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Prêmio Excelência: Márcia Conrado, Sandrinho Palmeira e Márcio Oliveira dentre os agraciados em votação popular

Por Nill Júnior

Com mais de 32 mil votos, saiu hoje no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o resultado da votação do Prêmio Excelência.

A divulgação foi feita pelo Diretor da Agência MV4, Luciano José. A votação considera para o prêmio os três primeiros colocados de cada categoria.

Dentre os mais votados, Renan Carlos (Serra Talhada), Fabinho do Sindicato (Serra Talhada), Emília Carmem (Brejinho), Thehunnas Peixoto (Serra Talhada), Josenildo Barbosa (Serra Talhada), Edmar Júnior (Serra Talhada), Jaime Inácio (Serra Talhada), Cibelle Alves (Serra Talhada), Luciana de Souza (Flores), Gabriela Pereira (Serra Talhada), Lisbeth Rosa (Serra Talhada) , Arthur Amorim (Afogados da Ingazeira), Flaviana Rosa (Afogados), Lucila Santana (Flores), e Júnior Campos (Flores).

Dentre os vereadores mais atuantes, Vicentinho, Douglas Eletricista e Rubinho do São João (Afogados), João de Maria, Tadeu do Hospital e Albérico Thiago (São José do Egito), Rosimério de Cuca, Ronaldo de Dja e Zé Raimundo. Na categoria melhor Presidente de Câmara, Luiz Heleno (Flores), Rossinei Cordeiro (Brejinho) e João de Maria (São José do Egito).

Os melhores gerentes regionais foram Carla Milene (X Geres), Leonardo Carvalho (Hospam) e Flavia Figueiredo Petty (UPA-E), relativas a Serra Talhada e Sebastião Duque (HR Emília Câmara), Isabel Cristina (UPA-E) e Israel Silveira (GRE).

A melhor cidade para viver eleita pelos internautas foi Triunfo, seguida de Afogados da Ingazeira e Brejinho. O melhor site institucional foi o de Flores, seguido por Brejinho e Afogados da Ingazeira.

Os senadores mais atuantes por ordem foram Humberto Costa e Fernando Dueire. Os federais mais atuantes, Carlos Veras, Lucas Ramose Felipe Carreras. Os estaduais mais atuantes, Luciano Duque, João Paulo Costa e Joaquim Lira.

Os vices mais votados foram Márcio Oliveira, Diógenes Gomes e Daniel Valadares. Os melhores gestores em inclusão social, Sandrinho Palmeira, Sávio Torres e Márcia Conrado. Na categoria gestão transparente, Sandrinho Palmeira, Marconi Santana e Adelmo Moura. E na categoria,prefeito mais atuante, Márcia Conrado, Marconi Santana e Gilson Bento. A entrega da premiação deverá acontecer dia 28 de março.

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CPI da Pandemia ouve médica Nise Yamaguchi, pró-cloroquina, na terça-feira

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado A audiência de terça-feira (1º) da CPI da Pandemia será com a médica Nise Yamaguchi. Oncologista e imunologista, além de diretora do Instituto Avanços em Medicina, de São Paulo, ela defende o chamado “tratamento precoce” para a covid-19. O depoimento da médica atende a pedido do senador Eduardo Girão (Podemos-CE). No […]

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A audiência de terça-feira (1º) da CPI da Pandemia será com a médica Nise Yamaguchi. Oncologista e imunologista, além de diretora do Instituto Avanços em Medicina, de São Paulo, ela defende o chamado “tratamento precoce” para a covid-19. O depoimento da médica atende a pedido do senador Eduardo Girão (Podemos-CE).

No requerimento, o parlamentar lembra que, em depoimento à CPI, o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, disse que, numa reunião com o governo federal, a pesquisadora defendeu alterar a bula da cloroquina. Sua intenção, segundo Barra Torres, seria definir o medicamento como eficaz contra o coronavírus. Barra Torres deixou clara sua recusa ao procedimento.

“Yamaguchi é conhecida por defender a hidroxicloroquina e a cloroquina no tratamento de pacientes infectados com o Sars-Cov-2 (vírus causador da pandemia). E foi convidada pelo presidente Jair Bolsonaro a integrar o comitê de crise ainda na gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta”, cita Girão em seu requerimento.

O depoimento da médica também atende a pedido do senador Marcos Rogério (DEM-RO). Para ele, a audiência “será de importância singular para que [a pesquisadora] exponha sua atuação e conhecimentos, com o objetivo único de restabelecer a verdade, oferendo informações transparentes e esclarecedoras. Tem muito a colaborar”, finaliza o senador no requerimento.

Ouvido pela CPI em 11 de maior, Barra Torres explicou que a alteração da indicação da cloroquina seria impossível, pois só quem pode modificar uma bula de um medicamento registrado é a agência reguladora do país de origem, desde que solicitado pelo detentor do registro.

— Agora, eu não tenho a informação de quem é o autor, quem foi que criou, quem teve a ideia. A doutora [Nise Yamaguchi], de fato, perguntou sobre essa possibilidade e pareceu estar, digamos, mobilizada com essa possibilidade — esclareceu. 

Na quinta-feira (27), o relator da CPI, senador Renan Calheiro (MDB-AL), afirmou que a comissão investiga a existência de uma consultoria informal ao governo a favor de métodos considerados ineficazes de enfrentamento à pandemia.

— Não estamos apenas discutindo a eficácia da cloroquina ou do ‘tratamento precoce’. Queremos investigar se essas coisas foram priorizadas em detrimento da vacinação dos brasileiros. E isso poderia ter salvado muitas vidas — definiu, opinando que o governo não comprou vacinas suficientes por não acreditar em sua eficácia.

A CPI também ouvirá críticos da cloroquina, como a microbiologista e pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP), Natalia Pasternak, e o doutor em virologia Átila Iamarino. 

O depoimento de Nise Yamaguchi à CPI está marcado para começar as 9h de terça-feira.

Fonte: Agência Senado

Coordenador do Cimpajeú diz que “engoliu um pedinte” antes de agenda com Governador

Na audiência que teve com o governador Paulo Câmara no Palácio das Princesas, antes da agenda do governador no Pajeú, o Prefeito de Tuparetama e Coordenador do Cimpajeú, Dêva Pessoa, diz ter feito tantas solicitações que parece ter “engolido um pedinte”. Na pauta, destacada em sua Página no Facebook, Dêva destacou o pedido dos asfaltamentos […]

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Na audiência que teve com o governador Paulo Câmara no Palácio das Princesas, antes da agenda do governador no Pajeú, o Prefeito de Tuparetama e Coordenador do Cimpajeú, Dêva Pessoa, diz ter feito tantas solicitações que parece ter “engolido um pedinte”.

Na pauta, destacada em sua Página no Facebook, Dêva destacou o pedido dos asfaltamentos das estradas que ligam Tuparetama a Ingazeira e Tuparetama a Riacho do Meio.    Em nome do Cimpajeú a solicitação foi de um convênio entre o Consórcio e uma usina de asfalto para os municípios da Região.

12804852_543611449132443_1671714932614991502_nNo Palácio, acompanharam a agenda o Secretário Executivo da Casa Civil Anchieta Patriota, o Secretário de Planejamento Danilo Cabral, Antonio Figueira (Casa Civil) e Marconi Santana (Agricultura).

Na lista de pedidos já no sábado, Dêva e prefeitos da região voltaram a falar em estradas como entre Iguaraci e Jabitaca (PE 282), de Ingazeira a Iguaraci (PE 310) e da estrada que liga Calumbi a Jatiuca, em Santa Cruz da Baixa Verde.

Polícia Civil detalha operação de combate a fraude em licitação e lavagem de dinheiro

Operação visou identificar e desarticular Organização Criminosa voltada à prática dos crimes de Fraude em Licitação e Lavagem de Dinheiro em várias licitações da CHESF Por André Luis A Polícia Civil de Pernambuco detalhou, durante coletiva de imprensa, a 31ª Operação de Repressão Qualificada do ano, denominada “LUX”, vinculada à Diretoria Integrada Especializada – DIRESP, […]

Operação visou identificar e desarticular Organização Criminosa voltada à prática dos crimes de Fraude em Licitação e Lavagem de Dinheiro em várias licitações da CHESF

Por André Luis

A Polícia Civil de Pernambuco detalhou, durante coletiva de imprensa, a 31ª Operação de Repressão Qualificada do ano, denominada “LUX”, vinculada à Diretoria Integrada Especializada – DIRESP, sob a presidência do Delegado Diego Pinheiro, Titular da 2ª Delegacia de Combate à Corrupção – 2ª DECCOR, unidade integrante do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado – DRACCO, realizada na manhã desta quarta-feira (15).

As informações foram passadas pelo Superintendente Juridico da Chesf, Aaron Debiasi, e os delegados, Guilherme Caraciolo, gestor do DRACCO, Morgana Alves, DIRESP e Diego Pinheiro, DECCOR.

De acordo com informações passadas na coletiva, a Operação Lux, que teve a investigação iniciada em maio de 2021, visou identificar e desarticular Organização Criminosa voltada à prática dos crimes de Fraude em Licitação e Lavagem de Dinheiro em várias licitações da CHESF, que se utilizava de várias empresas de “fachada” para concorrerem entre si, onde uma das empresas da ORCRIM era a vencedora, dando a falsa impressão de concorrência às licitações, pois as empresas pertencem a um mesmo grupo econômico, comandado por um empresário.

Foram apreendidos computadores, notebooks, celulares documentos entre outros materiais.

Durante a operação, que contou com 150 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães, foram cumpridos vinte e quatro Mandados de Busca e Apreensão Domiciliar, nas cidades do Recife, Paulista, Jaboatão dos Guararapes e Camaragibe, todos expedidos pelo Juízo da Vara dos Crimes Contra a Administração Pública e Ordem Tributária da Comarca de Recife.

As investigações foram assessoradas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco – DINTEL e pelo Laboratório de Lavagem de Dinheiro – LAB/PCPE.

O despacho de Moro

Leia abaixo o despacho do juiz federal Sérgio Moro: Na presente ação penal proposta pelo MPF, foi prolatada sentença condenatória contra Luiz Inácio Lula da Silva, Agenor Franklin Magalhães Medeiros e José Adelmário Pinheiro Filho, por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro (evento 948). Houve apelação ao Egrégio Tribunal Regional Federal da 4ª Região […]

Leia abaixo o despacho do juiz federal Sérgio Moro:

Na presente ação penal proposta pelo MPF, foi prolatada sentença condenatória contra Luiz Inácio Lula da Silva, Agenor Franklin Magalhães Medeiros e José Adelmário Pinheiro Filho, por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro (evento 948).

Houve apelação ao Egrégio Tribunal Regional Federal da 4ª Região e que, em sessão de 24/01/2018, por unanimidade dos votos dos eminentes Desembargadores Federais João Pedro Gebran Neto, Leandro Paulsen e Victor Luiz dos Santos Laus, manteve as

condenações, alterando as penas da seguinte forma (eventos 71, 89, 90, 101 e 102) :

a) Luiz Inácio Lula da Silva, doze anos e um mês de reclusão, em regime inicial fechado, e duzentos e oitenta dias multa;

b) José Adelmário Pinheiro Filho, três anos, seis meses e vinte dias de reclusão, em regime inicial semiaberto, e setenta-dias multa; e

c) Agenor Franklin Magalhães Medeiros, um ano, dez meses e sete dias de reclusão, em regime aberto, e quarenta e três dias multa.

Da ementa do acórdão, consta ordem para execução das penas após o acórdão condenatório:

“Em observância ao quanto decidido pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal no Habeas Corpus nº 126.292/SP, tão logo decorridos os prazos para interposição de recursos dotados de efeito suspensivo, ou julgados estes, deverá ser oficiado à origem para dar início à execução das penas.”

Foram interpostos embargos de declaração pela Defesa de Luiz Inácio Lula da Silva, pela Defesa de José Adelmário Pinheiro Filho e pela Defesa de Paulo Okamoto.

O Egrégio Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em sessão de 26/03/2018, negou, por unanimidade, provimento aos embargos (eventos 155 e 156).

Foram interpostos recursos especiais e extraordinários pela Defesa de Agenor Franklin Magalhães Medeis (eventos 136 e 137), mas que não têm efeito suspensivo.

Não cabem mais recursos com efeitos suspensivos junto ao Egrégio Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Não houve divergência a ensejar infringentes. Hipotéticos embargos de declaração de embargos de declaração constituem apenas uma patologia protelatória e que deveria ser eliminada do mundo jurídico. De qualquer modo, embargos de declaração não alteram julgados, com o que as condenações não são assíveis de alteração na segunda instância.

Recebido, na presente data, do Egrégio Tribunal Regional da 4ª Região, ofício dos eminentes julgadores determinando a execução da pena (evento 171):

“Tendo em vistao o julgamento, em 24 de janeiro de 2018, da Apelação Criminal n.º 5046512-94.2016.4.04.7000, bem como, em 26 de março de 2018, dos embargos declaratórios opostos contra o respectivo acórdão, sem a atribuição de qualquer efeito modificativo, restam condenados ao cumprimento de penas privativas de liberdade os réus José Adelmário Pinheiro Filho, Agenor Franklin Magalhães Medeiros e Luiz Inácio Lula da Silva.

Desse modo e considerando o exaurimento dessa instância recursal – forte no descumprimento de embargos infringentes de acórdão unânime – deve ser dado cumprimento à determinação de execução da pena, devidamente fundamentada e decidida nos itens 7 e 9.22 do voto conduto do Desembargador Relator da apelação, 10 do voto do Desembargador Revisor e 7 do voto do Desembargador Vogal.

Destaco que, contra tal determinação, foram impetrados Habeas Corpus perante o Superior Tribunal de Justiça e perante o Supremo Tribunal Federal, sendo que foram denegadas as ordens por unanimidade e por maioria, sucessivamente, não havendo qualquer óbice à adoção das providências necessárias para a execução.”

Deve este Juízo cumprir o determinado pela Egrégia Corte de Apelação quanto à prisão para execução das penas.

Registre-se somente, por oportuno, que a ordem de prisão para execução das penas está conforme o precedente inaugurado pelo Plenário do Egrégio Supremo Tribunal Federal, no HC 126.292, de 17/02/2016 (Rel. Min. Teori Zavascki), está conforme a decisão unânime da Colenda 5ª Turma do Egrégio Superior Tribunal de Justiça no HC 434.766, de 06/03/208 (Rel. Min. Felix Fischer) e está conforme a decisão por maioria do Egrégio Plenário do Supremo Tribunal Federal no HC 152.752, de 04/04/2018 (Rel. Min. Edson Fachini).

Expeçam-se, portanto, como determinado ou autorizado por todas essas Cortes de Justiça, inclusive a Suprema, os mandados de prisão para execução das penas contra José Adelmário Pinheiro Filho, Agenor Franklin Magalhães Medeiros e Luiz Inácio Lula da Silva.

Encaminhem-se os mandados à autoridadade policial para cumprimento, observando que José Adelmário Pinheiro Filho, Agenor Franklin Magalhães Medeiros já se encontram recolhidos na carceragem da Polícia Federal em Curitiba.

Após o cumprimento dos mandados, expeçam-se em seguida as guias de recolhimento, distribuindo ao Juízo da 12ª Vara Federal.

Relativamente ao condenado e ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, concedo-lhe, em atenção à dignidade cargo que ocupou, a oportunidade de apresentar-se voluntariamente à Polícia Federal em Curitiba até as 17:00 do dia 06/04/2018, quando deverá ser cumprido o mandado de prisão.

Vedada a utilização de algemas em qualquer hipótese.

Os detalhes da apresentação deverão ser combinados com a Defesa diretamente com o Delegado da Polícia Federal Maurício Valeixo, também Superintendente da Polícia Federal no Paraná.

Esclareça-se que, em razão da dignidade do cargo ocupado, foi previamente preparada uma sala reservada, espécie de Sala de Estado Maior, na própria Superintência da Polícia Federal, para o início do cumprimento da pena, e na qual o ex-Presidente ficará separado dos demais presos, sem qualquer risco para a integridade moral ou física.

Ciência ao MPF, Assistente de Acusação e Defesas.

Curitiba, 05 de abril de 2018.

Sicoob Pernambuco participa de feiras na região do Pajeú e anuncia novo centro sociocultural

O Sicoob Pernambuco marcou presença em importantes eventos da região do Pajeú no mês de setembro, reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento socioeconômico e cultural da comunidade. A cooperativa financeira foi um dos patrocinadores da Feira de Negócios do Alto Pajeú (FENAP), realizada em São José do Egito nos dias 12, 13 e 14 de […]

O Sicoob Pernambuco marcou presença em importantes eventos da região do Pajeú no mês de setembro, reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento socioeconômico e cultural da comunidade. A cooperativa financeira foi um dos patrocinadores da Feira de Negócios do Alto Pajeú (FENAP), realizada em São José do Egito nos dias 12, 13 e 14 de setembro, e da Feira de Negócios de Tabira (FENET), que ocorreu de 27 a 29 de setembro.

Durante a FENAP, o presidente do Sicoob Pernambuco, José Evaldo Campos, e a diretora executiva, Aline Robéria, destacaram o empreendedorismo da região. Segundo a diretoria do Sicoob, o case de sucesso da população de São José do Egito é um exemplo para todo o Brasil. “Queremos que todos conheçam as novidades que estamos trazendo para promover o desenvolvimento socioeconômico e cultural”, afirmou Aline Robéria.

Na abertura da FENAP, José Evaldo Campos também fez um anúncio importante: o Sicoob Pernambuco irá financiar, com recursos próprios, a criação do maior Centro Sociocultural de Pernambuco, idealizado por uma instituição cooperativista financeira. O projeto visa oferecer suporte a pessoas em situação de vulnerabilidade, além de promover a inclusão social e financeira.

“O novo centro será um ponto de integração para os sistemas sociais da região, reafirmando nosso compromisso com a transformação positiva das comunidades onde atuamos”, declarou Campos durante o evento.

Em reconhecimento à sua liderança, José Evaldo Campos foi homenageado com o certificado de Orgulho de Pernambuco, um prêmio que celebra sua gestão inovadora e o impacto positivo do Sicoob no desenvolvimento socioeconômico de São José do Egito.

Além da participação na FENAP, o Sicoob também esteve presente na FENET, em Tabira, que atraiu expositores e visitantes de toda a região. O evento gerou excelentes oportunidades de negócios, e o Sicoob Pernambuco reforçou seu apoio a essas iniciativas, reconhecendo a importância das feiras para o fortalecimento da economia local.

Segundo a diretoria do Sicoob, a participação em eventos como a FENET não apenas valoriza pequenos empreendedores, mas também fomenta o surgimento de novas oportunidades de negócios, beneficiando diretamente toda a comunidade.