As conversas de fusão do DEM com o PSL estão perdendo força, e Luciano Bivar sentou à mesa com outro cacique da direita: Ciro Nogueira, o poderoso chefão do PP.
Os dois estão negociando uma eventual fusão entre o PP e o PSL.
Nogueira ofereceu a Bivar o domínio total da Fundação Milton Campos e o comando do diretório de Pernambuco, além de assento na Executiva nacional do PP a deputados que migrassem com ele do PSL para a nova sigla nascida da fusão.
Bivar ainda não topou porque teme perder poder demasiadamente.
Entretanto, a tese da fusão como solução para a crise é bem vista por Bivar.
Os deputados hoje no PSL e que não queiram continuar na nova sigla não perderiam o mandato, mas teriam que deixar para trás o dinheiro do fundo partidário e o tempo de TV a que tem direito.
Na manhã deste sábado (1), o deputado Aluísio Lessa palestrou no Congresso Estadual da União de Vereadores de Pernambuco (UVP), em Pesqueira. Sob o tema “A atuação parlamentar diante do atual cenário político”, Lessa pontuou os desafios que serão enfrentados pelos legisladores municipais e estaduais nos próximos quatro anos. O deputado fez um sério alerta […]
Na manhã deste sábado (1), o deputado Aluísio Lessa palestrou no Congresso Estadual da União de Vereadores de Pernambuco (UVP), em Pesqueira.
Sob o tema “A atuação parlamentar diante do atual cenário político”, Lessa pontuou os desafios que serão enfrentados pelos legisladores municipais e estaduais nos próximos quatro anos.
O deputado fez um sério alerta sobre as fake news. Ele frisou que os parlamentares devem combater as falsas notícias e falou sobre as consequências da propagação de boatos: “As fake news precisam ser encaradas com gravidade, pois os impactos são desastrosos. Graças a elas, o Brexit tirou a Inglaterra da União Europeia e Trump foi eleito nos Estados Unidos. Os legisladores têm de estar atento aos fatos para combater as falsas notícias”, declarou.
Diante da escassez de recursos em todas as esferas, Aluísio destacou a importância dos agentes públicos buscarem o caminho do diálogo com os prefeitos. O deputado ressaltou que a população só tem a ganhar quando as diferenças são deixadas de lado: “Não pode haver barreiras na lida entre vereadores, prefeitos, deputados estaduais, federais, governador, senadores, presidente. E os vereadores são os políticos que mais estão próximos dos anseios da população. Independentemente de partido ou grupo político, os agentes públicos devem atuar em conjunto, de maneira propositiva, em prol do município”, afirmou.
Com o governador Paulo Câmara reeleito, Aluísio Lessa salientou os esforços do gestor para manter o Estado em ordem: “O Governo de Pernambuco tem feito um esforço enorme para manter as contas em dia e manter firme as atividades que são tão necessárias para a população. A gestão recebeu o voto da maioria dos pernambucanos na última eleição e vai seguir honrando com os seus compromissos”, disse.
No âmbito nacional, Aluísio falou da expectativa de como será o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro. Lessa acredita que o futuro presidente irá encarar o Nordeste como um desafio positivo e espera que a região não seja desassistida: “O Nordeste votou maciçamente em Haddad, mas isso não pode ser motivo para represálias por parte de Bolsonaro. Creio que ele precisa dedicar atenção à região, que está carente de recursos do Governo Federal, para se apresentar melhor ao nosso povo”, concluiu.
Carta assinada por mais de 200 economistas, incluindo banqueiros e ex-presidentes do Banco Central, aponta que é ilusório imaginar a economia em alta com a pandemia em descontrole. El Pais/Brasil Centenas de economistas e banqueiros do Brasil assinaram uma carta neste final de semana em nome de medidas mais robustas para combater a pandemia do […]
Carta assinada por mais de 200 economistas, incluindo banqueiros e ex-presidentes do Banco Central, aponta que é ilusório imaginar a economia em alta com a pandemia em descontrole.
El Pais/Brasil
Centenas de economistas e banqueiros do Brasil assinaram uma carta neste final de semana em nome de medidas mais robustas para combater a pandemia do coronavírus que assola o mundo e no qual o Brasil é um dos países mais castigados.
Assinada por nomes como Pedro Malan, Affonso Celso Pastore, Armínio Fraga e Ilan Goldfajn – todos ex-presidentes do Banco Central em diferentes Governos – a carta cobra respeito ao país, à ciência e a uma boa gestão do Governo. Também sugere o lockdown e uma ação nacional coordenada para estancar o quadro de deterioração que o país vive.
Os signatários tocam num ponto nevrálgico que abriu um eterno campo de batalha no Brasil liderado pelo presidente Jair Bolsonaro. A ideia de que medidas de contenção da covid-19 afetariam o desempenho econômico e iriam prejudicar ainda mais a vida da população.
“A controvérsia em torno dos impactos econômicos do distanciamento social reflete o falso dilema entre salvar vidas e garantir o sustento da população vulnerável”, diz a extensa carta endossada pelos especialistas.
“Na realidade, dados preliminares de óbitos e desempenho econômico sugerem que os países com pior desempenho econômico tiveram mais óbitos de covid-19. A experiência mostrou que mesmo países que optaram inicialmente por evitar o lockdown terminaram por adotá-lo, em formas variadas, diante do agravamento da pandemia”, apontam os economistas, citando o caso do Reino Unido.
Pérsio Arida, sócio do banco de investimento BTG e Pedro Moreira Salles, co-presidente do Conselho de Administração do banco Itaú, assinaram a carta. Neste domingo, foi a vez de Roberto Setúbal, também co-presidente do Conselho de Administração do Itaú, endossar o documento, que será encaminhado formalmente aos presidente do Supremo Tribunal Federal, ao Ministério da Economia, e à presidência da Câmara e do Senado.
A falta de confiança e a imprevisibilidade da situação da saúde no Brasil atrasa a recuperação econômica, reforça o texto. “Logo, não é razoável esperar a recuperação da atividade econômica em uma epidemia descontrolada.” Programas de apoio a vulneráveis se fazem necessário neste momento, e o auxílio emergencial é mencionado com um apoio importante ao qual se recorreu no ano passado. “Enquanto a pandemia perdurar, medidas que apoiem os mais vulneráveis, como o auxílio emergencial, se fazem necessárias.” Leia aqui a íntegra da carta.
Por André Luis O caso do pequeno Arthur Antonio Alves Camargo, um menino de 10 anos que perdeu o sonho de ser modelo após ser alvo de injúrias raciais na escola, é um exemplo claro dos perigos do racismo no Brasil. “Ele diz: ‘Vou fazer fotos sendo negro para depois ser xingado de ‘macaco’ e […]
O caso do pequeno Arthur Antonio Alves Camargo, um menino de 10 anos que perdeu o sonho de ser modelo após ser alvo de injúrias raciais na escola, é um exemplo claro dos perigos do racismo no Brasil.
“Ele diz: ‘Vou fazer fotos sendo negro para depois ser xingado de ‘macaco’ e todo mundo dar risada de mim?'”, relatou Nayara Alves, mãe do menino ao jornalista Thiago D’Almeida do g1. “Ele não está se aceitando mais”, completou a mãe.
Nayara afirmou que o filho foi chamado de “projeto de bandido” por uma mulher, apontada por ela como madrasta de uma aluna que cometeu injúrias raciais contra ele, dentro da Unidade Municipal de Ensino Professor Waldery de Almeida. Ela registrou um Boletim de Ocorrência sobre o caso.
O racismo é um crime nojento e cruel que destrói sonhos e vidas. Ele é baseado na ideia de que algumas pessoas são superiores a outras por conta da sua cor de pele ou origem étnica. Essa ideia é falsa e prejudicial, e só serve para dividir as pessoas e criar um clima de hostilidade e violência.
No caso de Arthur, o racismo o fez perder a confiança em si mesmo e desistir de um sonho que ele tinha desde criança. Ele se sentiu humilhado e discriminado, e passou a acreditar que não era bom o suficiente por ser negro.
Esse é um cenário trágico, mas infelizmente não é inédito no Brasil. O país tem uma longa história de racismo, que se reflete em todos os setores da sociedade, incluindo a educação.
Segundo um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 56,1% dos negros brasileiros já sofreram algum tipo de discriminação racial. Essa discriminação pode ser verbal, física ou institucional, e tem um impacto negativo na vida das pessoas negras em todos os aspectos.
É preciso que a sociedade brasileira se conscientize sobre os perigos do racismo e se mobilize para combatê-lo. É preciso investir na educação antirracista para que as crianças aprendam a respeitar as diferenças e a construir uma sociedade mais justa e inclusiva.
O caso de Arthur é um alerta para que todos nós tomemos medidas para acabar com o racismo no Brasil. Precisamos criar um ambiente em que todas as pessoas, independentemente da sua cor de pele ou origem étnica, possam viver com dignidade e igualdade.
O que você pode fazer para combater o racismo?
Aprenda sobre a história dos negros no Brasil e no mundo e como eles foram criminalizados, marginalizados e passaram por um processo de apagamento cultural, religioso e étnico.
Conversar com seus amigos e familiares sobre racismo.
Orientar seus filhos e filhas que ninguém é melhor do que o outro por conta da cor da pele ou etnia
Exija que as instituições públicas e privadas adotem medidas antirracistas.
Apoie projetos e iniciativas que promovem a igualdade racial.
O jornalista Nill Júnior comentou nesta segunda-feira (18), na Rádio Cultura FM de Serra Talhada, a posse do suplente Nailson Gomes (Republicanos) como vereador do município. Ele assumiu a cadeira deixada por Juliana Tenório, cassada por fraude à cota de gênero. A retotalização dos votos foi conduzida pelo juiz eleitoral Marcos Sarmento em um processo […]
O jornalista Nill Júnior comentou nesta segunda-feira (18), na Rádio Cultura FM de Serra Talhada, a posse do suplente Nailson Gomes (Republicanos) como vereador do município. Ele assumiu a cadeira deixada por Juliana Tenório, cassada por fraude à cota de gênero.
A retotalização dos votos foi conduzida pelo juiz eleitoral Marcos Sarmento em um processo “rápido e célere”, segundo Nill, por meio do sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Nenhuma novidade: Nailson Gomes, que estava na suplência, acabou herdando a vaga deixada por Juliana”, disse.
O jornalista destacou que a decisão fortalece a base da prefeita Márcia Conrado (PT). “A chegada de Nailson consolida a maioria governista. Havia expectativa sobre a entrada de Vandinho, que poderia gerar debates mais acirrados, mas Nailson é um vereador de fala tranquila e alinhado com a gestão”, avaliou.
Nill Júnior também criticou o desempenho da atual legislatura. Para ele, a Câmara de Serra Talhada tem sido vista pela população como “uma das piores da história”, marcada por polêmicas e escândalos. Ele citou como exemplo a recente fala do presidente da Casa, Manoel Enfermeiro, contra a diretora do Hospital Ospan, que motivou nota de repúdio do Conselho Regional de Enfermagem.
A Câmara de Vereadores de Serra Talhada ganhou ontem um novo vereador. Marcos Oliveira, ex-presidente da Asserpe e diretor das rádios do Grupo Inocêncio Oliveira, além de tocar projetos de rádios comunitárias em cidades sertanejas, foi empossado ontem para um mandato com duração relativamente pequena, mas garante, produtivo do ponto de vista Legislativo. Ele assumiu […]
A Câmara de Vereadores de Serra Talhada ganhou ontem um novo vereador. Marcos Oliveira, ex-presidente da Asserpe e diretor das rádios do Grupo Inocêncio Oliveira, além de tocar projetos de rádios comunitárias em cidades sertanejas, foi empossado ontem para um mandato com duração relativamente pequena, mas garante, produtivo do ponto de vista Legislativo.
Ele assumiu vaga do vereador Zé Raimundo, que solicitou licença na última segunda, para passar a comandar a Secretaria de Esportes, convidado pelo Prefeito Luciano Duque.
Depois de muitas brincadeiras nas redes sociais sobre que cor de gravata usaria, se a azul do grupo de Sebastião Oliveira, pelo qual foi eleito, ou vermelha, do PT, Marcos foi sabido: escolheu vinho, justamente a mistura das duas cores.
No seu discurso, Marcos prometeu um mandato ético, e destacou algumas prioridades, como a defesa do Distrito de Varzinha, sua principal base eleitoral, guardas municipais e as tradicionais bandeiras da saúde e educação. Também fez deferência especial ao pai, José Bezerra de Carvalho, que faleceu há 19 anos e segundo ele “mais que um construtor civil, construiu uma família decente e ética” e ao ex-Deputado Inocêncio Oliveira, a quem chamou de “pai político”.
Posição política: Também havia expectativa para saber em que linha seriam os discursos para justificar, negar ou ignorar rumores de um acordão entre Marcos, Luciano Duque e Zé Raimundo. “Jamais serei oposição ao desenvolvimento de Serra Talhada. Prefeito Luciano Duque, estou a sua disposição e a disposição do deputado Sebastião Oliveira. Vou procurar o prefeito como o deputado para resolver os problemas de Serra Talhada”, afirmou.
Agenor Melo, Presidente da Câmara de Serra Talhada, Marcos Oliveira e Luciano Duque. Foto: Evandro Lira
Nos discursos seguintes, vereadores governistas fizeram a defesa do governo Luciano Duque, que havia entregue um Caps no dia anterior. O mais efusivo deles foi o petista Sinézio Rodrigues, que disse que alguns “tinha uma venda nos olhos para não ver os avanços do Governo”, antes de desejar boa sorte ao colega.
Já o prefeito Luciano Duque (PT), invocou em seu discurso a unidade de todos os políticos votados em Serra Talhada. Parte de sua equipe de governo, inclusive, estava na Câmara, praticamente lotada. Ele destacou o investimento no Centro de Atenção Psicosocial – Caps – o segundo instalado no interior e falou dos desafios da gestão em uma cidade com “50% das pessoas abaixo da linha de pobreza”.
Este blogueiro representou a Asserpe no evento. Foto: Evandro Lira
“Menudos e vereador ruim que se lasque”: o humor na solenidade foi registrado em dois momentos. O primeiro deles, quando Luciano Duque batizou de “Bancada dos Menudos” o bloco formado pelos vereadores Nailson Gomes, Sinézio Rodrigues e Marcos Oliveira. Ele pegou deixa de Sinézio, que elogiou os colegas, dizendo haver três legisladores com 42 anos.
Também não deu pra ficar com tom formal ao ouvir o vereador Manoel Enfermeiro. Ele defendeu o papel dos legisladores daquela Casa, deu um “puxão de orelha” em Sinézio para que “não entregue a idade dos colegas” e alertou vereadores que não prestem um bom trabalho. “Vereador que for ruim que se lasque pra lá”. Todos caíram na gargalhada.
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