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Primeiros livros do Poeta Dedé Monteiro são relançados

Por André Luis

Poucos tem, alguns já tiveram e muitos nunca viram. Estas raridades são os primeiros livros do Poeta e Patrimônio Vivo de Pernambuco, Dedé Monteiro. 

O primeiro, Retalhos do Pajeú, foi lançado em 1984, e o segundo, Mais um baú de retalhos, em 1995. Agora eles voltam de cara nova, juntinhos, num box chamado de Coleção Dedé Monteiro.

“Fizemos uma releitura das obras e estamos levando de volta ao público a essência da Poesia de Dedé Monteiro em seus primeiros trabalhos”, explica o produtor cultural e idealizador do projeto, William Tenório. 

A primeira oportunidade de adquirir os livros é no dia 13 de abril, numa noite de autógrafos e de apresentações artísticas, no Cine São José, em Afogados da Ingazeira.

“Fui cobrado por muito tempo e por muita gente para relançar estes livros, mas faltava encontrar um caminho. Agora achamos e eu me sinto presenteado e presenteando também quem tanto esperou por isto”, declara Dedé Monteiro. 

A reedição dos livros é resultado de um projeto contemplado pelo Funcultura, o Fundo de Incentivo à Cultura do Estado de Pernambuco.

Serviço:

O quê? Lançamento dos livros Retalhos do Pajeú e Mais um baú de retalhos, de Dedé Monteiro

Quando? Quarta-feira, 13 de abril de 2022

Onde? Cine São José, Afogados da Ingazeira

Que horas? 19h30

Qual o preço? R$ 30,00 (box com os dois livros)

Outras Notícias

Morte de Eduardo: Fernando Bezerra Coelho divulga nota de pesar

Um profundo sentimento de tristeza se repete neste 13 de agosto. No exato dia em que completamos 9 anos sem a presença de Miguel Arraes, perdemos também Eduardo Campos. Perco um amigo querido, que sempre me entusiasmou a enfrentar os desafios com coragem e determinação. Eduardo era, sem dúvida, a mais promissora liderança política do […]

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Um profundo sentimento de tristeza se repete neste 13 de agosto. No exato dia em que completamos 9 anos sem a presença de Miguel Arraes, perdemos também Eduardo Campos.

Perco um amigo querido, que sempre me entusiasmou a enfrentar os desafios com coragem e determinação. Eduardo era, sem dúvida, a mais promissora liderança política do Brasil. Tinha grandes sonhos e garra suficiente para torná-los realidade.

Quando conheci Eduardo, ele ainda era apenas um garoto ao lado de Arraes. Vi Eduardo crescer, se tornar secretário, deputado, ministro e governador, duas vezes. Em todas as lutas ele sempre nos trazia uma palavra de fé, de confiança. Talvez a capacidade de acreditar que o impossível podia ser realizado fosse a maior característica de Eduardo.

Neste momento tão duro para todos nós, brasileiros e pernambucanos, precisamos buscar ânimo no legado que nos deixa o próprio Eduardo. Temos que continuar fazendo o que ele queria que nós fizéssemos: acreditando no Brasil. Que Deus possa confortar Dona Madalena, Ana Arraes, Renata Campos e os filhos, Antônio Campos e toda a família.

Deixo meu pesar às famílias dos dois tripulantes e aos companheiros de equipe, Carlos Percol, Pedro Valadares, Alexandre Severo e Marcelo Lyra, também levados precocemente de suas vidas.

Os fatores que levaram a gestão Zeca a 82% de aprovação

No meu comentário para o Jornal Itapuama desta quarta-feira (24), falei do balanço que o prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, realizou do primeiro ano do seu terceiro governo. Destaco a aprovação de 82% pelo Instituto Plural. Em linhas gerais, Zeca teve a seu favor ter sido eleito como a grande esperança depois da desastrosa gestão […]

No meu comentário para o Jornal Itapuama desta quarta-feira (24), falei do balanço que o prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, realizou do primeiro ano do seu terceiro governo.

Destaco a aprovação de 82% pelo Instituto Plural. Em linhas gerais, Zeca teve a seu favor ter sido eleito como a grande esperança depois da desastrosa gestão política e administrativamente de Wellington Maciel. Na psicologia,  se você rejeita algo, o que vem após tende a ser aprovado por ser a redenção do desastre. Além disso, a experiência de Zeca e o fato de ter sido bem sucedido nas gestões anteriores impulsionaram uma avaliação que chegou a 89% segundo o Múltipla.

Claro,  nenhuma aprovação se sustenta apenas na esperança. Zeca teve o primeiro ano para colocar a casa em ordem e começar a implementar sua agenda.  Teve mais acertos que erros de acordo com a população. Mais ações exitosas,  como a criação da Guarda Municipal,  que erros, como o erro de avaliação na entrega dos kits escolares.

Isso explica a avaliação positiva de 82%, o sonho de qualquer prefeito.

Como desafios para o ano que vem, certamente o destravar do início de obras estruturadoras e a melhoria em áreas como a saúde. Um gol de placa na área por exemplo,  além de aprimorar a atenção básica é conseguir algum anúncio da governadora Raquel Lyra para o Hospital Ruy de Barros, um calor crônico do município,  que não é sua responsabilidade direta, mas pode respingar em sua avaliação.

Resumindo a ópera,  82% é um número importante,  principalmente considerando que vem da população,  a grande mandatária dos destinos de uma cidade,  ainda mais em um polo como Arcoverde.

Fux defende pedido do STF para reservar vacinas a ministros e servidores

Foto: Nelson Jr. / SCO / STF UOL O ministro do Superior Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, defendeu o pedido feito pela Corte à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para reservar 7 mil doses da vacina contra a covid-19 a ministros e servidores. Em entrevista hoje à TV Justiça, Fux ressaltou que membros do tribunal só […]

Foto: Nelson Jr. / SCO / STF

UOL

O ministro do Superior Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, defendeu o pedido feito pela Corte à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para reservar 7 mil doses da vacina contra a covid-19 a ministros e servidores. Em entrevista hoje à TV Justiça, Fux ressaltou que membros do tribunal só seriam imunizados depois dos grupos prioritários.

“Nós também temos que nos preocupar para não pararmos as instituições fundamentais do Estado, nem o Executivo, nem o Legislativo, nem o Judiciário, normalmente integrados por homens e mulheres que já têm uma certa maturidade”, afirmou o ministro Fux. “Nós fizemos, de forma educada e ética, um pedido dentro das possibilidades quando todas as prioridades forem cumpridas”.

Para o ministro, apenas a vacinação garante aos tribunais superiores meios para trabalhar em meio à pandemia do novo coronavírus. “Não adianta vacinar os ministros e não vacinar os servidores. A difusão da doença seria exatamente a mesma”.

“É claro que aqui no STF, eu tenho preocupação com a saúde dos servidores. Tanto que o ambiente está vazio. Claro que devemos ter servidores com comorbidades, com idade, que vão entrar na fila normalmente”, afirmou Fux. “Nós vamos esperar nossa vez e enquanto não chega a cura, nós vamos trabalhar em prol das pessoas que sofrem, que têm esperança de viver”.

Hoje, a Fiocruz, instituição responsável por fabricar a vacina AstraZeneca, negou o pedido do STF enviado no dia 30 de novembro e assinado pelo diretor-geral Edmundo Veras dos Santos Filho.

No ofício, o STF afirma que a reserva das doses possibilitará o cumprimento de dois objetivos: imunizar o maior número possível de trabalhadores do STF e do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), além de “contribuir com o país nesse momento tão crítico da nossa História”, ajudando a acelerar o processo de imunização dos brasileiros.

A reserva de vacinas pela Corte poderia permitir que ministros e servidores fora do grupo de risco “furassem” a fila para receber a dose da vacina antes dos brasileiros do grupo prioritário.

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) também fez um pedido semelhante. A Fiocruz negou ambas as solicitações e alegou que não possui autonomia “nem para dedicar parte da produção” para a imunização de seus próprios servidores.

Em entrevista para o Estadão, o ministro Marco Aurélio Mello disse estar “envergonhado” com a solicitação da Corte.

“Na qualidade de integrante do Supremo, peço desculpa aos contribuintes, lembrando que todo privilégio é odioso. Os brasileiros ombreiam”, criticou o ministro Marco Aurélio. “Super inadequado. Sinto-me, frente aos concidadãos, envergonhado.”

TRE-PE homologa candidatura de Albérico Rocha à Prefeitura de Iguaracy

Nesta sexta-feira (4), o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu, por maioria, homologar a candidatura de Albérico Rocha (PSB) para a Prefeitura de Iguaracy. A decisão encerra um processo que se arrastava desde o final de setembro, colocando fim à incerteza sobre a elegibilidade de Albérico nas eleições municipais. A decisão foi anunciada com […]

Nesta sexta-feira (4), o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu, por maioria, homologar a candidatura de Albérico Rocha (PSB) para a Prefeitura de Iguaracy. A decisão encerra um processo que se arrastava desde o final de setembro, colocando fim à incerteza sobre a elegibilidade de Albérico nas eleições municipais.

A decisão foi anunciada com o seguinte trecho: “Acordam os membros do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), por maioria, negar provimento ao recurso nos termos do voto divergente do desembargador Rodrigo Cahu Beltrão”, indicando que a maioria dos magistrados optou por manter a candidatura de Albérico Rocha, apesar da impugnação movida pelo Ministério Público Eleitoral.

Entenda o caso

No dia 24 de setembro, o TRE-PE iniciou o julgamento do recurso apresentado pelo Ministério Público Eleitoral, que visava impugnar a candidatura de Albérico Rocha. A contestação baseava-se na rejeição das contas do candidato pelo Tribunal de Contas da União (TCU), especificamente relacionadas ao Convênio 172/2008-SESAN, que teria resultado em dano ao erário público.

O relator do processo, Desembargador Eleitoral Rogério de Meneses Fialho Moreira, deu parecer favorável ao recurso, recomendando a inelegibilidade de Albérico. De acordo com o relator, a condenação definitiva pelo TCU, já transitada em julgado, representava um impedimento legal à candidatura, conforme a legislação eleitoral.

No entanto, o julgamento foi interrompido após o pedido de vista do Desembargador Eleitoral Rodrigo Cahu Beltrão, que solicitou mais tempo para analisar o caso antes de emitir seu voto. Este pedido abriu margem para um reexame detalhado das alegações e dos fundamentos jurídicos que envolviam o caso.

Com o voto divergente de Beltrão, o Tribunal decidiu, por maioria, negar o provimento ao recurso e, assim, garantir o registro de candidatura de Albérico Rocha, permitindo que ele continue na disputa pela Prefeitura de Iguaracy.

Raquel Lyra fala sobre nova fase no PSD, governabilidade e relação com Lula

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), concedeu entrevista nesta quarta-feira (11) ao jornalista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, onde abordou temas como sua recente filiação ao PSD, os desafios de sua gestão no Estado e sua relação com o governo federal. Raquel explicou que sua saída do PSDB foi fruto de um ciclo encerrado. […]

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), concedeu entrevista nesta quarta-feira (11) ao jornalista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, onde abordou temas como sua recente filiação ao PSD, os desafios de sua gestão no Estado e sua relação com o governo federal.

Raquel explicou que sua saída do PSDB foi fruto de um ciclo encerrado. “Tínhamos muitas discussões internas sendo feitas dentro do partido e que culminaram na minha decisão de saída. Sou grata pela oportunidade, mas agora é hora de começar um novo ciclo”, declarou. A governadora destacou que, em apenas dois meses no PSD, já se sente acolhida e firme no novo partido: “Eu precisava estar num partido que me trouxesse mais estabilidade, mais segurança, e com isso penso que o PSD era o melhor lugar para eu estar”.

Ela também ressaltou o crescimento da sigla em Pernambuco, com 65 prefeitos filiados e a perspectiva de mais adesões: “Estamos fortalecendo o partido no Estado, num movimento que é o mesmo que me elegeu governadora”.

Foco na gestão e críticas ao debate eleitoral precoce

Questionada sobre as pré-candidaturas presidenciais de nomes do PSD como Eduardo Leite (RS) e Ratinho Júnior (PR), Raquel foi categórica: “É muito cedo para falar de pré-candidatura à Presidência. Eu sou candidata neste momento a ser a melhor governadora que Pernambuco pode ter”.

Ela evitou se posicionar sobre os rumos nacionais do partido e preferiu enfatizar sua atuação no Executivo estadual. “Falar agora sobre eleições, para mim, é um desserviço à nossa população e ao nosso governo. Quero construir, neste ano, todos os dias, um futuro melhor para Pernambuco.”

A governadora também aproveitou para apresentar números da sua gestão. Segundo ela, o Estado cresceu 6,4% no último trimestre de 2023, superando a média do Nordeste e do Brasil. “Estamos batendo recorde de geração de emprego, reduzindo a criminalidade e os casos de desnutrição infantil. Estamos cuidando de quem mais precisa.”

Boa relação com Lula e o governo federal

Raquel Lyra fez questão de elogiar a parceria com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sua equipe de ministros. “Temos uma excelente relação com o governo Lula. Obras paradas desde 2012, 2014, estão sendo retomadas. Somos o estado que mais retoma obras paralisadas no Brasil, segundo a Caixa Econômica Federal.”

Ela destacou a retomada de obras de barragens e moradias, além dos avanços na distribuição de água. “A Adutora do Agreste é hoje a maior obra hídrica em execução no Brasil”, afirmou.

Raquel negou que haja qualquer tratamento desigual por parte do governo federal em razão da rivalidade com o prefeito do Recife, João Campos (PSB), aliado do presidente Lula. “No primeiro encontro com o presidente, ele me disse que ia ajudar Pernambuco, e assim tem sido. A parceria acontece porque temos uma equipe afinada e estratégica.”

Visão política

Sobre possíveis divergências ideológicas dentro do PSD, Raquel minimizou os rótulos: “O PSD é muito amplo. Temos gente do centro, da centro-direita, da centro-esquerda. Rótulo não vai ser o que me define. O que me define é o compromisso com Pernambuco”.