Prefeitura diz que monitora chuvas e estragos em Arcoverde
Por Nill Júnior
Com a chegada do período de chuvas no município, a Prefeitura de Arcoverde, através das equipes da Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente, está intensificando diversas ações de reparos para conter danos ocasionados em diversas localidades da cidade.
Na noite de quarta-feira (14/04), foi promovida manutenção na galeria da Rua Antônio Moreno, próximo ao Supermercado Bonanza, no centro, um dos trechos que sofreram alagamentos devido às fortes chuvas no final da tarde.
O serviço de limpeza urbana pós-chuvas de ontem, também foi intensificado com a retirada de lama, metralhas e entulhos, incluindo reparo de problemas em galeria na Avenida Agamenon Magalhães, no Sucupira, próximo ao Hospital Regional de Arcoverde.
“Estes trechos foram os que mais tiveram alagamentos, então mereciam ainda ontem uma atenção especial da Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente. Estamos efetivando ações que garantam menos danos possíveis, preparando o município para o enfrentamento a este período de chuvas constantes”, informou o secretário municipal da pasta, Francisco Claudio Nunes da Costa.
As ruas e calçadas do bairro Centro estão recebendo lavagem nesta quinta-feira (15/04). Outras localidades como a Rua Sete de Agosto (São Geraldo), Rua G, no Conjunto Novo Arcoverde (São Cristóvão), Primeiro de Agosto (São Geraldo) e a Rua Américo Pacheco/Praça 15 de Novembro (São Geraldo), estão sendo contempladas com diversos serviços de manutenção, para conter os danos provenientes das fortes chuvas iniciadas em Arcoverde.
Pedidos ou reclamações podem ser feitos no Instagram: @sec.servicospublicosarcoverde, através do direct; pessoalmente, na sede da Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente (localizada no antigo Arcocenter), ou ainda através de ligação pelo número (87) 3821-9007. Sobre a iluminação pública, os atendimentos estão sendo disponibilizados diretamente pelo número: (87) 9.8806-3789.
Do Blog da Folha A CPI da Petrobras começará a ouvir os empreiteiros investigados pela Operação Lava Jato a partir da próxima terça-feira (19). Os primeiros da lista são o presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, e Erton Medeiros Fonseca, diretor da Galvão Engenharia. Na quinta-feira (21), serão ouvidos o vice-presidente da Camargo Corrêa, Eduardo […]
A CPI da Petrobras começará a ouvir os empreiteiros investigados pela Operação Lava Jato a partir da próxima terça-feira (19). Os primeiros da lista são o presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, e Erton Medeiros Fonseca, diretor da Galvão Engenharia.
Na quinta-feira (21), serão ouvidos o vice-presidente da Camargo Corrêa, Eduardo Hermelino Leite, e Gerson de Mello Almada, vice-presidente da construtora Engevix. Na semana seguinte, os parlamentares pretendem ouvir o presidente do Conselho de Administração da Camargo Corrêa, João Ricardo Auler, e o presidente da OAS, José Aldemário Pinheiro Filho, na terça-feira (26). Dois dias depois, acontecerão os depoimentos de José Ricardo Nogueira Breghirolli, funcionário da OAS suspeito de distribuir dinheiro do esquema de corrupção, e do diretor financeiro da OAS, Mateus Coutinho de Sá Oliveira.
O presidente da CPI da Petrobras, Hugo Motta (PMDB-PB), deixou para 1º de junho os depoimentos de Ricardo Pessoa, dono da UTC, e Sérgio Cunha Mendes, vice-presidente da Mendes Júnior.
Bruna Magalhães contou seu drama nas redes. Andou 60 quilômetros a pé mas não consegue passar na fronteira com a Polônia. Ela e os demais não receberam ajuda da Embaixada e estão em campo aberto com frio e fome. A sertaneja de Salgueiro, Bruna Magalhães, o marido Juninho Reis e o filho Benjamim já percorreram […]
Andou 60 quilômetros a pé mas não consegue passar na fronteira com a Polônia.
Ela e os demais não receberam ajuda da Embaixada e estão em campo aberto com frio e fome.
A sertaneja de Salgueiro, Bruna Magalhães, o marido Juninho Reis e o filho Benjamim já percorreram 60 quilômetros para chegar até a fronteira com a Polônia.
No seu Instagram, Bruna relata passo a passo o drama que viveu com outros brasileiros e ucranianos que fogem dos bombardeios russos.
Ela diz que não receberam nenhuma ajuda da embaixada brasileira em Kiev. Em um dos vídeos, liga sem nenhuma resposta. A embaixada chegou a divulgar a informação de que estudava como trazer cerca de 40 brasileiros, mas não explicou como.
“Não tem onde parar, não tem abrigo, não tem ajuda. O jeito é continuar caminhando. O frio está bem intenso. Se parar é pior. A gente não tem coberta”. E se emociona: “continuem em oração pra gente continuar tendo força pra caminhar”.
Eles não resistiram e pararam em um café no caminho. Não suportaram cansaço e frio. Lá foram informados que pessoas a pé não estavam tendo autorização para entrar na Polônia. Uma ajuda articulada para buscá-los da Polônia foi barrada e não pôde atravessar a fronteira. Então, decidiram seguir.
O vídeo seguinte a mostra desesperada. “Tem soldados poloneses em todo lado. Tentamos explicar que éramos brasileiros. Não deixaram a gente passar. Eu tentei também, eles empurraram. Não deixam a gente passar. A gente está num posto, meu filho está dormindo e a gente não tem como voltar pra trás, não tem como ir pra frente, a gente não sabe o que fazer”.
No último relato, ela diz: “são muitas pessoas tentando ajudar, porém somente após a fronteira. Pedimos carona, oferecemos dinheiro para nos levar. A gente tentou todas as coisas possíveis. Mas do lado da Ucrânia não tem nada pra se fazer sozinho. Não vamos conseguir passar”.
Vitória Magalhães é esposa do lateral Juninho, que a conheceu quando atuou em Salgueiro.
Ele é atleta do FC Zorya Luhansk. Com a Guerra Civil no Leste da Ucrânia, em curso desde 2014, passou a mandar seus jogos na Slavutych Arena, em Zaporizhzhya.
A Fiocruz lançou, nesta sexta-feira (11), Nota Técnica sobre o uso de máscaras no ambiente escolar, em contexto de flexibilização das medidas protetivas, e reafirma que ainda há o enfrentamento da pandemia de Covid-19. Elaborada pelo Grupo de trabalho (GT) Retorno às Atividades Escolares da Fiocruz, com coordenação da Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção […]
A Fiocruz lançou, nesta sexta-feira (11), Nota Técnica sobre o uso de máscaras no ambiente escolar, em contexto de flexibilização das medidas protetivas, e reafirma que ainda há o enfrentamento da pandemia de Covid-19.
Elaborada pelo Grupo de trabalho (GT) Retorno às Atividades Escolares da Fiocruz, com coordenação da Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS/Fiocruz), o documento propõe o apoio às medidas de flexibilização dos protocolos, sempre que definidas por autoridades sanitárias locais e apoiadas por comitês científicos, com cautela e continua avaliação.
A análise tem como base o cenário atual de expressiva redução da transmissibilidade de Covid-19 verificada em alguns territórios e reconhece os prejuízos do uso das máscaras de longo prazo em ambientes socioeducacionais.
“Ao longo dos últimos dois anos temos reiterado que as medidas de vacinação, ventilação dos ambientes, rastreamento de casos e contatos, adequado uso de máscaras, lavagem de mãos e distanciamento social seriam fundamentais para que as escolas não se tornassem espaços de transmissão da Covid-19. Um dos aprendizados tem sido, portanto, o de que as ações de controle da pandemia exigem contínua avaliação e, quando oportuno, a própria reavaliação das medidas protetivas”, avalia o GT.
Apoiados pela proteção indireta contra a Covid-19 em crianças, proveniente da vacinação completa dos adultos, da indisponibilidade de vacinas para crianças de (0-5anos) e da recente oferta de vacina para crianças de (5-11anos), os pesquisadores consideram que a recomendação de uso ou não uso obrigatório de máscaras em crianças, deva estar baseada em indicadores de baixa circulação do vírus e indicadores gerais de vacinação.
No entanto, o documento destaca a necessidade de maior uniformidade na adoção da medida de flexibilização dos protocolos escolares e indica que a contrariedade de posições pode causar ainda mais insegurança na própria comunidade escolar, além de atribuir aos gestores escolares a competência da decisão.
Nesse sentido, consideram prudente seguir as orientações das autoridades sanitárias locais na resolução.
“Ressaltamos que a medida de flexibilização do uso de máscaras não significa a proibição do uso. Caberá às escolas o estabelecimento da melhor convivência possível com as diferenças e às secretarias de educação e de saúde, a continuidade do fornecimento de máscaras para alunos e trabalhadores que precisam delas, conforme indicações de uso”, sugerem.
O GT reforça o uso de máscaras no dia a dia como importante medida de proteção e da vacinação como principal medida de controle da pandemia, reduzindo significativamente o risco de formas graves da doença e óbitos.
Alerta ainda para o preocupante percentual de vacinados entre crianças de (5-11anos), 66,8% com a primeira dose e apenas 8,4% com o esquema vacinal completo. Os dados reforçam a necessidade de incremento na vacinação de crianças e campanhas de incentivo, como forma de proteção indireta nessa faixa etária, além de atualização de todo o calendário vacinal.
A publicação ressalta a importância da manutenção de medidas sanitárias como a higienização das mãos e ventilação adequada dos locais fechados, mesmo considerando o contexto de redução da transmissibilidade e medidas de flexibilização como o fim da obrigatoriedade do uso de máscaras em algumas localidades, e aponta para a necessidade de contínua revisão e atualização dos protocolos escolares com o surgimento de novas variantes.
Agora o internauta também pode acompanhar tudo que as mulheres do campo do Sertão do Pajeú estão fazendo para preservar o bioma da caatinga na sua região. O projeto que visa fomentar ações de enfrentamento à desertificação, priorizando a preservação da biodiversidade da Caatinga e seu manejo sustentável, divulga suas ações em uma versão na web. […]
Agora o internauta também pode acompanhar tudo que as mulheres do campo do Sertão do Pajeú estão fazendo para preservar o bioma da caatinga na sua região. O projeto que visa fomentar ações de enfrentamento à desertificação, priorizando a preservação da biodiversidade da Caatinga e seu manejo sustentável, divulga suas ações em uma versão na web.
A Casa da Mulher do Nordeste, com o patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, construiu o sitewww.mulheresnacaatinga.org.br para dar visibilidade ao trabalho que as mulheres rurais estão realizando nos municípios do Pajeú, no Estado de Pernambuco.
Quem o visitar poderá conhecer mais sobre a caatinga, ver fotos e notícias sobre o tema, além de acompanhar a produção de 46 mil mudas de essências nativas da Caatinga, o fortalecimento e ampliação de viveiros de mudas na região, a construção de 210 fogões agroecológicos, oficinas e seminário de formação em educação ambiental e feminista, entre outras atividades.
No ritmo em que a vacinação contra a covid-19 é conduzida no Brasil, o País levaria mais de quatro anos para ter toda a sua população imunizada. O cálculo é do microbiologista da Universidade de São Paulo (USP) Luiz Gustavo de Almeida para a CNN Brasil. Ele lembrou que, durante a campanha de vacinação contra […]
No ritmo em que a vacinação contra a covid-19 é conduzida no Brasil, o País levaria mais de quatro anos para ter toda a sua população imunizada.
O cálculo é do microbiologista da Universidade de São Paulo (USP) Luiz Gustavo de Almeida para a CNN Brasil.
Ele lembrou que, durante a campanha de vacinação contra a gripe em março do ano passado, já em plena pandemia do novo coronavírus, os brasileiros vacinavam até um milhão de pessoas por dia.
Atualmente, a média de imunizações diárias é de um quinto disso, 200 mil pessoas.
Para fazer os cálculos, Almeida baseou-se no número total de brasileiros a serem vacinados (160 milhões, segundo o IBGE, já que os menores de 18 anos não serão imunizados agora).
Para cobrir esse público-alvo no atual ritmo, seriam necessários de quatro anos e meio a cinco anos, considerando que os imunizantes usados no Brasil devem ser aplicados em duas doses.
“Este ritmo é lamentável”, afirmou o especialista. “Já em plena pandemia de covid, conseguimos vacinar 54 milhões de pessoas contra a gripe em cem dias, sem grandes esforços. No caso da covid, deveríamos conseguir no mínimo o mesmo número; idealmente mais, se abríssemos postos de vacinação em estádios e escolas.”
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