Presos em Pesqueira são principais suspeitos da morte de Kauã Nunes, diz Polícia
Por Nill Júnior
A Polícia Militar prendeu na noite deste domingo (25), três indivíduos suspeitos de praticarem um assalto no município de Pesqueira, Agreste de Pernambuco.
O crime aconteceu no sábado (24), quando os acusados atraíram uma vítima residente de Tacaimbó até a cidade de Pesqueira, roubaram um veículo modelo Gol e fugiram.
Durante a abordagem, os policiais identificaram que os suspeitos estavam de posse de uma motocicleta roubada, que pertencia a um carteiro assassinado no dia 29 de abril, também em Pesqueira.
A investigação revelou que essa mesma moto foi usada em outro crime, ocorrido no dia 8 de maio, em Arcoverde, vitimando um jovem de 19 anos.
Trata-se de Kauã Nunes, 19 anos, assassinado covardemente em Arcoverde, no Bairro São Geraldo. A principal linha de investigação é de que ele tenha reagido à tentativa de roubo da moto e assassinado pelos criminosos.
Os presos são Éric Marlen Silva de Carvalho, 20 anos, Emerson Leite Lourenço, 19 anos, e um menor de 17 anos e seis meses.
As primeiras informações foram trazidas por Edna Soares para a Nova Líder FM. Já o blog obteve as identidades com fontes oficiais. A DPH (Delegacia de Homicídios de Arcoverde) já tinha identificado a todos, segundo informações extra oficiais.
No levantamento por região, o Moxotó gerou saldo de 183 vagas, Pajeú gerou 146, Sertão Central gerou 72, Sertão do Araripe gerou 55 e Sertão do São Francisco gerou 40 empregos. Por Juliana Lima O Sertão de Pernambuco registrou saldo de apenas 495 novos postos de trabalho em todas as 56 cidades da região no […]
No levantamento por região, o Moxotó gerou saldo de 183 vagas, Pajeú gerou 146, Sertão Central gerou 72, Sertão do Araripe gerou 55 e Sertão do São Francisco gerou 40 empregos.
Por Juliana Lima
O Sertão de Pernambuco registrou saldo de apenas 495 novos postos de trabalho em todas as 56 cidades da região no último mês de novembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O principal destaque negativo é Petrolina, que fechou o mês com saldo negativo de -1.216 empregos.
No Sertão do Pajeú, o melhor resultado é de São José do Egito. A cidade registrou no período 81 admissões e 42 demissões, resultando em um saldo positivo de 39 empregos e variação relativa de 2,18%. O segundo melhor resultado da região é de Afogados da Ingazeira, com 71 admissões, 42 desligamentos, saldo de 29 empregos e variação relativa de 1,16%.
Brejinho ocupa o terceiro lugar com saldo positivo de 27 empregos, Carnaíba registrou 18, Tabira 14, Tuparetama 8, Itapetim 4, Triunfo 4, Flores 2 e Solidão 1. As cidades de Quixaba, Calumbi e Ingazeira apresentaram saldo zero no período, enquanto Iguaracy (-1), Santa Cruz da Baixa Verde (-2), Santa Terezinha (-5) e Serra Talhada (-9) fecharam o mês com saldo negativo.
No Sertão do Moxotó destaque para Arcoverde, que lidera com saldo de 97, seguida por Custódia, com 56 postos e Inajá 27. Manaria registrou apenas 2 vagas e Betânia 1. Ibimirim fechou com saldo negativo de -3 e Sertânia com -93.
No Sertão Central o melhor saldo é de Salgueiro, com 71 postos formais. Serrita gerou 1 emprego e as demais cidades fecharam com saldo negativo: Mirandiba (-1), Parnamirim (-1), Verdejante (-2), Cedro (-4) e São José do Belmonte (-15).
O Sertão de Itaparica perdeu 83 vagas e não gerou nenhuma no período: Itacuruba (0), Carnaubeira da Penha (-1), Jatobá (-2), Petrolândia (-9), Tacaratu (-16), Floresta (-22) e Belém do São Francisco (-33).
No Sertão do Araripe o melhor saldo é de Ouricuri, com 31 vagas. Araripina fechou o mês com saldo negativo de -1. No total a região registrou apenas 55 empregos: Bodocó (8), Ipubi (6), Exu (5), Santa Cruz (2), Trindade (2), Santa Filomena (1), Granito (0) e Moreilândia (0).
No Sertão do São Francisco o destaque é o resultado negativo de Petrolina, que fechou o mês com saldo de -1.216. Em outubro a cidade já havia apresentado saldo discreto, com saldo de apenas 481 empregos. Terra Nova apresentou o melhor resultado da região, com 30 vagas, seguida de Dormentes, com 10. As demais cidades tiveram saldo negativo: Orocó (-1), Afrânio (-9), Santa Maria da Boa Vista (-11), Cabrobó (-26), Lagoa Grande (-321 e Petrolina (-1.216).
Sertão do Moxotó
Arcoverde (97)
Custódia (56)
Inajá (27)
Manari (2)
Betânia (1)
Ibimirim (-3)
Sertânia (-93)
Sertão do Pajeú
São José do Egito (39)
Afogados da Ingazeira (29)
Brejinho (27)
Carnaíba (18)
Tabira (14)
Tuparetama (8)
Itapetim (4)
Triunfo (4)
Flores (2)
Solidão (1)
Quixaba (0)
Calumbi (0)
Ingazeira (0)
Iguaracy (-1)
Santa Cruz da Baixa Verde (-2)
Terezinha (-5)
Serra Talhada (-9)
Sertão Central
Salgueiro (71)
Serrita (1)
Mirandiba (-1)
Parnamirim (-1)
Verdejante (-2)
Cedro (-4)
São José do Belmonte (-15)
Sertão de Itaparica
Itacuruba (0)
Carnaubeira da Penha (-1)
Jatobá (-2)
Petrolândia (-9)
Tacaratu (-16)
Floresta (-22)
Belém do São Francisco (-33)
Sertão do Araripe
Ouricuri (31)
Bodocó (8)
Ipubi (6)
Exu (5)
Santa Cruz (2)
Trindade (2)
Santa Filomena (1)
Granito (0)
Moreilândia (0)
Araripina (-1)
Sertão do São Francisco
Terra Nova (30)
Dormentes (10)
Orocó (-1)
Afrânio (-9)
Santa Maria da Boa Vista (-11)
Cabrobó (-26)
Lagoa Grande (-321)
Petrolina (-1.216)
Ranking Geração de Empregos no Sertão (Novembro 2021)
Fafopai (Afogados) e ESA (Arcoverde) tiveram nota 3, considerada satisfatória pelo MEC. Instituto Superior de Educação de Floresta e Faculdade de Formação de Professores de Serra Talhada, nota 2, e passarão por supervisão federal. Treze faculdades pernambucanas tiveram desempenho insatisfatório no Índice Geral de Cursos (IGC), indicador de qualidade calculado pelo Instituto Nacional de Estudos e […]
Fafopai (Afogados) e ESA (Arcoverde) tiveram nota 3, considerada satisfatória pelo MEC. Instituto Superior de Educação de Floresta e Faculdade de Formação de Professores de Serra Talhada, nota 2, e passarão por supervisão federal.
Treze faculdades pernambucanas tiveram desempenho insatisfatório no Índice Geral de Cursos (IGC), indicador de qualidade calculado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação. Tiraram nota 1 ou 2, as mais baixas. A nota mais alta, 5, não foi alcançada por nenhuma instituição do Estado. Os dados foram divulgados ontem e estão disponíveis no Diário Oficial da União. A informação é do Blog do Fera, do JC On Line.
O IGC é calculado anualmente. Para chegar a ele, o Inep considera, entre outros fatores, a nota dos alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), a infraestrutura da faculdade e a avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado). Faz parte ainda do indicador a média do CPC do ano observado e dos dois anos anteriores.
As três universidades federais – UFPE, UFRPE e do Vale do São Francisco (Univasf) – tiraram nota 4 no IGC. Com essa mesma nota ficaram duas instituições particulares: a Faculdade Nova Roma, do Recife, e as Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão (Faintvisa), na Zona da Mata.
Aesa – Arcoverde
A Universidade de Pernambuco (UPE) e os Institutos Federais de Pernambuco (IFPE) e do Sertão Pernambucano (IF Sertão) alcançaram média 3. Também com 3 ficaram outras 36 faculdades do Estado, entre privadas e autarquias municipais.
Foram 11 instituições com nota 2 no IGC. Sete estão no interior, nas cidades de Goiana, Belo Jardim, Petrolina, Serra Talhada, Floresta e Araripina, e quatro no Recife. Com a pior nota, 1, ficaram a Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana, e a Faculdade de Ciências Agrárias de Araripina, no Sertão.
Para o MEC, o resultado no IGC é considerado satisfatório se for 3, 4 ou 5. As faculdades com notas 1 e 2 serão supervisionadas pelo governo federal. Entre as medidas tomadas pelo ministério caso as instituições não consigam sanar as falhas, estão diminuição das vagas ofertadas ou suspensão do recredenciamento dos seus cursos.
Veja o desempenho das instituições pernambucanas no IGC:
Nota 4
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf)
Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão
Faculdade Nova Roma
Nota 3
Universidade de Pernambuco (UPE)
Instituto Federal de Pernambuco (IFPE)
Instituto Federal do Sertão Pernambucano
Universidade Católica de Pernambuco
Faculdade de Ciências Humanas de Olinda
Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Caruaru
Faculdade Frassinetti do Recife
Focca – Faculdade de Olinda
Faculdade de Ciências Humanas Esuda
Faculdade de Ciências Humanas de Pernambuco Faculdade de Formação de Professores de Afogados da Ingazeira
Faculdade de Ciências de Timbaúba
União de Escolas Superiores da Funeso
Faculdade Estácio do Recife – Estácio FIR
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais de Igarassu
Faculdade Boa Viagem
Faculdades Integradas Barros Melo
Faculdade Santa Emília Escola Superior de Saúde de Arcoverde
Faculdade de Comunicação e Turismo de Olinda
Faculdade Decisão
Faculdade São Miguel
Faculdade de Informática do Recife
Faculdade de Ciências Contábeis do Recife
Instituto Pernambucano de Ensino Superior
Faculdade Integrada de Pernambuco
Faculdade dos Guararapes
Faculdade da Escada
Faculdade Maurício de Nassau
Faculdade Anchieta do Recife
Faculdade de Tecnologia Ibratec
Faculdade Metropolitana
Instituto de Ensino Superior de Olinda
Faculdade Marista
Faculdade do Recife
Faculdade de Ciências Humanas e Exatas do Sertão do São Francisco
Faculdade Senac Pernambuco
Faculdade Joaquim Nabuco (Paulista)
Faculdade Joaquim Nabuco (Recife)
Nota 2 Instituto Superior de Educação de Floresta Faculdade de Formação de Professores de Serra Talhada
Faculdade de Formação de Professores de Belo Jardim
Faculdade de Formação de Professores de Araripina
Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina
Instituto Superior de Educação de Goiana
Faculdade de Enfermagem de Belo Jardim
Faculdade Santa Helena
Faculdade Salesiana do Nordeste
Faculdade Metropolitana da Grande Recife
Faculdade de Odontologia do Recife
Nota 1
Faculdade de Ciências Agrárias de Araripina
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas do Cabo de Santo Agostinho
Em sua famosa canção “Prelúdio”, o cantor e compositor Raul Seixas diz que “um sonho que se sonha só, é só um sonho. Mas um sonho que se sonha junto, é realidade”. E essa foi a filosofia que pautou a vida do casal de empresários Joseph Domingos e Maria do Carmo Lima. Juntos desde os […]
Em sua famosa canção “Prelúdio”, o cantor e compositor Raul Seixas diz que “um sonho que se sonha só, é só um sonho. Mas um sonho que se sonha junto, é realidade”. E essa foi a filosofia que pautou a vida do casal de empresários Joseph Domingos e Maria do Carmo Lima.
Juntos desde os 15 anos de idade, os dois superaram os desafios desde o início do casamento para conseguir levar seus sonhos adiante: ele, firmar-se na carreira longe da mulher; e ela, montar o negócio longe do marido.
Enquanto Maria do Carmo cuidava de todas as etapas de um laboratório – desde a recepção até a análise clínica das amostras – Joseph se dedicava às atividades do banco, às oportunidades de aprendizagem, às especializações e cuidava dos filhos enquanto estava distante da região do Pajeú.
Como funcionário concursado do Banco do Brasil, Joseph precisava mudar de cidade a cada dois anos. Foram 25 anos entre a abertura do laboratório e a aposentadoria de Joseph. Mesmo distante, ele atuava no background dos negócios, auxiliando a esposa com os processos burocráticos e as expertises da área administrativa para a gestão estratégica.
Ao se aposentar pelo banco, em 2007, Joseph mergulhou de vez nos negócios da família, virou CEO do grupo e hoje se dedica mais a Pharmaplus, distribuidora de medicamentos e produtos hospitalares, que atende todo o Nordeste. Nesta entrevista concedida ao nosso blog, Joseph conta como foi que a família conseguiu construir o complexo de saúde no Vale do Pajeú, apesar das adversidades.
Como você e Maria do Carmo se conheceram?
Nós nos conhecemos desde a adolescência porque estudamos na mesma escola. Começamos a namorar aos 15 anos. Aos 18, passei no concurso do Banco do Brasil e fui trabalhar na agência de Serra Talhada. No ano seguinte, passei no vestibular de Administração da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). O banco priorizou minha remoção para o Recife porque o curso tinha afinidade com a atividade que eu exercia. Era o ano de 1976 e pouco depois Maria do Carmo foi para o Recife também, onde passou no curso de Farmácia, na UFPE.
Por que vocês se mudaram para João Pessoa?
Passei em um concurso interno do Banco do Brasil. A função não tinha nas agências do Recife. Então fui transferido para Mamanguape, uma cidade próxima a João Pessoa. Era o ano de 1979. Tive que pedir transferência do curso para a Universidade Federal da Paraíba. No ano seguinte, em 1980, nos casamos e Maria do Carmo conseguiu a transferência do curso de Farmácia para a UFPB. Ficamos até 1982 em João Pessoa, quando terminamos o curso no mesmo período.
Como surgiu a ideia de montar o laboratório em Afogados da Ingazeira?
Quatro professores de Maria do Carmo tinham um laboratório, eles começaram a se desentender e nós aproveitamos a oportunidade para comprá-lo. Então, decidimos montá-lo em Afogados da Ingazeira, porque naquela época só existia um na região. Era agosto de 1982. Em setembro, começou a história do laboratório Maria do Carmo. Nesta época, solicitei ao banco a transferência de cidade porque desde a universidade minha esposa tinha o sonho de montar um laboratório e já vinha se preparando para isso. Maria do Carmo sempre foi muito dedicada.
Vocês enfrentaram muitas dificuldades?
Sim. Primeiro, porque éramos muito jovens, tínhamos apenas 25 anos de idade. Maria do Carmo não tinha experiência e não tínhamos a quem recorrer. Havia outro laboratório forte na região, muito ativo, de um professor da Federal, mas ele não tinha interesse em nos ajudar. Ela foi muito corajosa de ter enfrentado essas dificuldades. E naquela época tudo era feito manualmente.
Quando começou a ver que o laboratório ia dar certo?
Fomos crescendo aos poucos. Quatro anos depois, em 1986, compramos um imóvel onde funcionava uma oficina de carros. Nesse ponto, construímos um novo laboratório e inauguramos dois anos depois, em 1988. Neste momento, houve um upgrade da imagem do laboratório, que passou a ser mais procurado. Nesse novo prédio, projetamos o futuro, compramos imóveis vizinhos, e formamos um complexo de quatro pavimentos, onde funciona o laboratório, a farmácia e o clinical center, que atende 20 especialidades médicas.
Como você conseguiu conciliar com sua profissão no Banco do Brasil?
Foi um período bastante difícil. Existe uma norma no Banco do Brasil em que o gestor, depois de dois anos em uma agência, deve se preparar para fazer uma mudança. Fui crescendo profissionalmente, ocupando cargos de gestão. Mas precisava conciliar com nossos negócios.
Abrimos a farmácia em 1980. Para isso, trabalhei na maioria das agências da região. Além de Afogados da Ingazeira, na de Tabira, Serra Talhada, Custódia, Arcoverde. Praticamente foi deixando de ter opção na região. Tive que ir para o Recife. Passei quase dois anos sendo gerente da agência Prefeitura do Recife.
Como foi esse período?
Desafiador. Eu tinha que ir todo fim de semana para Afogados da Ingazeira, ou Maria do Carmo ia para o Recife. Meus três filhos já moravam no Recife nessa época porque estudavam lá. E Maria do Carmo achava muito ruim essa situação porque ela ficava sozinha. Então, ela propôs ao Superintendente Estadual que eu retornasse para o interior. Ela argumentou que não aguentava mais a distância e que essa situação poderia acabar com nosso casamento. Inicialmente, o banco relutou porque havia feito muitos investimentos em mim. Fiz dois MBAs, um na USP e um na UFPE. Mas depois consegui ser transferido para Tabira e depois para Sertânia, onde me aposentei em 2007.
O que você fez após se aposentar?
Coloquei minha cabeça completamente nos interesses corporativos da família. Aproveitei o conhecimento administrativo que o banco me proporcionou e foi o período que houve o crescimento exponencial dos negócios. Nessa época, criamos a distribuidora de medicamentos e produtos hospitalares (Pharmaplus) e o clinical center em 2010. O próprio laboratório foi beneficiado por essa expansão, especialmente após 2007.
A Pharmaplus é hoje a empresa que você mais se dedica?
Sim. Ela tem uma cobertura de vendas para quase todo o Nordeste, chegando na divisa com Piauí e Maranhão. Recentemente, tivemos uma conquista importante: a Certificação de Boas Práticas de Armazenagem e Distribuição pela Anvisa. Era um sonho de dois anos, nos preparamos para essa conquista. Houve auditorias fortes e mais recentemente foi publicado no Diário Oficial. Em Pernambuco, somos a terceira distribuidora hospitalar que tem essa certificação. E atualmente estamos trabalhando em uma certificação para o laboratório também. Em termos de porte, a Pharmaplus está no top 5 do estado, emprega quase 50 pessoas só na distribuidora. No grupo todo, ultrapassa os 200 funcionários diretos e indiretos, estamos entre os maiores empregadores. Para uma cidade que está a 380 km da capital, é uma grande contribuição social.
Quem é Maria do Carmo para você?
Admiro muito ela, porque além de ter conseguido ficar à frente do laboratório e da farmácia, ela sempre me deu apoio na minha trajetória dentro do banco e foi uma grande mãe para nossos filhos. Estamos comemorando 40 anos de história do laboratório graças à dedicação, força de vontade e coragem dela para manter tudo isso e para que agora possamos estar juntos.
Como vocês dividem as funções dentro das empresas?
Maria do Carmo sempre foi a parte prática, operacional, ela é muito determinada. Eu fico mais na parte estratégica, de planejamento e visão de futuro. Mas ela participa de tudo, conhece todos os funcionários. Um complementa o outro.
Quais os planos para o futuro da Pharmaplus?
Até 2023 seremos também uma importadora de produtos hospitalares. Já estamos com autorização da Anvisa e o espaço físico está quase pronto. Estamos em fase de consultoria em São Paulo e Brasília, prospecção de fornecedores. A atividade é complexa, mas estamos avançando. O galpão de 900 m² fica vizinho ao atual prédio da Pharmaplus, no bairro de Manoela Valadares (Afogados da Ingazeira). Vai funcionar como um anexo. Atualmente, a Pharmaplus está instalada em um prédio de três mil metros quadrados, onde funciona a parte administrativa e o centro de distribuição.
Que outras estratégias vocês estão adotando?
A tecnologia está afetando os processos, a produtividade e as estratégias. A telemedicina já é uma tendência tanto para o laboratório, quanto para o clinical center e a farmácia. Nosso relacionamento com o cliente é totalmente eletrônico. No laboratório, o primeiro atendimento é presencial, mas o resultado é distribuído de forma eletrônica. O paciente só retorna se quiser. As pessoas não estão mais voltando para pegar resultados. Na distribuidora, o cliente tem acesso ao nosso mix de produtos e pode fazer a compra completa pelo sistema de e-commerce. Por isso, quem está substituindo Maria do Carmo é Laíse, nossa filha caçula. Ela tem espírito empreendedor. Ela trouxe muita novidade para o laboratório, processos de controle, entrega, que melhorou muito a qualidade do laboratório.
“Minha relação com Patriota é inquebrantável”, disse. O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira (PSB), disse que a questão local e a conjuntura pesaram para seu apoio a Raquel Lyra. Foi no Debate das Dez do programa Manhã Total. Ele deu como exemplos o apoio declarado de Marília Arraes a Evângela Vieira. Ainda citou […]
“Minha relação com Patriota é inquebrantável”, disse.
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira (PSB), disse que a questão local e a conjuntura pesaram para seu apoio a Raquel Lyra. Foi no Debate das Dez do programa Manhã Total.
Ele deu como exemplos o apoio declarado de Marília Arraes a Evângela Vieira. Ainda citou uma declaração de Maria Arraes, federal eleita, de que “Afogados não estava bem cuidada”.
“Teve ainda a forma como ela combateu a Frente Popular e o PSB. No dia seguinte à eleição, disse que não seguiria o PSB”. Ainda citou o fato de que, segundo ele, Raquel é mais preparada, dada a experiência como prefeita de Caruaru.
Sandrinho revelou ter conversado com as duas candidatas. “Discutimos também o Pajeú”, revelou. Para a região, Sandrinho disse ter firmado compromissos com Raquel, como o fortalecimento do SAMU regional, a manutenção das Organizações Sociais, Agricultura familiar, combate ao desmatamento, compromisso com estradas, água. Ele também fez referência a espaços regionais.
O prefeito garantiu que Raquel foi informada de que Patriota não a apoiaria e disse entender a posição do Deputado eleito. E acrescentou: “Minha relação com Patriota é inquebrantável”.
Ele se manifestou dizendo não haver estratégia de ocupação de dois palanques. Também que Patriota não deverá ter tempo para fazer campanha. Ainda respondeu ao vereador Douglas Eletricista, que criticou a definição dos dois em rede social. “Agora tenho praticamente certeza de que ele não votou em Patriota. como falar em incoerência? Douglas deu quatro votos diferentes. Se comprometeu com Pedro Campos, sinalizou votar primeiro em Danilo, pediu licença para pra apoiar André de Paula”.
A Auto Viação Progresso vai ter uma rota entre Betânia e Recife. As tratativas foram articuladas entre o Diretor da empresa, Aurino Caetano e o prefeito Mário Flor. A rota atende uma necessidade histórica do município. Com cerca de 13 mil habitantes, a cidade do Sertão do Moxotó não tinha rota regular. Os habitantes tinham […]
A Auto Viação Progresso vai ter uma rota entre Betânia e Recife.
As tratativas foram articuladas entre o Diretor da empresa, Aurino Caetano e o prefeito Mário Flor. A rota atende uma necessidade histórica do município.
Com cerca de 13 mil habitantes, a cidade do Sertão do Moxotó não tinha rota regular. Os habitantes tinham que seguir em carros particulares ou van improvisadas para cidades como Serra Talhada.
Pela posição geográfica, a população sempre se queixou do isolamemto geográfico e havia informações de que a rota não era viável economicamente. Mas a Progresso atendeu pelo caráter social do projeto.
As tratativas começaram em uma reunião do Cimpajeú. A discussão também tratou de uma importante parceria para o TFD – Tratamento Fora do Município, fruto de proposta da empresa nesse encontro com os gestores. A Progresso se compromete pelo convênio em levar os pacientes até a Casa de Apoio do município.
A linha Betânia Recife deverá atuar com horário de saída ao Recife às dez da noite e na rota Recife-Betânia às 18 horas. O prefeito da cidade Mário Flor conemorou a parceria.
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