Presidente da Câmara de Serra Talhada pede debate mais propositivo
Por Nill Júnior
O presidente da Câmara de Vereadores de Serra Talhada, Manoel Enfermeiro, quebrou o silêncio na sessão desta terça-feira (18) e fez um pronunciamento firme pedindo o fim das trocas de acusações entre parlamentares.
Segundo ele, a Câmara tem sido alvo de cobranças constantes, inclusive através de mensagens que chegam diretamente ao seu telefone.
O presidente afirmou estar recebendo “oito mensagens” no momento do debate e lamentou a falta de propostas concretas por parte de alguns vereadores.
Manoel Enfermeiro pediu que os parlamentares direcionem seus esforços para temas relevantes. Para ele, o excesso de acusações pessoais prejudica o trabalho legislativo e afasta o foco das prioridades da população.
Vereadores da bancada governista em Arcoverde, incluindo a Presidente Célia Galindo não compareceram à sessão da Câmara destinada a instalar a CPI que investigará desvios num programa social do Governo da prefeita Madalena Britto. Assim, os cinco parlamentares da oposição se encarregaram de abrir e instalar a CPI. Coube ao vice-presidente Everaldo Lira, do PTB, presidir a […]
Vereadores da bancada governista em Arcoverde, incluindo a Presidente Célia Galindo não compareceram à sessão da Câmara destinada a instalar a CPI que investigará desvios num programa social do Governo da prefeita Madalena Britto.
Assim, os cinco parlamentares da oposição se encarregaram de abrir e instalar a CPI. Coube ao vice-presidente Everaldo Lira, do PTB, presidir a sessão e dar por criada a CPI. “Independe de quórum para criação da Comissão”, disse Lira ao YouTube de Romero Albuquerque.
O PTB terá dois representantes na CPI, o vereador Heriberto do Sacolão e a vereadora Zirleide Monteiro. Indicada pelo Avante, Cybele Roas, pré-candidata a prefeita completa o número de integrantes exigido pelo regimento interno da Câmara. Célia Galindo chegou a dizer que daria sequência ao processo.
Na presidência da CPI ficou própria Cybele Roas e como relatora Zirleide Monteiro. Heriberto do Sacolão assume a secretaria. Faltaram à sessão a presidente da casa, vereadora Célia Galindo e os vereadores Siquerinha, João Taxista, Geraldo Vaz, Luiza Margarida, todos do PSB de Madalena, e a vereadora Cleriane Medeiros, que é filiada ao Avante.
Enquanto a quantidade de mortes pelo novo coronavírus cresce diariamente no Brasil, com a quantidade de óbitos tendo chegado a 92 nesta sexta-feira (27/3), o presidente Jair Bolsonaro não se mostrou combalido pelo diagnóstico da Covid-19 no país. Segundo ele, “o povo tem que ir pra rua trabalhar e deixar o vovô e a vovó […]
Enquanto a quantidade de mortes pelo novo coronavírus cresce diariamente no Brasil, com a quantidade de óbitos tendo chegado a 92 nesta sexta-feira (27/3), o presidente Jair Bolsonaro não se mostrou combalido pelo diagnóstico da Covid-19 no país.
Segundo ele, “o povo tem que ir pra rua trabalhar e deixar o vovô e a vovó em casa”, pois “o número de óbitos por pessoas abaixo de 40 anos é insignificante”.
“Será que uma pessoa, um jovem morreu na… Não sei aonde, qual o país, tenha 10 anos de idade… Uma pessoa não pode entrar em estatística. Ela podia ter outros problemas. É natural. Às vezes a pessoa já nasce com problema sério de saúde”, disse o presidente da República, em entrevista ao programa Brasil Urgente.
Durante a conversa com o apresentador José Luiz Datena, Bolsonaro apresentou os dados de quinta-feira (26/3) do Ministério da Saúde, quando a quantidade de mortes por Covid-19 era de 59. Ele destacou que não havia motivo para pânico entre jovens e adultos porque a doença é mais perigosa para os idosos.
“Dos 59 mortos, a grande maioria, quase totalidade, é na parte de cima de 70 anos. De 70 a 79 anos, foram 20 pessoas. Entre 80 e 89 anos, 23 pessoas. E acima de 90 anos, cinco. Então, temos aqui 48 pessoas acima de 70 anos num universo de 59 (mortos)”, explicou.
“A realidade está aí e, para 90% da população, isso vai ser uma gripezinha ou nada. Nós vamos calcular 10% que vai ter algo um pouco mais grave, por assim dizer. É uma minoria, e naquele grupo de risco. E o que é o grupo de risco? Acima dos 60 anos”, acrescentou Bolsonaro.
O Governo Municipal de Sertânia está dando continuidade em 2020 à política de arborização da cidade. Ano passado a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente iniciou o processo de plantação de árvores em vários espaços públicos, como a Academia das Cidades na Vila da Cohab. Além disto, a prefeitura realiza diariamente a distribuição de mudas […]
O Governo Municipal de Sertânia está dando continuidade em 2020 à política de arborização da cidade. Ano passado a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente iniciou o processo de plantação de árvores em vários espaços públicos, como a Academia das Cidades na Vila da Cohab. Além disto, a prefeitura realiza diariamente a distribuição de mudas para a população.
Entre as mudas disponíveis no viveiro municipal estão noni, nim, tamarindo, sobrião, jurema, catingueira, morina e ipê. A ação tem como objetivo promover a valorização e preservação do meio ambiente e ampliar os espaços verdes. A ideia é incentivar o cultivo de mudas, que podem ser plantadas em quintais e jardins residenciais. A proposta é que a própria comunidade contribua com a arborização e entenda a importância da sustentabilidade.
O plantio de mudas ajuda, entre tantas outras coisas, na melhoria da temperatura e na qualidade do ar. As pessoas que desejam uma muda devem se dirigir a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, Rua Cel. Siqueira Campos, nº 38, Centro, para pegar uma ordem e retirar a muda no viveiro. O horário de funcionamento da Secretaria é das 7h às 13h.
A distribuição regular de mudas faz parte de um conjunto de ações do Governo Municipal de Sertânia que visa o cuidado com o meio-ambiente. Em 2019, a prefeitura aderiu ao projeto da Compesa, Florestar. A ação trata-se de uma iniciativa para ampliar o número de áreas verdes no município.
Sertânia vai receber uma assistência técnica e deve elaborar um plano de arborização, indicando, por exemplo, os locais da cidade que mais necessitam dessa intervenção. Serão distribuídas 100 mudas.
Um dos pontos mais importantes do projeto é a formação de alunos. Uma oficina capacitará 100 estudantes da rede municipal, que terão aulas teóricas e depois vão participar de um mutirão de plantação de árvores. A ideia é que essas crianças e adolescentes tornem-se multiplicadores do trabalho.
Os grupos de mulheres Guerreiras Pernambucanas e Artesanatos Pajeú, integrantes da Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú, foram contemplados com o Prêmio de Inovação Comunitária, concedido pela Brazil Foundation, fundação que capta recursos por meio de doações para investir no Brasil há 15 anos. Lançado em 2015 com o objetivo de apoiar iniciativas informais, o […]
Os grupos de mulheres Guerreiras Pernambucanas e Artesanatos Pajeú, integrantes da Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú, foram contemplados com o Prêmio de Inovação Comunitária, concedido pela Brazil Foundation, fundação que capta recursos por meio de doações para investir no Brasil há 15 anos.
Lançado em 2015 com o objetivo de apoiar iniciativas informais, o Prêmio de Inovação Comunitária recebeu 144 inscrições, sendo selecionadas 74 iniciativas para financiamentos de até R$ 5 mil. Ao todo, Pernambuco obteve seis experiências vencedoras, com destaque para as iniciativas pajeuzeiras “Projeto Mulheres Caatingueiras”, do grupo Guerreiras Pernambucanas, e “Moda Matuta”, do grupo Artesanatos Pajeú.
O grupo Guerreiras Pernambucanas, da comunidade Caroá, em Iguaracy, é composto por vinte mulheres agricultoras de base familiar que retiram da Caatinga a matéria prima para a produção de sabonetes fitoterápicos. “O recurso será usado para melhorar a infraestrutura do grupo, aquisição de matéria prima e capacitação das mulheres sobre produção e gestão, além do reconhecimento externo de nossa gestão coletiva”, afirma Lidiane Nobre dos Santos, de 24 anos, coordenadora do grupo.
O grupo Artesanatos Pajeú, com sede no Bairro São Sebastião, em Afogados da Ingazeira, é composto por seis artesãs que se dedicam à produção de roupas femininas a base de retalhos. O recurso será investido na ampliação dos equipamentos de produção, divulgação e comercialização dos produtos. “Vamos investir em etiquetas, maquinários e produção de um desfile de moda”, comemora Elaine Rodrigues de Souza, de 47 anos, coordenadora do grupo.
Em uma entrevista que vai ao ar na íntegra nesta segunda (22) no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o Monsenhor Assis Rocha, que a região aprendeu a chamar de Padre Assis, afirmou que pelo que tem acompanhado, há pouca renovação nos quadros da política nas cidades da região. “O que acho interessante e que […]
Em uma entrevista que vai ao ar na íntegra nesta segunda (22) no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o Monsenhor Assis Rocha, que a região aprendeu a chamar de Padre Assis, afirmou que pelo que tem acompanhado, há pouca renovação nos quadros da política nas cidades da região.
“O que acho interessante e que escuto nome de chefes políticos de Serra Talhada: são os mesmos. Nomes de chefes políticos de Flores: são os mesmos. De Tabira, são os mesmos. O pessoal quer manter-se no poder o tempo todo. Mesmo envelhecidos, estão aí atrás da ganância do poder. A gente não dá chance a um mais novo de entrar. De também mostrar que é capaz”, reclamou.
O padre também criticou a postura comum em rádios do Nordeste de profissionais de emissoras de rádio que não tem isenção plena e muitas vezes acabam cedendo à cooptação de políticos, neste período.
“São problemas assim que devemos enfrentar. Tem colega teu que come toco de políticos, de gente safada que quer comprar a consciência e come a consciência do comunicador. Ele sabe que aquele comunicador, o que diz, o pessoal ouve. E o comunicador se rende, se vendem, se acovarda diante daquele camarada”.
Ele deu exemplo de melhoria alcançada Educadora de Sobral, após assumir a emissora. “É uma rádio limpa na sua programação. Não botamos propaganda de motel, cachaça, bebida alcoólica. Dizem, padre o senhor vai ter prejuízo. Deixa ter. O evangelho é que sai ganhando. Melhor ter prejuízo material fazendo trabalho decente do que confiar nesse dinheiro a que vocês dão fruto da maldade e da safadeza”.
Padre Assis teve passagem marcante pela Diocese, como sacerdote em paróquias importantes e também como Diretor da Rádio Pajeú, com trabalho considerado revolucionário para seu tempo. Também foi apresentador da sua Crônica ao Pé do Ouvido. Ainda hoje, acompanha com muito amor e saudade a programação da primeira emissora do Sertão Pernambucano.
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