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FIEPE realiza curso de oratória em Petrolina

Por Nill Júnior

O medo de falar em público é mais comum entre os brasileiros do que se imagina. Segundo a psicóloga e especialista em mediação de conflitos, Arquivânia de Paula, esse nervosismo decorre do receio que as pessoas têm de se exporem ao ridículo.

Uma situação que pode ser evitada, a partir do uso de técnicas de comunicação. De olho nisso, a unidade regional da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), está promovendo no SENAI de Petrolina o curso ‘Comunicação empresarial e oratória’, que terá 12h de duração.

O curso, que reúne gestores, professores, analistas de recursos humanos e jornalistas, começou nesta sexta-feira (27) e segue até a tarde deste sábado (28).

A capacitação técnica trabalha teoria e prática simultaneamente, aprimorando os conhecimentos por meio de dinâmicas de grupo e debates. Para Arquivânia de Paula, que é professora de oratória, as pessoas até sabem o conteúdo que querem transmitir, mas travam na hora de falar para a plateia.

“Expressar-se em público ainda é um tabu muito grande e quando não trabalhado pode atrapalhar o nosso desenvolvimento profissional”. A instrutora ainda enfatiza que “no geral, são os profissionais ligados a comunicação interpessoal que mais se interessam pelo curso, mas a capacitação busca ajudar a qualquer um a superar o pânico e lograr êxito no seus dia a dia”, disse.

As técnicas de comunicação, formas de expressão corporal e os erros mais comuns cometidos por interlocutores vêm sendo abordados nas aulas, que estão com a sala lotada.  Entre as cadeiras concorridas está a administradora de empresas, Zenaide Ferraz.

Gestora de uma multinacional em Petrolina há 14 anos, a executiva disse buscar no curso o aperfeiçoamento profissional. “Normalmente nos comunicamos de forma improvisada e é muito importante para mim me apresentar de maneira mais formal, como palestrante”, afirma.

Outras Notícias

Youssef pagou R$ 2,3 milhões a Vargas, diz Polícia Federal

Do Estadão Conteúdo A Polícia Federal tem provas de que a lavanderia de dinheiro do doleiro Alberto Youssef -peça central da Operação Lava Jato- foi usada pelo ex-deputado federal do PT André Vargas (sem partido-PR), entre 2013 e 2014, para o recebimento de R$ 2,3 milhões em dinheiro vivo. São notas fiscais, registros de depósitos […]

Vargas (à esquerda) e seu irmão Leon foram dois dos sete presos na última sexta-feira
Vargas (à esquerda) e seu irmão Leon foram dois dos sete presos na última sexta-feira

Do Estadão Conteúdo

A Polícia Federal tem provas de que a lavanderia de dinheiro do doleiro Alberto Youssef -peça central da Operação Lava Jato- foi usada pelo ex-deputado federal do PT André Vargas (sem partido-PR), entre 2013 e 2014, para o recebimento de R$ 2,3 milhões em dinheiro vivo.

São notas fiscais, registros de depósitos e trocas de e-mails envolvendo a contadora do doleiro, Meire Poza, e a IT7 Soluções, empresa que tem contratos milionários com órgãos públicos, em especial a Caixa Econômica Federal, o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), vinculado ao Ministério da Fazenda, e outros órgãos de governo.

Só da Caixa foram mais de R$ 50 milhões recebidos em 2013. Com escritório no Paraná, a IT7 é administrada por Marcelo Simões, mas controlada pelo ex-deputado e por seu irmão Leon Vargas, segundo sustentam investigadores da Lava Jato.

Vargas e seu irmão Leon foram dois dos sete presos na última sexta-feira, alvos da nova etapa da Lava Jato, batizada de “A Origem”, 11.ª fase da investigação que mira em contratos de publicidade de órgãos públicos, inclusive na Petrobras – estatal em que um núcleo de empreiteiras teriam formado cartel para assumir o controle de contratos bilionários entre 2003 e 2014.

Além de Vargas, outros dois ex-deputados federais, Luiz Argôlo (SD-BA) e Pedro Corrêa (PP-PE), foram presos na sexta-feira. Os ex-parlamentares são investigados por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro.

Foram anexados ao pedido de prisão de Vargas e Leon as trocas de e-mails em que os dois representantes da IT7, Leon e Simões, pedem a emissão das duas notas fiscais para a contadora. “Há prova de que Youssef providenciou, em dezembro de 2013, o repasse de R$ 2,3 milhões em espécie a André Vargas, numerário este proveniente de empresa que mantém vários contratos com entidades públicas”, registrou o juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Lava Jato, ao determinar a prisão preventiva de Vargas. “O que foi feito mediante emissão de notas fiscais fraudulentas por serviços que não foram prestados.”

Os advogados de André Vargas e Leon Vargas negam irregularidades. A defesa do ex-deputado e Leon deve entrar hoje com pedido de soltura dos investigados. Nenhum representante da IT7 e de Marcelo Simões foi encontrado. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

Presos suspeitos de explosão contra CEF de Sertânia

Policiais Militares conseguiram prender dois suspeitos de participação na explosão e furto a agência da Caixa Econômica Federal de Sertânia. Foi no Sítio Cachoeirinha, em Sertânia. Dois veículos usados na operação criminosa um Corsa Classic prata sem placa e um Honda Civic verde, placas NNO 7186 também foram localizados. Os nomes completos ainda não foram […]

Policiais Militares conseguiram prender dois suspeitos de participação na explosão e furto a agência da Caixa Econômica Federal de Sertânia. Foi no Sítio Cachoeirinha, em Sertânia.

Dois veículos usados na operação criminosa um Corsa Classic prata sem placa e um Honda Civic verde, placas NNO 7186 também foram localizados.

Os nomes completos ainda não foram informados. Um deles tem 41 anos e disse que o Corsa havia sido alugado em Monteiro dia 20 de novembro. Já o Honda Civic pertencia a um homem de 26 anos, identificado apenas por Léo.

Com eles, a PM encontrou pouco mais de R$ 4 mil em dinheiro, além de dois aparelhos celulares. Eles foram levados para a Delegacia de Arcoverde. De lá, para a sede da PF  em Caruaru.

Julgamento de Moraes movimenta redes e soma 2,5 milhões de menções

Relatório da consultoria Bites mostra que a sessão desta terça-feira (15) colocou o Supremo no centro do debate digital durante a reta final da campanha eleitoral. O julgamento no Supremo Tribunal Federal envolvendo Alexandre de Moraes provocou forte repercussão nas redes sociais entre terça (15) e esta quarta-feira (16), segundo levantamento da consultoria Bites. De […]

Relatório da consultoria Bites mostra que a sessão desta terça-feira (15) colocou o Supremo no centro do debate digital durante a reta final da campanha eleitoral.

O julgamento no Supremo Tribunal Federal envolvendo Alexandre de Moraes provocou forte repercussão nas redes sociais entre terça (15) e esta quarta-feira (16), segundo levantamento da consultoria Bites.

De 4,8 milhões de publicações monitoradas no ambiente digital até as 13h desta quarta, 2,5 milhões faziam referência aos embates entre ministros ocorridos durante a sessão.

Segundo a consultoria, críticas ao STF aparecem entre os conteúdos de maior engajamento nas redes. O interesse também se refletiu no YouTube: a transmissão oficial da sessão acumulava 3,2 milhões de visualizações até o início da tarde desta quarta, o maior volume registrado pelo canal da Corte.

As buscas pelo Supremo no Google também atingiram, de acordo com a Bites, o maior nível desde 2004, início da série histórica da plataforma no Brasil. Nas últimas 24 horas, o interesse pelo tema superou as buscas relacionadas a Lula e Flávio Bolsonaro.

Reflexo na disputa presidencial

O episódio também entrou na movimentação digital dos candidatos à Presidência. Lula registrou 1,2 milhão de interações em suas publicações nas últimas 24 horas, enquanto Flávio Bolsonaro somou 1 milhão. Romeu Zema apareceu com 814 mil.

Segundo o levantamento, Flávio teve seu melhor desempenho no Facebook em uma publicação relacionada à crise no STF. Lula concentrou suas postagens em outros temas, como fome e desemprego.

A Bites avalia que o volume de menções pode diminuir nos próximos dias e voltar a crescer perto da sessão marcada para 23 de setembro, quando o STF deve analisar questionamentos sobre a atuação de André Mendonça na condução das investigações do caso Master.

Fonte: O Estadão 
Foto: Reprodução

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Decisão sobre ação contra Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares está próxima

A Coluna do Domingão deste domingo (24) trouxe informações sobre os desdobramentos da Ação de Investigação Eleitoral (AIE) movida pela coligação União Pelo Povo contra os candidatos da Frente Popular, Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares. A ação, que acusa os candidatos de abuso de poder econômico e político, pede a cassação do registro de suas […]

A Coluna do Domingão deste domingo (24) trouxe informações sobre os desdobramentos da Ação de Investigação Eleitoral (AIE) movida pela coligação União Pelo Povo contra os candidatos da Frente Popular, Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares.

A ação, que acusa os candidatos de abuso de poder econômico e político, pede a cassação do registro de suas candidaturas. Segundo a denúncia, houve o uso de ônibus escolares e servidores públicos em atividades políticas durante a campanha, o que configuraria irregularidades.

Na ocasião em que a denúncia foi apresentada, a Frente Popular classificou a ação como um “factoide”, desmerecendo as acusações. No entanto, o avanço no processo indica que uma decisão judicial está próxima de ser anunciada.

A ação chamou atenção por sua relevância no cenário político local, com impacto direto na disputa eleitoral e no futuro político dos envolvidos.

Se julgados culpados, os candidatos da Frente Popular podem ter seus registros cassados, alterando significativamente o equilíbrio político no município. Por outro lado, caso a Justiça Eleitoral descarte as acusações, a narrativa de “factoide” ganha força, consolidando a defesa dos acusados.

Semana decisiva com pesquisas e debate em Pernambuco

Da Coluna do Domingão A disputa entre João Campos e Raquel Lyra chega à reta final com pesquisas apresentando fotografias diferentes, mas todas revelando uma coisa em comum: não há espaço para acomodação, margem de erro ou passo em falso. Essa semana,  novas pesquisas Quaest e Datafolha trarão a imagem da disputa na reta final. […]

Da Coluna do Domingão

A disputa entre João Campos e Raquel Lyra chega à reta final com pesquisas apresentando fotografias diferentes, mas todas revelando uma coisa em comum: não há espaço para acomodação, margem de erro ou passo em falso.

Essa semana,  novas pesquisas Quaest e Datafolha trarão a imagem da disputa na reta final.

No Datafolha divulgado em 11 de setembro, Raquel apareceu com 47% contra 42% de João Campos. Na Quaest, divulgada três dias antes, Raquel tinha 43% e João, 37%.

Na mesma linha, o Múltipla apresentou Raquel com 44% e João Campos com 39%.

Todos os institutos trouxeram um fato em comum: a tênue redução da vantagem de Raquel Lyra,  dentro da margem de erro. No Datafolha foi de 7% para 5%. Na Quaest,  de 8% para 6%. E na Múltipla,  de 6% para 5%. Só a próxima rodada dos dois institutos nacionais essa semana vão apontar se essa movimentação está dentro da margem de erro ou se é uma curva de redução da vantagem da governadora, o que geraria uma hecatombe para as duas semanas restantes até a eleição. Em resumo, estabilidade ou aumento da vantagem serão celebrados por Raquel. Redução real da vantagem dará gás à campanha de João.

Das cartas na manga até a eleição, João Campos tem a associação com o presidente Lula e a perspectiva real de sua vinda a Pernambuco na próxima sexta. Aliados de Campos confiam que, por baixo, essa vinda agregará pelo menos mais um ponto percentual imediato pra João.  Já os raquelistas apontam zero possibilidade de que haja movimentação dos números dado o discurso de Raquel atestando sua proximidade com Luiz Inácio.

Outra questão é o número de indecisos. Pra onde penderem, decidem a eleição. As pesquisas aferem intenção,  que pode mudar até a hora de teclar os números. Na pesquisa espontânea da Quaest, por exemplo, 40% não sabem ou não respondem em quem votar. No Datafolha, 19% não definiram o voto.

Esse eleitor que ainda não cristalizou completamente sua escolha será o principal objeto de desejo das campanhas nas próximas semanas.

Não basta olhar para a liderança numérica das pesquisa. É preciso observar rejeição, conhecimento, espontânea, avaliação de governo, transferência de votos, comportamento regional e, sobretudo, a capacidade de cada candidato de crescer entre os eleitores que ainda estão fora da disputa. Quem arrisca um prognóstico?