Notícias

Prefeitura intensifica serviços de aração e fortalece horta comunitária em Iguaracy 

Por André Luis

Na manhã deste domingo (22), o prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, esteve na Fazenda Experimental do município acompanhando de perto os serviços de aração da terra destinados ao plantio de milho para famílias carentes.

O prefeito esteve acompanhado do secretário municipal de Agricultura, Carlinhos de Trindade, e do chefe de gabinete, Júlio Veras. Durante a visita, a comitiva observou o andamento dos trabalhos de preparação do solo, etapa essencial para garantir uma safra produtiva e de qualidade.

Na oportunidade, também foi realizada uma visita à horta comunitária instalada no local, onde os serviços de preparação da terra e o plantio de verduras seguem em execução. A iniciativa representa um importante avanço nas ações de incentivo à produção de alimentos e ao fortalecimento da agricultura familiar no município.

De acordo com o secretário Carlinhos de Trindade, a ação demonstra o compromisso da gestão com o homem do campo e com a promoção de oportunidades. “Estamos trabalhando para garantir apoio à agricultura, incentivando a produção e criando condições para que possamos fortalecer cada vez mais o setor rural e beneficiar nossa população”, destacou o secretário.

A horta comunitária também atende a um desejo da primeira-dama do município, Dra. Maria das Graças Valadares, que tem incentivado e apoiado o desenvolvimento do projeto como forma de promover segurança alimentar, inclusão social e melhoria da qualidade de vida das famílias.

Segundo o prefeito Pedro Alves, acompanhar de perto essas ações é fundamental para garantir o avanço das políticas públicas voltadas ao campo. A iniciativa integra o conjunto de investimentos da Prefeitura de Iguaracy fortalecimento da agricultura, valorizando o produtor rural e contribuindo para o desenvolvimento do município.

Outras Notícias

Humberto acredita em injeção de ânimo na campanha com vinda de Lula

O ex-presidente Lula desembarca nesta quinta-feira (04) em Petrolina, no sertão pernambucano, para um evento de campanha na região do São Francisco em favor das candidaturas de Dilma a presidente, Armando Monteiro a governador e João Paulo a senador. Além de Armando e João Paulo, estarão no aeroporto Nilo Coelho para receber Lula, o prefeito […]

lula-armando-e-monicaO ex-presidente Lula desembarca nesta quinta-feira (04) em Petrolina, no sertão pernambucano, para um evento de campanha na região do São Francisco em favor das candidaturas de Dilma a presidente, Armando Monteiro a governador e João Paulo a senador.
Além de Armando e João Paulo, estarão no aeroporto Nilo Coelho para receber Lula, o prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio (PMDB), e o líder do PT no Senado, Humberto Costa.
De lá, o grupo comandado pelo ex-presidente participa de uma caminhada no centro do município, com concentração na orla e vai ao lado da população até a praça 21 de Setembro, onde será realizado um comício.
De Petrolina, a comitiva viajará para o Recife, onde será realizado o maior evento da campanha de 2014 no Estado. Lula se encontrará com a presidenta Dilma na capital pernambucana e, juntos, farão um grande comício no bairro de Brasília Teimosa, zona sul do Recife.
Em 10 de janeiro de 2003, Brasília Teimosa foi a primeira comunidade visitada por Lula após ter sido eleito presidente. Naquele ano, 560 famílias moravam em palafitas de madeira e papelão no bairro. Após o compromisso assumido por Lula, investimentos federais revitalizaram completamente Brasília Teimosa e os moradores foram retirados das habitações precárias em que viviam e contemplados com casas novas.
Para o líder do PT no Senado, Humberto Costa, o local escolhido para o chamado “comício da vitória” guarda um grande simbolismo. “Brasília Teimosa representa o tanto que Lula e Dilma fizeram por Pernambuco. Eles mudaram a realidade daquela área, onde havia muita miséria e onde a população pobre não tinha acesso a nada”, lembra Humberto. “Com a disposição de Lula e Dilma, nós mudamos a realidade de Brasília Teimosa, mudamos a realidade de Pernambuco e mudamos a realidade do Brasil. E vamos seguir mudando pra melhor”, completou.

O evento no Recife está marcado para 19h, na avenida Brasília Formosa, próximo ao Biruta Bar, onde milhares de pessoas são esperadas. “Estamos todos muito confiantes no forte apoio dos pernambucanos aos nossos candidatos. Dilma, Armando e João Paulo, que têm o apoio irrestrito de Lula, são os únicos a darem a certeza de que Pernambuco e o Brasil continuarão crescendo com segurança e responsabilidade”, assegurou Humberto.

Casal envolvido em acidente na Paraíba morava em Itapetim

Patos On Line Foram identificadas as vítimas do grave acidente registrado na tarde desta terça-feira (4), no trecho da PB-262, entre os municípios de São José do Bonfim e Teixeira, no Sertão da Paraíba. O sinistro ocorreu por volta das 13h, na altura do Sítio Pé de Serra, quando um Honda Fit branco, de placas KRR […]

Patos On Line

Foram identificadas as vítimas do grave acidente registrado na tarde desta terça-feira (4), no trecho da PB-262, entre os municípios de São José do Bonfim e Teixeira, no Sertão da Paraíba.

O sinistro ocorreu por volta das 13h, na altura do Sítio Pé de Serra, quando um Honda Fit branco, de placas KRR 7C58 (Sumé-PB), colidiu violentamente contra a mureta de um pontilhão do Açude Vermelho, e pegou fogo logo após o impacto.

O condutor do automóvel foi identificado como Antônio Laerte Oliveira, de 67 anos, natural de Sumé (PB). Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Ambos são de Sumé na Paraiba , mas estavam residindo em Itapetim.

A passageira era sua esposa, Maria Denicie de Oliveira Silva, de 62 anos, também natural de Sumé, que sofreu lesões no braço direito. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e do Corpo de Bombeiros Militar foram acionadas e chegaram rapidamente ao local. A Unidade de Suporte Básico (USB 09) de São José do Bonfim prestou os primeiros atendimentos e contou com o apoio da Unidade de Suporte Avançado (USA 02) de Patos.

Apesar dos esforços de reanimação, Antônio Laerte faleceu ainda no local. Sua esposa foi socorrida e levada ao Complexo Hospitalar Regional de Patos. O Patos Online entrou em contato com a unidade, que confirmou a alta médica da paciente ainda nesta terça-feira (4).

O Corpo de Bombeiros permaneceu no local até por volta das 18h, realizando o rescaldo do incêndio, que se propagou pela vegetação, enquanto a Polícia Militar atuou no controle do trânsito. O corpo da vítima fatal foi removido pelo Instituto de Polícia Científica (IPC) para os procedimentos periciais. A ocorrência foi finalizada na Delegacia de Polícia Civil de Patos, que deve investigar as circunstâncias do acidente.

Tamanho dos protestos vai definir apoio aos governos, avaliam aliados

Folha Em meio ao cerco da Polícia Federal sobre a campanha presidencial e à ameaça de debandadas na base aliada, o governo Dilma Rousseff avalia que o tamanho da adesão aos protestos deste domingo (13) será decisivo para definir com que força o processo de impeachment será retomado no Congresso Nacional. Como o presidente da […]

2Folha

Em meio ao cerco da Polícia Federal sobre a campanha presidencial e à ameaça de debandadas na base aliada, o governo Dilma Rousseff avalia que o tamanho da adesão aos protestos deste domingo (13) será decisivo para definir com que força o processo de impeachment será retomado no Congresso Nacional.

Como o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já avisou que o pedido voltará a andar na quinta-feira (17), um dia após o Supremo Tribunal Federal julgar os recursos apresentados por ele sobre as regras da tramitação, os atos servirão como uma espécie de termômetro.

Os principais partidos governistas que não fazem parte da esquerda tradicional -PMDB, PSD, PP, PR, PTB e PRB- travam um grande debate sobre permanecer ou não com a presidente. Essas legendas somam 216 dos 513 deputados, volume decisivo para a votação do impeachment no plenário, prevista para o final de abril ou início de maio.

Dilma já manifestou reservadamente o receio do desembarque. Além disso, tem passado por um processo conflituoso com seu partido, o PT, que cobra agenda de retomada do crescimento e se declara contra propostas de reforma, como a da Previdência.

Desde a eleição de Cunha -aliado incômodo que virou adversário declarado- para a presidência da Câmara, em fevereiro de 2015, a situação de Dilma nunca foi tranquila na Casa. Mas chega a uma condição de agravamento inédita agora devido à combinação do aprofundamento da crise econômica com os desdobramentos da Lava Jato.

Alguns líderes desses partidos aliados dizem, nos bastidores, não ver condições para Dilma recuperar as condições mínimas de governança para seguir no cargo até 2018. Além das tenebrosas perspectivas econômicas, apontam o potencial explosivo de delações como a dos executivos da Andrade Gutierrez e do ex-líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS).

Planalto, aliados e oposição já têm um diagnóstico de o desfecho, qualquer que seja, não passa de julho. A diferença é que, na equipe de Dilma, ainda há uma esperança de que ela possa se recuperar e dar uma chacoalhada no governo, o que passaria pela vinda do ex-presidente Lula para o ministério. Segundo um auxiliar, seria melhor a presidente dividir o comando do governo com Lula do que perdê-lo para o impeachment.

Segundo aliados, Lula espera os protestos para se decidir e pondera que pode aceitar o convite caso constate que sua presença é essencial para evitar a queda da petista.

Senadores da CPI da Pandemia reúnem documentos para denúncia avançar na Justiça

Foto: arquivo/Senado Senadores que foram membros da CPI da Pandemia acionaram a Advocacia do Senado para fazer uma “radiografia” dos processos instaurados após a apresentação do relatório final e reunir todos os documentos que consideram ser provas de crimes cometidos pelo ex-presidente da República Jair Bolsonaro durante o período de enfrentamento à covid-19. Os parlamentares […]

Foto: arquivo/Senado

Senadores que foram membros da CPI da Pandemia acionaram a Advocacia do Senado para fazer uma “radiografia” dos processos instaurados após a apresentação do relatório final e reunir todos os documentos que consideram ser provas de crimes cometidos pelo ex-presidente da República Jair Bolsonaro durante o período de enfrentamento à covid-19. Os parlamentares esperam que, sem foro privilegiado, Bolsonaro seja julgado em primeira instância.

“Tomei a iniciativa de mobilizar os colegas senadores da CPI da Covid e vamos reunir as provas dos crimes cometidos por Bolsonaro, que não tem mais como se esconder por trás do foro privilegiado. A justiça será feita. A gestão irresponsável na pandemia não passará impune”, afirmou o senador Humberto Costa nas redes sociais.

O relatório final da CPI, apresentado em outubro de 2021 pelo relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), acusou formalmente o então presidente Jair Bolsonaro de ter cometido nove crimes: prevaricação; charlatanismo; epidemia com resultado morte; infração a medidas sanitárias preventivas; emprego irregular de verba pública; incitação ao crime; falsificação de documentos particulares; crime de responsabilidade e crimes contra a humanidade.

Entenda o caso

Cópia do relatório final da CPI da Pandemia foi entregue em mãos pelos senadores ao então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, no dia 28 de outubro de 2021. Um dia antes, eles também estiveram com o Procurador-Geral da República, Augusto Aras. 

O documento foi distribuído ainda para órgãos do Ministério Público, Tribunal de Contas da União (TCU) e outros órgãos previstos na legislação para que fossem promovidos os devidos encaminhamentos.

Nas questões em que havia autoridades com foro privilegiado, a PGR solicitou ao STF para instaurar investigações preliminares. Em janeiro de 2022, o Ministério Público Federal (MPF) informou que desmembrou em 12 apurações a investigação a partir do relatório final da CPI da Pandemia. 

No mesmo período, Augusto Aras e o procurador Claudio Drewes José de Siqueira encaminharam ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, ofício em que comunicaram a “autuação de notícia de fato”. Caberia então à PGR apurar e, se fosse o caso, oferecer denúncias contra os investigados.

Mas, em julho de 2022, a PGR deu início a pedidos de arquivamento de investigações contra o presidente Jair Bolsonaro, o que foi contestado por um grupo de senadores que integravam o colegiado. 

Eles apresentaram uma petição ao STF, solicitando aos ministros que desconsiderassem o pedido feito pela PGR e promovessem ação contra o presidente para apurar denúncias feitas pela CPI no relatório final.

Alguns processos que estavam com o ministro Ricardo Lewandowski já foram arquivados, mas há procedimentos em aberto com a ministra e presidente do Supremo, Rosa Weber, com o ministro Luís Roberto Barroso e a ministra Cármen Lúcia. 

Como o ex-presidente da República Jair Bolsonaro e seus ministros de Estado que motivaram a fixação do foro no Supremo perderam essa condição privilegiada, os processos devem ser encaminhados automaticamente à primeira instância.

A Advocacia do Senado representou, por exemplo, contra Bolsonaro em razão de ele ter feito uma associação das vacinas anticovid com propagação da AIDS. Foi aberto inquérito e recentemente houve a conclusão pela Polícia Federal de que sim, houve cometimento de crime. 

Nesse caso agora, certamente esse relatório da PF vai ser remetido para a primeira instância e o juiz de primeiro grau vai adotar as providências que achar cabíveis. As informações são da Agência Senado

PP define apoio à candidata Teresa Leitão ao Senado

O Partido Progressista anunciou formalmente o apoio à candidatura de Teresa Leitão para o Senado, pela Frente Popular de Pernambuco.  Antônio Maria, que chegou a ter o nome cogitado na sexta passada, compareceu à reunião do Conselho Político da Frente Popular, nesta segunda-feira (8),  para declarar que não será candidato, e que apoia a petista. […]

O Partido Progressista anunciou formalmente o apoio à candidatura de Teresa Leitão para o Senado, pela Frente Popular de Pernambuco. 

Antônio Maria, que chegou a ter o nome cogitado na sexta passada, compareceu à reunião do Conselho Político da Frente Popular, nesta segunda-feira (8),  para declarar que não será candidato, e que apoia a petista.

Na ocasião, Teresa Leitão ressaltou a importância do processo de negociação. Disse que nunca teve dúvida de que esse processo seria positivo, considerando a capacidade de diálogo do governador, de Danilo Cabral e de Dudu da Fonte, “sempre primando pela convergência e pela unidade da Frente Popular”.

“Foi o tipo da negociação ideal, que é a negociação do ganha-ganha, em que todo mundo saiu satisfeito”, analisou a candidata a senadora.