Prefeita de Itapetim diz que virou notícia por gastos no São Pedro porque não sonegou informações
Por Nill Júnior
“Tenho certeza que alguns municípios não passaram todas as informações”, disse
A prefeita de Itapetim, Aline Karina, do PSB, disse ao Debate das Dez do programa Manhã Total que a realização do São Pedro na cidade é fruto de planejamento.
“Não me sinto chateada (pelas críticas). Qualquer pessoa pode fazer. Agora tem que se organizar. A gente corre atrás de emendas parlamentares para dar esse suporte. A gente não recebeu desde o ano passado apoio do Governo do Estado. Esse ano a gente sabia que não iria receber, já correu atrás de emendas e a gente se organizou”.
Criticada pela contratação do cantor Natanzinho Lima por alguns veículos de imprensa, Aline diz que paga um preço por repassar todas as informações ao TCE, no Tome Conta.
“Eu usei da boa fé. Coloquei tudo bem direitonho no Portal da Transparência. Tenho certeza que alguns municípios não passaram todas as informaçãoes. Tem gente que contratouvinte atrações, bota cinco ou seis e vai colocando aos poucos. Mas eu mandei colocar na íntegra e paguei essa conta. Mas não me senti ofendida de forma alguma”, disse.
Entenda
O Portal de Transparência dos Festejos Juninos, do Ministério Público de Pernambuco, traz diariamente informações sobre os valores que cada município do estado investe para pagamentos dos cachês dos artistas que se apresentarão durante o São João.
O segundo deles que mais investiu até o momento, pelas informações repassadas, atrás apenas de Caruaru, foi Itapetim, que fica no Sertão pernambucano, já na divisa com a Paraíba, e com uma população estimada, segundo o Censo de 2022, de 14.232 habitantes.
A prefeitura gastará R$ 1.710.000,00 com cachês para a Banda Fulô de Mandacaru, Banda Seu Desejo, Brasas do Forró, Walquiria Santos, Forrozão Tropykália e Natanzinho Lima, em três dias de apresentações (de 28 a 30 de junho).
Por Inácio Feitosa* Uma reflexão íntima sobre Recife, sua paisagem urbana e nosso comportamento coletivo Eu amo Recife. Amo sua história, seus rios, suas pontes, seu mar, sua cultura vibrante e sua identidade única. Mas amar uma cidade também é ter coragem de olhar para ela com honestidade. E há algo que me inquieta profundamente: […]
Uma reflexão íntima sobre Recife, sua paisagem urbana e nosso comportamento coletivo
Eu amo Recife. Amo sua história, seus rios, suas pontes, seu mar, sua cultura vibrante e sua identidade única. Mas amar uma cidade também é ter coragem de olhar para ela com honestidade. E há algo que me inquieta profundamente: nós nos acostumamos a conviver com o feio. E pior – deixamos de perceber o quanto isso diz mais sobre nós do que sobre o concreto que nos cerca.
Recife não nasceu feia. Tornou-se, lentamente, ao longo de décadas, uma cidade marcada por degradações visíveis que foram sendo naturalizadas até perderem a capacidade de causar incômodo. A paisagem urbana passou a refletir descuidos acumulados, mas também uma perigosa acomodação social.
Sempre me chama atenção a entrada da cidade pelo encontro da BR-101 com a BR-232. Um emaranhado de viadutos sem paisagismo, concreto cru, sujeira e abandono. Ali começa o primeiro retrato de uma capital que deveria acolher com beleza e organização. O mesmo ocorre no caminho para o aeroporto pelo bairro de Afogados: desordem visual, comércio irregular espalhado, calçadas deterioradas. É como se a cidade pedisse desculpas antes mesmo de receber quem chega.
No Recife Antigo, área que deveria ser um santuário urbano, convivemos há anos com fios pendurados, postes saturados, poluição visual que esconde o valor do patrimônio histórico. A promessa recente de embutir essa fiação revela o quanto demoramos para reagir. Enquanto isso, pichações cobrem muros, prédios e monumentos sem distinção, apagando memórias e ferindo a estética da cidade.
Quando caminho pelo Centro – Boa Vista, Santo Antônio, São José – vejo prédios abandonados, fachadas em ruínas e imóveis que contam histórias esquecidas. Sob viadutos espalhados pela cidade, acumulam-se sujeira e espaços mortos. Sempre penso no quanto esses locais poderiam ser transformados em equipamentos culturais. Sonho com bibliotecas urbanas nesses vazios – as Viadutotecas – como forma de devolver dignidade a áreas que hoje simbolizam abandono.
Outro cenário que me incomoda é o entorno do Hospital das Clínicas da UFPE, tomado por barracas desordenadas que escondem a arquitetura institucional atrás de improvisos. E não consigo ignorar a presença constante dos flanelinhas dominando ruas e pontos turísticos, constrangendo o cidadão e naturalizando uma forma velada de extorsão urbana. Praças transformadas em lava-jatos improvisados completam esse retrato de descaso cotidiano.
Nada disso é novo. Esses problemas existem há décadas. Eles sobreviveram porque foram tolerados por governos sucessivos, mas também porque nós, recifenses, aprendemos a aceitá-los sem resistência. E é aqui que minha crítica se volta para dentro. O feio não está apenas na arquitetura; está no comportamento social. Está no lixo jogado na rua, na indiferença diante das pichações, na aceitação passiva da desordem e no silêncio coletivo que permite que o provisório vire permanente.
Muitos dirão que sou pessimista. Dirão que Recife tem a Rua do Bom Jesus, uma das mais bonitas do mundo. E é verdade. Mas sempre me pergunto: quando foi a última vez que a visitamos com olhar atento? Quantos prédios degradados estão ali pedindo cuidado? Quantas vezes tentamos estacionar sem sermos constrangidos?
E há ainda o antigo prédio do Grupo Nassau, de João Santos, no Marco Zero. A troca brutal da fachada original por vidro foi um golpe violento na paisagem histórica. O que era belo tornou-se um corpo estranho no coração simbólico da cidade. Nunca vi um movimento firme para exigir a recomposição arquitetônica daquele imóvel no centro mais emblemático de Recife.
Eu continuo acreditando na beleza da minha cidade. Mas amar Recife é não aceitar o feio como destino. É desejar sempre mais cuidado, mais respeito ao patrimônio, mais ordem urbana e mais consciência cidadã.
Porque uma cidade só permanece bonita quando seu povo se recusa a se acomodar diante da própria degradação. Quando o feio deixa de incomodar, ele se instala não apenas nos muros e nas ruas, mas também dentro de nós.
No último sábado (18) o prefeito de Tuparetama, Sávio Torres, falou em entrevista à Rádio Tupã, sobre a inauguração da nova escola Francisco Zeferino Pessoa, marcada para 29 de setembro, e de outras obras da prefeitura. Esta escola está sendo construída com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A Escola Francisco Zeferino […]
No último sábado (18) o prefeito de Tuparetama, Sávio Torres, falou em entrevista à Rádio Tupã, sobre a inauguração da nova escola Francisco Zeferino Pessoa, marcada para 29 de setembro, e de outras obras da prefeitura. Esta escola está sendo construída com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
A Escola Francisco Zeferino está nos padrões de projeto de 6 salas de aula do Ministério da Educação. Segundo Sávio, a ordem de serviço da outra escola, a Francisco Chaves Perazzo, essa com 12 salas de aula, será assinada, em 7 de setembro, junto com a entrega de dois ônibus escolares e três ambulâncias.
Sávio ainda informou que em ambas as obras, cabe à Prefeitura cuidar da infraestrutura do local, como alargamento da rua de acesso na primeira e nivelamento de terreno na segunda. “Estamos trabalhando nisso, o acesso a nova escola e o nivelamento do terreno da outra que ainda terá a ordem de serviço assinada”, disse Sávio.
Sávio ainda explicou que o terreno que está sendo nivelado no Bairro Novo, onde será construída a Escola Francisco Chaves Perazzo, é a contrapartida da Prefeitura, disse ainda que a obra tem recurso do FNDE sendo construída no projeto padrão de 12 salas de aula do Ministério da Educação.
Sávio citou na entrevista à Rádio Tupã outras obras da prefeitura, entre estas a construção de banheiros da FUNASA, a reforma das estradas e da Praça do Distrito de Santa Rita. “Para um governo que está recebendo o menor FPM do Brasil, passando a crise que nós estamos passando, temos conseguido fazer algumas ações importantes para o município”, disse Sávio.
De acordo com o prefeito, os postos de saúde do município e o hospital vão ser reformados e vai ser construída uma garagem no posto de saúde do Distrito de Santa Rita. “Nós estamos licitando agora, graças também a uma emenda do Deputado Federal Ricardo Teobaldo”, disse Sávio.
Foi uma noite memorável que, para sempre, ficará na memória e nos corações dos moradores de Afogados da Ingazeira. A apresentação da Orquestra Criança Cidadã, sob a regência do maestro José Renato Accioly, foi um presente muito especial que Maria do Carmo Lima e Joseph Domingos entregaram aos moradores do Vale do Pajeú para celebrar […]
Foi uma noite memorável que, para sempre, ficará na memória e nos corações dos moradores de Afogados da Ingazeira.
A apresentação da Orquestra Criança Cidadã, sob a regência do maestro José Renato Accioly, foi um presente muito especial que Maria do Carmo Lima e Joseph Domingos entregaram aos moradores do Vale do Pajeú para celebrar os 40 anos do Maria do Carmo Diagnósticos.
Ao ar livre, envoltos pela natureza, a Orquestra compôs um cenário exuberante, na escadaria da Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, no coração de Afogados da Ingazeira, que foi decorado por balões brancos biodegradáveis e luzes especiais.
A apresentação, sob regência do maestro José Renato Accioly, passeou entre as músicas clássicas e regionais, com leveza e muita emoção, arrancando muitos aplausos dos presentes, que estavam sentados em cadeiras na praça para assistir ao concerto que foi exibido na catedral.
A celebração dos 40 anos começou com a exibição num telão de led um documentário de oito minutos, que mostrou toda a trajetória de luta e dedicação de Maria do Carmo e seu marido e sócio, Joseph Domingos, para erguer um sólido grupo de saúde que tem quatro empresas e atende todo o Nordeste. No vídeo exibido, emocionantes depoimentos testemunharam a história de sucesso que tanto orgulha o Vale do Pajeú, com entrevistas de colaboradores, de Maria do Carmo, de Joseph Domingos, Laíse Lima, familiares e clientes.
GRATIDÃO
Emocionada, Maria do Carmo esteve no palco e discursou para o público, demonstrando gratidão pelo apoio de sua família e receptividade da cidade de Afogados da Ingazeira com o laboratório.
“Nossa cidade é o centro do Pajeú e o Maria do Carmo Diagnósticos tem a honra de ser referência em nossa região, reconhecido por sua história de compromisso com a qualidade, contribuindo para a medicina aqui exercida por tão competentes profissionais”, destacou Maria do Carmo, aplaudida em seguida por todos que estavam presentes.
“É uma grande honra e alegria estarmos aqui hoje para comemorar esse aniversário tão esperado e tão celebrado”, declarou o maestro José Renato Accioly, na abertura do evento, que teve a apresentação do jornalista Nill Júnior. Em seguida, a orquestra que encantou o Papa Francisco, numa apresentação em 2014 no Vaticano, comoveu os presentes com a apresentação do repertório de músicas clássicas, como a canção Serenata Noturna, de Mozart, Bachianas Brasileiras 4, de Heitor Villa Lobos, e o primeiro movimento da Primavera, do concerto Quatro Estações de Vivaldi, que imita o som dos pássaros e contou com a participação da solista professora Karolyne Cavalcante, uma das mais jovens e promissoras violinistas do país.
No repertório de músicas internacionais e regionais, foram incluídos o tango Por una Cabeza, de Carlos Gardel e a solista Jamile Pamela foi convidada para interpretar a música My Way, de Frank Sinatra. Dedicada pelo maestro para a festa, a música Aleluia ou Hallelujah, composta por Leonard Cohen, impressionou o público, “É uma oração de graça aos 40 anos e a essa festa maravilhosa”, disse o maestro José Renato Accioly. Com a adição do Triângulo como instrumento adicional a orquestra, Lamento Sertanejo, de Gilberto Gil e Dominguinhos, foi a próxima música a garantir a alegria dos que estavam presentes, junto a Aquarela do Brasil e Mourão, de César Guerra-Peixe e Clóvis Pereira.
A festa seguiu com a entoação das músicas Sabiá e um pout-pourri de xote, ritmo característico da região Nordeste. O final da festa foi marcado pela emoção com a presença dos colaboradores, que se posicionaram à frente da orquestra com balões brancos, vestidos com uma camisa com a logomarca do Maria do Carmo Diagnósticos, nas escadas da Catedral, cantando Asa Branca, de Dominguinhos, junto a um coro de palmas do público. A noite especial de comemoração foi finalizada ao som de frevo. A produção e concepção do evento ficou a cargo da cerimonialista Tatiana Marques.
ABERTURA
O Maria do Carmo Diagnósticos foi inaugurado no dia 13 de setembro de 1982 por Maria do Carmo e Joseph Domingos e, desde então, têm se expandido para cidades do sertão, como Iguaracy, Carnaíba e Ingazeira, completando 40 anos de dedicação junto aos empreendimentos do Grupo JM, que contam também com Centro de Distribuição de medicamentos e materiais hospitalares, além de Clinical Center e Farmácias dos Municípios. Atualmente, mais de 200 colaboradores trabalham para manter a qualidade dos diagnósticos e continuar cuidando das pessoas.
As celebrações dos 40 anos seguem esta semana. Nesta terça-feira (amanhã, 13 de setembro), haverá um evento na sede do grupo, com parabéns, corte de bolo e coquetel durante a manhã. Também nas cidades de Ingazeira, Tabira e Iguaracy, onde há filiais do Maria do Carmo Diagnósticos, haverá parabéns e corte de bolo com os colaboradores do município. As comemorações seguem até sexta-feira.
Para o Padre Luís Marques Ferreira, da Matriz de São Francisco de Assis de Afogados de Ingazeira, que esteve presente no evento de sábado, os 40 anos do Maria do Carmo Diagnósticos devem ser muito comemorados. “A trajetória deste empreendimento erguido com perseverança e dedicação à sociedade deve ser celebrada com festa e agradecimento, pois são 40 anos de lutas e vitórias da vida sobre a morte, da fé sobre a dura realidade e da esperança sobre o pessimismo”, disse.
“O Laboratório Maria do Carmo fez e faz parte da minha vida e da nossa família, sempre nos atendendo com muita cordialidade e presteza. Parabéns por tanta excelência!”, declarou Elza Cristina, que é paciente do Maria do Carmo Diagnósticos e testemunha da qualidade de atendimento e dedicação aos moradores de Afogados da Ingazeira e cidades vizinhas.
A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, nesta segunda-feira (14), 181 novos casos da Covid-19. Entre os confirmados hoje, 40 são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e os outros 141 são leves, ou seja, pacientes que não demandaram internamento hospitalar. Agora, Pernambuco totaliza 136.853 casos confirmados, sendo 25.849 graves e 111.004 leves. Também […]
A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, nesta segunda-feira (14), 181 novos casos da Covid-19. Entre os confirmados hoje, 40 são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e os outros 141 são leves, ou seja, pacientes que não demandaram internamento hospitalar.
Agora, Pernambuco totaliza 136.853 casos confirmados, sendo 25.849 graves e 111.004 leves.
Também foram confirmados 14 óbitos, ocorridos desde o dia 13 de junho. Do total de mortes do informe de hoje, sete ocorreram nos últimos três dias, sendo duas registradas no dia de ontem (domingo, 13/09), duas em 12/09 e três em 11/09. Os outros sete registros ocorreram entre os dias 13/06 e 10/09. Com isso, o Estado totaliza 7.888 óbitos pela Covid-19.
Na última segunda-feira (24/08) foi realizada a assinatura do contrato de parceria da Fundação Fênix de Educação e Cultura, detentora das emissoras Gazeta FM 95,3 de São José do Egito e Vilabela FM 94,3, de Serra Talhada com a Faculdade Vale do Pajeú. A assinatura foi realizada entre o reitor da FVP, doutor Cleonildo Lopes […]
Na última segunda-feira (24/08) foi realizada a assinatura do contrato de parceria da Fundação Fênix de Educação e Cultura, detentora das emissoras Gazeta FM 95,3 de São José do Egito e Vilabela FM 94,3, de Serra Talhada com a Faculdade Vale do Pajeú.
A assinatura foi realizada entre o reitor da FVP, doutor Cleonildo Lopes e os representantes legais da Fundação Fênix de Educação e Cultura – Gilberto Rodrigues e João Carlos Rocha.
Durante a assinatura, o reitor da FVP destacou a contribuição da Fundação Fênix de Educação e Cultura, primordial na garantia da disseminação da educação e da cultura na região do Sertão do Alto Pajeú.
Responsável pela programação da Rádio GAZETA FM 95,3 – Gilberto Rodrigues destacou que essa parceria representa um dos objetivos da Fundação Fênix em oferecer o bom debate da educação e cultura em nossa cidade e região.
A Rádio GAZETAFM 95,3 e a Faculdade Vale do Pajeú mantêm um programa semanal Educação em Debate, às 11:30 horas todas às terças-feiras sempre com a apresentação ao vivo pelo corpo docente da FVP.
Ainda de acordo com o reitor da FVP – doutor Cleonildo Lopes , todos os esforços serão feitos para que a FVP e a Rádio GAZETA FM 95,3 continuem destacam a educação em São José do Egito e região. “Meu mundo é acadêmico, mas temos esse compromisso com a população da região. É um processo complexo, que envolve muito trabalho e empenho
das pessoas envolvidas, chegaremos ao objetivo final, oferecendo uma educação de qualidade a todos”.
Por meio da assinatura do Termo de Parceria, segundo o Diretor de Programação – Gilberto Rodrigues. “Se todos se comprometerem será possível realizar esse projeto de maneira eficaz em prol do desenvolvimento de nossa cidade e região”, afirmou.
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