Prefeitura recolhe 20 toneladas de lixo durante o carnaval de Petrolina
Por Nill Júnior
Certamente o folião que brincou o Carnaval de Petrolina entre os dias 25 e 28 de fevereiro nem percebeu, mas enquanto os blocos percorriam as ruas do centro histórico noite adentro, logo cedo, já às 5h, era a vez do ‘bloco da limpeza” entrar em cena.
Todos os dias, 40 trabalhadores realizaram a coleta do lixo e a lavagem dos circuitos do carnaval. Tanto nos polos Orla/Praça da 21 de Setembro, quanto nos pontos alternativos, organizados na Areia Branca, Cohab VI/Rio Corrente e Loteamento Recife.
O mesmo trabalho era sempre realizado horas antes da folia começar, em cada um dos polos. Resultado: muito trabalho, ruas limpas e 20 toneladas de lixo recolhidas durante os 4 dias de carnaval.
Além dos foliões, que não queriam perder um só minuto do Carnaval de Petrolina, quem também marcou presença na avenida foram as equipes de manutenção de iluminação pública. A ideia era não deixar faltar luz em nenhum momento da folia, sem deixar o atendimento à população de lado. Proposta que foi a bandeira da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade durante os 4 dias do carnaval, como explica o responsável pela pasta, Eduardo Carvalho.
“Petrolina é uma cidade grande e possui muitas demandas. Não podemos deixá-las de lado em momento algum, mesmo em tempos de festa. A folia uma hora acaba, o trabalho não. Por isso, todos da SEDURBS devem estar comprometidos em atender às necessidades dos petrolinenses”, destaca Carvalho.
G1PE Um jovem de 24 anos foi morto na madrugada desta quinta-feira (17) dentro do Hospital Regional Inácio de Sá em Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. De acordo com o 8º Batalhão da Polícia Militar (8º BPM), por volta das 3h35, dois homens entraram no leito da unidade, e efetuaram vários disparos de arma de […]
Um jovem de 24 anos foi morto na madrugada desta quinta-feira (17) dentro do Hospital Regional Inácio de Sá em Salgueiro, no Sertão de Pernambuco.
De acordo com o 8º Batalhão da Polícia Militar (8º BPM), por volta das 3h35, dois homens entraram no leito da unidade, e efetuaram vários disparos de arma de fogo contra a vítima, que estava deitada em uma maca. Ele morreu no local.
De acordo com funcionários do hospital, que preferiram não se identificar, os criminosos pularam o muro e foram em direção aos leitos. No quarto, eles pediram para que as pessoas que estavam presentes se afastassem da vítima e efetuaram cerca de cinco disparos.
Segundo a polícia, o jovem havia dado entrada no Hospital Regional na noite de terça-feira (15) depois de ter sido baleado no abdômen, na Rua Joaquim Neto, no Centro de Terra Nova.
A polícia realizou diligências na cidade, mas ninguém foi preso. Um inquérito foi instaurado para investigar a autoria do crime. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) da cidade de Petrolina para serem realizados os procedimentos legais.
Léo Santana e Selva Branca confirmados para a próxima edição em 2018. Por André Luis Neste domingo (15), encerrando o Afogareta 2017, a banda Selva Branca, arrastou uma multidão de foliões do bloco Arerê, pela Avenida Rio Branco de Afogados da Ingazeira-PE. Com uma pegada bem Axé, a banda que sofre forte influência do Chiclete […]
Léo Santana e Selva Branca confirmados para a próxima edição em 2018.
Por André Luis
Neste domingo (15), encerrando o Afogareta 2017, a banda Selva Branca, arrastou uma multidão de foliões do bloco Arerê, pela Avenida Rio Branco de Afogados da Ingazeira-PE.
Com uma pegada bem Axé, a banda que sofre forte influência do Chiclete com Banana, agradou ao público presente que acompanhou o trio cantando e dançando a todo o momento.
O show começou as 09h30, e encerrou às 01h da madrugada, cumprindo o prazo estipulado.
A grade surpresa da noite foi o anúncio de duas atrações para o Afogareta 2018, quando o bloco Arerê completará 20 anos. O diretor do bloco Ney Quidute fez o anúncio logo no início do show da Selva Branca, de cima do trio, Ney informou que tinha acabado de fechar a primeira atração.
“Vou anunciar a primeira atração já confirmada para o Afogareta 2018. Pra comemorar os 20 anos do bloco Arerê, vamos trazer uma atração de peso, acabamos de fechar com ele aqui em cima do trio. Léo Santana estará animando os 20 anos do bloco Arerê e do Afogareta”, disse Ney. A avenida veio abaixo com o anúncio de Ney.
Ao final do show da Selva Branca, Ney aproveitou para confirmar mais um nome para o próximo evento. Após agradecer aos sócios do bloco Arerê, aos patrocinadores e família, Ney informou que Selva Branca está confirmada para o Afogareta 2018.
O Afogareta 2017 se despede e vai deixar saudades. Parabéns a Ney e Mateus Quidute, a toda a família Arerê e principalmente ao público de Afogados da Ingazeira, que se comportou muito bem e abrilhantou ainda mais a festa, com poucos registros policiais. Até o próximo!
Da Veja.com.br O presidente eleito Jair Bolsonaro disse neste sábado (10) que, se já estivesse no cargo, vetaria a proposta de aumento salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). “Não tem outro caminho no meu entender, até pela questão de dar exemplo…Eu falei antes da votação que é inoportuno, o momento não é esse […]
O presidente eleito Jair Bolsonaro disse neste sábado (10) que, se já estivesse no cargo, vetaria a proposta de aumento salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Não tem outro caminho no meu entender, até pela questão de dar exemplo…Eu falei antes da votação que é inoportuno, o momento não é esse para discutir esse assunto”, afirmou ele em entrevista à emissora Record sobre a primeira semana dos trabalhos para transição de governo.
Na quarta-feira, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovaram o encaminhamento de uma proposta de reajuste de 16,38% de seus salários ao Ministério do Planejamento, como parte do Orçamento 2019 da corte.
A matéria, que agora foi para sanção presidencial, implicará em um gasto adicional total de 5,3 bilhões de reais em 2019, devido ao reajuste em cascata dos salários em decorrência do aumento para os ministros do Supremo, conforme cálculos das consultorias de Orçamento da Câmara dos Deputados e do Senado.
“Se eu fosse o presidente, eu procuraria o presidente do Senado para que o projeto não entrasse em pauta. Já que entrou em pauta, se o governo Temer quiser, pela Lei de Responsabilidade Fiscal, ele pode vetar esse reajuste, que afinal de contas é da classe que mais ganha no Brasil”, disse Bolsonaro.
Na avaliação dele, o reajuste dos ministros dificulta as articulações para conduzir a tão aguardada reforma da Previdência no país. “Complica para a gente quando você fala em fazer reforma da previdência, quando você vai tirar alguma coisa dos mais pobres, aceitar um reajuste como esse”, acrescentou.
Bolsonaro ressaltou que sua equipe não considera reformar a Previdência da forma proposta pelo governo Temer. Ele contou ainda que está analisando um pacote de medidas em tramitação no Congresso.
Questionado se alguma delas seria levada adiante pelo seu governo, o presidente eleito respondeu: “Se bancarmos propostas dessas e formos derrotados abre espaço para velha política vir para cima de nós… Não posso correr esse risco, tenho que começar o ano que vem com nossas propostas e tentar convencer deputados e senadores a votar de forma paulatina”, afirmou.
Repudio os perfis fakes que aparecem no município como uma forma errônea de se fazer oposição. Esses perfis extrapolam todos os limites da sanidade e da moral. Lembro que política não se faz assim. Oposição política se faz criticando de forma administrativa. E aponto que há fortes indícios de que a nova geração da família Lins, encabeçada […]
Repudio os perfis fakes que aparecem no município como uma forma errônea de se fazer oposição. Esses perfis extrapolam todos os limites da sanidade e da moral. Lembro que política não se faz assim. Oposição política se faz criticando de forma administrativa.
E aponto que há fortes indícios de que a nova geração da família Lins, encabeçada pelo ex-prefeito Gustavo Lins e o vereador Junhão Lins, é a verdadeira incentivadora e responsável por esse movimento. Não os pais e os mais velhos, os da antiga geração dessa família, esses não são capazes de apoiar atitudes insanas e irresponsáveis, mas os mais novos, que parecem participar e apoiar essas publicações desrespeitosas, ocorridas ultimamente em redes sociais.
A ligação entre esses fakes e membros daquela família é clara. Pois mandam e desmandam ao retirar postagens que atingiram algumas famílias do município e que causaram revolta na população. E essa ligação será comprovada mais adiante, juridicamente. Está muito próximo o momento em que serão desmascarados.
Está se criando um clima de segregação e barreiras pessoais. Os fatos recentes, criados nos últimos dias, são absurdos. Nunca em tempo algum se viu o que se vê hoje. São ataques pessoais para denegrir a honra das pessoas, isso de uma forma baixa e rasteira com calúnias.
Critiquem administrativamente. Saibam fazer política de uma forma correta e mostrem a cara, assinem o seus textos.
Sempre fizemos política sem “cuidar da vida pessoal de ninguém”. Em política, não se ataca pessoas. Falamos isso diretamente para diversos componentes desse grupo, inclusive vereadores da oposição que postaram fotos no plenário da Câmara alimentando esses falsos perfis.
Aqui, em Sertânia, em várias eleições, perdemos e ganhamos, sempre sabendo respeitar os resultados. Saber perder é importante e quem não sabe perder não sabe ganhar.
Política deve ser feita de forma limpa e transparente, assumindo o que se diz. No entanto, aqueles que se escondem de forma covarde e no anonimato, não amadureceram o suficiente apesar de exercerem ou terem exercido cargos importantes. Não se escondam em fakes, em falsos perfis. Tenham caráter e sejam homens de verdade.
A democracia pressupõe que se façam críticas. A constituição garante a liberdade de expressão. Mas a lei é clara quando diz que é vedado o anonimato. Por isso, são criados “fakes” para se manterem no anonimato os possíveis “chefes” e os seus seguidores cupinchas.
Podem me criticar, criticar ações administrativas. Não criticando e atacando outras pessoas, tentando me atingir.
Digo aos meus amigos e correligionários, que não se importem com isso, porque com a verdade e o trabalho, venceremos em todas as oportunidades, nas vitórias eleitorais ou não, mas sempre vitoriosos. E isso, sem usar de subterfúgios, mentiras e calúnias, como as dos que se escondem “por trás” de falsos perfis.
Ângelo Ferreira, ex-deputado estadual e prefeito de Sertânia
Com 30,5 homicídios para cada 100 mil habitantes, o Brasil só não perde nesse item para a Colômbia entre os países do Mundial de futebol Do Estado de Minas Quarta-feira a Seleção Brasileira entra em campo em Moscou contra a Sérvia, precisando de apenas um empate para garantir a classificação. Em caso de vitória, pode […]
Com 30,5 homicídios para cada 100 mil habitantes, o Brasil só não perde nesse item para a Colômbia entre os países do Mundial de futebol
Do Estado de Minas
Quarta-feira a Seleção Brasileira entra em campo em Moscou contra a Sérvia, precisando de apenas um empate para garantir a classificação. Em caso de vitória, pode ir para as oitavas de final como cabeça de chave, o esperado para o segundo melhor do mundo, de acordo com a Federação Internacional de Futebol (Fifa).
Mas, enquanto a bola rolar no gramado da Rússia, vidas estarão sendo perdidas no Brasil pelo gatilho de armas e por acidentes nas estradas. É o paradoxo diário vivido pelo país do futebol. No ranking do esporte, está no topo. Numa hipotética Copa da Saúde, no quesito violência, perde inúmeras posições e figura como campeão às avessas: um dos mais perigosos do mundo, com índices bem superiores aos de países em guerra declarada.
O Estado de Minas começou a mostrar ontem a performance da seleção canarinho numa Copa da Educação e da Saúde. Os números das Estatísticas Mundiais de Saúde de 2017, publicação da Organização Mundial de Saúde (OMS), não deixam dúvidas.
Nessa Copa em que a violência tem o mando do jogo, o Brasil seria o penúltimo colocado, com derrotas a cada partida. São 30,5 homicídios para cada 100 mil habitantes (dados de 2015). Só não seria o lanterna por causa da Colômbia, que sofre gols ainda mais numerosos: 48,8 assassinatos para cada grupo de 100 mil. O Japão levantaria a taça, com uma taxa de 0,3.
Olhando apenas o grupo do Brasil, o placar da goleada seria ainda mais largo. A Suíça se classificaria logo na estreia da Copa e garantiria o vice-campeonato, com um índice de 0,6 morte. A Sérvia, que nos anos 1990 liderou a guerra durante os atos separatistas dos países que formavam a então Iugoslávia, deixou as mortes no passado e também teria vaga garantida nas fases subsequentes do Mundial, com uma taxa de 1,7.
Costa Rica também daria trabalho, como deu na última partida contra o Brasil, na sexta-feira passada. O país da América Central registra 9,2 homicídios para cada 100 mil habitantes.
Ampliando um pouco mais o espectro, o cenário é ainda mais desolador. O Brasil é o 9º mais violento do mundo, num grupo concentrado nas Américas do Sul e Central. À sua frente estão Trinidade e Tobago (32,8), Jamaica (35,2), Guatemala (36,2), Belize (37,2), Colômbia, Venezuela (51,7), El Salvador (63,2) e Honduras (85,7). No Oriente Médio, epicentro de países em guerra civil declarada ou em conflitos constantes, os índices são infinitamente menores – caso da Síria e Líbia (2,5), Afeganistão (7) e Iraque (12,7), o mais violento dessa região.
“Melhoras não ocorrerão em uma situação onde a desigualdade não seja enfrentada, e onde a guerra do tráfico não cobre tantas vítimas – apenas para mencionar duas chagas que são a inaceitável mortalidade infantil e o genocídio, representado pelas mortes causadas pelo narcotráfico”, afirma o especialista em Ciência e Tecnologia da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) e professor titular aposentado da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Francisco Campos.
Na mortalidade infantil, o país também perde de goleada: a cada 1 mil nascidos vivos, 16,4 crianças não sobrevivem, deixando o país em 24ª posição e entre os seis piores índices no grupo dos 32 participantes da Copa do Mundo.
Os acidentes em estradas mostram outro aspecto da violência. O Brasil fica em 27º colocado no ranking, com 23,4 acidentes por cada 100 mil habitantes. Perde apenas para Arábia Saudita (27,4), Senegal (27,2) e Tunísia (24,4). Em seu grupo na Copa, toma de lavada da Suíça (3,3), da Sérvia (7,7) e da Costa Rica (13,3).
Na opinião do professor de engenharia de Transporte e Trânsito da Universidade Fumec, Márcio Aguiar, o problema vai persistir enquanto a política de transporte permanecer sendo partidária. “Falta muito investimento. São estradas precisando de melhoras, de duplicação. O estado de São Paulo está indo muito bem depois que promoveu a concessão.
Essa é uma saída para atrair investimentos. Se o governo não dá conta, a iniciativa privada assume”, afirma. Outro ponto, segundo ele, é retomar as ferrovias, retirando das estradas um volume enorme de veículos. “Tivemos uma paralisação de caminhoneiros e o Brasil parou, porque tudo é escoado pelas rodovias, que nem são tão boas assim para esse fim”, adverte.
O professor alerta ainda para a necessidade de intensificar a fiscalização para coibir a imprudência de motoristas, grande causadora de acidentes. “Criam a Lei Seca, mas não dão continuidade nas blitze. Logo, para o motorista, é como se não existisse. A educação passa pela fiscalização intensa em tudo. Só assim teremos uma redução”, ressalta. “A princípio, parecem medidas simples, mas, elas exigem grandes decisões políticas.”
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