de mais de 50 países, e nos trará ainda a possibilidade de desenvolver novas abordagens para o tratamento que beneficiará milhares de pacientes, oferecendo atendimento ainda mais eficaz e imunizado”, pontuou.

Também estiveram presentes no evento os secretários estaduais Zilda Cavalcanti (Saúde) e Kenys Bonatti (executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação); o superintendente geral do HCP, Sidney Neves; o diretor Financeiro, de Crédito e Captação da FINEP/MCTI, Márcio Stefanni; e o deputado federal Renildo Calheiros.