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Presidente do Cimpajeú defende entidade em resposta a Delson Lustosa

Por Nill Júnior

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O Presidente do Cimpajeú, Dêva Pessoa, que é prefeito de Tuparetama, enviou nota ao blog a respeito da entrevista do Prefeito de Santa Terezinha, Delson Lustosa. Ele fez referências à gestão Luciano Duque para justiçar atrasos nos repasses.

“A opinião proferida por Delson Lustosa ao meu entender é uma opinião própria, pessoal, que não reflete minha opinião e com certeza a dos demais que compõe o consórcio. O amigo Luciano Duque foi presidente da instituição e naquele momento conseguimos implantar o PGIRS, plano de Resíduos Sólidos para todos os municípios, fruto de inúmeros encontros, debates e reuniões”.

Na época, diz Deva, o consórcio não poderia realizar mais ações devido a questões financeiras inclusive de inadimplência. “Fato este que está sendo aos poucos sanado com as renegociações junto aos municípios e os débitos autorizados em conta. Vale ressaltar que todo avanço ocorrido no consórcio foi e será sempre com a ajuda e união de todos”.

Continua: “Com relação à dispensa ou perdão de débitos anteriores, ratifico que está totalmente fora de cogitação uma vez que somos responsáveis por débitos de nossa gestão e por questão de respeito aos que cumpriram rigorosamente em dia com os compromissos firmados com o consórcio”.

“Não defendo apenas a gestão do colega e amigo Luciano Duque, mas sim de todos os prefeitos que já ocuparam a cadeira do presidente deste consórcio:  Totonho Valadares, Albérico Rocha, José Patriota e o próprio Luciano Duque. Cada gestão teve a sua realidade e suas dificuldades e cada gestor deu a sua contribuição, no que foi possível, para o desenvolvimento do Consórcio”.

Conclui: “Por fim, reitero os avanços conseguidos graças ao trabalho quase que sacerdotal de todas as Diretorias que pelo Cimpajeú passaram, colocando a disposição de todos, Trabalho, tempo e representatividade a disposição de Pernambuco e do Pajeú”.

Outras Notícias

Vereadora é alvo de ataque em Salgueiro

A veradora Eliane Alves (PSB) foi alvo de um ataque em uma ponte da cidade. “É com indignação e tristeza que me pronuncio diante do ato de vandalismo covarde perpetrado contra minha imagem na BR 116”, disse. Na ponte, houve a pixação “Eliane Alves Cahorra”. Ela prestou um Boletim de Ocorrência contra o ato. “Este […]

A veradora Eliane Alves (PSB) foi alvo de um ataque em uma ponte da cidade.

“É com indignação e tristeza que me pronuncio diante do ato de vandalismo covarde perpetrado contra minha imagem na BR 116”, disse. Na ponte, houve a pixação “Eliane Alves Cahorra”. Ela prestou um Boletim de Ocorrência contra o ato.

“Este é o triste presente que a politicagem de Salgueiro me ofereceu no dia do meu aniversário. Nesse ato tem dois tipos de covardes: Aqueles que agem e se escondem no anonimato e aqueles que mostram a cara para acusar a vítima de ter praticado tal ato contra si mesma em busca de promoção”, afirmou em suas redes.

“Repudio veementemente esses dois comportamentos e exijo que as autoridades investiguem e punam os responsáveis. Não permitirei que ações cruéis como essa abalem minha determinação em servir ao povo de Salgueiro com seriedade e responsabilidade”, disse.

As investigações buscam, identificar o autor da pixação.

O prefeito Marcobnes Sá lamentou o episódio. “Manifesto meu total repúdio ao ato de vandalismo contra a colega e companheira política, vereadora Eliane Alves. É inaceitável que diferenças ideológicas ou disputas políticas sejam resolvidas através de atos tão desprezíveis. Eliane é uma figura respeitada em nossa comunidade, e merece todo o nosso apoio e solidariedade neste momento”.

“A violência política, especialmente quando dirigida a uma mulher, correligionária e parlamentar eleita para representar os interesses do povo, é um ataque não apenas à integridade vereadora, mas também um atentado aos valores democráticos que defendemos com firmeza”, acrescentou.

Conversa com Raquel Lyra foi determinante para definir candidatura a Federal, diz Danilo

O Debate das Dez, dentro do Manhã Total desta quarta-feira (15), na Rádio Pajeú, com os comunicadores Juliana Lima e Júnior Cavalcanti, recebeu o pré-candidato a deputado federal pelo PSD e líder da oposição em Afogados da Ingazeira, Danilo Simões. Durante a entrevista, Danilo falou sobre a decisão de disputar o cargo, anunciada no último […]

O Debate das Dez, dentro do Manhã Total desta quarta-feira (15), na Rádio Pajeú, com os comunicadores Juliana Lima e Júnior Cavalcanti, recebeu o pré-candidato a deputado federal pelo PSD e líder da oposição em Afogados da Ingazeira, Danilo Simões.

Durante a entrevista, Danilo falou sobre a decisão de disputar o cargo, anunciada no último domingo, e revelou que a candidatura não era, inicialmente, um plano imediato. Segundo ele, o incentivo partiu de interlocutores do Governo do Estado, como integrantes do Palácio e secretários estaduais, que frequentemente o provocavam sobre a possibilidade de entrar na disputa.

O pré-candidato destacou que o cenário mudou após a visita da governadora Raquel Lyra a Afogados da Ingazeira, no dia 13 de março. Após cumprir agenda na cidade e conceder entrevista na rádio, Raquel foi convidada para um café da manhã na casa de Danilo, onde os dois tiveram uma conversa reservada.

Ele contou que o encontro aconteceu de forma espontânea, em um espaço simbólico da residência da família, marcado pela trajetória política de seus pais. Impressionada com o ambiente e sua história, a governadora iniciou uma conversa mais direta e, naquele momento, fez o convite para que ele fosse candidato.

“Não é todo dia que você recebe um convite de um governador para ser candidato”, destacou Danilo Simões, ao explicar o que motivou sua decisão de entrar na disputa eleitoral.

Conversa com Iza Arruda

Durante a entrevista, ao ser questionado pelo blogueiro Júnior Finfa sobre a relação com a deputada federal Iza Arruda — que apoiou sua candidatura a prefeito em 2024 e atualmente está alinhada à pré-candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco — Danilo detalhou como conduziu o diálogo após decidir disputar uma vaga na Câmara Federal.

Segundo ele, a decisão foi construída com transparência e antecedida por conversas. Danilo afirmou que uma das primeiras providências, ao receber o convite para ser candidato, foi comunicar o assessor da deputada, garantindo que a informação chegasse também a Iza Arruda. Ele ressaltou que, na política, a credibilidade é fundamental e que não tomaria uma decisão desse porte sem diálogo prévio.

O pré-candidato reconheceu que houve resistência inicial, diante do impacto político da decisão para o grupo em Afogados da Ingazeira, especialmente após o apoio recebido na disputa municipal. No entanto, destacou que o cenário político, incluindo o posicionamento de Iza Arruda no campo de oposição à governadora Raquel Lyra, também influenciou na avaliação estratégica.

Danilo Simões enfatizou que todos os pontos foram discutidos internamente e reforçou que “ninguém fez nada pelas costas”, destacando que o processo foi conduzido com diálogo e responsabilidade política.

Críticas à estratégia de João Campos

Danilo fez críticas à estratégia política adotada por João Campos e disse acreditar na vitória de Raquel Lyra. Assista:

Eraldo Moura sinaliza possível rompimento com grupo de Nicinha Melo em Tabira

Na manhã desta terça-feira (23), a produção do programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM de Tabira, recebeu uma informação exclusiva de uma fonte política local altamente confiável. A notícia sugere que o vereador Eraldo Moura estaria se preparando para deixar o grupo político liderado pela prefeita Nicinha Melo. As informações foram divulgadas pelo jornalista […]

Na manhã desta terça-feira (23), a produção do programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM de Tabira, recebeu uma informação exclusiva de uma fonte política local altamente confiável. A notícia sugere que o vereador Eraldo Moura estaria se preparando para deixar o grupo político liderado pela prefeita Nicinha Melo. As informações foram divulgadas pelo jornalista Júnior Alves em uma postagem em seu Instagram.

Segundo Júnior, a fonte revelou que Eraldo Moura já estaria confidenciando sua decisão de deixar o grupo para pessoas próximas. O suposto descontentamento teria se originado a partir da posição do vereador contra a contratação de um empréstimo no valor de R$ 4 milhões pelo governo de Nicinha junto ao Banco do Brasil. Desde esse posicionamento, o vereador teria experimentado um tratamento de indiferença dentro do grupo.

Alves chamou a atenção para que curiosamente, durante as sessões da Câmara, observou-se que Eraldo Moura não tem mais defendido o governo com a mesma efusividade de antes, o que levanta questionamentos sobre a estabilidade de sua relação com a prefeita.

Ainda segundo o jornalista, além disso, a aproximação de Eraldo Moura com o vice-prefeito Marcos Crente também foi destacada como um fator que vem causando desconforto no grupo da prefeita. Testemunhas afirmam ter observado os dois políticos em diversas ocasiões juntos.

Caso o rompimento se confirme, Eraldo Moura poderá seguir um caminho de retorno ao grupo que o elegeu na última eleição. Especulações sobre os próximos passos do vereador e os desdobramentos políticos na cidade já estão gerando discussões entre os cidadãos locais.

“Tenho certeza que a minha hora vai chegar”, diz Igor Mariano sobre encabeçar majoritária

Por André Luis No Debate das Dez da Rádio Pajeú FM 104,9, desta quarta-feira (24), o coordenador da Ciretran de Afogados da Ingazeira, Heleno Mariano e o presidente da Câmara de Vereadores, Igor Sá Mariano, avaliaram a votação da vereadora por Recife Aline Mariano, principalmente em Afogados da Ingazeira. Aline que também participou por telefone, […]

Por André Luis

No Debate das Dez da Rádio Pajeú FM 104,9, desta quarta-feira (24), o coordenador da Ciretran de Afogados da Ingazeira, Heleno Mariano e o presidente da Câmara de Vereadores, Igor Sá Mariano, avaliaram a votação da vereadora por Recife Aline Mariano, principalmente em Afogados da Ingazeira. Aline que também participou por telefone, foi candidata a deputada estadual no último pleito do dia 7 de outubro, mas não conseguiu alcançar a votação necessária para ocupar uma vaga, totalizando 21.103 votos no Estado.

Em suma, Heleno e Igor se disseram satisfeitos com a votação de Aline, agradeceram o apoio do prefeito José Patriota e dos eleitores do município que deram 5.957 votos à Aline.

Sobre o seu comentário de que o deputado Waldemar Borges havia tido uma votação “pífia”, o que teria sido rebatido pelo ex-prefeito Totonho Valadares em entrevista à Rádio Pajeú de que seria comentário de “pessoas que não sabem perder”, Heleno disse que o seu comentário não foi feito com a intenção de ofender ninguém e sim uma análise baseada em números.

“Qualquer cidadão que conhece de política sabe que numa eleição em que o candidato com comitê instalado, e com um grupo político apoiando, tem mil votos, é uma votação pífia”, disse Heleno.

Questionado se seguiriam o prefeito José Patriota em 2020, Igor disse que ainda estava muito distante e que os cenários não podem ser previstos, mas que obviamente estão no grupo da Frente Popular e que o condutor do processo é o prefeito José Patriota e que isso será respeitado.

“Obviamente a gente deve gratidão ao prefeito pelo gesto que teve com Aline, votando nela, ele, o vice-prefeito Sandrinho e todas as lideranças da Frente Popular, então, está longe, mas temos esses dois fatores que com certeza irão pesar muito na decisão que a gente vai tomar”, disse Igor.

Provocado se encabeçaria uma chapa como majoritário, Igor disse que tem vontade. “Eu tenho vontade, nunca disse que não tenho, já fui vereador duas vezes, já fui duas vezes presidente da Câmara, acho que tenho dado uma contribuição ao parlamento aqui da nossa cidade, importante inclusive como presidente e tenho vontade de alçar novos voos, mas isso não é decisão só minha, é preciso ouvir pessoas, ouvir o grupo político, a minha família, o prefeito José Patriota, as lideranças da Frente Popular e tomar a melhor decisão. Eu tenho certeza que a minha hora vai chegar”, disse Igor.

Avaliando a sua votação, a vereadora Aline Mariano relatou que a perda do pai durante o processo eleitoral pesou muito, e por isso não teve o mesmo ritmo, mas se disse feliz com o resultado. “Foram 21.103 pessoas que depositaram um voto de confiança. Uma campanha bonita, propositiva, limpa e transparente”, disse Aline.

Ainda segundo Aline, o grupo ganhou politicamente e perdeu eleitoralmente, mas que no conjunto foi muito bom. “Afogados deu uma demonstração de força”, disse Aline.

Aline destacou que a luta não se dá por vencida e que haverá outras eleições. “A gente vai continuar construindo esse projeto juntos.”

Governo Lula mapeia sigilos de Bolsonaro

Na mira, visitas ao Planalto, cloroquina no Exército e processo disciplinar de Pazuello Os sigilos impostos pelo governo Bolsonaro ao processo disciplinar contra o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, a registros de visitas ao Palácio do Planalto e à compra de cloroquina pelo Exército estão na mira do governo Lula (PT). Também estão as negativas […]

Na mira, visitas ao Planalto, cloroquina no Exército e processo disciplinar de Pazuello

Os sigilos impostos pelo governo Bolsonaro ao processo disciplinar contra o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, a registros de visitas ao Palácio do Planalto e à compra de cloroquina pelo Exército estão na mira do governo Lula (PT).

Também estão as negativas de acesso a informações sobre a política de ampliação do acesso às armas promovida pela gestão anterior, como dados sobre registros de armas mantidas pelo Exército e pela Polícia Federal, e aqueles usados para a elaboração de atos normativos.

Esses e outros casos de negativa de divulgação de informações públicas foram mapeados, e criticados, pela equipe de transição, que vai recomendar ao agora presidente Lula que todos os órgãos federais revisem as decisões que desvirtuam o princípio da Lei de Acesso à Informação (LAI).

Sancionada por Dilma Rousseff (PT), a LAI estabelece que a transparência é a norma e o sigilo deve ser exceção.

A classificação de dados públicos como reservados – o que impede sua divulgação durante um determinado período – deve ser excepcional e justificada com critérios técnicos, mas, na visão de integrantes do governo, foi banalizado no governo anterior.

O entendimento é que o sigilo – em alguns casos, de 100 anos – foi usado para proteger interesses pessoais e políticos de Jair Bolsonaro (PL). Por isso, o governo Lula pretende derrubar todos os vetos a pedidos de acesso à informação que não seguiram critérios técnicos.

O caso mais simbólico é o processo disciplinar aberto contra Pazuello. Embora o procedimento diga respeito a atuação pública do ex-ministro da Saúde, o documento foi mantido em sigilo com o pretexto de preservar a honra do general.

Defesa da honra também foi o argumento para impor sigilo a informações sobre as visitas de Carlos e Eduardo Bolsonaro, filhos do ex-presidente, ao Palácio do Planalto. As informações são do blog da Andréia Sadi/G1