Projeto propõe suspensão de empréstimos de servidores por quatro meses em Santa Terezinha
Por Nill Júnior
O vereador Adalberto Gonçalves de Brito Júnior, Doutor Júnior, apresenta na sessão desta quarta na Câmara de Vereadores de Santa Terezinha o Projeto de Lei 006/2020.
Ele solicita a suspensão, em decorrência da vigência do estado de emergência em razão da epidemia do CORONAVÍRUS/COVID-19, do desconto de parcela de empréstimos consignados em folha dos servidores ativos e inativos, aposentados e pensionistas no Município de Santa Terezinha.
“ A suspensão ocorrerá pelo prazo de 120 (cento e vinte) dias, tendo a vigência máxima de quatro parcelas consecutivas, podendo ser prorrogada até que cessem as medidas emergenciais de enfretamento da Pandemia do NOVO CORONAVÍRUS/COVID-19 no Brasil”, diz o texto.
Durante a suspensão, ficaria também suspensa também a incidência de juros, multas, correção monetária e demais encargos sobre o saldo devedor.
“ Nenhum contratante de empréstimo poderá ter o nome negativado nos sistemas de proteção ao crédito em função da suspensão dos pagamentos” , que terá efeito apenas os servidores ativos e inativos, aposentados e pensionistas no Município de Santa Terezinha, com exceção dos detentores de mandatos eletivos e ocupantes de cargos comissionados ou de confiança, diz o projeto.
As parcelas suspensas serão incluídas ao final do contrato, estendendo o mesmo por no máximo quatro meses sem juros ou multas, ou por período superior caso haja prorrogação.
Pelo projeto, os servidores ativos e inativos, aposentados e pensionistas que não desejarem aderir à suspensão do pagamento da parcela de seus empréstimos consignados deverão comunicar por escrito à instituição financeira na qual foram realizados os contratos.
A sessão ainda debaterá através de comissão o projeto de lei que aletra a alíquota da contribuição do segurado do fundo de previdência do município de Santa Terezinha , o Projeto de Lei que dispõe sobre insalubridade aos Agentes de Saúde e profissionais de UBS, proposto ela vereadora Elisângela Maria de Lira Feitosa.
Dentre as indicações, a de que a gestão Geovane Martins efetue a extensão do Sistema Simplificado de Abastecimento em Pedra D’água, Macacos e Baixa de Favas, do vereador Júnior Pereira da Silva, a construção de duas passagens molhadas em Capim e Sítio Cobra, do vereador Adalberto Júnior e a Moção de Pesar pelo falecimento de Enedina Paes de Andrade, indicação do vereador André Ferreira de Oliveira.
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, assinou na tarde desta quarta-feira (10) a autorização para o início das obras de pavimentação de 11 ruas no centro de Santa Terezinha, no Sertão do Pajeú. A execução ficará a cargo da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) em convênio com a prefeitura municipal. O investimento federal, […]
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, assinou na tarde desta quarta-feira (10) a autorização para o início das obras de pavimentação de 11 ruas no centro de Santa Terezinha, no Sertão do Pajeú. A execução ficará a cargo da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) em convênio com a prefeitura municipal.
O investimento federal, no valor de R$ 3,4 milhões, beneficiará diretamente mais de três mil moradores da cidade, com a perspectiva de melhoria na mobilidade urbana e no cenário econômico local. As intervenções terão início em 4 de janeiro de 2026 e a previsão de entrega está marcada para o final do mesmo mês.
O deputado estadual Gustavo Gouveia acompanhou a agenda de assinatura. Durante o anúncio, o prefeito Delson Lustosa destacou que a obra representa uma valorização para Santa Terezinha. “Essa ação gera emprego e mais tranquilidade para a nossa população, e faz parte de uma série de outras entregas como as creches e cozinhas comunitárias que estão chegando”, afirmou.
A pavimentação visa facilitar o acesso de veículos e pedestres, reduzir problemas com poeira e lama e contribuir para o desenvolvimento urbano e comercial do município. A expectativa é de que a nova infraestrutura fortaleça os serviços públicos e a qualidade de vida dos moradores do centro de Santa Terezinha.
Candidatos deixam troca de acusações de lado, evitando atacar adversários e discutir temas como a Lava Jato e a prisão de Lula Do Terra O tom belicoso e polarizado que marca a vida política brasileira nos últimos anos ficou longe do primeiro debate com os candidatos à Presidência da República, organizado pela rede de TV […]
Candidatos deixam troca de acusações de lado, evitando atacar adversários e discutir temas como a Lava Jato e a prisão de Lula
Do Terra
O tom belicoso e polarizado que marca a vida política brasileira nos últimos anos ficou longe do primeiro debate com os candidatos à Presidência da República, organizado pela rede de TV Bandeirantes na noite desta quinta-feira (09/08).
Temas que dominam as discussões no país, como a Operação Lava Jato e a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ganharam pouca ou nenhuma atenção da maior parte dos concorrentes, que tentaram, de uma forma ou de outra, se apresentar como políticos que farão tudo diferente do que foi feito no país nos últimos anos.
Até o candidato do governo, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB), preferiu relembrar seus tempos como presidente do Banco Central nos governos Lula do que sua experiência como comandante da economia na atual gestão do presidente Michel Temer.
O resultado foi um debate morno, sem discussões acaloradas ou troca de acusações. Quase nenhum candidato atacou os pontos fracos de seus concorrentes. O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) não foi questionado sobre os escândalos de corrupção envolvendo superfaturamento de obras públicas na área de transporte. E ninguém questionou o presidenciável do PDT, Ciro Gomes, sobre seu histórico de comportamentos agressivos.
O fato de Guilherme Boulos (PSOL) ser o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, que invade edifícios desocupados, foi pouco citado pelos candidatos, e até Jair Bolsonaro (PSL), líder em todos os cenários em que o ex-presidente Lula não aparece nas pesquisas, foi poupado quanto a suas posições extremadas em relação à raça, gênero ou violência pública.
Ainda estiveram presentes o candidato do Podemos, Alvaro Dias, a candidata da Rede, Marina Silva, e o candidato do Patriota, Cabo Daciolo. De acordo com a TV Bandeirantes, foram convidados os candidatos de partidos que têm pelo menos cinco representantes no Congresso. O ex-presidente Lula, candidato do PT, que cumpre prisão em Curitiba, foi convidado, mas não foi autorizado pela Justiça a participar do debate.
Bastidores
A expectativa era grande para este primeiro enfrentamento entre os candidatos, não só pelo clima de tensão e incerteza que toma conta do país. Esperava-se também que candidatos de partidos tradicionais e com resultados pouco animadores nas pesquisas atacassem de forma enfática o líder na corrida presidencial, o capitão reformado do Exército e deputado federal Bolsonaro.
“Meu conselho para ele hoje é moderação, nós sabemos que ele será o alvo e que haverá muita provocação”, disse, pouco antes do debate, o general da reserva Augusto Heleno, amigo pessoal de Bolsonaro e que por pouco não se tornou o vice da chapa do ex-capitão. “Nós estamos fazendo uma preparação com ele, eu tenho participado.”
Famoso por rompantes exacerbados e tom conflituoso, Jair Bolsonaro parece ter escutado os conselhos do colega militar. Manteve-se quase sempre sereno, evitou elevar o tom de voz e, apenas uma vez, entrou em confronto, com Boulos. “Bolsonaro está igual ao Gandhi, uma paz só”, brincou o deputado federal Miro Teixeira (REDE-RJ) na plateia do debate.
“Eu até estava procurando a Olga Curado por aqui, vai ver ele a contratou para fazer com ele o que fez com a Dilma”, disse o também deputado Federal Heráclito Fortes (DEM-PI), em referência à consultora de imagem que teria “domado” o comportamento agressivo da ex-presidente Dilma Rousseff em sua campanha presidencial. Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, Curado afirmou que não atuará em nenhuma campanha política este ano.
Alvos
Pouco atacado por seus pares, Bolsonaro esteve tranquilo por quase todo o debate. Mesmo quando Boulos o chamou de “machista”, “racista” e “homofóbico” e o acusou de ter transformado sua vida política em um “negócio em família”, Bolsonaro pouco se alterou. No final, passou a tratar de si mesmo em terceira pessoa, afirmando ser o único político capaz de resolver os problemas do país.
“Só existe uma pessoa que pode mudar o destino do Brasil. Ele se chama Jair Bolsonaro”, disse o candidato.
Sem a polarização esperada com Bolsonaro, Alckmin acabou sendo o mais acionado pelos concorrentes. Marina Silva, Alvaro Dias e Ciro Gomes trataram de lembrar e criticar o grande arco de alianças que o candidato do PSDB conquistou nesta eleição. Com nove partidos aliados, muitos deles ligados de forma profunda aos casos de corrupção que abalaram o país nos últimos anos, como o Mensalão e o Petrolão, Alckmin será o candidato com mais tempo de televisão – mais de cinco minutos.
“Alckmin cometeu um erro, em vez de atacar Bolsonaro, como determinaram seus marqueteiros, acabou sendo atacado, talvez tenha sido o que mais perdeu nesse debate”, disse um estrategista de campanha logo após o debate.
Sem maiores emoções, o debate foi reduzindo o interesse da plateia de jornalistas, convidados e políticos que estiveram na sede da TV Bandeirantes, no bairro do Morumbi. Nos momentos mais enfadonhos, assessores dos partidos políticos jogavam Candy Crush ou paciência no celular. Durante algumas perguntas, réplicas e tréplicas entre Marina Silva e Geraldo Alckmin, Guilherme Boulos, Henrique Meirelles e Ciro Gomes cochichavam e riam, fora do alcance das câmeras.
“Aqui fora está mais interessante do que lá dentro”, disse um político que pediu para que não fosse revelada sua fuga enquanto seu candidato discursava. No bar instalado pela emissora, havia mais gente interessada nas caipirinhas sem álcool do que no discurso dos candidatos.
Na disputada fila do banheiro, o economista Pérsio Arida, um dos criadores do Plano Real e responsável pela estratégia econômica de Alckmin, fazia piadas com as semelhanças entre Boulos e Lula. “Mas ele está igualzinho, só precisa ter uns calos nas cordas vocais, aí vira o Lula”, dizia, em tom de chiste, enquanto aguardava a vez.
Coube ao candidato do Patriota, o obscuro Cabo Daciolo, quebrar a rotina morna do debate. Com jeito de pastor de igreja neopentecostal, o presidenciável iniciou sua participação com um alto e sonoro “Glória a Deus”. Passou a maior parte do debate afirmando ser ele o único entre todos a não representar a velha política. Prometeu reduzir os combustíveis em 50% e prender todos os sonegadores, “para a honra e glória do senhor Jesus”. Repetiu, inúmeras vezes, ser um seguidor de um “deus vivo” e prometeu fazer com que toda a população brasileira – incluindo os ateus – passe a louvar a Deus.
Terminou sua participação com uma Bíblia na mão, citando trechos do versículo 29 do Livro de Jeremias. “Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, planos de fazê-los prosperar, e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.”
Saiu do debate sendo chamado de Bolsonaro 2 e causando furor nas redes sociais. Antes do fim do debate, passou um dos intervalos tirando selfies com a mulher nos estúdios da TV Bandeirantes.
Entre as ações desenvolvidas pela Secretaria de Educação de Arcoverde, através do seu Núcleo de Tecnologia (NTI), no âmbito do Programa Educação Conectada está a necessidade das escolas participantes instalarem o Medidor Educação Conectada. O software, desenvolvido pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações (Ceptro.br), departamento do Núcleo de Informação […]
Entre as ações desenvolvidas pela Secretaria de Educação de Arcoverde, através do seu Núcleo de Tecnologia (NTI), no âmbito do Programa Educação Conectada está a necessidade das escolas participantes instalarem o Medidor Educação Conectada.
O software, desenvolvido pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações (Ceptro.br), departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br (NIC.br), que permite às escolas verificarem parâmetros da conexão de banda larga.
Segundo o Ministério da Educação (MEC), desde o lançamento em 2018, 24.108 escolas em todo o Brasil instalaram o medidor, o que representa cerca de 34% das escolas que já receberam recursos do Programa.
O Medidor Educação Conectada (http://medidor.educacaoconectada.mec.gov.br) permite à escola, a qualquer momento, medir a qualidade da conexão, visualizando os resultados, assim como o histórico das medições anteriores.
Os resultados apresentados são referências para o acompanhamento do desempenho da banda larga ao longo de um período. Com ele, é possível avaliar se as redes utilizadas nas escolas estão compatíveis com o Programa de Inovação Educação Conectada.
De acordo com o Secretário de Educação Prof. Antônio Rodrigues, através do Programa de Educação Conectada é possível fomentar ações como, auxiliar que o ambiente escolar esteja preparado para receber a conexão de internet, destinar aos professores a possibilidade de conhecerem novos conteúdos educacionais e proporcionar aos alunos o contato com as novas tecnologias educacionais.
Em Petrolândia, sertão de Itaparica, blogueiros denunciam ataques à liberdade de imprensa por parte do vereador Said Sousa (PODEMOS). Seja através de vídeos postados nas redes sociais do vereador ou via áudios disparados em grupos de Whatsapp, os ataques vão de calúnia, difamação até ameaça de morte. O motivo é a ampla cobertura que os […]
Em Petrolândia, sertão de Itaparica, blogueiros denunciam ataques à liberdade de imprensa por parte do vereador Said Sousa (PODEMOS). Seja através de vídeos postados nas redes sociais do vereador ou via áudios disparados em grupos de Whatsapp, os ataques vão de calúnia, difamação até ameaça de morte. O motivo é a ampla cobertura que os blogs vêm dando à investigação do Ministério Público que apuram crimes do parlamentar.
Entenda o caso – O vereador é investigado pelo MPPE- Ministério Público do Estado de Pernambuco, através da Promotoria de Justiça de Petrolândia, que instaurou o procedimento de notícia de fato, para apurar informações detalhadas sobre as declarações divulgadas em vídeo.
No vídeo, publicado em suas redes sociais já no primeiro dia de seu mandato (1º de Janeiro), o parlamentar aparece ao lado de maços nos valores de R$50 e R$100. Afirmando ser contra a corrupção, mas sem apresentar maiores detalhes, declarou que aquele dinheiro não era seu e que o dono teria até às 19h00min daquele dia para pegar o dinheiro de volta ou iria distribuir aquele montante para a população em frente à Câmara de Vereadores.
Naquele mesmo dia aconteceu a eleição da mesa diretora. Com vitória apertada assumiu a cadeira de presidente da casa o vereador Erinaldo Alencar Fernandes, conhecido como Dedé de França (MDB), venceu por 6 a 5 o então presidente Joilton Pereira (PTB).
O fato levou o promotor Filipe Coutinho Lima Britto a convocar o vereador Said Sousa para prestar esclarecimentos sobre se o teor do vídeo se referia à captação ilícita para apoio político.
Said respondeu à promotoria que tudo não passou de encenação para produzir um “vídeo informativo à população”, que os maços de notas eram falsos e teriam sido produzidos em uma lan house. Tal resposta levou ao mandado de busca e apreensão pela Polícia Civil, após decisão judicial favorável, que não localizou o montante em dinheiro, sejam de moedas verdadeiras ou falsas.
A promotoria, então, manteve a investigação para apurar tanto em relação à suposta captação ilícita de apoio político, com oferecimento de vantagem indevida quanto referente à suposta prática do crime de moeda falsa, pela fabricação de cédulas não autêntica.
Os blogs locais, Gota D’Água, de Daniel Filho e o Petrolândia Notícias, de Alex Santos vêm fazendo ampla cobertura dos fatos o que vem levando o vereador e aliados à uma escalada de ataques e ameaças a ambos.
Os blogueiros vêm registrando Boletim de Ocorrência na Polícia Civil da cidade sempre que um novo ataque é feito. Daniel Filho e Alex Santos também pediram ação da Câmara e comissão de ética para apurar o comportamento do parlamentar, visto que a própria instituição vem sendo usada para gravação de vídeos difamatórios, mas não tiveram retorno.
Ainda foi negado de última hora a Daniel Filho o direito de resposta na tribuna da Câmara na última reunião ordinária da casa (9 de fevereiro). Daniel considera que a omissão dos parlamentares acerca do caso reforça a escalada de ataques e censura promovidos pelo parlamentar.
Pelo menos três cidades do Alto Pajeú apresentaram problemas com a distribuição de água nos últimos dias. Nesse sábado, ouvintes de vários bairros de São José do Egito reclamaram da falta de água a dias ao programa Debate do Sábado. Os bairros que mais sofrem são Borja, São João e Ipiranga. Moradores de algumas áreas […]
Pelo menos três cidades do Alto Pajeú apresentaram problemas com a distribuição de água nos últimos dias.
Nesse sábado, ouvintes de vários bairros de São José do Egito reclamaram da falta de água a dias ao programa Debate do Sábado.
Os bairros que mais sofrem são Borja, São João e Ipiranga. Moradores de algumas áreas chegaram a falar em trinta dias sem água.
Já os municípios de Brejinho e Itapetim estão a mais de três semanas sem abastecimento de água. As cidades estão em colapso.
No caso específico de São José do Egito, a responsável pelo Setor de Distribuição da Compesa na área, Rúbia Freitas, explicou que a distribuição foi afetada pela paralisação do Canal do Eixo Leste da Adutora por mais de dez dias pelo Ministério do Desenvolvimento Regional.
A previsão era de início do abastecimento nos bairros afetados neste domingo.
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