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Presidente da ADAGRO diz conversar com prefeitos para frear abate clandestino no Pajeú

Por Nill Júnior

O Presidente da ADAGRO, Paulo Roberto de Andrade Lima, tomou conhecimento através do blog do esquema de abate de carne clandestina na região do Pajeú.

Segundo o presidente,  houve uma ampla discussão do tema com o prefeito Sandrinho Palmeira e outras autoridades regionais sobre o papel da atuação da Vigilância Sanitária e responsabilidades.

Ele garantiu que a ADAGRO dará outros encaminhamentos para buscar barrar a prática,  tão nociva à região.

Como noticiamos , há queda vertiginosa no número de animais abatidos legalmente. A informação foi confirmada pelo Abatedouro Equipabat. Como o consumo de carne não caiu, apesar da alta nos preços, fica óbvio constatar que a volta do abate clandestino é uma realidade.

O drible dos açougueiros funciona assim: declaram e realizam abates que não correspondem a 20% muitas vezes do que comercializam. É como se a cada cem quilos de carne, apenas vinte passassem pelo abatedouro.

O resto é abatido de forma clandestina. Marchantes correm do abate legal porque existem custos de deslocamento, logística e de abate, para suprir o processo industrial.

A constatação leva a outra mais grave: a população das cidades da região que tem esse drible, como Afogados da Ingazeira, por exemplo, estão consumindo carne de origem duvidosa e podem até estar sujeita a doenças graves.

O abatedouro Equipabat até faz uma campanha na Rádio Pajeú cobrando a apresentação da Ficha de Inspeção Animal. Mas falta fiscalização.

Pior é que a checagem é simples: basta cruzar o volume de carne comercializada nos açougues dentre as que tem ou não a Ficha de Inspeção Animal. Fica óbvio a distorção entre a carne comercializada e a carne legalmente abatida.

Um problema que põe em risco a presença do Abatedouro Industrial, nossa saúde e estimula a volta do abate clandestino , que ultimamente, corre a fole.

O Abatedouro Industrial foi entregue em 2014 e passou a ser gerido por uma empresa que venceu a licitação para conduzí-lo, a Equipabat, que já gerenciava os abatedouros regionais de Garanhuns, Barreiros e Palmares.

Outras Notícias

Palocci diz que Lula renovou MP em troca de dinheiro para filho

G1 Em depoimento à Justiça Federal nesta quinta-feira (6), o ex-ministro da Fazenda do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Antonio Palocci, afirmou que o ex-presidente renovou uma medida provisória em troca de dinheiro para o filho Luís Claudio Lula da Silva. A compra de medidas provisórias é investigada na Operação Zelotes, deflagrada em […]

G1

Em depoimento à Justiça Federal nesta quinta-feira (6), o ex-ministro da Fazenda do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Antonio Palocci, afirmou que o ex-presidente renovou uma medida provisória em troca de dinheiro para o filho Luís Claudio Lula da Silva.

A compra de medidas provisórias é investigada na Operação Zelotes, deflagrada em 2015, que também apura irregularidades em decisões do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda que julga processos das empresas envolvendo questões tributárias.

A defesa do ex-presidente Lula disse que as declarações de Palocci tem “nítido objetivo de atacar a honra e a reputação” dele e de seu filho, Luís Claudio. Ainda segundo a defesa de Lula, Palocci sabe que suas afirmações “são mentirosas” e “não poderão ser confirmadas por qualquer testemunha”.

Em nota, a executiva nacional do PT afirmou que Palocci mentiu no depoimento e “não tem credibilidade para acusar Lula nem ninguém”.

A defesa de Luís Claudio afirmou em nota que o filho de Lula jamais tratou de qualquer medida provisória ou de atos de governo com Palocci ou com qualquer outra pessoa.

“Tampouco solicitou ou recebeu qualquer valor ilícito. Os valores por ele recebidos da Marcondes & Mautoni remuneraram serviços comprovadamente realizados na área de marketing esportivo e foram empregados na realização de um campeonato nacional de futebol americano amplamente divulgado, inclusive com a exibição de partidas por canais de televisão”, ressaltaram os advogados de Luís Claudio.

No depoimento desta quinta, Palocci disse que recebeu o filho do ex-presidente em seu escritório de consultoria entre o final de 2013 e o início de 2014.

Segundo o ex-ministro, ele pediu apoio para fechar o orçamento de um evento que organizaria em 2014. O valor pedido seria em torno de R$ 2 e R$ 3 milhões. “Tenho testemunhas, registro de telefonema dele, agendas”, afirmou o ex-ministro.

Palocci disse que sempre falava com Lula quando alguém o procurava com pedidos. E que, neste caso, Lula disse que já estava resolvido porque já tinha falado com Mauro Marcondes.

Mauro Marcondes era dono da Marcondes e Mautoni que, segundo relatório da Polícia Federal (PF), repassou R$ 2,5 milhões à LFT Marketing Esportivo, empresa de Luís Claudio Lula da Silva, por uma consultoria. Ainda segunda a PF, o conteúdo da consultoria foi copiado da internet. Esse pagamento está sendo investigado na Operação Zelotes.

“Eu fui falar com o ex-presidente Lula para ver se ele me autorizava a fazer isso. Sempre que alguém pedia em nome do ex-presidente Lula eu consultava o ex-presidente Lula. Aí que o presidente Lula me falou que não precisa atender o Luís Claudio, porque eu já resolvi esse problema com o Mauro Marcondes”, explicou Palocci. Marcondes chegou a ser preso, em 2016, em uma das fases da Operação Zelotes.

“Aí eu perguntei inclusive: Mas então porque ele me procurou? Ai o ex-presidente disse: porque ele não sabe que eu fiz isso. Mas pode esquecer que eu já resolvi o problema”, completou.

“Aí ele e me contou que foi através da renovação da 471 [medida provisória], que foi feita através de uma emenda parlamentar, na Câmara dos Deputados, que renovou os benefícios da Caoa e da Mitsubishi a partir daquele ano. E que ele tinha pedido uma contribuição, para que o Mauro Marcondes pedisse uma contribuição às empresas, e essa contribuição seria transferida ao filho dele”, concluiu Palocci durante depoimento à Justiça Federal.

Grupo de Idosos de Solidão comemora participação nos Jogos da Terceira Idade

Aconteceu no último domingo  a primeira edição dos Jogos Municipais da Terceira Idade no município de Afogados da Ingazeira no Ginásio Desportivo Municipal. O evento teve a participação dos grupos de idosos das  cidades de Afogados da Ingazeira (Renascer e Boa Idade), Solidão (Despertar para Viver), Arcoverde (Grupo da Fundação Terra) e São José do […]

Aconteceu no último domingo  a primeira edição dos Jogos Municipais da Terceira Idade no município de Afogados da Ingazeira no Ginásio Desportivo Municipal.

O evento teve a participação dos grupos de idosos das  cidades de Afogados da Ingazeira (Renascer e Boa Idade), Solidão (Despertar para Viver), Arcoverde (Grupo da Fundação Terra) e São José do Egito (Associação da Terceira Idade). Os idosos disputaram nas modalidades de Basquete, Handebol, Voleibol.

O grupo de idosos da cidade de Solidão foi o grade destaque sendo campeão em todas as modalidades da competição. Outros aspectos também chamaram a atenção do público e dos organizadores como: torcida bem organizada, caracterização, apresentação de dança que envolveu todos os idosos do grupo, além de ser o único grupo que foi composto por mais homens.

O prefeito do município Djalma Alves e a Secretária de Assistência Social Silvia Almeida estiveram presentes no evento, além da equipe do serviço de convivência, Nildiluce Oliveira Coordenadora do SCFV, o professor e Coordenador do grupo, Paulo Amaral e as facilitadoras, Jainne Freitas e Maria Aparecida.

“Quando se fala no grupo da terceira idade, são pessoas que fazem parte da história do nosso município. A terceira idade tem muito a contribuir para os mais novos dando exemplos de suas próprias vidas. Quando a Prefeitura se envolve, é porque esse é o espírito da nossa administração: sermos ativos com a comunidade e estarmos sempre presentes, nossos idosos deram um show de representatividade e compromisso”, declarou o Prefeito, Djalma Alves.

“É de suma importância esse trabalho realizado para a terceira idade, de trazê-los para perto de nós nos serviços de convivência e proporcionar um dia de atividades para que tenham integração social e se divirtam. Parabéns aos nossos idosos pela brilhante disputa e representação”, afirmou, Silvia Almeida, Secretária de Assistência Social.

Ao final, Solidão ainda comemorou as vitórias sobre São José do Egito por 7×6 no Basquete,13×3 sobre Afogados da Ingazeira no Handebol e 6 x 5 sobre Arcoverde no Voleibol.

Internautas rebatem comentário infeliz de Ciro Nogueira no Twitter

O senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-chefe da Casa Civil no governo Bolsonaro, usou as suas redes sociais para criticar a volta da campanha de vacinação divulgada pelo Ministério da Saúde.  “Um governo voltado para o passado chama ídolos do passado. Coerente”, tuitou o senador comentando a foto em que a ex-apresentadora Xuxa Meneguel aparece ao […]

O senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-chefe da Casa Civil no governo Bolsonaro, usou as suas redes sociais para criticar a volta da campanha de vacinação divulgada pelo Ministério da Saúde. 

“Um governo voltado para o passado chama ídolos do passado. Coerente”, tuitou o senador comentando a foto em que a ex-apresentadora Xuxa Meneguel aparece ao lado do símbolo da campanha de vacinação, Zé Gotinha.

Internautas rebateram o senador comentando em sua postagem. O jornalista Chico Pinheiro escreveu: “Você queria que o ídolo fosse quem? Brilhante Ustra? Ora, vá conversar com o Pazuello!”, rebateu Pinheiro.

A cantora Zélia Duncan também comentou na postagem de Ciro: “Você, Ciro Nogueira, prefere tortura e ditadura, coisas “novas” e saudáveis pras crianças, né? Toma vergonha! Comentário burro, normal. Malvado, normal. Inútil, normal”.

“Moderno é ser negacionista da ciência e das vacinas, né? E o cursinho para aprender a ser oposição, já começou?”, cutucou o internauta Médico de Postinho.

“Moderno é exterminar índio e ser anti-vacina igual você gosta né patrão?” e “O senhor não tem vergonha não? Se o senhor tinha uma biografia (desconheço) ela se acabou quando o Sr. resolveu apoiar o fascistinha genocida. Recolha-se”, foram mais alguns comentários que rebateram a postagem do senador.

Especialistas defendem que combate à corrupção exige reforma penal

Do Correio Braziliense Envolto por uma sequência de notícias do envolvimento de políticos no maior esquema de corrupção no país, investigado pela Operação Lava-Jato, 2015 foi marcado pelo escancaramento de escândalos e apontou uma série de desafios pela frente no combate aos atos ilícitos. Casos emblemáticos, como o do ex-senador Luiz Estevão, mostram que ainda […]

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Do Correio Braziliense

Envolto por uma sequência de notícias do envolvimento de políticos no maior esquema de corrupção no país, investigado pela Operação Lava-Jato, 2015 foi marcado pelo escancaramento de escândalos e apontou uma série de desafios pela frente no combate aos atos ilícitos. Casos emblemáticos, como o do ex-senador Luiz Estevão, mostram que ainda são necessárias mudanças, principalmente no sistema judicial, para que a luta contra a impunidade se torne efetiva. Condenado a 26 anos de prisão por desvios de recursos públicos, ele não tem perspectiva de quando será preso. O Ministério Público Federal (MPF) propôs neste ano 10 medidas de combate à corrupção a serem enviadas ao Congresso como projeto de lei de iniciativa popular. Para especialistas, entre as propostas mais urgentes está a revisão da extensa possibilidade de recursos apresentados pela defesa, uma vez que a lentidão provocada por esses mecanismos leva, muitas vezes, à prescrição da pena.

Algumas das medidas propostas pelo MPF foram enviadas também pelo Executivo ao Legislativo e algumas já tramitam, como o caso das que tipificam o crime de enriquecimento ilícito de servidores públicos e estabelecem a perda antecipada de bens obtidos por meio de corrupção. Outras propostas buscam tornar mais rígida a punição aos desvios de recursos e acelerar o trâmite dos processos. Na última semana, o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa do MPF que atua na Lava-Jato, criticou a lentidão da Justiça e citou como exemplo o caso de Luiz Estevão. O ex-senador foi condenado a mais de duas décadas de cadeia por desvios de recursos das obras do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, nos anos 1990. No último dia 9, a condenação foi reforçada, quando um agravo regimental extraordinário foi rejeitado. A publicação do acórdão, porém, leva, em média, 231 dias para ocorrer e a prisão efetiva do ex-senador pode ultrapassar dois anos.

Devido às falhas no sistema judicial, a defesa costuma adotar a tática de apresentar uma série de recursos e postergar ao máximo o processo até que a pena seja prescrita. Esse é um dos maiores problemas na avaliação da promotora de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social, Cláudia Tomelin. “A Lava-Jato foi um ponto fora da curva, porque, no Brasil, as penas prescrevem. Os casos demoram muito para tramitar. As pessoas não querem colaborar com a Justiça. Os benefícios são maiores do que os custos”, diz. Segundo ela, o escândalo do mensalão foi importante para marcar uma mudança na forma de os processos correrem. Isso porque os denunciados não quiseram repetir o caso do empresário Marcos Valério, que segue preso após ter sido condenado a 40 anos depois de delatar o esquema. Esse fator impulsionou os denunciados na Lava-Jato a fazerem acordos de delação premiada.

TCE vai apresentar levantamento sobre a destinação do Lixo em Pernambuco

Nesta terça-feira (7), às 10h da manhã, técnicos do Tribunal de Contas de Pernambuco darão uma coletiva de imprensa para divulgar o levantamento sobre a destinação do lixo em Pernambuco. O levantamento foi feito a partir de dados fornecidos pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) e inspeções realizadas pelo próprio Tribunal de Contas. É […]

Fumaça do lixão de afogados da Ingazeira. No Sertão, poucas cidades tem tratamento adequado

Nesta terça-feira (7), às 10h da manhã, técnicos do Tribunal de Contas de Pernambuco darão uma coletiva de imprensa para divulgar o levantamento sobre a destinação do lixo em Pernambuco.

O levantamento foi feito a partir de dados fornecidos pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) e inspeções realizadas pelo próprio Tribunal de Contas. É possível saber quais as cidades que depositam os resíduos sólidos em aterros sanitários, bem como os locais onde a destinação ainda é feita de forma irregular, com um comparativo desde 2012.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei nº 12.305/2010, entrou em vigor a partir de agosto de 2010, ou seja, há cinco anos, no entanto, os dados revelam que não houve muitas mudanças, apesar de o prazo para a disposição ambientalmente adequada dos resíduos, definido na referida lei, ter se esgotado desde agosto de 2014.

Todas informações sobre o estudo serão detalhadas pela equipes da Coordenadoria de Controle Externo e do Núcleo de Engenharia. Em resumo, vem aí pressão para os prefeitos que não priorizaram o tema do lixo.