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Senadores da CPI da Pandemia reúnem documentos para denúncia avançar na Justiça

Por André Luis

Foto: arquivo/Senado

Senadores que foram membros da CPI da Pandemia acionaram a Advocacia do Senado para fazer uma “radiografia” dos processos instaurados após a apresentação do relatório final e reunir todos os documentos que consideram ser provas de crimes cometidos pelo ex-presidente da República Jair Bolsonaro durante o período de enfrentamento à covid-19. Os parlamentares esperam que, sem foro privilegiado, Bolsonaro seja julgado em primeira instância.

“Tomei a iniciativa de mobilizar os colegas senadores da CPI da Covid e vamos reunir as provas dos crimes cometidos por Bolsonaro, que não tem mais como se esconder por trás do foro privilegiado. A justiça será feita. A gestão irresponsável na pandemia não passará impune”, afirmou o senador Humberto Costa nas redes sociais.

O relatório final da CPI, apresentado em outubro de 2021 pelo relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), acusou formalmente o então presidente Jair Bolsonaro de ter cometido nove crimes: prevaricação; charlatanismo; epidemia com resultado morte; infração a medidas sanitárias preventivas; emprego irregular de verba pública; incitação ao crime; falsificação de documentos particulares; crime de responsabilidade e crimes contra a humanidade.

Entenda o caso

Cópia do relatório final da CPI da Pandemia foi entregue em mãos pelos senadores ao então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, no dia 28 de outubro de 2021. Um dia antes, eles também estiveram com o Procurador-Geral da República, Augusto Aras. 

O documento foi distribuído ainda para órgãos do Ministério Público, Tribunal de Contas da União (TCU) e outros órgãos previstos na legislação para que fossem promovidos os devidos encaminhamentos.

Nas questões em que havia autoridades com foro privilegiado, a PGR solicitou ao STF para instaurar investigações preliminares. Em janeiro de 2022, o Ministério Público Federal (MPF) informou que desmembrou em 12 apurações a investigação a partir do relatório final da CPI da Pandemia. 

No mesmo período, Augusto Aras e o procurador Claudio Drewes José de Siqueira encaminharam ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, ofício em que comunicaram a “autuação de notícia de fato”. Caberia então à PGR apurar e, se fosse o caso, oferecer denúncias contra os investigados.

Mas, em julho de 2022, a PGR deu início a pedidos de arquivamento de investigações contra o presidente Jair Bolsonaro, o que foi contestado por um grupo de senadores que integravam o colegiado. 

Eles apresentaram uma petição ao STF, solicitando aos ministros que desconsiderassem o pedido feito pela PGR e promovessem ação contra o presidente para apurar denúncias feitas pela CPI no relatório final.

Alguns processos que estavam com o ministro Ricardo Lewandowski já foram arquivados, mas há procedimentos em aberto com a ministra e presidente do Supremo, Rosa Weber, com o ministro Luís Roberto Barroso e a ministra Cármen Lúcia. 

Como o ex-presidente da República Jair Bolsonaro e seus ministros de Estado que motivaram a fixação do foro no Supremo perderam essa condição privilegiada, os processos devem ser encaminhados automaticamente à primeira instância.

A Advocacia do Senado representou, por exemplo, contra Bolsonaro em razão de ele ter feito uma associação das vacinas anticovid com propagação da AIDS. Foi aberto inquérito e recentemente houve a conclusão pela Polícia Federal de que sim, houve cometimento de crime. 

Nesse caso agora, certamente esse relatório da PF vai ser remetido para a primeira instância e o juiz de primeiro grau vai adotar as providências que achar cabíveis. As informações são da Agência Senado

Outras Notícias

Iguaracy discute obras de abastecimento para Irajaí e Picos com Governo de Pernambuco

O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, se reuniu com representantes do Governo de Pernambuco para tratar de ações de abastecimento de água no município. Entre as pautas estão uma obra estimada em R$ 1,12 milhão para Irajaí e demandas do povoado de Picos e de comunidades rurais. A reunião aconteceu nessa quinta-feira (15), na Secretaria […]

O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, se reuniu com representantes do Governo de Pernambuco para tratar de ações de abastecimento de água no município. Entre as pautas estão uma obra estimada em R$ 1,12 milhão para Irajaí e demandas do povoado de Picos e de comunidades rurais.

A reunião aconteceu nessa quinta-feira (15), na Secretaria de Recursos Hídricos e de Saneamento de Pernambuco. Pedro Alves esteve acompanhado do deputado estadual Luciano Duque e foi recebido pelo secretário executivo Artur Paiva Coutinho.

Segundo as informações apresentadas no encontro, o projeto de abastecimento de Irajaí está concluído, tem investimento estimado em R$ 1,12 milhão e já conta com ordem de serviço emitida.

De acordo com Artur Coutinho, o início da obra depende agora da chegada da tubulação necessária para a execução do serviço.

O povoado de Picos também entrou na pauta da reunião. A assessoria municipal informou que foram discutidas ações para melhorar a qualidade da água na localidade, mas não detalhou quais intervenções serão executadas nem apresentou prazo.

As necessidades de comunidades rurais também foram abordadas. Entre as alternativas discutidas estão a implantação de dessalinizadores e a substituição de equipamentos antigos.

Em junho, Artur Coutinho esteve em Irajaí para uma vistoria técnica destinada a avaliar alternativas para o abastecimento da localidade. Entre as possibilidades analisadas estava a implantação de uma Estação de Tratamento de Água.

Pedro Alves também defende que seja estudada a possibilidade de levar água da Adutora do São Francisco para o distrito.

Durante a reunião, o prefeito citou a participação de Luciano Duque nas articulações e o diálogo com o Governo do Estado e com o secretário José Almir Cirilo.

Segundo a assessoria, Duque afirmou que as demandas do município já foram encaminhadas aos setores responsáveis.

Foto: Divulgação

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Câmara de Alagoinha rejeita retorno de Marcos de Esmeralda, acusado de ser mandante da morte de Ezinho Construção

A Câmara Municipal de Alagoinha rejeitou o pedido de Marcos de Esmeralda para retomar o exercício das funções legislativas. O parlamentar, apontado pela Polícia Civil como possível mandante da morte de Ezinho Construção, teve seis votos contrários ao requerimento. O requerimento foi apresentado por Marcos André dos Santos, conhecido como Marcos de Esmeralda, e submetido […]

A Câmara Municipal de Alagoinha rejeitou o pedido de Marcos de Esmeralda para retomar o exercício das funções legislativas. O parlamentar, apontado pela Polícia Civil como possível mandante da morte de Ezinho Construção, teve seis votos contrários ao requerimento.

O requerimento foi apresentado por Marcos André dos Santos, conhecido como Marcos de Esmeralda, e submetido a votação eletrônica durante sessão da Câmara.

Segundo o material divulgado, os parlamentares puderam votar favoravelmente, contra o pedido ou optar pela abstenção. Foram registrados seis votos contrários, e o requerimento acabou rejeitado.

A publicação informa ainda que a proclamação do resultado foi acompanhada de manifestação da defesa do vereador.

Durante a mesma sessão, a Câmara comunicou o protocolo de uma denúncia contra Marcos de Esmeralda. O documento será analisado pela Casa para a adoção das providências cabíveis e, segundo a fonte, está relacionado a um processo de cassação do mandato.

Os vereadores também foram chamados a registrar, por meio do painel eletrônico, ciência sobre o recebimento da denúncia. Em seguida, o presidente da Câmara pediu que os parlamentares que haviam confirmado o recebimento ficassem em pé.

A rejeição do pedido de retorno e o recebimento da denúncia são procedimentos distintos. O eventual andamento de um processo de cassação dependerá da análise do documento e do cumprimento dos procedimentos legais e regimentais aplicáveis.

Marcos de Esmeralda é investigado no caso do assassinato do vereador Ezio Galindo Cordeiro, conhecido como Ezinho Construção, morto a tiros em 26 de abril de 2025, em Alagoinha.

Durante a investigação, a Polícia Civil apontou Marcos como possível mandante do crime. A hipótese apurada era de que o homicídio teria sido encomendado para que o então suplente assumisse a vaga ocupada pela vítima.

Marcos nega envolvimento no assassinato. A responsabilidade criminal dos investigados ainda depende de julgamento.

O Blog seguirá acompanhando os desdobramentos do caso.

Fonte: Panorama PE
Foto: Reprodução

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Brejinho reúne professores da rede municipal em confraternização anual

Professores da rede municipal de Brejinho participaram, nessa sexta-feira (16), de confraternização promovida pela Prefeitura. A programação reuniu jantar, distribuição de brindes e atrações musicais. O encontro reuniu profissionais da educação em uma noite de confraternização organizada pela gestão municipal. Segundo a Prefeitura, a Festa dos Professores já integra o calendário de eventos do município […]

Professores da rede municipal de Brejinho participaram, nessa sexta-feira (16), de confraternização promovida pela Prefeitura. A programação reuniu jantar, distribuição de brindes e atrações musicais.

O encontro reuniu profissionais da educação em uma noite de confraternização organizada pela gestão municipal.

Segundo a Prefeitura, a Festa dos Professores já integra o calendário de eventos do município e é realizada anualmente para reunir os profissionais da rede de ensino.

A programação deste ano contou com distribuição de brindes, jantar e apresentações musicais.

Durante o evento, o secretário municipal de Educação, Abrahão Filho, e o prefeito Gilson Bento fizeram pronunciamentos e agradeceram o trabalho desenvolvido pelos professores nas escolas da rede municipal.

A gestão destacou ainda o papel dos educadores no processo de ensino e aprendizagem dos estudantes e no funcionamento da rede pública de educação.

Foto: Divulgação

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Governo Trump diz apoiar eleições livres no Brasil e defende sanções contra Moraes e medidas contra PCC e CV

O governo dos Estados Unidos afirmou apoiar um processo eleitoral “livre e justo” no Brasil e voltou a defender as medidas adotadas contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e contra as facções PCC e Comando Vermelho. As posições constam de uma carta do Departamento de Estado. O documento é datado de quinta-feira (15) […]

O governo dos Estados Unidos afirmou apoiar um processo eleitoral “livre e justo” no Brasil e voltou a defender as medidas adotadas contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e contra as facções PCC e Comando Vermelho. As posições constam de uma carta do Departamento de Estado.

O documento é datado de quinta-feira (15) e foi encaminhado à deputada democrata Delia Ramirez, que havia questionado o secretário de Estado, Marco Rubio, sobre a política norte-americana em relação ao Brasil durante as eleições de 2026.

Na resposta, assinada por Katherine Bowles, secretária assistente do Escritório de Assuntos Legislativos do Departamento de Estado, o governo norte-americano afirmou que pretende manter diálogo com a sociedade brasileira, o setor privado e o governo eleito.

“Os Estados Unidos apoiam o direito do povo brasileiro a um processo eleitoral livre e justo”, diz a carta.

O Departamento de Estado acrescentou que mantém interlocução com governos e organizações da sociedade civil no Hemisfério Ocidental sobre temas como governança democrática, independência judicial e integridade eleitoral, inclusive por meio da Organização dos Estados Americanos (OEA).

O documento também defendeu as sanções impostas pelo governo Trump ao ministro Alexandre de Moraes. Segundo o Departamento de Estado, a inclusão do magistrado na lista da Lei Magnitsky foi baseada no que o governo norte-americano classifica como “provas documentadas de graves violações de direitos humanos”.

Na carta, os Estados Unidos atribuem a Moraes detenções consideradas arbitrárias, violações à liberdade de expressão e decisões que, na avaliação do governo Trump, teriam atingido críticos políticos e plataformas digitais.

As afirmações representam a posição oficial do governo norte-americano sobre a atuação do ministro. Moraes foi alvo de sanções aplicadas pelos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky.

A carta também aborda o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), classificados pelo governo dos Estados Unidos como organizações terroristas.

O Departamento de Estado justificou a medida afirmando que as duas facções são violentas, possuem milhares de integrantes e mantêm redes criminosas que, segundo as autoridades norte-americanas, alcançam os Estados Unidos.

De acordo com o documento, a classificação está relacionada à avaliação do governo Trump sobre os riscos que essas organizações representam para a segurança dos Estados Unidos e da região.

Fonte: Jornal do Commercio
Foto: Rod Lamkey Jr./AP

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Raquel Lyra volta a defender fim da escala 6×1 durante agenda de entrega de moradias no Recife

A governadora Raquel Lyra (PSD) voltou a defender o fim da escala de trabalho 6×1 nessa sexta-feira (16), durante agenda no Recife. No mesmo compromisso, entregou 41 imóveis reformados pelo programa Reforma no Lar. A manifestação ocorreu durante uma agenda nas comunidades da Imbiribeira, na Zona Sul da capital. Ao comentar a mudança na jornada […]

A governadora Raquel Lyra (PSD) voltou a defender o fim da escala de trabalho 6×1 nessa sexta-feira (16), durante agenda no Recife. No mesmo compromisso, entregou 41 imóveis reformados pelo programa Reforma no Lar.

A manifestação ocorreu durante uma agenda nas comunidades da Imbiribeira, na Zona Sul da capital. Ao comentar a mudança na jornada de trabalho, Raquel afirmou que a medida amplia o tempo disponível para descanso e convivência familiar.

Segundo a governadora, o fim da escala representa a possibilidade de o trabalhador ter “mais tempo em casa, mais tempo para se cuidar” e acompanhar a família.

Raquel também reconheceu que a mudança pode provocar impactos econômicos para determinados setores. Ela afirmou que a discussão sobre custos e adaptação das empresas está sendo conduzida pelo Congresso Nacional e pelo governo federal.

O Congresso promulgou nessa sexta-feira (16) a Emenda Constitucional 141/2026, que substitui a escala de seis dias de trabalho por um de descanso pelo modelo de cinco dias de trabalho e dois de repouso semanal remunerado, sem redução salarial.

A transição será gradual. Em 60 dias, a jornada máxima semanal cairá de 44 para 42 horas. Um ano depois, passará para 40 horas.

Na mesma agenda, o Governo de Pernambuco entregou 41 casas reformadas pelo programa Reforma no Lar. Os imóveis ficam nas comunidades Sonho Meu, Laje, Beira da Linha, Aritana e 7 de Maio.

Segundo a gestão estadual, a iniciativa prevê atender 200 residências na região, com investimento estimado em R$ 3,6 milhões. Outras 18 unidades permanecem em obras, com previsão de conclusão das intervenções até agosto de 2027.

As reformas incluem serviços em telhados, instalações elétricas e hidráulicas, revestimento cerâmico e pintura.

De acordo com o Governo de Pernambuco, o Reforma no Lar já concluiu intervenções em 1.950 imóveis no estado e mantém outras 384 casas em obras. A meta anunciada é alcançar 12.600 residências, com investimento total de R$ 202 milhões.

Fonte: Jornal do Commercio
Fotos: Reprodução/Instagram

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