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Primeiro debate dos presidenciáveis tem tom morno

Por André Luis
Foto: Reprodução/Band

Candidatos deixam troca de acusações de lado, evitando atacar adversários e discutir temas como a Lava Jato e a prisão de Lula

Do Terra

O tom belicoso e polarizado que marca a vida política brasileira nos últimos anos ficou longe do primeiro debate com os candidatos à Presidência da República, organizado pela rede de TV Bandeirantes na noite desta quinta-feira (09/08).

Temas que dominam as discussões no país, como a Operação Lava Jato e a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ganharam pouca ou nenhuma atenção da maior parte dos concorrentes, que tentaram, de uma forma ou de outra, se apresentar como políticos que farão tudo diferente do que foi feito no país nos últimos anos.

Até o candidato do governo, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB), preferiu relembrar seus tempos como presidente do Banco Central nos governos Lula do que sua experiência como comandante da economia na atual gestão do presidente Michel Temer.

O resultado foi um debate morno, sem discussões acaloradas ou troca de acusações. Quase nenhum candidato atacou os pontos fracos de seus concorrentes. O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) não foi questionado sobre os escândalos de corrupção envolvendo superfaturamento de obras públicas na área de transporte. E ninguém questionou o presidenciável do PDT, Ciro Gomes, sobre seu histórico de comportamentos agressivos.

O fato de Guilherme Boulos (PSOL) ser o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, que invade edifícios desocupados, foi pouco citado pelos candidatos, e até Jair Bolsonaro (PSL), líder em todos os cenários em que o ex-presidente Lula não aparece nas pesquisas, foi poupado quanto a suas posições extremadas em relação à raça, gênero ou violência pública.

Ainda estiveram presentes o candidato do Podemos, Alvaro Dias, a candidata da Rede, Marina Silva, e o candidato do Patriota, Cabo Daciolo. De acordo com a TV Bandeirantes, foram convidados os candidatos de partidos que têm pelo menos cinco representantes no Congresso. O ex-presidente Lula, candidato do PT, que cumpre prisão em Curitiba, foi convidado, mas não foi autorizado pela Justiça a participar do debate.

Bastidores

A expectativa era grande para este primeiro enfrentamento entre os candidatos, não só pelo clima de tensão e incerteza que toma conta do país. Esperava-se também que candidatos de partidos tradicionais e com resultados pouco animadores nas pesquisas atacassem de forma enfática o líder na corrida presidencial, o capitão reformado do Exército e deputado federal Bolsonaro.

“Meu conselho para ele hoje é moderação, nós sabemos que ele será o alvo e que haverá muita provocação”, disse, pouco antes do debate, o general da reserva Augusto Heleno, amigo pessoal de Bolsonaro e que por pouco não se tornou o vice da chapa do ex-capitão. “Nós estamos fazendo uma preparação com ele, eu tenho participado.”

Famoso por rompantes exacerbados e tom conflituoso, Jair Bolsonaro parece ter escutado os conselhos do colega militar. Manteve-se quase sempre sereno, evitou elevar o tom de voz e, apenas uma vez, entrou em confronto, com Boulos. “Bolsonaro está igual ao Gandhi, uma paz só”, brincou o deputado federal Miro Teixeira (REDE-RJ) na plateia do debate.

“Eu até estava procurando a Olga Curado por aqui, vai ver ele a contratou para fazer com ele o que fez com a Dilma”, disse o também deputado Federal Heráclito Fortes (DEM-PI), em referência à consultora de imagem que teria “domado” o comportamento agressivo da ex-presidente Dilma Rousseff em sua campanha presidencial. Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, Curado afirmou que não atuará em nenhuma campanha política este ano.

Alvos

Pouco atacado por seus pares, Bolsonaro esteve tranquilo por quase todo o debate. Mesmo quando Boulos o chamou de “machista”, “racista” e “homofóbico” e o acusou de ter transformado sua vida política em um “negócio em família”, Bolsonaro pouco se alterou. No final, passou a tratar de si mesmo em terceira pessoa, afirmando ser o único político capaz de resolver os problemas do país.

“Só existe uma pessoa que pode mudar o destino do Brasil. Ele se chama Jair Bolsonaro”, disse o candidato.

Sem a polarização esperada com Bolsonaro, Alckmin acabou sendo o mais acionado pelos concorrentes. Marina Silva, Alvaro Dias e Ciro Gomes trataram de lembrar e criticar o grande arco de alianças que o candidato do PSDB conquistou nesta eleição. Com nove partidos aliados, muitos deles ligados de forma profunda aos casos de corrupção que abalaram o país nos últimos anos, como o Mensalão e o Petrolão, Alckmin será o candidato com mais tempo de televisão – mais de cinco minutos.

“Alckmin cometeu um erro, em vez de atacar Bolsonaro, como determinaram seus marqueteiros, acabou sendo atacado, talvez tenha sido o que mais perdeu nesse debate”, disse um estrategista de campanha logo após o debate.

Sem maiores emoções, o debate foi reduzindo o interesse da plateia de jornalistas, convidados e políticos que estiveram na sede da TV Bandeirantes, no bairro do Morumbi. Nos momentos mais enfadonhos, assessores dos partidos políticos jogavam Candy Crush ou paciência no celular. Durante algumas perguntas, réplicas e tréplicas entre Marina Silva e Geraldo Alckmin, Guilherme Boulos, Henrique Meirelles e Ciro Gomes cochichavam e riam, fora do alcance das câmeras.

“Aqui fora está mais interessante do que lá dentro”, disse um político que pediu para que não fosse revelada sua fuga enquanto seu candidato discursava. No bar instalado pela emissora, havia mais gente interessada nas caipirinhas sem álcool do que no discurso dos candidatos.

Na disputada fila do banheiro, o economista Pérsio Arida, um dos criadores do Plano Real e responsável pela estratégia econômica de Alckmin, fazia piadas com as semelhanças entre Boulos e Lula. “Mas ele está igualzinho, só precisa ter uns calos nas cordas vocais, aí vira o Lula”, dizia, em tom de chiste, enquanto aguardava a vez.

Coube ao candidato do Patriota, o obscuro Cabo Daciolo, quebrar a rotina morna do debate. Com jeito de pastor de igreja neopentecostal, o presidenciável iniciou sua participação com um alto e sonoro “Glória a Deus”. Passou a maior parte do debate afirmando ser ele o único entre todos a não representar a velha política. Prometeu reduzir os combustíveis em 50% e prender todos os sonegadores, “para a honra e glória do senhor Jesus”. Repetiu, inúmeras vezes, ser um seguidor de um “deus vivo” e prometeu fazer com que toda a população brasileira – incluindo os ateus – passe a louvar a Deus.

Terminou sua participação com uma Bíblia na mão, citando trechos do versículo 29 do Livro de Jeremias. “Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, planos de fazê-los prosperar, e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.”

Saiu do debate sendo chamado de Bolsonaro 2 e causando furor nas redes sociais. Antes do fim do debate, passou um dos intervalos tirando selfies com a mulher nos estúdios da TV Bandeirantes.

Outras Notícias

Sebastião Dias promete não promover mais o carnaval anti-cultural em Tabira

Por Anchieta Santos Durante entrevista á Rádio Pajeú o Prefeito Sebastião abordou alguns temas que tem dominado o noticiário nos últimos dias. Dentre os temas, mais espinhosos, Sebastião acusou a oposição de nunca desarmar o palanque. Quanto às críticas de irregularidades no Bolsa Família, afirmou que o problema tem relação com o cadastro no NIS, […]

Foto: André Luis

Por Anchieta Santos

Durante entrevista á Rádio Pajeú o Prefeito Sebastião abordou alguns temas que tem dominado o noticiário nos últimos dias. Dentre os temas, mais espinhosos, Sebastião acusou a oposição de nunca desarmar o palanque.

Quanto às críticas de irregularidades no Bolsa Família, afirmou que o problema tem relação com o cadastro no NIS, que às vezes inclui quem não precisa. Prometeu rigor para os recebimentos indevidos e assegurou que cobrou da Diretora de Meio Ambiente, Olinda Siqueira, um dos casos com maior repercussão, deixar de receber antes de assumir. “Ela já não recebia quando entrou”.

Dias negou que haja funcionários fantasmas no município, negou prevaricação no caso da ação da mãe de Flávio Marques contra a prefeitura e prometeu (literalmente) não promover mais o chamado “carnaval anti-cultural”, quando cobrado pelos R$ 300 mil gastos em atrações na maioria sem tradição e de qualidade questionável.

Em evento, Fachin defende democracia e normalidade do processo eleitoral

Durante reunião da Associação dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, ele reiterou que enfrentar a desinformação é promover a paz, o respeito e a harmonia Com um discurso em defesa da normalidade do processo eleitoral como valor constitucional, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, abriu a 188ª reunião ordinária […]

Durante reunião da Associação dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, ele reiterou que enfrentar a desinformação é promover a paz, o respeito e a harmonia

Com um discurso em defesa da normalidade do processo eleitoral como valor constitucional, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, abriu a 188ª reunião ordinária do Conselho Pleno da Associação dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), realizada na tarde desta quinta-feira (28), em Brasília.

“É hora de recusar o abismo ideológico e as baixezas externas, elevar a racionalidade e abolir a temporada das falácias e do dogmatismo. É tempo de restabelecer uma forma de comunicação política que cumpra o seu papel utilitário, que é legítimo, mas que não enterre a sociedade em um conflito permanente, tampouco a democracia num processo de erosão, alavancado, indevidamente, pela indústria hi-tech das mentiras”, afirmou.

No pronunciamento, Fachin traçou um breve panorama em torno das Eleições Gerais de outubro e pregou a união em defesa dos fatos, do direito, da verdade e da institucionalidade. “Esse é nosso dever e nosso direito”, disse, ressaltando que o Brasil vive um momento de humores agudos e tempos atípicos, em que o retorno à normalidade emerge como um sonho de consumo.

De acordo com o ministro, “a normalidade eleitoral consiste em valor constitucional tradicionalmente esquecido, pelo simples fato de operar, desde a Carta de 1988, como uma premissa dada e inquestionável, por parte de competidores, partidos políticos e da sociedade em geral”. 

Conforme explicou Fachin, a normalidade eleitoral tem como pressupostos básicos o respeito às regras do jogo e a aceitação do crivo popular, bem como a manutenção incondicionada de sua natureza pacífica e o exercício indiscriminado da tolerância.

Todavia, ponderou, na última década, a exploração sistemática do desencanto e das frustrações em várias partes do mundo abalou as expectativas constitucionais com  campanhas emocionais, pautadas numa retórica incendiária, explorando a credulidade e capitalizando em cima do ódio e do medo.

“Essa forma de comunicação política, obviamente, produz efeitos sociais demasiadamente nocivos, sobretudo quando associada com a desinformação. Nesse panorama, narrativas inventadas semeiam a conflituosidade social, colocando instituições e pessoas em rota de colisão, e atraindo a perspectiva de violência em diversos níveis”, lamentou.

Desinformação

Fachin enfatizou que os ataques da desinformação acirram a animosidade e a intolerância, difundindo mensagens distorcidas que produzem comportamentos repulsivos e radicais, desenhando um espaço público contaminado e propenso ao fanatismo e ao rompimento de laços sociais.

Ele reiterou que enfrentar a desinformação é promover a paz, o respeito e a harmonia. É lutar por um país mais justo e plural, mais apto a acomodar as divergências legítimas num espaço de diálogo contínuo, composto por habitantes que se reconhecem, reciprocamente, não como inimigos, mas como concidadãos.

Para o presidente do TSE, transformar adversários em inimigos enfraquece o debate, e a incitação do ódio às instituições coloca em xeque a preservação do patamar civilizatório e das conquistas sociais. “Por tudo isso, independentemente das visões ideológicas, aturalmente dissonantes, é essencial, num momento como este, preservar os consensos fundamentais e blindar as instituições”, destacou Fachin.

O ministro também enfatizou a importância do compromisso cívico de preservar o patrimônio democrático, o Estado de Direito, as instituições públicas e os fundamentos da democracia liberal. 

“Apenas as instituições democráticas têm condições de sustentar a paz e os direitos, independentemente dos arroubos e inclinações de governantes passageiros. A democracia é, por excelência, uma forma de organização em que o poder político não tem proprietários, mas somente inquilinos”, salientou.

Falando em nome da Andifes, o presidente da instituição, Marcus Vinicius David, enalteceu as palavras “sábias, seguras e confiantes” proferidas pelo presidente da Corte Eleitoral. Ele reconheceu a gravidade do momento enfrentado no Brasil e ressaltou que todas as forças da sociedade civil devem se mobilizar em defesa da democracia.

Agradecimentos

Fachin agradeceu publicamente à Andifes e ao Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) pela adesão ao Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação do TSE e pelo lançamento da campanha em respeito à democracia e à confiança das entidades no processo eleitoral, na Justiça Eleitoral e nas urnas eletrônicas. “Ações que evidenciam o elevado grau de consciência cívica e de compromisso democrático da instituição”, afirmou.

Criada em 1989, a Andifes é a representante oficial das universidades federais na interlocução com o governo federal, bem como com as associações de professores, de técnico-administrativos e de estudantes, e com a sociedade em geral. 

Além de atuar na formação de profissionais qualificados e na produção de pesquisas e tecnologias em 69 universidades e institutos federais, a Associação é responsável por 45 hospitais universitários que formam a maior rede pública brasileira de saúde. 

Também compuseram a mesa da plenária o 1º vice-presidente da Andifes, Ricardo Marcelo Fonseca, a 2ª vice-presidente, Márcia Abrahão Moura, os suplentes Alfredo Macedo Gomes e José Geraldo Ticianeli e o secretário executivo, Gustavo Henrique de Sousa Balduino.

Jovem assassinado em Carnaíba

Acusado foi preso esta tarde Um homicídio foi registrado em Carnaíba na madrugada desta quinta. Yuri Felix da Silva, 21 anos, foi morto na área de uma quadra na Praça da Academia da Cidade. O acusado, cujo nome não foi divulgado, seria de Serra Talhada e o matou a golpes de faca após uma discussão. […]

Acusado foi preso esta tarde

Um homicídio foi registrado em Carnaíba na madrugada desta quinta. Yuri Felix da Silva, 21 anos, foi morto na área de uma quadra na Praça da Academia da Cidade.

O acusado, cujo nome não foi divulgado, seria de Serra Talhada e o matou a golpes de faca após uma discussão. Ele foi preso hoje a tarde em operação da Polícia Civil.

O corpo foi encaminhado para o IML de Caruaru. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento, mas informações preliminares indicam que deverá ocorrer nesta sexta de manhã. Yuri morava em Carnaíba Velha e era criado por uma tia.

Advogado Jonas Cassiano lança chapa para disputar presidência da OAB-PE em Afogados da Ingazeira

Nesta sexta-feira (18), o advogado Jonas Cassiano anunciou oficialmente, por meio de suas redes sociais, o lançamento de sua candidatura à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Afogados da Ingazeira (OAB-PE) para o triênio 2025-2027. Em sua mensagem, Jonas destacou o processo de diálogo com a classe advocatícia local, que resultou na […]

Nesta sexta-feira (18), o advogado Jonas Cassiano anunciou oficialmente, por meio de suas redes sociais, o lançamento de sua candidatura à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Afogados da Ingazeira (OAB-PE) para o triênio 2025-2027.

Em sua mensagem, Jonas destacou o processo de diálogo com a classe advocatícia local, que resultou na formação de uma chapa representativa, voltada para o fortalecimento da advocacia regional. “Foi possível unir a advocacia em torno de uma candidatura propositiva e com representatividade dos mais diversos modelos de advocacia”, afirmou o candidato.

A chapa liderada por Jonas Cassiano, que concorrerá sob o slogan “Unidos para Avançar”, também inclui Monique Dias como vice-presidente, Túlio Mascena como secretário-geral, Luana Andrade como secretária-geral adjunta, John Lenon como tesoureiro e Marcela Oliveira como tesoureira adjunta.

Segundo Jonas, o foco de sua gestão será o fortalecimento da advocacia nos municípios de Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Quixaba, Tabira, Solidão, Ingazeira e Iguaracy, com a missão de atuar em conjunto para garantir avanços significativos na defesa dos interesses dos profissionais do direito da região.

Raquel lidera atos de campanha em comunidades de Jaboatão e Recife. Veja:

A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), realizou agenda em Jardim Monte Verde, Jaboatão dos Guararapes, nesta sexta-feira (28). Durante a caminhada ao lado da vice da chapa, Priscila Krause (PSD), e dos deputados federais e candidatos ao Senado, Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), Raquel celebrou, junto aos moradores, afirmando […]

A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), realizou agenda em Jardim Monte Verde, Jaboatão dos Guararapes, nesta sexta-feira (28).

Durante a caminhada ao lado da vice da chapa, Priscila Krause (PSD), e dos deputados federais e candidatos ao Senado, Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), Raquel celebrou, junto aos moradores, afirmando ter havido uma transformação em Monte Verde, área fortemente afetada pela tragédia das chuvas em 2022.

Acompanharam a caminhada o deputado federal e candidato à reeleição, Guilherme Uchoa Junior; os candidatos a deputado federal, Daniel Coelho, Dr. Marquinhos e Natália Costa, e os candidatos a deputado estadual, Andréa Medeiros e Ni do Badoque.

Já na manhã deste sábado (29), Raquel foi recepcionada na Comunidade do Bode, no bairro do Pina, na Zona Sul do Recife, durante caminhada no local. Acompanhada da vice-governadora e candidata à reeleição, Priscila Krause (PSD), e dos candidatos ao Senado na sua chapa, Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), Raquel foi muito abraçada pelos moradores e comerciantes da comunidade.