Projeto de Afogados é destaque em seminário sobre Academia das Cidades
Por Nill Júnior
por Rodrigo Lima
O Projeto “Saúde em Movimento” desenvolvido pela Prefeitura de Afogados da Ingazeira foi um dos destaques do 2° seminário de qualificação para profissionais dos programas Academia da Cidade e Academia da Saúde, que terminou na tarde desta quarta (17), em Gravatá. O evento é organizado pela Secretaria Estadual de Saúde.
A apresentação da experiência Afogadense se deu no espaço da 1ª Mostra de Experiências dos Programas das Academias das Cidades e da Saúde. O “Saúde em Movimento” teve início em Agosto, com ênfase na avaliação nutricional dos participantes e o objetivo de sensibilizar a população para a prática orientada de atividade física e o estímulo a uma alimentação e vida mais saudáveis.
O projeto foi apresentado pelos professores de educação física do município, José Edygar (CREF 6040-G/PE) e Lailson Luís (CREF 5950-G/PE). Para a coordenação do evento e o público presentes, a iniciativa de Afogados foi um dos melhores projetos apresentados. ”É interessante a integração promovida entre os profissionais da atenção básica e os educadores físicos das Academias da Cidade, atuando conjuntamente na prevenção e promoção da saúde para a terceira idade,” afirmou Vanessa Apolinária, uma das coordenadoras do seminário.
Saúde em Movimento – Durante uma semana inteira, profissionais de saúde e de educação física promoveram atividades em cinco unidades básicas de saúde de Afogados, com realização de cadastro, triagem de patologias específicas, avaliação antropométrica e questionário sobre hábitos alimentares. As atividades físicas foram promovidas à tarde, envolvendo 468 pessoas. A culminância do projeto se deu no último Domingo com a “caminhada da saúde” – um trajeto de 24 quilômetros – entre Afogados e Solidão.
Com quatro mandatos na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Diogo Moraes (PSB) comemorou o resultado das eleições municipais de 2024, onde cinco aliados venceram a disputa por prefeituras do Agreste e Sertão pernambucanos. Além da maior vitória política de Santa Cruz do Capibaribe, com a escolha de Helinho Aragão para sucessão do atual prefeito Fábio […]
Com quatro mandatos na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Diogo Moraes (PSB) comemorou o resultado das eleições municipais de 2024, onde cinco aliados venceram a disputa por prefeituras do Agreste e Sertão pernambucanos.
Além da maior vitória política de Santa Cruz do Capibaribe, com a escolha de Helinho Aragão para sucessão do atual prefeito Fábio Aragão, Diogo também comemorou os resultados de de São Bento do Una, com a reeleição de Alexandre Batité, Jataúba, com nova vitória de Dra. Cátia, Ingazeira, onde o prefeito Luciano Torres foi reeleito, e Carnaíba , com a vitória de Berg Gomes.
“Saímos desta eleição com nossas bases fortalecidas, com a vitória de muitos aliados e uma atuação de destaque também daqueles que não conseguiram chegar lá. Além da nossa atuação no Agreste, conseguimos ampliar a representação, agora tendo o apoio dos prefeitos de Ingazeira e Carnaíba. Saímos com um saldo positivo e a certeza de que teremos muito trabalho pela frente. Juntos, continuaremos em luta do que o povo pernambucano precisa”, afirmou Diogo Moraes.
Em Santa Cruz, Diogo Moraes destaca a maior vitória da cidade, onde Helinho Aragão (PSD) obteve 69,80% dos votos válidos. “Isso é resultado de um trabalho sério feito pela gestão de Fábio e Helinho Aragão, uma gestão sem escândalos e que prezou pelos recursos públicos e pelo bem da população”, pontuou.
Em Jataúba, a prefeita Dra. Cátia (PP) , também aliada de Diogo Moraes, obteve 60,5% dos votos válidos.
Já em São Bento do Una, no Agreste Meridional, o prefeito Alexandre Batité (MDB), foi reeleito com uma votação expressiva, obtendo 57,09% dos votos válidos.
No Sertão, o destaque foi para o prefeito Luciano Torres, de Ingazeira, que obteve uma votação de 76,83% dos votos válidos na cidade.
Também no sertão, Berg Gomes foi escolhido para suceder o prefeito Anchieta Patriota em Carnaíba, com uma votação de 56,93% de votos válidos
Diogo fez questão de enfatizar o trabalho de demais aliados em outras cidades em que representa, como Vertentes, com Zito Barros (PSB), Taquaritinga do Norte, com Allyson Dias (PSDB), Sertânia, com Rita Rodrigues (PSB), e Arcoverde, com a ex-prefeita Madalena Britto (PSB).
Itapetim ganhou oficialmente nesta sexta (18) a fábrica da Red Life Clothing. A empresa é especializada em moda masculina e feminina. Para chegar a Itapetim, recebeu apoio e incentivo fiscal da Prefeitura. Em tempos de vacas magras, a possibilidade de promover a geração de emprego e renda animou o prefeito Arquimedes Machado. Para instalar a […]
Itapetim ganhou oficialmente nesta sexta (18) a fábrica da Red Life Clothing. A empresa é especializada em moda masculina e feminina. Para chegar a Itapetim, recebeu apoio e incentivo fiscal da Prefeitura. Em tempos de vacas magras, a possibilidade de promover a geração de emprego e renda animou o prefeito Arquimedes Machado.
Para instalar a fábrica da Red Life Clothing em Itapetim, a Prefeitura Municipal disponibilizou o prédio onde funcionava o antigo matadouro público totalmente reformado e ampliado.
De acordo com Gustavo Mestre, diretor presidente da empresa, inicialmente serão beneficiadas 20 pessoas, mas a pretensão é expandir o número de empregados já nos primeiros meses. “Após essa primeira etapa de adequação, vamos fazer novas contratações para que o projeto possa crescer”, afirmou.
O gerente estadual da Casa Civil, Adelmo Moura, e o vice-prefeito Júnior Moreira também compareceram a inauguração, que ainda contou com a presença de vereadores, secretários e diretores municipais.
Percentual dos que respondem assim subiu oito pontos em seis meses; em seguida, aparece o desemprego e a crise econômica Os brasileiros consideram a saúde o principal problema do país, no ano em que quase 200 mil morreram e pelo menos 7,3 milhões foram infectados pela Covid-19 —considerada a subnotificação, os números provavelmente são ainda […]
Percentual dos que respondem assim subiu oito pontos em seis meses; em seguida, aparece o desemprego e a crise econômica
Os brasileiros consideram a saúde o principal problema do país, no ano em que quase 200 mil morreram e pelo menos 7,3 milhões foram infectados pela Covid-19 —considerada a subnotificação, os números provavelmente são ainda maiores. A matéria é de Thaiza Pauluze da Folha de S. Paulo.
A área foi citada por 27% dos entrevistados pelo Datafolha, quando consideradas as de responsabilidade do governo federal.
Em junho, esse índice era de 19%. Mais recentemente, no entanto, ganhou força a chamada “guerra da vacina”, a disputa entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em torno dos imunizantes contra o novo coronavírus.
Por enquanto, o Brasil está atrasado na corrida mundial por vacinação e assiste a outros países aplicarem as primeiras doses, inclusive vizinhos sul-americanos e centro-americanos.
Os dados também mostram que o casos e mortes vêm aumentando em todas as regiões brasileiras e devem explodir após as festas de fim de ano.
Durante o pico da pandemia, não havia quantidade suficiente de respiradores, leitos de terapia intensiva, pessoal qualificado e testes diagnósticos para fazer frente ao vírus em várias capitais. Pacientes morreram à espera de UTIs, enquanto o presidente chamava a doença de “gripezinha”, se recusava a usar máscara e exaltava remédios comprovadamente sem eficácia.
O Datafolha ouviu 2.016 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todos os estados entre 8 e 10 de dezembro (desde 7 de dezembro, mais de 13 mil pessoas morreram de Covid no país).
A margem de erro é de dois pontos percentuais e a amostra é considerada representativa da população.
Os entrevistados consideraram como segundo principal problema o desemprego (13%) e o terceiro, a crise econômica (8%).
Em novembro, o desemprego bateu novo recorde, atingindo 14 milhões de brasileiros, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Desde maio, no início da pandemia e do isolamento social, aumentou em 4 milhões o número de brasileiros sem emprego, uma alta de aproximadamente 40%.
O auxílio emergencial, aprovado pelo Congresso e pago pelo governo federal, virou a única renda de 36% das famílias que receberam pelo menos uma parcela do benefício este ano.
Mas o valor deve ser cortado em janeiro, o que deve deixar milhões de brasileiros sem nenhuma fonte renda, embora a quarentena esteja sendo reforçada.
Também foram citados como principal problema brasileiro a corrupção (7%), a educação (6%), a política (5%), a violência (4%), a inflação (2%) e a fome (2%). Curiosamente, a pandemia do coronavírus, especificamente, foi citada por apenas 3%.
A saúde foi mais lembrada pelas mulheres (34%) do que pelos homens (20%), por quem tem entre 45 e 59 anos, e por aqueles com renda de até dois salários mínimos.
As porcentagens foram praticamente iguais em todas as regiões do país, assim como entre quem vive na região metropolitana e no interior e entre brasileiros brancos, pardos e pretos.
Mas foi maior entre aqueles que estão saindo de casa apenas quando inevitável (31%) e uma preocupação bem menor entre os brasileiros que estão vivendo normalmente em meio à pandemia (13%) —esses últimos criticaram mais a corrupção e o desemprego.
Entre os que consideram a gestão de Jair Bolsonaro ótima ou boa, 23% apontaram a saúde como principal problema. O índice cresce entre quem considera o governo federal regular (30%) e quem classifica como ruim ou péssimo (29%).
Quando separados os que já se infectaram com o coronavírus, 25% mencionam a saúde como maior problemática. O índice aumenta entre quem diz estar com muito medo de contrair a Covid-19 (32%) e diminui para os que afirmam não ter medo (22%).
Há uma diferença grande entre quem diz acreditar que a pandemia esteja acabando (20% consideram a saúde o principal problema) e entre quem acha que está piorando (30%) ou nem melhorando nem piorando (28%).
A saúde continua sendo o principal problema inclusive para quem pediu auxílio emergencial (30%) e para quem o benefício foi a única fonte de renda durante o isolamento (27%).
Mesmo em meio à pandemia, o percentual geral dos brasileiros que citam a saúde como o principal problema neste ano (27%) é menor do que no primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
Em março de 2011, 31% dos brasileiros colocavam a saúde no topo deste ranking em pesquisa do Datafolha. O índice chegou a 48% em junho de 2013 e, no fim do mandato, em dezembro de 2014, estava em 43%. Em seguida, era citada a violência e, em terceiro, a corrupção.
No segundo mandato de Dilma, a corrupção foi alçada a líder dos problemas, seguida pela saúde e o desemprego.
Já no governo de Michel Temer (MDB), a saúde voltou ao primeiro lugar, com o maior percentual (33%) em dezembro de 2016. A vice-liderança era da educação, seguida pelo desemprego.
A área prosseguiu sendo a mais criticada durante todo o governo de Jair Bolsonaro.
A cidade de Solidão também tem um São João para chamar de seu. A programação festiva foi divulgada pela gestão municipal e vai acontecer nos dias 25 e 26 de junho, com o tema “SoliJoão 2022”. No dia 25 de junho se apresentarão Edilene Cantora, Silvinho e Carlinhos dos Teclados, Seu Marquinhos e Forró do […]
A cidade de Solidão também tem um São João para chamar de seu. A programação festiva foi divulgada pela gestão municipal e vai acontecer nos dias 25 e 26 de junho, com o tema “SoliJoão 2022”.
No dia 25 de junho se apresentarão Edilene Cantora, Silvinho e Carlinhos dos Teclados, Seu Marquinhos e Forró do Precateado. No dia 26 será a vez de As Severeinas, Luan Douglas e Maciel Melo.
O SoliJoão 2022 é realizado com apoio da Empetur, Fundarpe e Governo de Pernambuco. Ao todo, o município recebeu R%100 mil do governo do estado para realizar a festividade, principalmente para as pagar as atrações do dia 26 de junho, incluindo o show de Maciel Melo.
Além da parceria com o governo estadual, a festividade conta com investimentos próprios do município, valorizando os artistas da terra e da região. A articulação entre o prefeito Djalma Alves e a Empetur para realização do São João contou com o apoio do ex-presidente da Amupe, José Patriota.
Folha O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) está “muito constrangido” com a acusação feita por um delator da Odebrecht de que negociou caixa dois para sua campanha eleitoral de 2010. “[Ele está] muito constrangido. O governador é um homem de bem, correto, honesto, polido, tem uma vida […]
O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) está “muito constrangido” com a acusação feita por um delator da Odebrecht de que negociou caixa dois para sua campanha eleitoral de 2010.
“[Ele está] muito constrangido. O governador é um homem de bem, correto, honesto, polido, tem uma vida limpa. São 40 anos de vida pública. É evidente que alguém que tem uma vida limpa, construída com modéstia, como ele tem, fica constrangido diante dessas circunstâncias”, declarou o prefeito.
Doria defendeu o governador, que é seu aliado e apadrinhou sua candidatura à prefeitura paulistana em 2016. “Como ele [Alckmin] mesmo diz, ele fará a sua defesa com a convicção de que nada deve e sairá absolutamente ileso dessa situação, embora diante de todo esse constrangimento.”
Nas fileiras do PSDB, ambos são citados como potenciais candidatos à Presidência da República em 2018. Doria, segundo alguns tucanos, levaria vantagem nessa disputa interna depois das revelações feitas nas delações contra Alckmin.
O prefeito paulistano participou do fórum empresarial organizado anualmente pelo grupo que leva seu sobrenome e presidiu até 2016. Ele reiterou, mais uma vez, que não será candidato em 2018 e que cumprirá os quatro anos de mandato na capital. Também defendeu novamente a candidatura de Alckmin ao Palácio do Planalto.
“Meu candidato à Presidência da República é Geraldo Alckmin. Temos bastante tempo ainda. Não quero antecipar o processo eleitoral, porque é importante que essa transição seja feita de forma equilibrada e tranquila pelo presidente Michel Temer.”
Doria afirmou que “é cedo para dizer quem estará dentro ou fora” do cenário político devido ás revelações de corrupção feitas pela Lava Jato. “Até o ano que vem isso se consolida, se cristaliza.”
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