A partir da próxima terça-feira (04) o Procon-Sertânia estará atendendo em novo endereço: Rua Doutor Raul Torres Lafayette, 18, centro. As novas instalações vai garantir mais conforto à população que procura o órgão de defesa do consumidor. O Procon-Sertânia atende de 8h às 13h, de segunda a sexta-feira, o telefone é o (87) 3841-1489.
Números – O Procon-Sertânia é um dos órgãos de defesa do consumidor mais atuante do Estado. De 01/01/2013 a 31/10/2014 foram realizadas 530 audiências. Só neste mês de outubro foram 91 audiências. Quem lidera o ranking de reclamação é a Celpe, com 171, o que representa 14,48% das queixas que chegam ao órgão. Em seguida, a Compesa, com 105 reclamações (8,89%) e, em terceiro, a Claro S.A., com 90 reclamações, ou seja, 7,62%.
Eleito vereador, deixou cadeira para assumir Secretaria, infartou, escapou e agora assume nova missão Na manhã desta quinta-feira (11/05), o atual Secretário de Agricultura do município, Zé Ivan, foi eleito coordenador do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável de Carnaíba (Comdresca), para o biênio 2017/2019. Gleybson Martins, que até então era pré-candidato, acabou não disputando. A […]
Eleito vereador, deixou cadeira para assumir Secretaria, infartou, escapou e agora assume nova missão
Na manhã desta quinta-feira (11/05), o atual Secretário de Agricultura do município, Zé Ivan, foi eleito coordenador do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável de Carnaíba (Comdresca), para o biênio 2017/2019. Gleybson Martins, que até então era pré-candidato, acabou não disputando.
A vida de Zé Ivan esse ano é uma gangorra. Foi eleito vereador, mas, convocado pelo prefeito Anchieta Patriota, assumiu a Secretaria de Agricultura pouco depois de empossado. : em março, infartou e foi levado às pressas para o Procape. Fez um cateterismo, alguns exames para avaliação e “escapou” bem.
Agora, vai comandar o Comdresca juntamente com o vice-coordenador da chapa e vice-prefeito do município, Júnior de Mocinha, mais Edna Andrade, diretora municipal de meio ambiente e representante da associação da comunidade Quilombola Abelha e o Tesoureiro, Renan Walisson, representando a Paróquia Local.
Na ocasião, ainda foi escolhida uma comissão para acompanhamento de projetos e subprojetos, tendo como membros Rudimar, Luiz de Joel e Valdenir.
Saiu o primeiro Direito de Resposta da campanha Eleitoral em Afogados da Ingazeira. A Coligação O Trabalho Avança com uma Nova Liderança e o seu candidato a vice-prefeito, Daniel Valadares, ganhou um minuto no guia do candidato Zé Negão. Daniel acusou Zé de na propaganda eleitoral gratuita veiculada às 7h e 12h do dia 17/10/2020, […]
Saiu o primeiro Direito de Resposta da campanha Eleitoral em Afogados da Ingazeira.
A Coligação O Trabalho Avança com uma Nova Liderança e o seu candidato a vice-prefeito, Daniel Valadares, ganhou um minuto no guia do candidato Zé Negão.
Daniel acusou Zé de na propaganda eleitoral gratuita veiculada às 7h e 12h do dia 17/10/2020, utilizar “elementos injuriosos e difamatórios direcionados a depreciar e denegrir a imagem do representante, e então candidato a vice-prefeito”.
Zé disse no guia, segundo a representação, que haveria desvios de diárias de R$ 1.200,00 e de mais de R$ 100 mil que o representante “teria sido condenado a devolver aos cofres públicos”.
“A propaganda passou a ideia de que os Representantes estão mamando nas tetas do município e isto significa, na linguagem popular: tirar proveito, sem a contraprestação ou sem motivos”, diz a peça.
Acusam Zé e seu guia de “injúria e difamação a partir de abordagem que ultrapassam os limites do debate político, para degradar e ridicularizar o grupo político dos Representantes, valendo-se de expressão popular depreciativa que remete a vantagem indevida”.
O magistrado julgou procedente a representação. Reconheceu a existência de propaganda eleitoral irregular e ofensiva, vedando em caráter definitivo a reapresentação do trecho lesivo, deferiu o direito de resposta de um minuto, devendo ser utilizado no horário gratuito das 07h ou 12h, para a veiculação da resposta. Até as 20h de hoje, a Rádio Pajeú não havia sido notificada, o que indica que a peça deve ir ao ar na quarta às 12h ou na quinta. DR – Afog – Daniel x Ze Negão.
O prefeito eleito de Brejinho, Gilson Bento (Republicanos), enviou ao blog a lista do seu secretariado que iniciará na sua gestão a partir de 1º de janeiro de 2021. O secretariado é formado por treze pastas. São cinco mulheres e oito homens. “Conforme promessa de campanha, segue a lista dos futuros secretários e secretárias municipais, composta […]
O prefeito eleito de Brejinho, Gilson Bento (Republicanos), enviou ao blog a lista do seu secretariado que iniciará na sua gestão a partir de 1º de janeiro de 2021. O secretariado é formado por treze pastas. São cinco mulheres e oito homens.
“Conforme promessa de campanha, segue a lista dos futuros secretários e secretárias municipais, composta 100% por pessoas de Brejinho”, disse Gilson.
secretária de saúde, Franciely Rodrigues Lucena; secretário de educação, Antônio Eduardo; secretária de ação social, Emília Carmem; secretário de obras, Tiago Guedes; secretário de controle interno, Orlando Cavalcanti; secretário de administração, Jacimone Delfino; secretário de finanças, João Batista Bento; secretária de agricultura, Maria Solange Pereira Peres; secretário de transportes, Marcos Maciel; secretária de Gabinete- Marina Moraes; gerente previdenciário (FUNPREBRE), Adélia Alves; diretor de cultura, Gislândio Araújo e diretor de esportes, Manoel Medeiros.
Em parceria com a Prefeitura de Carnaíba, através da Diretoria Municipal de Cultura e Esportes, a cidade receberá durante três dias a Trup Expedição SerTão, com dançarinos, atores, compositores, músicos, cineastas e fotógrafos, capitaneados pelo ator, Lula Terra, que atuou em vários longa metragens, entre eles AQUÁRIUS, de Kleber Mendonça Filho, ao lado da atriz […]
Ator, cantor e compositor, Lula Terra, atuando no filme de AQUARIU, de Kleber Mendonça Filho, ao lado da atriz internacional, Sonia Braga.
Em parceria com a Prefeitura de Carnaíba, através da Diretoria Municipal de Cultura e Esportes, a cidade receberá durante três dias a Trup Expedição SerTão, com dançarinos, atores, compositores, músicos, cineastas e fotógrafos, capitaneados pelo ator, Lula Terra, que atuou em vários longa metragens, entre eles AQUÁRIUS, de Kleber Mendonça Filho, ao lado da atriz Sônia Braga.
A Trup de realizadores e sonhadores dará início à pontifícia missão de ligar culturalmente o litoral e o sertão e promoverá de sexta (23) a domingo (25) em Carnaíba oficina de construção de instrumentos musicais alternativos, aula espetáculo para alunos da rede municipal, visita musical e filmagens na Igreja da Colônia e no Rio Pajeú do clipe, da música, Riacho do Navio.
A Trup é composta por Hélder Vasconcelos, músico, ator e dançarino, ex-membro, da famosa banda MESTRE AMBRÓSIO criadora do forró pé-de-calçada; Davi Oliveira e Marcelo Campello, músicos e experimentalistas que no momento estão envolvidos com a poesia marginal e visceral do poeta Miró da Muribeca; cineasta Bruno Melo e o fotógrafo Mario Bretz, responsáveis pelos registros de vídeos e fotos.
Confira a Programação:
Sexta, 23 de março
Às 14h30 – Oficina de construção de instrumentos musicais alternativos a partir de materiais simples, com o Professor de Música da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Marcelo Campelo, para os alunos da escola de música, Israel Gomes.
Às 16h – Aula Espetáculo para os alunos da rede municipal, com o Multi Artista, Hélder Vasconcelos, músico, ator e dançarino.
Às 19h30 – Show, no palco da Kombi, ZuZuAda, no Pátio da escola de Música Israel Gomes.
Sábado, 24 de março
Às 9h – Visita musical e filmagens na Igreja da Colônia.
Às 16h – Filmagem no Rio Pajeú do clipe, da música, Riacho do Navio.
Domingo, dia 25 de março
Às 10h – Visita musical ao grupo de matriz quilombola e audição da Banda de Pífanos do Leitão da Carapuça e suas inscrições rupestres.
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado O Ministério da Saúde deixou sem resposta quatro pedidos de ajuda enviados pela Secretaria de Saúde do Amazonas para evitar o colapso de oxigênio no estado. A revelação foi feita nesta terça-feira (15) pelo ex-secretário Marcellus Campêlo em depoimento à CPI da Pandemia. Ele disse ter enviado ofícios ao então ministro Eduardo […]
O Ministério da Saúde deixou sem resposta quatro pedidos de ajuda enviados pela Secretaria de Saúde do Amazonas para evitar o colapso de oxigênio no estado. A revelação foi feita nesta terça-feira (15) pelo ex-secretário Marcellus Campêlo em depoimento à CPI da Pandemia. Ele disse ter enviado ofícios ao então ministro Eduardo Pazuello nos dias 9, 11, 12 e 13 de janeiro. Nos dias 14 e 15, mais de 30 pessoas morreram no estado pela falta do insumo.
O ex-secretário disse que telefonou para Pazuello no dia 7 de janeiro e pediu “apoio logístico” para a transferência de 300 cilindros de oxigênio de Belém para Manaus. A ligação ocorreu após um encontro em que representantes da White Martins sugeriram a compra do insumo “diretamente de outro fornecedor, capaz de aumentar a disponibilidade do produto”.
— Eu fiz uma ligação ao ministro Pazuello no dia 7 de janeiro, explicando a necessidade de apoio logístico para trazer oxigênio a pedido da White Martins. A partir daí, fizemos contato com o Comando Militar da Amazônia, por orientação do ministro, para fazer esse trabalho logístico — informou.
No dia 8, segundo o ex-secretário, o CMA providenciou a entrega de 300 cilindros de Belém para Manaus. A partir do dia 9 de janeiro, entretanto, Campêlo disse ter enviado diariamente ofícios ao Ministério da Saúde, pedindo apoio em relação ao risco de desabastecimento de oxigênio.
— No dia 7, foi a ligação para pedir apoio logístico de Belém para Manaus; no dia 10, informei a preocupação com as entregas (de oxigênio) da White Martins; e, no dia 11, a partir daí, o Ministério da Saúde começou a tratar diretamente com a White Martins. (…) Nós comunicamos, no dia 9, via ofício, via comitê de crise. No dia 10, pessoalmente, ao ministro comuniquei. No dia 11, houve a reunião com o Ministro Pazuello e a White Martins para verificar essa questão do apoio logístico. A partir daí, os assessores do ministro começaram a tratar desse apoio específico — afirmou. Campêlo disse à CPI ainda que nos dias 13 e 14 de janeiro, as equipes do Ministério da Saúde já estavam todas em Manaus.
Para o relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), há “uma óbvia contradição” entre os depoimentos de Campêlo e Pazuello. Isso porque, segundo o ex-ministro da Saúde, o alerta sobre o risco de colapso de oxigênio só ocorreu no dia 10 de janeiro durante uma visita a Manaus — e não no dia 7.
Parlamentares governistas, no entanto, minimizaram a divergência de datas. Para o líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), “essa contradição não é importante” porque o telefonema de Campêlo a Pazuello “não tratou do risco de desabastecimento de oxigênio”.
— No dia 7 de janeiro, o secretário liga para Pazuello e solicita o transporte aéreo de cilindros de Belém para Manaus. O transporte foi executado pela Força Aérea no dia 8. Não foi tratado de risco de desabastecimento — reforçou o senador Jorginho Mello (PL-SC).
Caos no Amazonas
Marcellus Campêlo reconheceu que “houve intermitência” no fornecimento de oxigênio para a rede pública de saúde do Amazonas apenas nos dias 14 e 15 de janeiro. O senador Eduardo Braga (MDB-AM) rebateu a afirmação, que classificou como “uma mentira”. O parlamentar apresentou vídeos em que a população reclama da falta do insumo nos dias 21 e 26 de janeiro.
— Eu não aguento mais. O Pazuello veio aqui e mentiu. O Élcio [Franco, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde] veio aqui e mentiu. Agora vem o secretário mentir também. Não foram dois dias. O que o secretário não está relatando é que o contrato com a White Martins era de 250 mil metros cúbicos de oxigênio. Em julho, o fornecimento já estava em 413 mil metros cúbicos. Em agosto, mais de 400 mil. Em outubro, 424 mil. Em novembro, 505 mil. Depois, 582 mil. Havia um aumento gradual, firme e constante em função do número de infectados. O governo do estado teve tempo suficiente para poder agir — desabafou.
Apesar dos alertas feitos pela White Martins, segundo Eduardo Braga, até hoje o estado não está preparado para enfrentar uma eventual terceira onda de covid-19. Ele disse que o governo do Amazonas não comprou sequer uma usina para a produção de oxigênio, embora haja dinheiro em caixa. O senador Omar Aziz reforçou a crítica.
— O estado, depois de toda a crise, não ter comprado usinas para colocar nesses hospitais é uma temeridade muito grande porque a planta da White Martins não aumentou — disse o presidente da CPI da Pandemia.
Cloroquina
Marcellus Campêlo disse ter participado de reuniões em Manaus com a secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro. Segundo o ex-secretário, Mayra não foi informada sobre o iminente colapso de oxigênio porque, segundo ele, “não havia sinais desse tipo de necessidade”. O ex-secretário destacou que a presença da secretária na capital amazonense tinha como foco incentivar o tratamento precoce.
— Em 4 de janeiro, recebemos a secretária Mayra Pinheiro. O governador [Wilson Lima] participou da reunião. Vimos uma ênfase da doutora Mayra Pinheiro em relação ao tratamento precoce. A visita tinha um enfoque muito forte sobre isso — afirmou.
A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) lembrou que, três dias depois de deixar o Amazonas, Mayra Pinheiro enviou ao estado um lote de 120 mil comprimidos de hidroxicloroquina para o tratamento de covid-19. Para o senador Humberto Costa (PT-PE), Manaus foi “uma espécie de experimento para o governo federal”.
— Acreditavam que a cloroquina seria capaz de promover um tratamento precoce e diminuir o número de pessoas acometidas e de mortes. Tenho convicção de que, por essa razão, o esforço para garantir o mínimo necessário para o enfrentamento à pandemia em Manaus não foi feito — disse.
Dinheiro em caixa
Fernando Bezerra Coelho lembrou que o Amazonas tinha dinheiro em caixa para o enfrentamento da pandemia. O saldo saltou de R$ 459 milhões em agosto de 2020, para R$ 478 milhões em dezembro e R$ 553 milhões em março deste ano.
— Fica claro que nunca faltou dinheiro ao estado para tomar as providências necessárias para o enfrentamento da pandemia. O saldo só cresceu. Havia recursos disponibilizados na conta do governo do Amazonas. Não houve falta de recursos — disse.
O ex-secretário da Saúde confirmou a informação. Ele lembrou, no entanto, que governo estadual financia 82% da rede hospitalar do Amazonas. Apenas 18% dos recursos são federais.
— No fechamento de 2020, havia R$ 470 milhões no fundo estadual de saúde. Desse total, R$ 115 milhões eram específicos para o atendimento de covid-19. Os recursos chegam num momento em que há diminuição de taxas [de infectados], e o investimento foi feito na sua grande parte pelo governo do Amazonas — afirmou Campêlo.
O ex-secretário disse que o dinheiro enviado pela União foi usado para a contratação de mais de 2 mil profissionais de saúde e a compra de medicamentos, especialmente o kit intubação. Ele lembrou ainda que, na gestão do então ministro Luiz Henrique Mandetta, o estado recebeu 80 respiradores enviados pelo Ministério da Saúde. Mas dez foram devolvidos por serem destinados ao uso veterinário.
Críticas
Senadores criticaram o fato de Marcellus Campêlo ter assumido a Secretaria da Saúde do Amazonas durante a pandemia de coronavírus, embora não tenha formação na área. O ex-secretário é formado em Engenharia Civil.
— Se fosse construir uma casa, o senhor contrataria um médico pra fazer o projeto? Claro que não, não fazia. O senhor não sabe nada [de saúde]. O senhor está errado, e seu governador, mais errado ainda de nomear um engenheiro para ser secretario de Saúde. Um cargo que mexe com a vida das pessoas. O senhor é muito culpado por isso. A mesma irresponsabilidade que cometeu o presidente da República, que nomeou um general que não conhecia o que era o Sistema Único de Saúde — disse o senador Otto Alencar (PSD-BA).
Para o senador Marcos Rogério (DEM-RO), o colapso da saúde no Amazonas foi agravado pelos escândalos de corrupção registrados desde 2019. Segundo o parlamentar, o setor estava em crise, com hospitais sem infraestrutura e pessoal.
— Houve absoluta falta de previsibilidade. Escolheu expor a população do Amazonas ao risco de morte, e foi isso o que aconteceu. Por irresponsabilidade administrativa — afirmou.
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