Prefeitura de Solidão tem contas bloqueadas por falta de pagamento a advogado
Por Nill Júnior
As contas da Prefeitura de Solidão foram bloqueadas por determinação do Juiz Hildeberto Júnior da Rocha Silvestre, da comarca de Tabira, desde a segunda-feira, dia 01 de fevereiro. A informação é do Radar do Sertão.
As contas foram bloqueadas em função do não pagamento de RPV (Requisição de Pequeno Valor) devida ao advogado tabirense Paulo Barros Ramalho. O município foi intimado, desde Novembro de 2015, para pagar no prazo de 60 (sessenta dias) e não o fez.
RPV (Requisição de Pequeno Valor) é a forma como são pagos os débitos da fazenda Pública (união, estados, municípios), cujo seja até 30 (trinta) salários mínimos no caso dos municípios, 40 (quarenta) salários mínimos no caso dos estados e 60 (sessenta) salários mínimos no caso do Governo Federal.
Com 87 anos e muita lucidez, o senhor João Gomes da Silva, paraibano de Água Branca e morando em João Pessoa tem muita história para contar sobre o desenvolvimento de nossa região. Ele esteve hoje na Rádio Pajeú nos ajudando a visitar o passado. Seus olhos viram a história de nosso desenvolvimento. João Gomes exerceu […]
Seu João Gomes ao centro: ele também chegou a apresentar programa na Rádio. Foi compadre de Abílio Barbosa por ser padrinho de Júnior, irmão de Tito, o primeiro acima com este blogueiro e Michelli Martins. Conviveu com Dom Mota e Dom Francisco. Foi testemunha ocular da nossa história.
Com 87 anos e muita lucidez, o senhor João Gomes da Silva, paraibano de Água Branca e morando em João Pessoa tem muita história para contar sobre o desenvolvimento de nossa região. Ele esteve hoje na Rádio Pajeú nos ajudando a visitar o passado.
Seus olhos viram a história de nosso desenvolvimento. João Gomes exerceu várias funções, a mais importante delas, Diretor Comercial da Rádio Pajeú desde sua fundação. Antes disso, foi responsável pela compra dos equipamentos que construíram a emissora.
Na foto com Dom Mota, João Gomes é o segundo em pé da esquerda pra direita. Diz que a foto foi registrada pouco antes de Dom Mota deixar a Diocese. Tem funcionários da Rádio e auxiliares do Cine São José além de normalistas.
Mas viu mais: no final da década de 50, em uma grande seca, acompanhou cerca de dez mil flagelados de todo o Sertão cercando o Palácio Diocesano em busca de comida. Dom Mota, primeiro Bispo da recém criada Diocese de Afogados já não sabia o que fazer: a ajuda dos poucos comerciantes da região não reuniu alimento suficiente para tanta fome.
Sabendo que o Presidente Juscelino Kubicheck estaria visitando um açude em Poço da Cruz, seguiu com uma comissão formada para discutir alternativas para aquela situação. Recebido por oficial que pensava tratar-se de um padre anuncio ser Bispo de Afogados e que queria falar com o Presidente. Juscelino, que seminarista, o recebeu prontamente e ouviu seus relatos sobre o quadro.
A solução foi montar frentes de trabalho para abrir a estrada que hoje é a PE 320, entre Afogados e Serra Talhada. Tirando a burocracia devido ao quadro emergencial determinou ao Dr Godofredo, do DNOCs, que a equipe fosse fazendo um levantamento topográfico a frente com os trabalhadores abrindo a estrada atrás. A chegada de caminhões com o material para os trabalhos na Praça Arruda Câmara, em Afogados, rendeu euforia na cidade.
Acompanhou também a luta de Dom Mota para concluir outro sonho, a Rádio Pajeú, para evangelizar e educar a região. Relata que em determinado momento, não havia mais recursos para pagar as contas dos equipamentos, que alcançaram a cifra de um milhão de cruzeiros. “Dom Mota me ditou uma carta para o Ministro da Educação lembrando do seu encontro com Juscelino. Pouco tempo depois havia um depósito para ser sacado em agência do Banco do Brasil de Monteiro, não havia bancos na região”.
Em um Jeep, percorreu várias cidades como representante comercial da emissora. Lembra que Arcoverde era a cidades mais desenvolvida e Serra Talhada ainda era muito pequena. “Serra foi o primeiro lugar que visitei em nome da Rádio Pajeú”. O primeiro cliente, João Duque, pai do hoje prefeito Luciano.
Ele lembra também as passagens com Dom Francisco, que enfrentou o regime militar de frente. “Na Rádio, tínhamos que gravar todos os depoimentos de Dom Francisco porque o exército poderia pedir. Vivíamos em ameaça constante de censura e até fechamento”, relata.
Segundo Gomes, quando os Bispos do Nordeste queriam discordar do regime, “escalavam” Dom Francisco. “Era destemido, falava onde estivesse. Uma vez um diretor da Sudene defendeu a importância da revolução e Dom Francisco, cearense como ele, puxou-lhe pela manga e disse umas verdades, que ao contrário, o povo pobre era sofrido e desassistido”.
Ainda assim, conseguiram acabar com o Movimento de Educação de Base, o MEB. “Mas não tiveram coragem de calar Dom Francisco e fechar a Rádio Pajeú”.
por Anchieta Santos Iniciada nesta terça (11) a Festa de Zé Dantas tem sequência hoje em Carnaíba. As 21hs haverá a Forronata: Acordando no forró. Amanhã dia 13 acontece o encerramento das oficinas de música no Pátio de Eventos às 19hs. Na sexta dia 14 Tenda dos artistas na feira livre às 08hs da manhã, […]
Iniciada nesta terça (11) a Festa de Zé Dantas tem sequência hoje em Carnaíba. As 21hs haverá a Forronata: Acordando no forró. Amanhã dia 13 acontece o encerramento das oficinas de música no Pátio de Eventos às 19hs.
Na sexta dia 14 Tenda dos artistas na feira livre às 08hs da manhã, logo depois terá show às 22hs com Geraldinho Lins, Genailson do Acordeom e o Forró do Muído. E no sábado dia 15 haverá o encerramento apartir das 22hs com shows de Jorge de Altinho, e Edson Lima e Gatinha Manhosa.
A Prefeitura de Calumbi continua seu compromisso com o desenvolvimento urbano e o bem-estar da população, dando continuidade aos investimentos em infraestrutura. Desta vez, mais duas ruas serão entregues à comunidade, após receberem obras de pavimentação. As ruas beneficiadas são a Rua Espedito Barbosa, localizada ao lado do hospital, e a Travessa Luiz Braz de […]
A Prefeitura de Calumbi continua seu compromisso com o desenvolvimento urbano e o bem-estar da população, dando continuidade aos investimentos em infraestrutura. Desta vez, mais duas ruas serão entregues à comunidade, após receberem obras de pavimentação.
As ruas beneficiadas são a Rua Espedito Barbosa, localizada ao lado do hospital, e a Travessa Luiz Braz de Sousa. Anteriormente, ambas sofriam com problemas de falta de pavimentação, apresentando poeira, buracos e dificuldades de tráfego, especialmente em períodos chuvosos.
Agora, com a pavimentação em andamento na Rua Luiz Braz de Souza, os moradores dessas localidades poderão desfrutar de ruas mais seguras e acessíveis.
O prefeito Joelson destaca a importância dessas obras para a comunidade: “Estamos trabalhando incansavelmente para melhorar a infraestrutura de nossa cidade e proporcionar mais conforto e segurança para nossos moradores. Essas novas pavimentações são mais um passo em direção ao desenvolvimento de Calumbi.”
A governadora Raquel Lyra afirmou que a concessão parcial dos serviços da Compesa representa uma decisão política voltada à mudança estrutural do abastecimento de água em Pernambuco. A declaração foi feita após o leilão realizado na última quinta-feira (18), na B3, em São Paulo. Em seu discurso, a gestora ressaltou que promover mudanças exige enfrentar […]
A governadora Raquel Lyra afirmou que a concessão parcial dos serviços da Compesa representa uma decisão política voltada à mudança estrutural do abastecimento de água em Pernambuco. A declaração foi feita após o leilão realizado na última quinta-feira (18), na B3, em São Paulo. Em seu discurso, a gestora ressaltou que promover mudanças exige enfrentar escolhas difíceis e romper com práticas históricas. “É difícil fazer mudança, porque muita gente fala sobre ela, mas não quer fazer”, afirmou.
Raquel destacou que o processo não se resume ao volume de investimentos, estimados em cerca de R$ 20 bilhões, mas à definição de prioridades. Segundo a governadora, os recursos obtidos com a outorga serão utilizados exclusivamente pelo Estado para a produção e a distribuição de água, com foco em infraestrutura hídrica. Ela citou como exemplo a construção da adutora que beneficiará Petrolina, Afrânio e Dormentes, com investimento previsto de R$ 300 milhões, ressaltando que se trata de uma escolha que não segue lógica eleitoral.
Ao abordar o impacto das decisões, a governadora afirmou que não é aceitável que problemas herdados do século passado continuem presentes no cotidiano das famílias pernambucanas. Para Raquel Lyra, a concessão marca o início de um novo ciclo na política hídrica do Estado, sustentado por decisões que priorizam o enfrentamento de carências históricas, mesmo diante de resistências.
A decisão da governadora Raquel Lyra de levar adiante a concessão dos serviços da Compesa é, antes de tudo, uma escolha de alto risco político. Trata-se de uma aposta clara: ou o modelo entrega resultados concretos e melhora um serviço historicamente mal avaliado pela população, ou o ônus recairá integralmente sobre o Palácio do Campo das Princesas. Ao assumir o protagonismo do processo, Raquel retira de si a possibilidade de terceirizar responsabilidades no futuro.
Se a concessão produzir os efeitos prometidos, ampliação da oferta de água, regularidade no abastecimento e avanço da infraestrutura hídrica nos municípios, a governadora acumulará um ativo político relevante. Poucos temas são tão sensíveis quanto água no cotidiano da população, especialmente no interior. Melhorar um serviço que há décadas simboliza ineficiência pode consolidar a imagem de uma gestora disposta a enfrentar problemas estruturais e a tomar decisões impopulares no curto prazo para colher resultados no médio e longo prazo.
Por outro lado, o histórico da Compesa pesa contra a margem de erro do governo. O serviço é reconhecidamente precário em grande parte do Estado, e a população tende a reagir com desconfiança a mudanças que envolvem concessões. Caso os investimentos não se traduzam em melhorias perceptíveis, ou se o modelo falhar na execução, a responsabilidade política será direta. A concessão deixará de ser vista como solução e passará a ser associada a uma promessa frustrada, com impacto potencial no capital político da governadora.
Em síntese, Raquel Lyra fez uma escolha que não admite meio-termo. Ao optar pela concessão, colocou sua gestão como fiadora de um novo modelo para um velho problema. O sucesso pode reposicionar seu governo como agente de transformação; o fracasso, no entanto, tende a reforçar a descrença da população e cobrar um preço ele
O Deputado Federal Gonzaga Patriota (PSB) concedeu esta manhã entrevista ao programa Palavra Aberta, da TV Câmara. No noticiário, o parlamentar falou sobre o projeto de interligação entre as bacias dos rios Tocantins e São Francisco, aprovado em caráter conclusivo na Câmara e que agora tramita no Senado. A aprovação aconteceu em setembro. O PL visa a compensar o […]
O Deputado Federal Gonzaga Patriota (PSB) concedeu esta manhã entrevista ao programa Palavra Aberta, da TV Câmara. No noticiário, o parlamentar falou sobre o projeto de interligação entre as bacias dos rios Tocantins e São Francisco, aprovado em caráter conclusivo na Câmara e que agora tramita no Senado.
A aprovação aconteceu em setembro. O PL visa a compensar o suprimento hídrico do manancial, melhorar o volume de água no Lago do Sobradinho, aumentar a disponibilidade aquática no semiárido e gerar energia a partir da queda d’água na divisa de Tocantins com a Bahia. As obras, segundo Gonzaga Patriota, durariam no máximo um ano e meio e podem custar entre R$ 3 e 5 bilhões.
O projeto já conta com R$ 600 milhões já disponíveis no orçamento da União e deste valor, R$ 150 milhões precisam ser usados este ano.
“Precisamos contratar a obra e iniciar o projeto, traçar os caminhos da interligação. Só com esse projeto pronto que o Governo Federal irá saber quanto investir e como faremos para contornar quaisquer questões ambientais. O que eu desejo é que a obra seja feita pelo Exército – evitando qualquer desvio, como acontece em muitos contratos no Brasil”, explicou Gonzaga.
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