A Prefeitura de Carnaíba definiu e anunciou a programação para comemorar seus 60 anos de emancipação política. a programação foi fechada pela Secretária Margarida Pereira e pelo prefeito José Mario Cassiano.
Dia 27, a programação terá às 19h a Final da Copa Regional de Futsal na quadra da Escola João Gomes dos Reis. Dia 28 às três da tarde acontece a final da Copa Carnaíba de Futebol no Estádio O Beira Rio. Às 21h, no Pátio de Eventos Milton Pierra acontece edição do Projeto Música Faz bem.
Dia 29, às 7h, Campeonato de Natação no Complexo Educacional Governador Miguel Arraes. Às 19h, Missa solene em ação de graças pelos 60 Anos de Aniversário de Emancipação Política;
Às 21h, apresentação do Coral Amor à Vida (Grupo da Melhor Idade). Às 21h30 na Igreja Matriz, conserto com Johnanthan Malaquias e Septato.
No dia 30, haverá Inaugurações e Hasteamento dos pavilhões no Pátio da Prefeitura. Às 16h, Passeio Ciclístico pelas principais ruas da cidade seguido de Tombamento de Árvores Históricas Sexagenárias (Fícus de Zuca Vasco). Às 17h, Caminhada para todas as idades no Pátio de eventos Milton Pierre.
Às 18h, show pirotécnico nos quatro cantos da cidade. Em seguida, apresentações culturais e grupos musicais: Banda Filarmônica Maestro Israel Gomes, Sanfônica Zédantas, Grupo de Teclado e Sinfônica Mirim no Pátio de eventos Milton Pierre.
Às 22h também no Pátio de Eventos Shows com Daniel Bueno e Banda Calango Aceso.
História : O território do atual município de Carnaíba era habitado pelos índios Cariris. Registros rupestres destes primitivos habitantes foram encontradas nas Serras do Boqueirão e da Matinha.6
No século XIX, iniciou-se o povoamento quanto o fazendeiro João Gomes dos Reis estabeleceu-se na Fazenda Lagoa da Barroca. Ali foi construída a capela de Santo Antônio, no entorno da qual cresceu a vila de Carnaíba de Flores. A vila foi criada em 29 de junho de 1823. O distrito foi criado em 29 de julho de 1893, subordinado ao município de Flores.
Foi elevado à categoria de município com a denominação de Carnaíba, pela lei estadual nº 1018, de 29 de dezembro de 1953. (Wikipedia)
Depois de vencer as eleições de outubro no primeiro turno, a governadora Raquel Lyra começa a arrumar a casa projetando sua gestão 2.0, depois de um primeiro ciclo em que afirmou ter arrumado a casa, ou, em palavras dela, “limpado o mato alto”. Uma das etapas da auto transição é política: Raquel exonerou 146 pessoas, […]
Depois de vencer as eleições de outubro no primeiro turno, a governadora Raquel Lyra começa a arrumar a casa projetando sua gestão 2.0, depois de um primeiro ciclo em que afirmou ter arrumado a casa, ou, em palavras dela, “limpado o mato alto”.
Uma das etapas da auto transição é política: Raquel exonerou 146 pessoas, incluindo integrantes do grupo político ligado ao presidente estadual do PL, Anderson Ferreira, e ao deputado federal André Ferreira (PL). A nova gestão deve estar alinhada à política, a partir dos que lhe deram sustentação. Esse realinhamento deve ocorrer até o início de janeiro.
Outra questão é dos compromissos assumidos, desafios e oportunidades da nova gestão. Raquel tem enfrentado questionamentos pelo aumento autorizado pela Arpe de 8,85% nas tarifas de água e esgoto em 175 municípios de Pernambuco, com início de vigência marcado para 4 de dezembro de 2026. O reajuste cobre a inflação acumulada e está ligado à transição da concessão parcial dos serviços da Compesa para a iniciativa privada (AQUA Pernambuco e VITA Sertão). Há outras críticas como a de que serviços como religação e outros terão tabela reajustada em até 600%.
A favor de Raquel o fato de que esse tema foi amplamente explorado na campanha e não teve impactos eleitorais. Se a promessa de universalização da água nas torneiras e saneamento cumprirem o cronograma, o impacto será absorvido.
No interior, outro desafio é resolver o problema do teto de atendimentos do SASSEPE, que estabeleceu sistema de cotas e a limitação nos atendimentos prestados por hospitais, clínicas e laboratórios credenciados, situação que tem gerado críticas ao Governo do Estado. Raquel afirmou que pegou o órgão sucateado. Agora, precisa responder essa questão.
Há bons sinais por outro lado: a governadora ganhou carta branca da ALEPE para contrair crédito com finalidade de investimentos da ordem de R$ 1,9 bilhão.
No interior, o programa Reabilita está recapeando rodovias que exigiam restauração. Os projetos estruturadores como a duplicação da BR-232 não sofrerão descontinuidade. Lula foi reeleito e deve ignorar a neutralidade de Raquel para manter as contrapartidas federais.
Raquel sabe, neste novo ciclo, o comparativo da gestão será da própria governadora com ela mesma, sem o argumento de herança de governos passados. Com o nome figurando no radar da política nacional, o desempenho deste mandato será determinante para o futuro que ela vai chamar de seu.
Sem chance
O prefeito de São José do Egito, Fredson Britto, não se manifesta, mas considera plantadas pela oposição as notícias de que estaria a fim de disputar o CIMPAJEÚ. Credita à oposição, revoltada com sua articulação para fazer Luiz de Raimundo presidente da Câmara da Capital da Poesia.
A hora é essa
Uma vantagem do dinheiro que Dinca Brandino vai receber da prefeitura de Tabira é que eventuais vencedores de ações contra o ex-prefeito poderão se habilitar para pegar, caso haja, parte que lhes cabe do crédito da prefeitura.
Desse jeito
Um exemplo é do radialista Anchieta Santos, que ganhou uma ação por danos morais contra o ex-prefeito, mas morreu sem levar, porque não havia bens no nome de Dinca para execução. Agora, seu espólio já se habilitou e vai receber na hora que o valor for liberado.
Cada um vai pra seu lado
Na Festa de Zé Dantas, é engraçado ver a distância entre Anchieta Patriota e Berg Gomes na festa. Um na mesa, outro nos quiosques. Não costumam ficar juntos. Claro, haja especulação. Os dois publicamente dizem ser estilo de um e do outro. Sobre 2028, vaza a notícia de que Berg não disputará reeleição, abrindo portas para o Anchieta 5.0, mas publicamente ninguém assume nada.
Super posse
Para garantir a mais ampla participação na posse do Lula 4.0, o site do PT terá uma listagem de hospedagens a preços acessíveis, alojamentos e acampamentos para quem se deslocar a Brasília. Um formulário foi criado para cadastro. “A posse será mais do que uma cerimônia institucional. Será uma grande celebração da democracia. Vamos fazer dessa última posse do Presidente Lula um momento inesquecível da história do nosso país”, diz Edinho Silva, Presidente Nacional do PT.
Aloprado
O Ministro do STF, Gilmar Mendes, chamou de levianas, que apenas revelam intenções espúrias ou alheamento da realidade de quem as propaga, sobre a dúvida lançada de Flávio Bolsonaro sobre sua derrota acachapante. “As eleições de 2026 foram acompanhadas por missões internacionais. A da OEA, com 179 observadores, a maior já realizada no Brasil, constatou que os resultados divulgados pelo TSE coincidem com as informações colhidas em campo e afirmou “não ter dúvidas quanto à integridade dos dados oficiais”. Para o Carter Center, organização norte-americana de referência mundial em observação eleitoral, o processo foi “bem-organizado e transparente, com oportunidades de fiscalização por partidos políticos e eleitores”.
Quase lá
Segundo o PE Notícias, o próximo presidente do CIMPAJEÚ será mesmo Flávio Marques, diante do volume de apoios de outras cidades e da falta de condições legais e de suporte da candidatura de Pollyana Abreu, de Sertânia, que quer passar o rodo em qualquer movimento que tenha apoio ou participação de socialistas e petistas da região.
Frase da semana:
“O Mercado tem que saber que pobre não pagará a conta!”
Do presidente Lula, sobre a cobrança de ajuste fiscal do mercado e sua disposição de não cortar programas sociais, aumento do mínimo ou previdência.
O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares (MDB), pode estar próximo de uma mudança partidária. Informações de bastidores divulgadas neste domingo (8) apontam que o destino do político deverá ser o Partido Socialista Brasileiro (PSB), legenda do prefeito Sandrinho Palmeira. A possibilidade surge após especulações sobre uma eventual saída de Daniel do MDB para […]
O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares (MDB), pode estar próximo de uma mudança partidária. Informações de bastidores divulgadas neste domingo (8) apontam que o destino do político deverá ser o Partido Socialista Brasileiro (PSB), legenda do prefeito Sandrinho Palmeira.
A possibilidade surge após especulações sobre uma eventual saída de Daniel do MDB para ingressar no Partido dos Trabalhadores (PT). Apesar das articulações que vinham sendo comentadas no cenário político local, as informações mais recentes indicam que o vice-prefeito estaria inclinado a se filiar ao PSB.
A mudança, caso seja confirmada, manterá Daniel na legenda que comanda a Prefeitura de Afogados da Ingazeira e que tem participação na trajetória política do município, incluindo as gestões dos ex-prefeitos José Patriota e Sandrinho Palmeira.
Daniel já havia comentado publicamente, em entrevistas anteriores, a possibilidade de trocar de partido. Em agosto de 2025, reconheceu ter recebido convites do PT, mas ressaltou que permanecia no MDB e que ainda havia tempo para discutir uma eventual mudança de legenda.
A possível filiação ao PSB também entra nas articulações relacionadas às eleições municipais de 2028, quando será escolhido o sucessor de Sandrinho Palmeira.
Até o momento, não houve anúncio oficial de desfiliação do MDB nem confirmação da entrada de Daniel no PSB. A movimentação permanece no campo das informações de bastidores.
Fonte: Portal Mais Pajeú
Foto: Reprodução/Redes sociais
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A saída de Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos após a derrota na eleição presidencial e sua postura de contestar o resultado das urnas são rejeitadas pela maioria dos brasileiros. Pesquisa Quaest divulgada neste domingo (8) mostra que 62% dos entrevistados consideram errada a decisão do senador de deixar o país, enquanto 59% são […]
A saída de Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos após a derrota na eleição presidencial e sua postura de contestar o resultado das urnas são rejeitadas pela maioria dos brasileiros.
Pesquisa Quaest divulgada neste domingo (8) mostra que 62% dos entrevistados consideram errada a decisão do senador de deixar o país, enquanto 59% são contrários ao seu questionamento da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O levantamento, intitulado “O Brasil depois das urnas”, revela ainda divergências entre eleitores de direita que não se identificam como bolsonaristas. Nesse grupo, 46% consideram correta a viagem de Flávio, enquanto 45% avaliam a decisão como errada, resultado que configura empate técnico.
No conjunto dos entrevistados, 29% aprovam a ida do senador aos Estados Unidos. Sobre as razões da viagem, realizada cerca de 48 horas depois da derrota no segundo turno, 56% acreditam que Flávio deixou o Brasil para escapar de investigações judiciais. Outros 35% entendem que ele buscou se proteger de uma suposta perseguição política.
A divisão também aparece entre os eleitores de direita não bolsonaristas: 51% acreditam na hipótese de perseguição política, enquanto 42% consideram que o senador tentou fugir da Justiça.
Flávio é investigado em procedimentos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF), envolvendo suspeitas relacionadas ao Banco Master e ao advogado Willer Tomaz. As investigações ainda não resultaram em condenação criminal.
A pesquisa também avaliou a reação dos brasileiros às declarações do senador sobre o resultado eleitoral. Para 59%, Flávio erra ao questionar a vitória de Lula, enquanto 34% apoiam seu posicionamento.
Entre os próprios eleitores que votaram em Flávio no segundo turno, 21% são contrários à recusa em reconhecer o resultado, e 24% consideram que ele se comportou mal depois da derrota.
Quando questionados sobre o comportamento geral do senador após a eleição, 60% dos entrevistados fizeram uma avaliação negativa, enquanto 25% consideraram sua postura adequada.
Outro dado aponta que 30% dos brasileiros acreditam que houve fraude nas eleições presidenciais de 2026, percentual próximo aos 29% registrados após a disputa de 2022. Entre os eleitores de Flávio, 64% compartilham essa percepção, enquanto 28% consideram que a eleição foi limpa e justa.
Não foram apresentadas provas de fraude capazes de comprometer a legitimidade do resultado proclamado pela Justiça Eleitoral.
Para o diretor da Quaest, Felipe Nunes, os resultados mostram que o bolsonarismo continua contando com uma parcela expressiva de apoiadores, mas enfrenta divergências dentro do próprio campo conservador. Na avaliação do pesquisador, a divisão pode abrir espaço para outras lideranças na oposição nacional.
O levantamento também investigou os sentimentos dos brasileiros após a reeleição de Lula. Entre os eleitores que se identificam como lulistas, 40% mencionaram alegria. Na esquerda não lulista, o sentimento mais citado foi alívio, com 34%.
Já entre os eleitores de direita não bolsonarista, 27% apontaram decepção. Entre os bolsonaristas, 26% declararam revolta com o resultado eleitoral.
A pesquisa Quaest ouviu 2.004 eleitores entre 30 de outubro e 2 de novembro de 2026. A margem de erro geral é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O contratante e o número de registro eleitoral não foram informados na reportagem consultada.
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta um impasse político nas articulações para indicar Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). A intenção de apresentar novamente o nome do advogado-geral da União encontra resistência do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que avalia os possíveis efeitos da escolha sobre sua tentativa de […]
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta um impasse político nas articulações para indicar Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). A intenção de apresentar novamente o nome do advogado-geral da União encontra resistência do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que avalia os possíveis efeitos da escolha sobre sua tentativa de permanecer no comando da Casa em 2027.
Segundo informações de bastidores divulgadas neste domingo (8), Alcolumbre tem afirmado a aliados que uma nova indicação de Messias poderia comprometer suas chances de reeleição à Presidência do Senado. O senador teme que a insistência de Lula provoque divisões entre parlamentares e favoreça a candidatura de Rogério Marinho (PL-RN), ligado à oposição bolsonarista.
A avaliação coloca o Palácio do Planalto diante de uma escolha política. De um lado, Lula pretende manter sua preferência por Messias para a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso. De outro, precisa considerar a importância de Alcolumbre na articulação com o Congresso durante o próximo mandato.
O nome de Jorge Messias já havia sido submetido ao Senado neste ano. Em 29 de abril, após aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a indicação foi rejeitada pelo plenário, com 42 votos contrários, 34 favoráveis e uma abstenção.
Mesmo depois da derrota, Lula manteve o interesse em indicar novamente o advogado-geral da União. A possibilidade voltou a ser discutida após sua reeleição, mas integrantes da base governista avaliam que uma nova tentativa poderá encontrar resistência semelhante à registrada em abril.
Há também uma limitação regimental. Embora o presidente possa reapresentar o mesmo nome, uma indicação rejeitada não pode ser novamente votada na mesma sessão legislativa. Assim, uma nova votação sobre Messias somente poderá ocorrer a partir de 2027.
O cenário ganha importância diante da composição do Senado no próximo ano, quando a oposição bolsonarista terá uma bancada numerosa. Para interlocutores de Alcolumbre, um eventual rompimento com Lula poderia dificultar a construção de uma maioria para sua recondução ao comando da Casa.
Enquanto as articulações continuam, Rodrigo Pacheco, ex-presidente do Senado e nome anteriormente defendido por Alcolumbre para o STF, acompanha as negociações. Pacheco tomou posse como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) em 30 de setembro.
Até o momento, Lula não anunciou uma nova indicação para a vaga no Supremo. A definição dependerá das negociações políticas e da avaliação do governo sobre as condições de aprovação do escolhido no Senado.
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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O Papa Leão XIV pediu que os fiéis construam pontes de fraternidade e fortaleçam os laços de união durante sua primeira missa na América do Sul, celebrada neste sábado (7), em Paysandú, no Uruguai. A celebração reuniu cerca de 40 mil pessoas no Parque París Londres e integra a viagem apostólica do pontífice por três […]
O Papa Leão XIV pediu que os fiéis construam pontes de fraternidade e fortaleçam os laços de união durante sua primeira missa na América do Sul, celebrada neste sábado (7), em Paysandú, no Uruguai.
A celebração reuniu cerca de 40 mil pessoas no Parque París Londres e integra a viagem apostólica do pontífice por três países latino-americanos.
A cidade de Paysandú, localizada na fronteira com a Argentina, recebeu fiéis que acompanharam a chegada do papa com aplausos, cânticos e bandeiras. Leão XIV percorreu o local da celebração no papamóvel antes de presidir a missa.
Durante a homilia, o líder da Igreja Católica utilizou elementos da cultura e da geografia uruguaia para falar sobre a fé e a importância da convivência entre as pessoas. Entre os símbolos escolhidos estavam as pontes, os palmeirais e o mate, bebida tradicional da região.
Ao mencionar a Ponte Internacional General Artigas, que atravessa o Rio Uruguai e liga o país à Argentina, o pontífice destacou a necessidade de aproximar as pessoas e superar as divisões.
“Por isso, como é importante ser construtor de pontes!”, afirmou.
Leão XIV também relacionou a imagem da ponte à formação religiosa, argumentando que os vínculos precisam de fundamentos sólidos para resistir às dificuldades. Segundo ele, a missão dos cristãos envolve fortalecer relações, promover encontros e transmitir a fé às novas gerações.
Outro momento da homilia foi dedicado ao mate, bebida tradicionalmente compartilhada entre familiares e amigos. O papa utilizou o costume como exemplo de convivência, acolhimento e pertencimento, relacionando esses valores à vida comunitária.
“Precisamos de refletir sobre estes símbolos que nos são comuns, que nos dão identidade e sentido de pertença”, declarou.
O pontífice também recordou a trajetória do beato Jacinto Vera, primeiro bispo de Montevidéu, destacando sua atuação no atendimento a enfermos e pessoas afetadas por conflitos no século XIX.
Ao abordar os desafios atuais da Igreja, Leão XIV incentivou a formação religiosa de crianças e jovens, o acompanhamento das famílias, a atenção aos idosos e a realização de ações de solidariedade.
A passagem pelo Uruguai faz parte de uma viagem de 12 dias pela América do Sul, iniciada nessa sexta-feira (6). A programação também inclui a Argentina e o Peru, com encerramento previsto para 17 de novembro.
Ainda neste sábado, a agenda do papa prevê uma visita a uma comunidade de Montevidéu afetada pelo tráfico de drogas e pela violência, onde a Igreja desenvolve projetos sociais em parceria com autoridades locais.
O pontífice também tem uma vigília de oração programada para o Estádio Centenário, na capital uruguaia.
Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Alberto Pizzoli/AFP
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